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1. Capítulo O1


Fic: O Segredo da Serpente - Scorpius&Rose


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- Aluno de Hogwarts? – A atendente da Floreios e Borrões perguntou ao meu pai e eu quase respondi por ele, ‘Infelizmente’, mas me controlei. Ela perguntou que série eu fazia e foi buscar meus livros, provavelmente já sabia a lista de cor.

Eu pigarreei e disse:
- Pai, a Nimbus lançou um novo modelo, você viu? – Comentei como quem não quer nada, é meu jeito de pedir as coisas.

- E funciona? – Disse ele, mais interessado num livro de um treinador de Quadribol (Como liderar e ganhar sem cair da vassoura) , do que em mim.

- Creio que funcione melhor que a minha, o meu modelo é antigo.

- Depois nós vamos vê-la... – Já era alguma coisa – Oh, quanta coisa, entregue a ele.

A atendente tinha voltado e assim que meu pai falou, despejou os livros em cima de mim. Eu cambaleei com o peso inesperado que foi me lançado.

- Mais alguma coisa? – Perguntou ela, prestativa.

- Acho que não – Meu pai examinou a pilha de livros e a carta de Hogwarts e nós fomos levados ao caixa.

Quando íamos saindo da loja, eu cheio de sacolas e meu pai posando de rei, um rosto familiar cruzou a porta, atrás dela apareceu uma muralha de gente.

- Ora, ora, decidimos fazer compras no mesmo dia? – Meu pai disse com um falso sorriso no rosto. Nós estávamos de frente para os Potter e os Weasley, umas oito pessoas no total.

- Olá Draco, Scorpius – Respondeu Harry educadamente, sua esposa sorriu pra mim. Eu os cumprimentei com um sinal de cabeça.

- Oi Draco – A mulher do Weasley falou e eu a vi cutucando discretamente o marido com o cotovelo, que meio relutante também cumprimentou meu pai.

- Oi – Ele disse e cruzou os braços, não como alguém que ameaça, mas num gesto de impaciência, e foi imitado pelo filho.

Meu pai e eles não são amigos, pelo que eu sabia, nunca foram. Eu percebo que meu pai tem alguma gratidão pelo Harry, mas eu não sei por quê.

O filho dele, Alvo, sorriu pra mim e sua irmã parecia sempre curiosa ao meu respeito. Às vezes eu não sabia por que todos eram tão simpáticos comigo, se eu nunca dei motivos. A prima deles, Rose, estava do meu lado, ela que tinha entrado primeiro na loja, o que não era novidade, correr como traça ao encontro dos livros parecia ser sua atividade favorita. Ela não era simpática comigo, e na verdade era essa reação que eu esperava de todos, graças à fama do meu pai. Eu comecei a ficar incomodado com a situação, meu pai só estava atrapalhando o dia daquela família, com interesse algum nisso. Então eu o apressei.

- Pai, ainda temos que comprar vestes novas.

- Bem, foi um prazer encontrá-los aqui, até dia 1° na estação! – Meu pai disse, cumprimentou a todos e saiu da loja, eu o segui sentindo todos os olhares em mim. Ao passar pelo Potter mais novo, devolvi o seu sorriso, por educação.

- Por acaso você é amigo de algum Potter ou Weasley? – Meu pai perguntou quando eu cheguei ao seu lado, provavelmente tinha notado como todos sorriam pra mim.

Até parece que ele não lembra o que me disse no meu primeiro dia de aula.

# Flashback #


King’s Cross, Plataforma nove e meia. Eu estava indo para o meu primeiro dia de aula. A plataforma estava lotada de pais se despedindo de filhos nervosos, assim como eu.

- Quando você entrar na Sonserina, vai ver do que eu estou falando, é a melhor casa de Hogwarts, Scorpius – Meu pai falava, abotoando o sobretudo enquanto eu olhava o trem vermelho a minha frente com pavor.

Desde que eu recebi a carta de Hogwarts meu pai não parava de falar que eu entraria na Sonserina, até meu avô não agüentava mais. Minha mãe me abraçou pelos ombros enquanto meu pai embarcava meu malão e minha coruja no trem.

- Você quer que eu te escreva todos os dias? – Minha mãe perguntou, alisando meus cabelos.

- Não precisa escrever todo dia, mas se você escrever com freqüência eu agradeço, deve ser ruim ficar lá sozinho.

- Mas você vai fazer amigos meu filho, não se preocupe – Ela sorriu na hora que meu pai voltou.

- Contanto que não seja amigo desses aí – Ele fez um breve aceno com a cabeça para quatro pessoas que estavam paradas na estação com os filhos e eu logo reconheci quem eram.

Harry e Gina Potter, Rony e Hermione Weasley, eles eram famosos no mundo bruxo e eu percebi que todos na estação olhavam pra eles.

- Não quero que você seja amigo deles, Scorpius, grave bem esses rostos e não se aproxime de nenhum. – Disse meu pai enquanto nós caminhávamos para o trem.

- Por favor, Draco, deixe o menino escolher suas amizades! - Mamãe disse e se abaixou para falar comigo, meu pai ficou parado atrás dela, olhando com desprezo ao redor. – Não se preocupe com o que seu pai disse – Ela disse baixinho, de modo que só eu escutasse – se quiser ser amigo deles não se sinta mal, deixe que eu falo com seu pai, tudo bem? – Eu olhei mais uma vez os rostos que deviam ser proibidos para mim e afirmei com a cabeça, ela me abraçou e me deu um beijo de despedida.

- Scorpius, qualquer coisa, nos mande uma carta – Foi a vez de meu pai se despedir de mim – se você sofrer com alguma injustiça, me informe que eu irei lá pessoalmente. – Eu sorri, às vezes meu pai parecia paranóico, que injustiça eu ia sofrer em Hogwarts?

- Tudo bem pai. Mas... E se eu não entrar para a Sonserina? – Isso pareceu pegar meu pai de surpresa, mas ele sorriu pra mim.

- Isso não será culpa sua, mas o chapéu o mandará para lá, parece que ele já se acostumou com o sobrenome Malfoy na Sonserina. – Ele sorriu - Eu te falei que ele nem tocou minha cabeça quando anunciou que eu pertenceria a Sonserina? – Eu afirmei com a cabeça – Não se preocupe. Amanhã nos mande uma carta para informar em que casa ficou, embora eu já saiba a resposta. – Ele beijou minha testa e eu entrei no trem.

Apareci na janela para um ultimo adeus e logo o trem começou a andar, todo o meu conforto tinha ficado para trás e uma nova vida acabara de começar.

# Fim do Flashback #


Eu revirei os olhos com a pergunta boba e respondi.
- Não, pai. Nunca fui e nunca vou ser amigo deles. – Isso pareceu satisfazê-lo e nós continuamos nosso caminho sem conversar.


~



- Não esqueceu de colocar nada no malão? – Minha mãe corria os olhos pelo meu quarto enquanto eu fechava o malão.

- Acho que não – Eu olhei ao redor e vi a gaiola vazia da minha coruja em cima da mesa de estudos – Só falta colocar a Gertrudes na gaiola e tudo feito.

- Aonde ela foi?

- Trudinha anda esquisita, acho que arrumou um namorado, faz uma semana que ela não vem em casa, mas eu a vi rondando por aqui, se eu chamar ela vem. – Eu fui até a mesa, peguei a gaiola e quando voltei pra cama, aonde eu tinha deixado o malão, o elfo da nossa família se materializou dentro do meu quarto.

- Meu senhor, Dooke leva o malão para meu senhor Scorpius – Ele não esperou minha resposta, pegou o malão e quando eu fui responder ele já tinha sumido. Minha mãe sorriu.

- Ontem Dooke estava chorando porque você vai pra Hogwarts. Ele disse que é muito triste ter apenas duas pessoas pra servir, ‘Dooke entende minha senhora, mas o menino Scorpius faz falta pra Dooke’ – Ela imitou a vozinha do elfo doméstico, eu sorri também.

- Ele ainda não tirou o chapéu que eu dei a ele no início das férias – Eu lembrei de quando entreguei o presente ao elfo, os olhos dele brilharam como eu nunca tinha visto antes. Desde então, ele faz reverências para todos, só pra tirar o chapéu como um ar importante.

- Ele realmente gostou do presente. – Ela sorriu novamente e estendeu o braço na minha direção - Vamos, seu pai está nos esperando na sala.

Meu pai estava sentado no sofá lendo o Profeta Diário, quando nós chegamos, ele deixou o jornal de lado e se levantou sorrindo.

- Fiquei sabendo hoje pelo Ministro que vai ter uma novidade em Hogwarts esse ano.

- Que novidade? – Eu perguntei, torcendo pra que fosse alguma coisa que deixasse meus dias menos tediosos.

- Ah, você vai saber quando chegar! Não quero estragar o discurso da McGonagall.

- Ninguém vai saber! – Claro que eu estava mentindo, pelo menos uma pessoa saberia assim que eu chegasse em King ‘s Cross.

- Você vai contar pro Tom assim que encontrá-lo – Meu pai leu a minha mente – E provavelmente, Tom vai contar pra toda a escola antes mesmo do trem chegar em Hogsmeade.

- Contar o que?

Tom tinha acabado de entrar na sala com sua famosa expressão de curiosidade. Ele era meu melhor amigo, nos conhecíamos desde sempre porque nossos pais são amigos. Nós formávamos uma bela dupla, eu loiro, ele moreno, meu pai sempre brincava que deveríamos formar uma dupla sertaneja.

- Tom! Seu pai já está me esperando? Nós temos uma reunião hoje, você deve saber. – Meu pai perguntou, aproveitando para mudar de assunto.

- Ele está lá fora no carro, tio. Mas o que vocês...

- Ah, ótimo. Astoria, você se importa de levar as crianças pra estação sozinha? O Ministro convocou essa reunião de última hora, ele quer nossa opinião sobre a criação de um novo departamento. – Ele fez ar de importante.

- Claro que não, amor.

- Bem, então até o Natal, Scorpius. – Ele se aproximou de mim e me abraçou – Tenha um bom ano em Hogwarts e faça de tudo para ser o melhor.

- Melhor em quê, necessariamente? – Eu perguntei quando nos separamos.

- Você vai ver... Bom ano pra você também, Tom. – Ele foi em direção à porta e a abriu - Até mais, amor. – Minha mãe acenou e meu pai fechou a porta.

- Vou buscar meu casaco, sentem-se enquanto isso. – Minha mãe falou e nós obedecemos.

- Odeio quando seu pai faz mistério - Tom olhava pra porta com uma expressão confusa - Do que vocês estavam falando?

- De uma novidade que vai ter em Hogwarts, ele não disse do que se tratava. – Eu olhei pro brasão da Sonserina na parede como se este pudesse me dar respostas - Por que você não disse que ia pra estação comigo?

- Ahh – Ele voltou a olhar pra mim – Eu não sabia que ia com vocês, meu pai disse de ultima hora.

- Vamos garotos, falta meia hora pra o trem sair. – Minha mãe tinha voltado e nós a seguimos. Dooke vinha atrás dela. - Dooke, está tudo no carro?

- Sim, minha senhora, Dooke colocou o malão do menino Tom também!

- Obrigada, Dooke! – Minha mãe falou e o elfo fez uma grande reverência na porta.

- Tchau, Dooke, até o Natal! – Eu me despedi e o elfo desabou em lágrimas e saiu correndo pra dentro de casa.

- Pobre Dooke, Scorpius – Tom sorriu e entrou no carro.

- Espera mãe, falta uma coisa. – Ela me olhou curiosa antes de entrar no carro – GERTRUDES! – Eu gritei e minha mãe entrou no carro sorrindo. Depois de alguns segundos vi um borrão preto que vinha na minha direção. Gertrudes pousou no meu ombro e deu bicadinhas carinhosas na minha orelha. – Ah, você apareceu! Entra logo. – Eu abri a gaiola e ela piou enfurecida com a minha delicadeza digna de um príncipe, mas me obedeceu. Eu entrei no carro com a gaiola no meu colo, Gertrudes de costas pra mim.

- Não fique com raiva, você que está errada, sumiu por uma semana. – Ela fingiu não ter me ouvido e eu desisti.

~


King’s Cross estava lotada de estudantes e pais. Estava quase na hora do trem sair, então me despedi da minha mãe e procurei uma cabine vaga com Tom, o que foi uma tarefa difícil, pois quase todas estavam ocupadas. Encontramos uma no final do trem e colocamos os malões no bagageiro, eu me sentei e olhei pela janela, minha mãe tinha encontrado minha tia Dafne Smith, aparentemente elas estavam me procurando no trem, porque assim que me viram, tia Dafne mandou minhas primas entrarem no trem. Foi aí que eu lembrei.

- Ah! Esqueci que a Lisa pediu pra eu esperá-la antes de entrar no trem, ela deve estar uma fera! – Comentei com Tom.

- Que Lisa? Sua prima Grifinória? – Ele fez uma careta.

- Essa mesma – Eu levantei e sentei ao lado de Tom – Antes ela sozinha em um banco do que do meu lado.

Mal eu terminei de falar e a porta da cabine abriu, minha prima entrou e seus olhos azuis claríssimos faiscavam de ódio.

- Scorpius Hyperion Malfoy, posso saber por que você não me esperou? – Ela falava com os dentes trincados. Eu vi pelo canto do olho Tom prender uma risada e se concentrar na janela.

- Eu esqueci, Elizabeth Greengrass Smith, peço o perdão da senhorita. – Eu fiz uma reverência sentado, ela bateu na minha nuca. – AI!

- Me ajuda a colocar o malão no bagageiro, querido primo. – Eu revirei os olhos. Lisa adorava me fazer de escravo. Levantei o coloquei o malão dela no lugar.

– Onde está Brenda?

- Foi pra cabine do namorado dela, claro. – Ela fez uma imitação da irmã e se sentou no banco vazio. – Oi, não é Tom?

- Ah, oi Elizabeth. – Tom fingiu ter percebido a presença da minha prima só naquele instante e Lisa revirou os olhos.

- Você precisa aprender a ser educado como o meu primo, tanto tempo juntos não serve pra nada?

Pra explicar as coisas, Lisa não suporta Tom porque todas as garotas o amam. É meio confuso, mas pra mim sempre foi bem claro, Lisa gosta dele e não quer assumir. Eu não pude comentar o que Lisa disse, tinha acabado de dar 11 horas e o trem ia partir, eu olhei pela janela para ver minha mãe e ouvi os pais darem as últimas recomendações aos filhos, “Coma direitinho, Geórgia”, “Me escreva sempre que der!”, “Não se meta em confusão”, aliás essa era a recomendação mais freqüente.

- Até o Natal, crianças, se divirtam! – Minha mãe gritou e nós mandamos beijos pra ela. Em instantes a estação sumiu de vista.

~


Lisa não parou de falar o caminho inteiro, descreveu todos os lugares que foi nas férias, e eu percebi que Tom já estava ficando estressado com isso. Na hora do almoço, a senhora passou com o carrinho e nós abrimos a porta da cabine pra comprar comida. Lisa quase passou por cima do carrinho ao ver quem estava na cabine em frente.

- Rose! – Ela falou animada, pulando dentro da cabine.

Eu olhei pra outra cabine. Rose Weasley também sorria pra minha prima, e eu vi seu irmão e primos atrás dela. Logo iria começar nossa disputa para ser o primeiro aluno da classe, não pude deixar de lembrar isso. Todo ano, eu e Rose Weasley fazemos uma espécie de ‘guerra’ pra responder mais perguntas dos professores. É uma disputa amigável claro (nós não somos amigos, mas a disputa é amigável, é meio confuso, mas enfim...), geralmente acabamos em empate, parece até que os professores fazem questão de nos dar os mesmos pontos, sempre.

- Como foram as férias, Lisa? – Ela perguntou.

- Foram ótimas, e as suas, Rose?

- Também, eu...

- Por favor, eu não tenho o dia todo, que tal vocês comprarem logo e depois conversarem? – A senhora do carrinho falou em um tom de voz impaciente. Eu e Tom já tínhamos pegado tudo o que queríamos e logo pagamos a mulher.

- Doces! – Ouvimos o carrinho se afastar da nossa cabine após alguns segundos. Lisa colocou as coisas que comprou no banco vazio e voltou pra porta.

- Bem, vou almoçar, até depois Rose!

- Até!

~


O fato é que Lisa só falou com Rose novamente quando o trem parou em Hogsmeade. Eu segui com Tom para as carruagens e Lisa seguiu com os Weasley e Potter. Nós dividimos a carruagem com minha prima Brenda e uma garota da nossa turma, Cecily. Eu tenho certeza que Tom gosta dela, deve ser porque ela é única garota da nossa turma que não liga pra ele. Nós fomos o caminho todo sem falar nada, às vezes eu via Tom olhar pra Cecily e virar a cabeça rapidamente. Nem minha prima Brenda falou comigo, ficou o caminho todo lendo uma carta, provavelmente do seu namorado. Finalmente chegamos ao castelo e fomos direto pra o salão principal.

Algumas pessoas já estavam lá e pareciam muito felizes em rever os amigos. Nós sentamos à mesa e esperamos todos chegarem. Logo, as únicas pessoas que faltavam eram os alunos do primeiro ano, e eles não tardaram a aparecer, todos nervosos seguindo o Professor Neville. Após a seleção dos alunos, chegou a hora da diretora Minerva McGonagall falar, todos ficaram em silêncio.

- Boa noite a todos! – Começou ela – Bem, antes do jantar tenho algumas palavrinhas e alguns avisos a dar. – Eu pensei que um dos avisos provavelmente seria sobre a tal novidade que meu pai falou – Primeiramente, desejo a todos vocês um ótimo ano letivo e aos novatos, desejo boas vindas. – Ela sorriu – Bem, esse ano, não haverá disputa pela Taça de Quadribol.

- O quê? – Todos os alunos ficaram chocados, inclusive eu. Eu jogava como goleiro no time da Sonserina, e Tom era artilheiro. Esse ano nós tínhamos decidido ganhar a Taça de Quadribol, que não é da Sonserina há 7 anos. Tom deu um soco na mesa.

McGonagall fez um gesto exigindo silêncio e todos se calaram, alguns jogadores de outras casas continuavam emburrados, eu voltei o olhar para meu prato vazio.

- Não haverá disputa da Taça – Ela repetiu – Porque nesse ano nós teremos algo diferente, novo, e extremamente fascinante. Eu conversei com os diretores de outras escolas de magia da Europa e nós decidimos fazer um Torneio Europeu de Quadribol para Estudantes, que, este ano, terá Hogwarts como sede. – Eu voltei a olhar para a diretora, mais chocado que antes – Esse torneio acontecerá a cada quatro anos e apenas os melhores jogadores de Quadribol da escola irão participar. – “Faça de tudo para ser o melhor”, eu lembrei do que meu pai tinha dito e olhei para Tom, ele encarava McGonagall de boca aberta. – E para selecionar esses jogadores é que eu tenho a honra de apresentá-los, nosso ex-aluno e jogador profissional de Quadribol, Olívio Wood. – Houve um grande “Ooooh” quando um homem moreno e alto saiu de uma sala ao lado do salão principal e parou ao lado da diretora. Todos se contorciam para vê-lo melhor.

Claro que todos conheciam Olívio Wood, para mim, era o melhor jogador de Quadribol do mundo! Ele jogava no Puddlemere United, o time mais antigo da Liga Britânica e Irlandesa de Quadribol. Olívio sorriu e a diretora fez um sinal para que ele falasse conosco.

- Bem – Ele começou – Como a Prof...Diretora, desculpe, falou, eu vou selecionar os melhores jogadores de Hogwarts e vou treiná-los para ganhar o Torneio. – Ele falou firme – As seleções começam em Outubro e eu sugiro que se preparem, pois eu sou bastante rigoroso! – Ele sorriu, mas ninguém sorriu ou fez qualquer coisa, aparentemente, todos estavam chocados demais com tudo e não queriam nem piscar para evitar que tudo sumisse. – Bem, por enquanto é só. – Ele passou o posto para a diretora e se sentou ao lado de Neville na mesa de professores.

- Quando tivermos mais informações a dar, avisaremos. – Minerva sorriu – Que tal o jantar?

Ela nem acabou de falar, e apareceram nas quatro mesas comidas de todos os tipos, e o salão se encheu de cochichos e risadinhas, que tinham o mesmo assunto. Eu enchi meu prato com tudo que via, aquela notícia tinha me dado fome. Tom olhava pro prato vazio com uma expressão de choque.

- A comida vai acabar se você continuar assim. – Eu falei rindo.

- Scorpius, a gente tem que ganhar uma vaga nesse torneio, cara! – Ele olhou pra mim e começou a encher seu prato também.

- Eu sei! Nossa, é tanta coisa esse ano, eu nem acredito! Tem os NOM’s também, lembra?

- Ah, como você é cê-dê-efe – Ele riu – O ano nem começou e você já fala dos NOM’s!

Eu sorri também e espetei uma batata com o garfo.
- Eu tenho a impressão que esse vai ser o melhor ano da minha vida.



~




N/A: Olá, gente!
O capítulo demorou um pouco mas saiu! hehe
Eu quero agradecer ao pessoal que já comentou e votou antes mesmo de eu postar o capítulo, isso foi mega legal!
Já tenho o próximo capítulo em mente e logo vou começar a digitar. *-*

O que acharam desse capítulo e dos personagens?
Por favor, comentem dando suas opiniões e dicas, isso é muito importante!
Quem não gostar de comentar, vote pra eu saber se vocês estão gostando!

Eu estou preparando a apresentação dos personagens pra vocês terem uma idéia de como eles são, certo? *-*

Beijinhos! Até o próximo capítulo! (Eu espero!)
Gica Santos


Quer falar com a autora?
Pode adicionar: gicasantos_@hotmail.com

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