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3. Uma visita ao Beco Diagonal


Fic: Os Marotos e a Marota Herdeira de Godric Gryffindor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Era uma manhã quente, como a anterior. Alunos se levantavam preguiçosos, era o primeiro dia letivo de Hogwarts. Alguns alunos do quinto ano praguejavam sobre os NOM'S que teriam e sobre toda a matéria excessiva que os professores dariam; alguns alunos do sétimo ano comemoravam o início do que seria o último ano e alguns alunos simplesmente se levantavam e iam tomar o café da manhã no salão comunal, após vestir os trajes de suas casas. Lílian e Mellanie já estavam vestidas com as vestes com o brasão Grifinório e desciam com Evy, com roupas trouxas, para o Salão Comunal.

- Evy, Evy... Começa hoje o tormento! - Mel disse, assim que entraram no Salão e se sentaram na mesa da Grifinória.

- Você diz isso porque nunca estudou matemática. - A garota respondeu, esfregando os olhos por causa do sono.

- Matemática?

- Esquece. - Lílian disse, rindo - Você está reclamando a toa, Mel. Além de estudar, eu tenho que dar bronca em alunos encrenqueiros. Vida de monitora, bah!

- Como se você não gostasse... - Mellanie bufou, pegando alguns biscoitos.

- Adoro esse poder. - Lily disse baixinho só para que as amigas ouvissem e riu, seguida pelas outras.

As garotas tomaram o café da manhã animadas: As garotas por terem duas aulas do professor Slughorn no dia e Evy por sair para comprar os livros e os materiais pedidos na lista. Assim que terminaram, Lílian e Mel se levantaram.

- Evy, xuxu, nós já vamos. Não queremos chegar atrasadas para a primeira aula de poções do ano! - Os olhos de Lílian brilharam levemente - Nos vemos no jantar?

- Sim, sim. Boa aula, garotas. - Evy acenou para as amigas que já se afastavam, seguidas por alguns alunos. A garota continuou na mesa, brincando com o garfo e a torta em sua frente.

Os Marotos entraram no Salão Principal, visivelmente atrasados para o café da manhã. Assim que viram Evy, Sirius foi à frente e se sentou ao lado da garota.

- Bom dia, marota. - Sirius deu um beijo estalado no rosto da menina, que sorriu.

- Bom dia, Six. - Ela pousou o garfo no prato da torta e colocou uma mecha do cabelo por trás da orelha.

Tiago, que viu a cena, sibilou 'Mas o que...?', respondido por Remo que deu de ombros e se juntou aos dois. Pedro já havia se sentado em um lugar qualquer e atacava as torradas com pressa. Pontas piscou algumas vezes e também se juntou aos outros.

- Ok, antes de tudo, bom dia Evy. - Tiago falava rapidamente - E agora alguém me explica o que foi esse beijo?

- Ué, não posso cumprimentar minha amiga mais não, Pontas? - Sirius piscou para Evy e riu.

- DESDE QUANDO ELA É SUA AMIGA? Até ontem vocês se odiavam! - Potter colocou a mão na cabeça, confuso - É muita informação pra minha cabecinha.

- Eu e o Six nos acertamos, Tiago. Agora nossa relação é de paz e amor! - Evy fez um 'V' com os dedos e gargalhou.

- Six???? Paz e amor???? Pera, vocês tão se pegando, é isso?

POF!
Sirius deu um tapa na testa de Tiago, que gemeu baixinho. Remo tomava seu café da manhã observando a cena, rindo discretamente.

- Idiota! Claro que não! A gente só parou de se estranhar.

- Qual é, eu nunca gostei de adivinhação, como ia saber?

- O problema, Tiago, é que você sempre pensa no lado 'malicioso' da coisa. - Remo disse ao terminar de beber seu suco de abóbora.

- O Sirius também! Por isso que eu pensei...

- Cala a boca, Tiago. - Evy revirou os olhos, rindo.

Os marotos tomaram seu café apressadamente, na medida do possível, e se despediram de Evy, saindo em disparada para a sala de Poções. Estavam atrasados, no primeiro dia de aula.

--


Evy estava no Pátio quando viu que alguém aparecia nos portões de Hogwarts. Dumbledore a disse que hoje ela visitaria o Beco Diagonal, para comprar os livros. A garota estava ansiosa, iria conhecer uma rua bruxa! Assim que o homem se aproximou, a boca de Evy abriu involuntariamente: Ele era lindo! Parecia ter pouco mais de 20 anos, tinha os olhos muito azuis e os cabelos castanhos e curtos. Por baixo do casaco, Evy imaginava haver músculos malhados, de acordo com o físico do tal homem. Ainda estava em transe, quando ele perguntou:

- Você é Evangeline McKensi Stooker?

Evy foi fechando a boca lentamente, enquanto pensava 'OH MEU DEUS, É O MEU PRÍNCIPE ENCANTADO! Ele até sabe o meu nome, morri! Agora ele se ajoelha e pergunta se eu quero fugir com ele para uma casa nas montanhas e ter filhinhos com nomes típicos ingleses e...'

- Garota! Dá pra responder? Se você não for a tal Stooker, avisa pra ela que Mark Thompson está a esperando aqui, a mando de Dumbledore.
- Evy... Sou eu. - Ela disse rápido, envergonhada.
- Ah bom. - Ele sorriu sem jeito e Evy não pôde deixar de sorrir junto - Eu vim te buscar para que irmos ao Beco Diagonal, comprar seus livros. - Ele estendeu a mão - Prazer, Stooker, sou o Auror Mark Thompson.
- Evy Stooker. - Ela disse sem pensar e segurou a mão de Mark, que a apertou levemente e soltou em seguida - E... vamos, eu acho.

Mark guiou a garota para uma das lareiras de Hogwarts, usariam Pó de Flú para que chegassem ao Beco. Evy já sabia como usar o pó, só precisou saber pra onde exatamente iriam, o que Mark a informou depois, o 'Caldeirão Furado' era o destino. Saíram da loja e andaram um pouco pela rua, entre muitos bruxos apressados. Ao chegarem à loja Floreios e Borrões, Mark entregou a lista ao dono da livraria, que prontamente se dispôs a separar e embalar os livros rapidamente. Mark agradeceu o homem e o pagou, saindo da loja com a garota em seu encalce, olhando para as lojas com um brilho no olhar.

- E agora... Varinha! - Ele disse, animado.

- Eu vou poder fazer magias com ela? - A garota fez a pergunta, mesmo sabendo que seria boba. Só queria estender um pouco mais a conversa com Mark, mesmo que ela se passasse por idiota.

Ele riu.

- Sim, Vai poder realizar os feitiços ensinados pelo professor, Evy. Mas agora vamos! O Olivaras é o melhor fabricante de varinhas do mundo!

Andaram mais alguns poucos metros até que viram a placa 'Olivaras - Artesão de Varinhas de Qualidade desde 382 A.C'. Na vitrine só se via uma única varinha em cima de uma almofada. Assim que entraram, um sino tocou alertando o dono e Evy pode ver a estreita loja, com várias caixas empilhadas. Segundos depois, um velho homem apareceu.

- Em que posso ajudá-los? - O homem sorriu amavelmente.

- Precisamos de uma varinha para essa moça aqui. - Mark sorriu também e colocou uma de suas mãos sobre o ombro de Evy, que prendeu a respiração momentaneamente ao sentir o toque do jovem rapaz.

- Ora, ora... Ela já deveria ter uma varinha, não? Ela me parece ser mais velha do que uma nova aluna de Hogwarts... Mas bem, essas crianças estão crescidas. - Ele se virou, procurando algo em baixo de seu balcão, falando para si - Vamos tirar as medidas!

As fitas métricas se mexeram sozinhas, instantaneamente, e começaram a tirar as medidas da garota. Olivaras observava atentamente. Após algumas medidas, as fitas caíram no balcão, imóveis. Olivaras se dirigiu até o fundo da loja e voltou com duas das tantas caixas idênticas que haviam ali. Abriu uma delas e tirou uma varinha, entregando-a para Evy.

- Experimente. Visco, 18 cm, pêlo de unicórnio.

Evy olhou para Mark com a varinha em mãos, sem saber o que fazer. Ele somente acenou com a cabeça e ela deu um leve agito na varinha, mas nada aconteceu. Olivaras tirou a varinha de suas mãos no mesmo instante e tirou a outra de sua caixa, entregando à garota.

- Tente esta. Azevinho, 25 cm, cordas de coração de Dragão. Boa para feitiços.

A garota fez o mesmo aceno com a varinha, porém saíram faíscas verdes de sua ponta. Olivaras bateu palmas freneticamente, animado.

- É essa! Vou colocá-la na caixa para você, garotinha. Volto logo!

Assim que Olivaras foi em direção ao fundo da loja, Evy sussurou para Mark:

- Tem certeza de que é essa?

- A varinha nunca erra. Por quê?

- Senti uma coisa estranha... Foi como se uma corrente elétrica passasse pelo meu corpo! - A garota tremeu, fazendo Mark rir.

- Mais um sinal de que é essa a sua varinha, Evy.


---

- Ela ainda não voltou? - Lílian estava preocupada.

- NÃO! - Sirius exclamou, mesmo a pergunta não sendo direcionada para ele e sim para Mellanie - Digo... a Evy ainda não voltou, não entendo a demora.

- Nem eu. Ninguém demora tudo isso para comprar livros! - Mellanie se sentou ao lado de Lílian no sofá da sala comunal.

- Sirius, sua vez. - Tiago disse entre bocejos. Sirius voltou a atenção para o jogo de xadrez bruxo e disse as coordenadas sem pensar muito para o Cavalo, que se moveu no mesmo instante.

Sophia Taylor havia acabado de entrar na Sala Comunal, mesmo depois da hora proibida para os alunos circularem.

- Sophia! - Lily se levantou em um pulo e gritou, assustando Tiago que estava bastante concentrado no jogo. - Você viu a Evy? Espera... O que você estava fazendo lá fora a essa hora?

Tiago riu ao ouvir a última pergunta de Lílian, malicioso.

- Eu estava... É... Passeando. Sabe, a noite está bonita. - A garota gaguejava. Provavelmente mentia. já ia subindo as escadas para o dormitório rapidamente, quando se virou novamente - Mas a Evy? Bem, eu a vi subindo as escadas do terceiro andar há uns 10 minutos, quando eu estava... lá. - Ela fez uma careta, abismada com a própria mentira.

- Taylor, Taylor... Não comece o ano mal, não quero ser obrigada a lhe passar uma detenção. - Lily ralhou, com as mãos na cintura.

Mellanie se juntou a Lílian.

- Lily... Ela já deveria estar aqui, não?

- Deveria, Mel. Talvez ela tenha se perdido... - A garota mordeu o lábio, receosa - Vou procurá-la!

- Hey! Eu vou com você! - Sirius se levantou rapidamente e derrubou o tabuleiro, fazendo todas as peças correrem desesperadas para debaixo do sofá.

- Não, Black. Eu sou a monitora, eu tenho permissão de sair. Você não. Aliás, é bom que vocês fiquem aqui, caso ela chegue. Eu volto logo. - Disse Lílian, já saindo pelo retrato da Mulher Gorda.

Tiago foi até o buraco do quadro.

- Eu não vou deixar ela ir sozinha. Se a Evy voltar, Almofadinhas, dê um jeito de me avisar. - E saiu.

Lílian andava pelos corredores com a varinha em punho, com um feixe de luz branca saindo de sua ponta. Não fazia ideia de onde a garota estaria, então resolveu ir começar a procurar desde o primeiro andar. Assim que desceu as escadas do segundo andar, ouviu um barulho atrás de si.

- Oi? Evy, é você? - A garota se virou no mesmo momento, iluminando o local.

Ninguém. Voltou a andar, direcionando a varinha para todos os cantos. Ouviu o algo novamente e se virou para a direção de onde o barulho vinha.

- Evy, se for você, avisa logo e me poupa de te azarar! - Ela gritou, ouvindo somente o eco como resposta.

Deu de ombros e se virou, trombando com algo que não pudia ver, como uma barreira invisível. Assim que se recompôs, a garota direcionou a varinha para a tal barreira e gritou:

- IMPEDIMENTA!

- OUCH!

Com um baque, algo caiu no chão. Lílian se abaixou e passou as mãos pela tal coisa invisível. Sentiu algo parecido como uma capa e puxou, Tiago aparecera. O garoto estava jogado no chão, imóvel, como se estivesse preso por cordas invisíveis.

- Mas o que...

- Droga, garota! - Potter berrou, sem poder se mexer.

- POTTER! Eu disse que vocês não poderiam vir comigo! - Ela se levantou, irritada.

- Você disse pro Sirius, não pra mim. Além de que eu sou monitor também, ruivinha, tenho permissão pra andar pelos corredores. E me tira logo daqui, cacete! - Tiago reunia forças para se mexer novamente, mas era em vão.

- Espera o efeito passar. - Lily riu - Viu a Evy?

- QUE MANÉ EFEITO PASSAR, LILY! E NÃO, EU NÃO VI!

Lílian ria do estado do maroto. O garoto que era conhecido por suas incríveis azarações fora pego por uma monitora. Após alguns segundos, o efeito do feitiço passou e Tiago conseguiu se mover novamente. Se pôs de pé e deu as costas para Lílian, quase sumindo na escuridão dos corredores do primeiro andar.

- HEY! - Ela gritou. Tiago se virou para a garota e ergueu uma sobrancelha.

- Quê?

- Por que veio aqui? Só pra ter o prazer de me assustar?

- Não. Não queria te deixar vir sozinha, é perigoso. - Ele respondeu sincero e voltou a andar. Lílian correu até ele e passou a andar ao lado do maroto.

- Até parece. - Ela debochou.

- É verdade, Evans.

- É Eva... O quê? - A garota iria o corrigir, mas parou no meio da palavra - Você me chamou de Evans.

- Eu sei. É assim que você gosta que eu te chame, não é? - Tiago respondeu seco, indiferente.

- É, mas... Sei lá. Você sempre me chama de Lily, eu sempre te corrijo. É como uma rotina.

- Eu não gosto de rotinas.

- Nem eu. Hey, Potter, qual é! Vai ficar sendo grosso? Sei que tudo isso é só porque EU te azarei. O Sr. Perfeito Potter nunca é azarado por alguém, não é? Ainda mais por uma garota! - A garota parou de andar e colocou as mãos na cintura.

Tiago também parou de andar e se virou, observando a ruiva de olhos verdes em sua frente. Afastou os pensamentos maliciosos sobre estar num corredor deserto e escuro com Lily. Sorriu levemente e tentou disfarçar, abaixando a cabeça.

- Estou sendo como você gostaria que eu fosse, Evans.

- Não... Não está. - Ela confessou, em um impulso.

- E como gostaria que eu fosse, então? - Ele se aproximou um pouco mais da garota.

- Gostaria que você fosse um pouco menos convencido... um pouco mais consciente de seus atos... um pouco menos arrogante.

- Eu não sou tudo isso, sou? - Tiago fez uma careta, obrigando Lily a rir.

- É! Digo... As vezes! Mas não interessa como eu acho que você é ou deixa de ser.

- Talvez não interesse pra você, mas pra mim sim. - Pontas se aproximou ainda mais de Lílian e segurou o braço da garota - Ruivinha, eu quero começar o sexto ano de um jeito diferente. Sei que eu nunca fui alguém exemplar, na verdade estive bem longe disso, mas... Você não percebe que sou diferente com você?

Lílian nada disse, então ele prosseguiu:

- Se as vezes digo algo desprezível, como você mesma diz, é só pra ter o prazer de ver você nervosa. Você fica bonita assim.

- Potter... - Lily tirou a mão do garoto de seu braço e se afastou um pouco. - Não. Eu sei que todo esse discurso vai terminar com um 'Você só precisa aceitar sair comigo para eu te mostrar que sou diferente'. Foi o que você disse pra Cecil, do quinto ano, antes de sair com ela e depois esquecê-la. Vamos aproveitar que eu sei o fim dessa história e nem vamos começar? Sabe, vai ser menos problema pra ambos os lados.

- NÃO! Você entendeu errado, é diferente! Com você é diferente! - Ele disse, quase em desespero.

- Talvez tenha entendido, Potter. Mas não quero correr riscos de estar errada e acabar arrumando problemas. Agora vamos, a Evy deve estar desesperada por aí.

Os dois voltaram a andar pelos corredores, com varinhas em punho, iluminando o local. Continuaram procurando pela garota em silêncio por alguns minutos, até que chegaram ao sexto andar e viram uma silhueta sentada em uma das escadas. Era Evy.

- Evy! - Lílian gritou, fazendo a garota olhar para ela e sorrir imensamente. - Estamos te procurando há minutos!

- Eu odeio isso aqui! Droga, pra que tanta escada? Deveria ter aqueles guichês de informação, porque... Arg! - Evy se levantou e se juntou aos dois - Me levem daqui, pelo amoooor de Deus!

- Deus é o Merlim dos trouxas. - Tiago disse repentinamente, certamente orgulhoso de si por saber disso.

- Nós sabemos, Potter. - Lily revirou os olhos e segurou o riso.

Eles subiram as escadas até o sétimo andar e foram rumo a torre da Grifinória. Assim que disseram a senha e entraram pelo buraco do retrato, encontraram somente Sirius dormindo sentado em uma das poltronas. Evy balançou a cabeça negativamente ao ver o garoto e foi para o dormitório, seguida por Lílian. Tiago se aproximou de Sirius e deu um tapa na cabeça do maroto, que se assustou e abriu os olhos no mesmo instante.

- Porra, Pontas. Acordar com tapa é sacanagem! - Sirius esfregou os olhos, sonolento.

- Queria que eu te acordasse com beijinhos? Ah, qual é! - Tiago riu.

- A marot... Evy chegou?

- Ahã. Já foi pro dormitório. E acho bom a gente ir também. - Pontas já subia as escadas para o dormitório.

- Tiago! - Sirius gritou, fazendo o amigo voltar - Por que você foi com a Lílian? Você poderia olhar onde a Evy estava pelo Mapa do Maroto, espertinho.

- Eu sei. Mas te garanto, Almofadinhas... Essa caça-à-Evy me mostrou que a ruivinha não me esnoba por simples prazer... Mas porque ela tem medo.

Sirius se levantou e se espreguiçou, indo para as escadas junto ao amigo.

- Eu também tenho medo de você. - Eles chegaram ao dormitório e se sentaram em suas camas.

- Não, idiota. Digo que ela tem medo de ter algo comigo, entende? Um 'relacionamento' - Tiago fez aspas no ar.

- Ah. Não interessa por agora, vou dormir. Falou aê! - Sirius se jogou em sua cama. Pontas balançou a cabeça, rindo e se deitou também.

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