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Delicate

Informações sobre a fanfic:



ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.



ID: 47356
Nome: Delicate
Visitantes:
Visitantes do período atual: 13
Novos leitores: *
Autor: Mi P. Tonks
Capítulos: 0
Status: Concluída
Tipo 1: Romance - Tipo 2: Songfic - Tipo 3: Geral - Ship 1: Draco Malfoy/Hermione Granger - Ship 2: / - Ship 3: / - Ship 4:
Época: Durante Hogwarts
Censura: NC18 - Imprópria para Menores de 18 Anos
Criada em: 29/06/2021
Última atualização: 29/06/2021
Já leram: 0 Estão lendo: 0 Desistiram: 0 Irão ler: 0

Resumo:

 

Descrição:

N/A: Separe uma taça de vinho, coloque fone de ouvido baixinho e ouça Delicate (Damien Rice) para a leitura desta história. Espero que gostem!



.x.



Há muito tempo não encarava aqueles misteriosos olhos azuis-acinzentados, não tocava aqueles cabelos louros sedosos, sentia o cheiro cítrico de seu pós-barba, ou o cheiro do perfume francês – ela não sabia o nome. A distância que havia entre os dois, por tanto tempo, estava finalmente superada.



Primeiramente tocou seu rosto liso, encarando e sentindo-se analisada, mas isso não a abalou, sentia-se desnuda todas as vezes que Draco a encarava, agora não seria diferente. Fez movimentos suaves com a mão em direção a bochecha do loiro, enquanto ele permanecia a encarando, sem dizer palavra. Era incrível quanto podia ser dito no silêncio de um olhar, não precisava usar a legilimência para exprimir todos os sentimentos do mundo que envolviam os dois. A volta de Draco, depois de tantos anos longe – mais precisamente oito anos – ainda era difícil de assimilar, acreditar e digerir. Havia tanto a ser dito, tanto a ser ouvido, e ainda assim o silêncio preenchia o pequeno aposento em que os dois se encontravam agora.



We might kiss when we are alone

When nobody's watching

We might take it home



We might make out when nobody's there

It's not that we're scared

It's just that it's delicate



Hermione, como esperado, se formou em direito bruxo e atuava na corte, sendo cotada para chefiar o Escritório Internacional de Direito em Magia, almejando algum dia, quem sabe, o cargo de maior autoridade: Ministro da Magia. Não se casou, mas chegou a ficar noiva de Ron assim que a Guerra acabou e Draco havia partido, junto com a sua mãe após o julgamento de todos os comensais da morte, sendo o seu pai condenado à prisão em Azkaban, falecendo poucos meses depois. Por sua ascendência francesa, retomou alguns negócios da família e se manteve por lá até então, resolvendo voltar para seu verdadeiro lar. Também não era casado, como sua mãe adorava lembrá-lo, mas isso não estava em seus planos.



Apesar da neve caindo lá fora, estava quente no quarto, ainda mais com a pequena distância entre os dois corpos, ela de casaco cobrindo todo o seu corpo; ele, apenas vestindo calça jeans e camisa social. Além de todo o não-dito que ainda lutava para fazer sentido e sair da boca de cada um, havia as explicações, as histórias, os motivos e os porquês que precisavam ser resolvidos. Mas não era urgente. Não àquela hora. Não.



Fitando ainda com seus incríveis olhos cor de gelo, Draco se deixou suspirar em resignação, as lembranças de sua adolescência sendo escancaradas em sua mente com o simples toque da castanha a sua frente. Sentira saudades dela, muitas, e não era difícil de esconder. Não precisava, ela sabia. Ela sempre soube.



- Hermione... – Ousou quebrar o silêncio, mas este não queria deixar o aposento. Era melhor assim.



- Draco, eu...



Mais silêncio sendo preenchido, mas não precisava nada ser dito, os dois se conheciam, se entendiam e, mais importante ainda, se pertenciam.



So why do you fill my sorrow

With the words you've borrowed

From the only place you've know

And why do you sing Hallelujah

If it means nothing to you

Why do you sing with me at all?



A mão esquerda, antes encostada no rosto pálido foi parar no colarinho, sendo gentilmente repousada ali, com a mão direita vindo fazer companhia. Draco não se moveu. Vencendo uma resistência silenciosa, Hermione começou a desabotoar a camisa social preta, cor essa que contrastava com a pele do loiro, o deixando também com a aparência mais sofisticada e charmosa. Foi desabotoando um por um, sem pressa, eles teriam todo o tempo do mundo, a começar por aquela noite. O mundo era deles.



Após terminar com os botões, foi a vez da morena retirar o casaco cor de creme, desta vez de modo ágil, apenas desamarrando-o e deixando deslizar pelo seu corpo até o carpete escuro do quarto de hotel. Também usava calça jeans e botas pesadas, afinal era inverno, mas sentia-se mais aquecida do que nunca, e tinha plena convicção que o agente causador não era o aquecimento bruxo.



Vencendo ainda o pouco de distância que ainda os separava, Hermione se aconchegou nos braços quentes de Draco, seu amor da adolescência. Todos os sentimentos, nunca esquecidos, agora inundavam seu ser, enquanto procurava em seus lábios passar toda a angústia, paixão e saudades até então adormecidas, sendo despertadas por aquele pequeno contato físico, aquela faísca que jamais se apagara.



We might live like never before

When there's nothing to give

Well how can we ask for more

We might make love in some sacred place

The look on your face is delicate



Draco correspondeu com paixão ardente aos beijos dela, brincando com a língua e explorando cada pedacinho escondido daquela boca quente e úmida, os braços macios e cheirosos dela agora repousavam em seu pescoço, sentindo as unhas arranhando de leve sua nuca, fazendo-o sentir arrepios. Retribuiu, pegando firme a cintura com uma mão e com a outra grudou em seus cabelos castanhos e cheios, também massageando, mas firmemente, enquanto sentia o corpo queimar de tanto prazer. Não quis mais perder tempo, a paixão o estava consumindo e pela falta de fôlego de Hermione, ela se encontrava na mesma situação. Em um movimento brusco, botões da camisa de seda dela voaram pelo quarto, se espalhando pelo chão em volta deles, enquanto retirava a própria calça e ela fazia o mesmo com suas próprias roupas. Quando ambos estavam finalmente apenas vestindo calcinha, sutiã e cueca, Draco a conduziu para a cama de casal que se encontrava atrás dela. Hermione se deixou ser conduzida, não querendo desgrudar do corpo quente dele. Nunca mais.



A puxou com uma certa urgência para sentar-se de frente para ele, em seu colo, e a surpresa que estampou o rosto dela foi rapidamente substituído pela vermelhidão em suas bochechas e pescoço. Típico de Hermione, certas coisas não mudavam, Draco não deixou de pensar e reprimir uma risadinha. Hermione fez como ele havia pedido, um pedido não-verbal, e se aninhou naquele corpo bem torneado e quente, sentindo o volume crescente em sua cueca enquanto se ajeitava, olhando para a expressão safada no rosto do loiro. Os beijos voltaram com força e não se restringiam apenas à boca, agora também passeando e marcando a fogo toda a pele por onde passava. Os cheiros de ambos os corpos se misturavam e a temperatura do ambiente só fazia aumentar, aumentando também a urgência para que estes mesmos corpos se unissem em um só, como fizeram tantas vezes quando ainda em Hogwarts, na calada da noite, durante rondas de monitoria ou ainda escapadelas aos finais de semana.



Draco não aguentou ficar muito tempo naquela posição, Hermione era encantadora e igualmente sensual, a saída foi mudar de posição, deitando-a no colchão macio e ficando por cima dela. Foi beijando os lábios, a lateral do pescoço e descendo lentamente, indo parar no colo. Admirou brevemente o sutiã preto de renda, simples, para logo tirar do caminho. A visão dos mamilos marrom-clarinhos logo foi substituída pela sucção, ou melhor, degustação que Draco fazia com sua boca. Chupava e lambia com fervor, ouvindo pequenos suspiros da castanha, enquanto com uma mão continuava a passear pelo corpo quente dela. Com um certo apego, desgrudou os lábios daqueles pequenos montes açucarados e voltou a explorar o corpo macio, descendo cada vez mais, parando de quando em quando para beijar, lamber, mordiscar e apertar. Adorava deixar marcas de suas passadas como fogo, queimando de modo lento e sensual, um lembrete de que aquele corpo lhe pertencia.



Quando já estava bem perto de tirar a calcinha, também preta, Hermione acordou do quase transe em que estava e dessa vez tomou o controle da situação, invertendo as posições, deixando Draco levemente surpreso. Passando uma perna de cada lado do corpo do loiro, sentou-se em cima dele e prendeu com um elástico de pulso os cabelos volumosos, não queria que nada atrapalhasse o que estava prestes a fazer. Voltou a capturar os lábios dele com paixão e fervor, aprofundando o beijo apenas para interromper novamente, fazendo o mesmo que ele fez e ir explorar todo o território prazeroso daquele homem. Passou do pescoço, peitoral com alguns poucos pelos clarinhos espalhados pelo abdome, descendo e sempre atenta às respostas corporais de Draco, especialmente sua respiração. Como a maioria dos homens, ele também era bastante silencioso, Hermione se lembrava, mas não por timidez, apenas algo a mais para o grande Malfoy ter que controlar. Dessa vez esperava que fosse diferente.



Voltando aos beijos, mordiscadas e lambidas, Hermione não se fez de tímida e com uma puxada, retirou a única peça de roupa que ainda cobria parte daquele corpo escultural. Draco não deixava a desejar em nada, nada mesmo. Voltando a sua atenção para o membro branco e com a glande rosada, Hermione com cuidado utilizou as duas mãos para começar a movimentá-lo. Era a parte mais quente do corpo, isto ela constatou assim que o embalou com as mãos, fazendo movimentos para cima e para baixo, observando a beleza e sensualidade daquele momento. Draco prendeu um pouco a respiração quando a castanha envolveu com os lábios úmidos o seu pênis, primeiro apenas a cabeça, depois conseguindo colocar boa parte dele na boca. Os movimentos não paravam, era uma sucessão de subidas, descidas, movimentos circulares com uma mão em suas esferas carnais, enquanto a outra mão ajudava nos movimentos que a boca fazia; boca essa cheia de saliva e muito trabalho pela frente. Draco se segurava com força para não despejar logo todo o seu ser, afinal a brincadeira estava apenas começando, mas a sensualidade e as saudades não estavam sendo fácil para ele, então para não acabar rápido, a parou gentilmente, selando os lábios e revertendo a posição que ele a tinha deixado anteriormente: ela deitada de costas, só de calcinha, toda para ele se deliciar. Ela era dele, sempre foi, mas somente agora ele iria reivindicá-la.



Antes que Hermione ousasse interferir novamente nos planos de Draco, este arrancou sua calcinha e foi se aninhar nos segredos mais secretos de uma mulher. Havia poucos pelos na região, Draco preferia assim, e não passou muito tempo admirando, preferia degustá-la e foi isso que fez. Lentamente, mas muito lentamente e quase causando um sofrimento na castanha, Draco primeiramente passou com a língua quente em todo o conteúdo, também quente e úmido dela. De dentro para fora e de fora para dentro, a vulva foi o parque de diversões do loiro, que se divertia com aquela região enquanto levava Hermione à loucura. Com os dedos ágeis, foi perscrutando cada pedacinho de pele exposta e não exposta, com a boca salivando cada vez mais com aquele gosto que só ela tinha, gosto de Hermione. Foi usando a língua entre os pequenos e grandes lábios, passeando e se deixando ficar no pequeno clitóris que dali a poucos instantes ficaria inchado de tanto prazer. Passado tanto tempo e ele ainda conhecia cada parte daquele corpo, sabendo igualmente como explorá-lo e dar prazer àquela mulher a sua frente, esparramada na cama, quente, sem fôlego e corada. Os olhos há muito tempo fechados para intensificar os outros sentidos, o tato sendo apreciado com gosto.



Draco continuou a chupá-la e a masturbá-la, se envolvendo cada vez mais naquele bonde chamado desejo, sentindo as reações físicas que causava na mulher. Como um acordo não firmado, apenas pensado, Hermione acordou desse sonho vívido e sem dizer palavra, Draco parou o que estava fazendo e subiu para beijá-la com mais vontade e violência.



Envolvendo os corpos naquela dança silenciosa e sensual, somente suspiros e gemidos baixos compondo a sinfonia dos amantes, cada nota musical vibrando em conjunto com cada movimento feito. Hermione passava as unhas com mais força nas costas de Draco, que por sua vez se segurava para não usar muito de sua força e acabar machucando-a. Sem titubear e muito menos repensar, seu membro pulsante procurou às cegas o lugar ideal para se abrigar, não encontrando resistência ao encontrar. Hermione estava molhada, bastante excitada, então não foi difícil penetrá-la, com calma e carinho. Era uma tortura ser penetrada com tanta delicadeza, sentindo centímetro por centímetro invadindo seu ser, sendo preenchida por inteiro, devagar, bem devagar, sem perder o ritmo cadenciado em que ambos se encontravam agora. Draco esperou alguns instantes enquanto ela se acostumava com o tamanho todo dentro dela, dando aval para ele começar as investidas logo que a ardência dera lugar ao prazer.



Os dois se amavam ao som dos próprios suspiros e gemidos, sob a testemunha da lua, que invadia e iluminava com sua luz os corpos dos amantes, agora entrelaçados, suados e em movimentos ritmados, cada vez mais rápidos, de uma intensidade igual ao amor que os unia, juntamente com a saudade e a dor que tantos anos e distantes causou em ambos. Se encaravam, transmitindo amor e a necessidade que sentiam ali, naquele momento, onde juravam em palavras não ditas que jamais iriam se separar. Nunca mais.



O ritmo foi diminuindo um pouco quando ambos, já exaustos com aquele entrelaçado sensual, sentiam a proximidade do gozo; era incrível como tinham em sintonia até momentos como aquele, um sempre se deleitando logo em seguida do outro, uma consonância entre os sentimentos, pensamentos e prazeres. Draco acelerou novamente o ritmo de seus quadris para que Hermione pudesse regozijar-se, adorava a expressão que a castanha fazia, era uma memória que jamais iria se apagar. A menininha tímida e estudiosa era um verdadeiro furacão, passando e levando consigo qualquer vestígio de controle que o herdeiro Malfoy pudesse ter. Não resistia, ela sabia, aos seus encantos puros e que se transformavam em sensuais conforme as carícias evoluíam. Desta vez, com os cabelos em parte soltos pelo ritmo intenso de prazer, Hermione fechara os olhos e se entregara de vez aos prazeres que aquela dança luxuriosa trazia para ambos, Draco não ficando muito tempo atrás e também se satisfazendo dentro dela, ambos podendo sentir o âmago de seus sexos a pulsar e latejar, finalizando aquela reunião de corpos suados e satisfeitos.




So why do you fill my sorrow

With the words you've borrowed

From the only place you've know

And why do you sing Hallelujah

If it means nothing to you

Why do you sing with me at all?




Depois de alguns minutos que ambos necessitavam para recompor-se, deitaram-se na cama de dossel grande e macia, o peitoral do loiro subindo e descendo conforme o ritmo da respiração se desacelerando, fazendo carinho numa Hermione também sonolenta e recostada eu seu corpo. Ali era o seu lugar, não sairia dali nunca mais. Estavam ambos satisfeitos, extasiados, apaixonados e com a certeza de que ali se iniciava uma história que ambos poderiam escrever. Ou melhor, não era o início, mas a continuação da história que fora interrompida por motivos maiores e vontades de terceiros. Agora, com ambos os corações com batidas ritmadas, os corpos quentes, era selado o destino do casal que, com um suspirar sereno e o silêncio que preenchia aquele quarto, agora adormeciam nos braços um do outro, na serenidade e calmaria que sentiam ao constatar que o mundo pertencia a eles.



.x.



N/A: Agradecimento especial a Paty Ninde, minha musa inspiradora e escritora maravilhosa do nosso ship favorito. Leiam as suas fanfics! 

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♡♥♡


 


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Listagem dos Capítulos


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Número de Votos (Geral):
Média de Votos (Geral): Ninguém votou nesta fic!
Número de Votos (no Período): 0
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