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2. A Seleção e as Aulas da Sonser


Fic: O Destino de Harry Potter!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo Dois: A Seleção e as Aulas da Sonserina.
Por: Alvo Severo Potter.


Quando o trem fez a primeira curva e meus pais sumiram, eu me sentei no banco e suspirei observando Rosa, que estava de cabeça baixa, eu estranhei, já que ela sempre estava falando.


- Rosa? – ela me olhou. – Tudo bem? – perguntei.


- Bem. Só um pouco nervosa. – ela sorriu.


- Eu também estou nervoso. – admiti.


A porta do compartimento abriu e um garoto loiro de olhos claros parou na soleira.


- Oi. – ele disse e apontou para o acento do lado da Rosa. – Tem alguém ai? – perguntou recebendo uma negativa de Rosa, então se sentou no banco do lado dela e de frente para mim. – Sou Escórpio Malfoy. – acrescentou.


- Alvo Potter e essa é Rose Weasley. – nos apresentei.


- Potter? – perguntou Escórpio. – Meu pai já me falou do seu. – disse ele.


- O que ele disse. – perguntei.


- Ele me disse que o teu pai salvou o meu na Batalha de Hogwarts. – ele sorriu e se calou.


 


Os campos que passavam depois do carrinho de comida, estavam ficando mais silvestres. As plantações tinham desaparecido. Agora havia matos, rios serpeantes e morros verde-escuros.


A porta da cabine abriu outra vez e Tiago entrou, já vestindo as vestes de Hogwarts. Ele sorriu ao nos ver.


- É melhor vocês se trocarem, vamos chegar daqui a pouco. – ele comentou e saiu.


Rosa saiu. Escórpio e eu nos trocamos e depois Rosa entrou de novo e ficamos conversando sobre as Casas. Espiando pela janela, vi que estava escurecendo. Vi montanhas e matos sob um céu arroxeado. O trem parecia estar diminuindo a velocidade,


Uma voz ecoou pelo trem:


- Vamos chegar a Hogwarts dentro de cinco minutos. Por favor, deixem a bagagem no trem, ela será levada para a escola.


Meu estômago se revirou de nervoso, reparei que Rosa estava pálida e Escórpio estava olhando fixamente para frente.


O trem foi diminuindo a velocidade e finalmente parou. As pessoas se empurravam para chegar à porta e descer na pequena plataforma. Peguei a mão da Rosa para não nos separarmos. Estremeci ao ar frio da noite. Então apareceu uma lâmpada balançando sobre as cabeças dos estudantes e ouvi uma voz conhecida.


- Alunos do primeiro ano! Primeiro ano aqui! Tudo bem Alvo, Rosa?


O rosto grande e peludo de Rúbeo Hagrid sorria para nós por cima do mar de cabeças.


- Vamos, venham comigo. Mais alguém do primeiro ano? – perguntou ele.


Aos escorregões e tropeços, nós seguimos Hagrid por um caminho de aparência íngreme e estreita. Estava tão escuro em volta que eu achei que devia haver grandes árvores ali. Ninguém falou muito.


- Vocês vão ter a primeira visa de Hogwarts – Hagrid gritou por cima do ombro. -, logo depois dessa curva.


Ouviu-se um grande Aooooooh muito alto.


O caminho estreito se abrira de repente até a margem de um grande lago escuro. Encarapitado no alto de um penhasco na margem oposta, as janelas cintilando no céu estrelado, havia um imenso castelo com muitas torres e torrinhas.


Eu já havia entrado em Hogwarts, papai me levava às vezes para visitar o Hagrid, mas entrar por ali era completamente diferente. Hogwarts vista daquele ponto em que nos encontrávamos era muito maior do que parecia por dentro, sendo que ela era enorme.


- Só quatro em cada barco! – Hagrid gritou por cima dos ombros, apontando para uma flotilha de barquinho parados na água junto à margem.


Rosa, Escórpio e eu sentamos em um barco logo atrás do de Hagrid, uma garota loira sentou com a gente.


- Todos acomodados? – gritou Hagrid, que tinha um barco só para si. – Então... VAMOS!


E a flotilha de barquinhos largou toda ao mesmo tempo, deslizando pelo lago que era liso como um vidro. Estava tudo silencioso, todos olhando em frente para a construção. O castelo se agigantava à medida que nos aproximávamos do penhasco em que estava situado.


Hagrid gritou para abaixar as cabeças quando os primeiros barcos chegaram ao penhasco; todos abaixam as cabeças e os barquinhos atravessaram uma cortina de hera que ocultava uma larga abertura na face do penhasco. Fomos impelidos por um túnel escuro, que parecia nos levar para debaixo do castelo, até uma espécie de cais subterrâneo, onde desembarcamos subindo e pisando em pedras e seixos.


Subimos por uma passagem aberta na rocha, acompanhando a lanterna do Hagrid, e desembocamos finalmente em um gramado fofo e úmido à sombra do castelo.


Galgamos uma escada de pedra e nos aglomeramos em tornos da enorme porta de carvalho.


Hagrid bateu na porta e ela abriu-se revelando um homem de vestes azul-marinho com o rosto redondo e cabelos negros.


- Alunos do primeiro ano, Professor Longbottom.


- Obrigado, amigo. Eu assumo daqui. – ele sorriu e entrou pela porta.


Seguimo-lo ate uma sala vazia ao lado do Saguão. Agrupamos-nos ali dentro, mais apertados do que de costume. Olhei nervoso para os lados.


- Bem-vindos a Hogwarts. – disse o professor. – O banquete de abertura do ano letivo vai começar daqui a pouco, mas antes de se sentarem às mesas, vocês serão selecionados por casas. A Seleção é uma cerimônia muito importante porque, enquanto estiverem aqui, sua casa será uma espécie de família em Hogwarts. Vocês assistiram a aulas com o restante dos alunos de sua casa, dormirão no dormitório da casa e passaram o tempo livre na Sala Comunal.


“As quatro casas chamam-se Grifinória, Lufa-lufa, Corvinal e Sonserina. Cada casa tem sua historia honrosa e cada uma produziu bruxas e bruxos extraordinários. Enquanto estiverem em Hogwarts os seus acertos renderão pontos para sua casa, enquanto os erros a farão perder. No fim do ano, a casa como maior número de pontos receberá a taça da casa, uma grande honra. Espero que cada um de vocês seja motivo de orgulho a casa à qual vier a pertencer.


“A Cerimônia de Seleção vai se realizar dentro de alguns minutos na presença de toda a escola. Sugiro que vocês se arrumem o melhor que puderem enquanto esperam. Voltarei quando estivermos prontos para receber vocês. Por favor, aguardem em silencio. – e saiu da sala.


Rosa começou a tremer do meu lado, a abracei.


- Não se preocupe, não importa o que aconteça, ficaremos juntos. – sussurrei para ela, que sorriu.


- Obrigada, Al. – respondeu.


Depois de alguns minutos o professor Neville voltou e seguimo-lo ao Grande Salão. Tinha quatro mesas ao comprido e uma na frente de todas onde se sentavam os professores. O professor ns levou ate ali, de modo que ficamos amontoados em frente à Diretora. Ele colocou um banquinho de quatro pernas e um chapéu em cima à nossa frente. O salão ficou muito silencioso, fiquei observando o chapéu que começou a cantar alguma coisa sobre as quatro casas, mas não prestei atenção, estava ocupado demais pensando o que aconteceria se eu fosse para a Sonserina.


O salão explodiu em aplausos, tirando-me de meu transe. O professor Neville pegou um pergaminho e abriu-o.


- Quando eu chamar seus nomes, vocês porão o chapéu e se sentarão no banquinho para a seleção. Vanessa Longbottom.


Uma garota de cabelos louro-escuros se adiantou e colocou o chapéu. Segundos depois ele grita:


- Grifinória! – a mesa vermelha aplaude.


- Alvo Severo Potter. – o professor chamou.


Adiantei-me até o banquinho e coloquei o chapéu na cabeça, ele era grande o suficiente para tampar-me os olhos.


- Interessante. Muito interessante. – a voz do chapéu disse.


‘Sonserina não, por favor. ’


- Sonserina não? – perguntou a vozinha. – Tem uma promessa a cumprir garoto e conseguira muito na Sonserina.


‘Papai disse... ’


- Seu pai encontrou o destino dele na Grifinória, garoto. O seu, fazendo a escolha certa é na Sonserina. – Essa ultima palavra ele anunciou para todo o salão.


O professor Neville tirou o chapéu de minha cabeça e sorriu, comecei a caminhar para a mesa que aplaudia, mas antes eu ouvi um sussurro...


- Faça a escolha certa garoto, e Sonserina não será tão ruim...


- Vai lá, Alvo. – meu irmão Tiago gritou, me virei e vi-o aplaudindo de pé com a Sonserina.


Quando sentei na mesa verde o monitor apertou minha mão, então me virei para a frente, para ver o resto da seleção. Na letra E, o Escórpio foi o primeiro a ser selecionado, ele também foi para a Sonserina, assim como Rose.


Quando terminada a Seleção, a diretora levantou e fez um discurso de boas vindas com alguns avisos e depois nos liberou o banquete. Comemos de tudo um pouco e depois acompanhamos o monitor ate a Sala Comunal que ficava nas masmorras. Ele deu a senha “Sangue-Puro” e a porta abriu, falou um pouco sobre o salão e disse onde ficavam os dormitórios, deu alguns conselhos e depois nos liberou.


Despedi-me de Rosa e fui com Escórpio ate o dormitório do primeiro ano. O dormitório tinha cinco camas com reposteiros de veludo verde-escuro. A minha cama fica bem ao lado da janela, a do Escórpio à direita da minha, à esquerda tinha a cama de um garoto moreno, as outras estavam perto da outra janela. Coloquei meu pijama e desejando boa noite as garotos, deitei na cama e adormeci quase instantaneamente.


Eu fui o primeiro a acordar, então aproveitei para tomar um banho e aproveitei o silêncio para pensar.


Pensando no que papai falaria, eu desliguei o chuveiro, me arrumei e fui arrumar meu material. Assim que terminei os outros garotos começaram a acordar, então fui para a Sala Comunal, procurando por Rosa. Quando não a encontrei fui para o corujal – com a ajuda de um fantasma -, e me concentrei na carta que escreveria.


Sentei-me no chão e apoiei o pergaminho num caderno trouxa que eu trouxe de casa. Molhei a pena na tinta e escrevi...


 


Papai,


Eu fui para a Sonserina.


Ajuda-me. Eu não quero ser da Sonserina.


O que eu faço papai?


 


Amo vocês.


Desesperadamente,


Alvo.


 


Lea, minha coruja, veio para o meu lado e estendeu a perna. Prendi o pergaminho na perna dela. Lea mordeu meu dedo carinhosamente e foi embora. Suspirei e me encaminhei para o Salão Principal, eu tinha que falar com o Tiago. Eu o encontrei com um amigo tomando café. O garoto cutucou o Tiago e falou algo, meu irmão olhou na minha direção, sorriu, pegou um prato com torradas, veio na minha direção e passou o braço por meus ombros, me levando em direção à porta.


- Vamos conversar Al. – e me carregou para o jardim.


Dividimos as torradas enquanto conversávamos perto do lago. Depois eu tive que pegar o meu horário com o professor Slughorn, era o diretor da Sonserina.


A primeira aula é dois tempos de poções com o professor Slughorn. A aula foi super chata. Alguns professores são legais, como o de Feitiços, Defesa Contra as Artes das Trevas e Transfiguração.


Acho que da para me acostumar com as aulas da Sonserina. Quando eu estava almoçando eu recebi a resposta de papai, dizia:


 


Al,


Se tomar as decisões certas,


Não importa a casa que você esteja,


Eu e mamãe sempre te apoiaremos!


Não se esqueça que tens o nome de dois grandes homens.


Um da Grifinória e outro da Sonserina.


Orgulhe sua Casa e estará nos orgulhando.


 


Com amor,


Papai e Mamãe.


PS. Não se preocupe.


 


E então eu não me preocupei mais. Papai sempre soube me aconselhar.


Honrarei minha casa e minha família.


Sendo o primeiro Potter a entrar na Sonserina.




Obrigada pelos comentarios garotas, espero que continuem gostando.
Eu não vou desistir. Não quando estão gostando da fic.
Aurora Weasley Potter: Não sei ainda, talvez.

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