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24. O Egocêntrico


Fic: Harry Potter e a Sombra do Lago


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Professor. Isso não e jeito de tratar os visitantes, eu tive que arrombar os portões de entrada e alguém deixou encantamentos e muitos feitiços ofensivos ali você sabia? –Voldemort falava como se fosse normal pessoas arrombarem portões de escola e passar por todas as suas defesas para poder fazer uma visita.
-Fiquem dentro do castelo todos vocês. –Gritou Dumbledore para os alunos q entravam correndo, ele se virou para os portões do castelo e apontou a varinha para fecha-los magicamente—Harry, volte para a torre da Grinfinoria e não saia de lá ate que eu voltar.
Harry correu e ficou na frente da varinha de Dumbledore e disse:
-Ele veio atrás de mim, se eu ficar lá os outros alunos estarão em perigo. –Harry encarou fundo os oclinhos de meia lua do diretor—Eu vou ficar e vou lutar se é a mim que ele quer ele terá.
-Achei que tivesse te perdido. –Falou Dumbledore dando um sorriso para o garoto e apontando a varinha por cima do ombro dele para selar os portões.
-Harry –Era Gina que gritava—Vamos entrar.
-Eu não posso Gi, entre e me espere no salão, eu volto logo. –Harry gritou de volta.
Da varinha de Dumbledore saiu uma luz prata que atingiu os portões e eles começaram a se fechar, quando estavam quase fechados Gina pulou pela brecha que ainda estava aberta e correu ate Harry.
-Eu vou com você então. –Falou a garota segurando o braço do namorado.
-Você não pode. –Gritou Harry. Harry procurou por Dumbledore, para que esse reabrisse os portões para que Gina entrasse, mas ele já caminhava muito a frente e não poderia ouvi-lo—Não faça nada, fique aqui e me espere.
-Eu vou. –A garota insistiu batendo o pé.
-Não vai, ele quer a mim e não permitirei que você se machuque. –Harry sacou a varinha.
-Eu que tenho que decidir o que vol ou não fazer. –Insistiu Gina.
-Você não decidira isso, eu decido. Sinto muito. –Harry apontou a varinha para Gina—Petrificus Totalos.
Gina caiu dura e imóvel no chão, Harry a levitou e a deixou a um canto escondida por uma pilastra e por alguns arbustos, antes de ir deu um olhar de pedido de desculpas a ela e um beijo na testa dela.
Harry correu ate o campo aberto onde ocorria a batalha. Cada Professor batalhava com dois ou três Comensais, Moody já derrubara quatro e parti para ajudar o pequeno Flintwink. Dumbledore caminhava em direção a Voldemort, Voldemort ergueu um braço e os oito vultos negros atrás dele partiram para Dumbledore. Dumbledore já havia dominado dois, mas com certeza os outros dariam mais trabalho. Voldemort continuava a caminhar em direção aos portões de Hogwarts com um Comensal ao seu lado.
Harry tinha certeza que sabia quem era o ser encapuzado. Harry correu ate Voldemort e seu seguidor e postou-se a frente deles.
-Daqui eu não te deixarei passar. –Gritou Harry erguendo a varinha.
-Ora ora se não é o Menino que Sobreviveu. Pensei que você não iria mais interferir em meus planos, deixaria a Ordem dar conta de mim. –Falou Voldemort com deboche.
-Daqui você não passa. –Repetiu o garoto—Não é a mim que você quer, então mande seus Comensais irem embora que eu vou com você e agente termina aquele duelo de dois anos atrás.
-Não seja egocêntrico meu rapaz, eu não vim aqui atrás de você –Harry se espantou com a declaração de Voldemort—o seu convite é tentador, mas terei que deixar aquele duelo para outra Hora, mas não deixarei você sem companhia. Bela...
Harry não se surpreendeu, a figura negra baixou o capuz e revelaram traços fortes e cílios pesados, olhos negros como a alma que tinha e cabelos mais negros ainda, uma mulher muito bela, mas o sorriso de deboche que estava na sua boca a deixava com uma expressão maníaca e destruía toda aquela beleza. Era Belatriz Lestrange.
-Temos contas a certar querido... –Belatriz foi arremessada a metros de distancia pelo feitiço estuporante de Harry e depois de silencia-la ele se virou para Voldemort e disse:
-Péssima companhia a que você me trouxe. Você não me deixara aqui sozinho ne? –Harry perguntou com o maior ar de deboche que conseguiu expressar.
-Não tenho tempo para brincar com você Harry, então na se intrometa no meu caminho. Eu só vim buscar algo e já vou embora. –Voldemort respondeu sem parar de andar ou olhar para trás.
-Vai bancar o covarde Tom? –Harry sorriu ao ver Voldemort parar de andar—Nos temos contas a acertar, pra que esperar já que estamos aqui? Seja lá o que você veio fazer pode esperar um pouco mais, já esperou ate agora mesmo.
-Você tem razão. –Disse Voldemort enquanto olhava o campo de batalha como se avaliasse quanto tempo ainda tinha—Vamos duelar então, isso facilita as coisas.
-Sabia que você não resistiria a ter uma chance de provar que eu não sou nada perto de você, TOM. –Harry provocou enfatizando o nome de Voldemort.
-Você se tornou egocêntrico garoto. Acho que toda essa historia de você ser o menino que sobreviveu em fim subiu a sua cabeça. Você só teve sorte ate agora, mas hoje não terá, ninguém morrera por você, não tem nenhum meio de você fugir e Dumbledore esta ocupado de mais para vir te salvar.
-Muita palavra e pouca ação. Expeliarmus. –Gritou Harry.
-Você acha que com esses truques baratos ira me derrotar? É patético. –Falo Voldemort repelindo o ataque de Harry com a mão nua— Avada Kedavra.
Harry fez a única coisa que podia, se jogou no chão e se desviou do feitiço. Harry não era bom em feitiços não verbais, mas resolveu tenta-los, assim que levantou se virou e começou a disparar todo o arsenal que tinha. Feitiços vermelhos, roxos, azuis, brancos ate que um prata feriu Voldemort. Ate agora ele havia desviado todos com a mão nua, mas o feitiço prateado o feriu quando ele tentou desviar. A fumaça que o havia ferido ganhou forma e começou a golpeá-lo com suas galhadas. Harry se espantou, ele havia usado o patrono só por pratica, sem intenção que funcionasse, na verdade ele queria ganhar tempo para que alguém pudesse combater Voldemort, ele sabia que não era páreo para ele.
A pergunte que Harry se fazia era Por que o seu patrono feriu Voldemort quando nenhum outro havia dado resultado?
-Interessante. Patrono não devia ferir outras pessoas, somente os dementadores são afetados pelo patrono. –Falou Voldemort visivelmente espantado—Vamos ver qual é mais forte.
Voldemort ergueu a varinha e dela saiu uma fumaça igualmente prateada ao patrono de Harry, porem a fumaça era mais densa e ao tocar o solo já havia tomado a forma de uma enorme serpente, devia ser maior que o Basilisco da câmara secreta.
-Ei, cara de cobra, você não acha que devia variar um pouco não? Você já ta ficando previsível, tudo seu tem a ver com cobras, animal de estimação, língua, aparência e agora ate o patrono. Isso ta ficando monótono. –Harry sabia que tava mexendo com fogo e que podia sair muito queimado, mas ele tinha que atrasar Voldemort, não podia deixa-lo chegar ate o castelo.
A cobra começou a dar o bote no cervo, o cervo por sua vez esquivava e tentava se aproximar, a cobra era demasiada grande demais e isso para Voldemort devia parecer uma vantagem, mas Harry conseguiu ver a desvantagem e mentalmente pedia para que seu patrono se aproximasse da serpente. Harry se espantou ao perceber que o patrono obedecia aos pensamentos dele e foi logo se concentrando.
O cervo chegou perto o bastante para investir contra a cobra e a derrubou. Harry tinha razão o peso e o tamanho da cobra a deixava sem muito equilíbrio. Voldemort deve ter percebido isso, porque logo a cobra afinou e diminuiu um pouco e se enroscou em volta do cervo. Ela foi apertando ate o cervo literalmente virar fumaça e desaparecer.
-Você não achou que me venceria?



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*!*Galerinha, foi mal se nawm ficou bom, mas é muito dificil traduzir o que eu vejo em palavras... espero q tenham gostado... no proximo vai ter mais ação*!*

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