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35. No Tribunal


Fic: Harry Potter e a Sombra do Lago


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O silencio que estava na cozinha era ensurdecedor para Harry, ele não consegui pensar em nada mais de pior e os olhares de cumplicidade. Todos sabiam, mas parecia que ninguém tinha coragem de lhe contar, o que será que esta havendo?
-Esse silêncio e tão torturante quanto qualquer coisa que vocês possam me dizer. Alguém me diz logo o que esta acontecendo? –Inquiriu Harry.
-Harry... –Começou Lupin—no dia após a invasão de Hogwarts chegou uma carta e uma foto ao ministério que... bem, acusava você do assassinato de Dumbledore, você terá que ser julgado...
-Quando será o meu julgamento? –Interrompeu-o Harry.
-Ainda não esta marcado, mas quando você se sentir melhor iremos conversar com a Ministra e resolver esse mal entendido...
-Eu vou lá agora –Harry interrompeu Lupin novamente—E vou sozinho. –Acrescentou ao se levantar.
-De jeito nenhum. –A Sra. Weasley se adiantou ate Harry—Você não ira lá agora, esta ainda muito fraco e também não ira sozinho, todos nos iremos com você...
-Sra. Weasley, eu já me sinto melhor e quero resolver isso sozinho. –Harry foi ate a porta da cozinha e antes de sair virou-se para todos—Por favor, deixem-me ir sozinho.
Harry saiu da cozinha e já estava na porta de entrada da casa quando Hermione o segurou pelo braço e falou:
-Harry, eu não vou tentar impedi-lo, –Começou Hermione e Harry já estava pronto para dar as costas para ela e sair—mas gostaria de pedir para você ficar pelo menos para almoçar e enquanto você espera você poderia ler todas as edições do Profeta Diário que, mesmo contra todos, eu guardei edição por edição para você, tem muitas noticias ali que vão lhe interessar.
Hermione deu as costas para Harry e voltou para cozinha, Harry a seguiu com os olhos e depois seus olhos caíram sobre as duas pilhas de jornais que estavam encima de uma mesinha ao lado da porta.
-Então Hermione, conseguiu convencer o Harry? –Perguntou Lupin a garota quando ela entrou na cozinha.
-Nem tentei. –Harry a ouviu responder quando ele mesmo entrava pela porta da cozinha segurando as duas pilhas de jornais perigosamente equilibradas em seus braços que ainda estavam fracos.
-Sra. Weasley, a Senhora poderia preparar um café pra mim enquanto eu leio esses jornais? –Pediu o garoto se sentando na cadeira da cabeceira da mesa e depositando, desajeitado, as duas pilhas na mesa que em seguida desabaram.
-Deixa que eu te ajudo. –Ofereceu Gina se abaixando para pegar os jornais que caíram no chão.
A Sra. Weasley olhou feio para a pilha de jornais e depois para Hermione e se virou para o fogão para preparar o café de Harry. Harry procurou pelo jornal mais antigo e encontrou o que era de mais ou menos uma semana depois da invasão de Hogwarts. Na capa estava uma enorme foto de Dumbledore, a reportagem falava de sua morte, mas em momento algum mencionava Harry, só dizia que a morte estava sobre investigação. Ele foliou o resto do jornal e só mais uma matéria chamou sua atenção.

Ministro da Magia Foi Substituído

O Ex-Ministro da Magia Cornélio Fuge foi deposto, a algumas semanas e hoje foi substituído pela nova Ministra Amélia Bonés, Amélia mal assumiu o cargo e já esta tomando varias providencias para o combate a Voldemort e para a segurança da comunidade Bruxa e a comunidade Não-Magica. A nova Ministra também reforçou as seguranças de askaban que agora mantém, presos, vários Comensais da Morte que foram presos na tentativa de invasão de Hogwarts há uma semana atrás. (cont. nas Págs. 7 e 8)

Harry passou para o próximo e depois para o próximo, aqui e ali tinha matérias sobre os feitos da Ministra após assumir o cargo, mas todas as primeiras paginas continham matérias sobre Dumbledore. Matérias que falavam dos descobrimentos dele durante a vida, matérias que falavam sobre seus grandes feitos e algumas que falavam sobre as peculiaridades e irreverências de Dumbledore.
Harry já Havia acabado com uma garrafa de café e metade da pilha antes do almoço. Não encontrou em lugar algum seu nome, nem mesmo nas matérias que falavam da morte de Dumbledore, ele achou estranho não mencionarem o julgamento dele.
A Sra. Weasley serviu um banquete, mas pareceu ofendida por Harry estar lendo jornais enquanto a comida era servida e ele almoçava. Harry terminou o almoço, mas ainda avia um terço da pilha inicial para ele terminar de ler. Passou ali o inicio da tarde e quando já eram umas quatro oras ele abaixou o ultimo jornal onde ele lia a matéria que falava sobre Dumbledore ter sido humilhado e desmentindo quando afirmou que acreditava que Voldemort ressurgira. Harry se lembrou que a única coisa que Dumbledore pediu para não tirarem dele era a sua figurinha dos Bruxos e Bruxas famosas que viam nos sapos de chocolate.
-Então, alguém vai me dizer por que o meu nome não apareceu em nenhum jornal ou eu vou ter que escrever para a edição do jornal e perguntar? –Perguntou Harry friamente a todos que passaram a tarde inteira olhando ele ler os jornais.
-Ninguém sabe porque de um dia pro outro o seu nome parou de aparecer. –Respondeu Hermione sinceramente.
-De um dia pro outro? Então é por isso que estão faltando os jornais da primeira semana depois da invasão? –Harry fitou cada um com um olhar anormalmente serio.
-Achamos que as matérias eram pejorativas e sem importância para você então... –A Sra. Weasley olhou de um por um na cozinha, todos eles pareciam disfarçar algo—Ah ta bom! Eu achei que não te fariam bem e não permiti que eles guardassem.
-Agradeço a preocupação de todos, mas eu não gosto de ficar no escuro, gosto de ter informações, principalmente as que dizem ao meu respeito. –Disse Harry se levantando e indo em direção a porta.
-Aonde você vai Harry? –Perguntou Lupin também se levantando.
-Vou ao Ministério e vou sozinho. –Harry fechou a porta atrás de si e depois saiu pela porta do largo Grimaldi.
Harry viu a casa desaparecer atrás dele e depois caminhou ate a calcada, esticou o braço da varinha e se afastou para não ser atropelado pelo ônibus roxo berrante de três andares que se materializou bem ali onde ele estivera antes.
-Belas barbas de Merlim. Ernesto é Harry Potter! –Exclamou o condutor.
-Ministerio da Magia, bico calado e rápido. –Ordenou Harry secamente entrando.
Harry deu um saquinho para o Stanilau que continha mais ou menos ums trinta galeões. Ele foi para o fundo do Noitebus e se sentou olhando a paisagem pela janela e se segurando firme na poltrona. Viu apenas duas casas pularem para o ônibus passar e já estava parando em frente ao ministério da magia.
Ele foi ate a cabine telefônica que estava no fundo do beco e tirou do gancho o telefone, digitou os números 62442 e uma voz feminina falou:
-Boa tarde Visitante, favor dizer o seu nome e especificar o motivo de sua visita.
-Harry Potter, e vim falar com a Ministra sobre o meu julgamento. –Falou ele apanhando o crachá na fenda de devoluções de moedas.

Harry Potter, Audiência com a Ministra.

Harry sentiu um leve solavanco e a cabine telefônica começou a descer, logo já não tinha mais luz lá e alguns segundos depois a luz entrava pela fresta que se alargava embaixo a medida que a cabine descia.
Quando a cabine parou Harry se viu no saguão de entrada do Ministério, foi ate a bancada do Guardinha onde deixou a varinha e pegou o elevador para o ultimo andar, onde ficava o gabinete da ministra. Durante o caminho pelo átrio ate o elevador e dentro do elevador Harry notou todos os olhos grudarem nele, mas ninguém se aproximou para dizer ou perguntar nada.
Ele caminhou pelo longo corredor onde se estendia um longo tapete vermelho ate chegar a duas imensas portas de carvalho com detalhes em ouro e uma plaquinha que dizia: “Gabinete do Ministro”. Harry bateu ter vezes ate uma voz lá de dentro responder:
-Entre Potter. –Era uma voz doce.
Harry entrou pela porta e se deparou com uma mulher jovem de cabelos loiros e olhos azuis, se parecia um pouco com a sobrinha, Susana. A sala da Ministra não era muito grande, havia uma mesa bem de frente para aporta onde ela se encontrava e a sua volta havia varias prateleiras com muitos livros e pastas, e encima da mesa tinha vários documentos que a Ministra parecia estar analisando antes de ser interrompida,
-Ministra, eu vim aqui hoje para marcar o meu Julgamento para o mais breve possível. –Falou Harry secamente.
-Boa tarde Sr. Potter. Vejo que já esta melhor. –Cumprimentou a mulher ainda sorrindo.
-Sim Ministra, obrigado. –Respondeu Harry meio envergonhado.
-Minha sobrinha já falou muito de você e falou muito bem devo dizer. –Continuou a mulher o analisando atentamente—Sente-se, por favor. –Pediu ela indicando a cadeira a frente de sua mesa—Presumo que esteja aqui por causa do julgamento?
-Sim Ministra, eu quero resolver isso logo e cumprir minha pena...
-Cumprir sua pena? Mas você ainda nem foi julgado e se não fosse pela pressão eu não realizaria esse julgamento já que eu sei que você é inocente. –Harry a olhou admirado, como ela poderia dizer que ele era inocente, ela nem estava lá—Eu não estava lá Sr. Potter, mas minha sobrinha estava e ela me relatou tudo que viu.
-Mas eu matei Dumbledore.
-Sim, eu recebi uma foto anônima que mostrava claramente isso, mas não mostrava que você estava sendo controlado por você-sabe-quem. –A Ministra o analisou por mais alguns segundos—Minha sobrinha falou que testemunharia a seu favor.
-Não será necessário, eu assumo total culpa. –Harry não conseguiu mais olhar para a mulher e decidiu olhar para os sapatos, estavam bem sujos.
-Não se de sua sentença Potter, temos muito a ver ainda, não seja tão duro consigo mesmo, muitos bruxos já definharam obedecendo Você-sabe-quem sem conseguir fazer nada, ele já controlou vários outros bruxos muito mais fortes e capacitados do que você, muito mais treinados...
-Mas foi por eu estar com raiva de Dumbledore que ele conseguiu me controlar, se eu não tivesse discutido com ele por causa... por causa de algumas coisas ele não teria morrido. –Declarou Harry tristemente.
-Bom Harry, se você for assim para o tribunal, se dando como derrotado, sinto muito te dizer, mas você será com certeza derrotado. –Falou a Ministra sabiamente—Posso marcar a audiência para qualquer dia que seja melhor para você, como você ainda não deve ter se recuperado direito...
-Da pra ser pra hoje? –Interrompeu-a Harry—Ministra? –Acrescentou após ver a grosseria.
-Posso marca-la para hoje, mas você não acha melhor marca-la para um dia em que você esteja mais preparado? –Perguntou a Ministra.
-Se puder ser hoje eu agradeço, não tenho que preparar nada. –Cortou Harry secamente.
Então pode descer para o tribunal, creio eu que o Senhor já sabe o caminho. Quem estará na sua defesa? –Insistiu a Ministra sabendo que não teria êxito.
-Ninguém. –Harry olhou nos olhos da Ministra e ela parecia decepcionada.
-A Audiência dará inicio daqui a meia hora. Minha sobrinha estará lá caso você queira ou não, ela é tão cabeça dura quanto você e não me perdoaria se eu não a avisasse da sua audiência. –A Ministra se levantou e foi ate a porta e a abriu—Aguarde-me lá embaixo no tribunal.
-Harry saiu pela porta e seguiu pelo tapete vermelho ate o elevador onde desceu ate o ultimo subsolo onde os corredores eram sem janelas e escuros, iluminados apenas pelas fracas luzes dos archotes que tremeluzia na parede. Harry se lembrou de passar varias vezes por esse corredor, ele seguiu em frente e desceu a escada no final, lá ele esperou por uns dez minutos a porta se abrir e um Bruxo alto e magro manda-lo entrar.
Ele entrou e se sentou na cadeira de ferro que tinha varias correntes para prender os pulsos e os tornozelos dos acusados, mas mais uma vez as correntes não o prenderam. Ele estava sentado no centro da sala que estava cercada por varias arquibancadas onde muitos bruxos conversavam em murmurinhos e olhavam para ele.
-Silencio, por favor. –Pediu a Ministra se levantando e fazendo sinal para todos se calarem—Sr. Harry James Potter, o Senhor sabe do que esta sendo acusado?
-Sim, sei sim. Do assassinato de Alvo Dumbledore. –Respondeu Harry e mais um murmurinho percorreu a “platéia”.
-Estamos dando inicio ao julgamento do Sr. Harry James Potter, Acusado de assassinato. –Anunciou a Ministra e Harry pode ouvir uma pena percorrendo rápido um pergaminho—Sr. Potter, o que o Senhor tem a declarar? –Perguntou a Ministra o fitando como se implorasse para ele ficar calado.
-Eu só tenho a dizer que me considero cul...
-Ele é inocente. –Declarou uma voz logo após a porta por onde Harry entrar abrir estrondosamente—nos somos testemunhas.
Harry se virou e viu Gina entrando, seguida por Hermione, Rony, Lupin, Tonks, Sr. e Sra. Weasley, Profª. McGonagal e o Auror que Harry impedira Voldemort de matar, depois entraram varias pessoas da AD e membros da Ordem que estavam lá no dia da invasão e mais algumas pessoas que tiveram que ficar do lado de fora por não caberem dentro da sala.
-Meu nome é Ginevra Maria Weasley e sou testemunha. –Anunciou Gina parando ao lado de Harry sem olha-lo.
-Meu nome é Hermione Estela Granger e também sou uma testemunha. –Anunciou a outra repetindo o ato de Gina.
-Eu não sabia que seu nome do meio era Estela. –Sussurrou Rony ao que ela deu uma cotovelada nele.
-Rony! –Repreendeu Hermione indicando com a cabeça as pessoas nas arquibancadas.
-Ah é! Meu nome é Ronald Arthur Weasley e também fui uma testemunha. –Repetiu também o gesto das meninas formando uma fila ao lado de Harry sem olhar para ele.
-Arthur Jorge Weasley e também vou testemunhar a favor do réu apesar de não ter presenciado o dia em questão, mas presenciei vários outros momentos em que ele estava na companhia de Dumbledore.
-Maria* Joana Weasley e também posso falar de outros dias em que Harry... quero dizer, o réu esteve na presença de Dumbledore. –Pronunciou-se a Sra Weasley seguindo o marido.
-Remo Joseph Lupin e fui testemunha do ocorrido. –Lupin também se posicionou na fila.
-Er, eu preciso mesmo falar todo o meu nome? –Perguntou Tonks envergonhada.
-Só o ultimo nome já esta bom Tonks. –Anunciou Quin Shaklebolt que estava entre os jurados.
-Sou Tonks e também estava presente durante o dia do ocorrido.
-Meu nome é Susana Emilia Bonés e também estava presente no dia do ocorrido. –Correu um murmuro pelas pessoas que ocupavam as arquibancadas, mas a Ministra apenas sorria.
-Meu nome é Minerva McGonagal e também estava presente e ainda trago um recado do quadro de Dumbledore que afirmou que se pudesse viria ate aqui para defende-lo, mas como não pode pede que representantes do ministério vá ate Hogwarts para tomar o depoimento dele. –Mais um murmuro percorreu toda a sala, a Ministra se levantou e pediu silencio.
-Acho que já é o bastante, se todos forem se anunciar e depor, provavelmente Harry, quero dizer, o Sr. Potter já vai ter passado tempo aqui o suficiente para cumprir uma possível pena. –Anunciou a Ministra—Portanto eu peço que apenas uma pessoa se pronuncie, de preferência a que estava mais próxima do ocorrido e depois se restarem duvidas da inocência do Sr. Potter, mandaremos alguém a Hogwarts.
-Eu deponho. –Lupin deu um passo a frente—eu era que estava mais próximo a Harry e Dumbledore no dia do ocorrido...
Lupin explicou detalhadamente a possessão de Harry por Voldemort, falou sobre as ordens de Dumbledore para não ataca-lo, pois Voldemort estava dominado o corpo dele e só ele seria ferido em uma tentativa de matar Voldemort. Falou que Harry tentou se controlar e que foram preciso duas maldiçoes para mata Dumbledore...
-...E por fim, Harry só conseguiu conter Voldemort quando a Srta. Weasley –Lupin indicou Gina—se pós na frente dele e Voldemort ameaçou mata-la.
-E só por curiosidade, como o Sr. Potter conseguiu voltar ao controle com ela, mas não conseguiu quando aquele-que-não-deve-ser-nomeado o fez matar Dumbledore. –Perguntou uma bruxa que parecia muito familiar a Harry, ela era baixinha e gorducha e tinha uma enorme verruga preta no nariz gorducho.
-Porque ele me ama, –Gina se adiantou para os jurados—o amor que ele sente por mim enfraqueceu Voldemort e ele conseguiu recobrar o controle.
-E por que ele não conseguiu fazer isso quando atacou Dumbledore? –Insistiu a bruxa.
-Porque algumas semanas antes Harry teve uma discussão com Dumbledore e Voldemort usou isso em seu favor, Harry estava com um profundo rancor de Dumbledore ter lhe escondido algumas coisas do seu passado. –Respondeu Lupin.
-E por que... por que...? –A bruxa parecia querer argumentar.
-Eu acho que já chega Umbrige. –Interrompeu-a a Ministra se levantando-se. Harry se espantou e viu que a mulher realmente parecia uma sapa, mas não tinha nenhum laço parecido com uma mosca na cabeça, quem seria ela?—Já temos o suficiente, aqueles que acharem que o Sr. Potter e inocente, erga o polegar, os que acham que ele é culpado apontem o polegar para baixo. –Apenas a Umbrige abaixou o polegar—acho que o Sr. Potter foi livre de todas as acusações por unanimidade. –A Ministra olhou para Umbrige e esta ergueu o polegar—Bem, Potter, venha ate aqui, eu quero dar uma palavrinha com você. Quin, por favor, peca a alguém para ir tomar o depoimento do quadro de Dumbledore para anexarmos com toda a papelada. –Harry se aproximou da bancada—Sr. Potter, você tem sorte de ter os amigos que tem, pois se você tivesse completado o que ia falar teria sido condenado a prisão perpétua em askaban. Eu achei que você ia perder, pois você já havia desistido, mas graças aos amigos que você tem você se livrou, agradeça por tê-los já que eles te livraram de muitas coisas.
-Ministra, eu ainda me considero culpado. –Declarou Harry cabisbaixo.
-Harry, eu tenho certeza que o sentimento de culpa sempre ira te assombrar, mas olhe para seus amigos, a opinião deles não importa? Eles não acham que você seja culpado, se eles não te culpam, nem o próprio Dumbledore te culpa, por que você insiste em se torturar.
-Mas...
-Não se culpe Harry, e saiba que se você precisar de qualquer coisa você pode me procurar, não me chame de Ministra, me chame de Amélia, afinal estamos do mesmo lado. –Ela sorriu e deu uma piscadela para ele antes de se levantar.
-Ministra... quer dizer, Amélia? –Chamou Harry.
-Sim Harry. –Respondeu ela se voltando para ele.
-Quem é aquela, a Umbrige? –Perguntou Harry apontando descaradamente a mulher que o olhava com um certo ódio.
-Aquela é a irmã de Dolores, Gloria Umbrige. –Respondeu a Amélia olhando de olhos serrados para Gloria Umbrige que desviou o olhar.
-Obrigado por tudo Amélia, caso você precise de qualquer coisa não hesite em me chamar também. –Harry se despediu e voltou para juntos dos seus amigos que o esperavam na saída do tribunal.
A Sra. Weasley anunciou que haveria uma festa na Toca para comemorar a inocência de Harry, Harry não se animou muito com isso, afinal ele acabara de acordar e o que para os outros aconteceu a dois meses para ele ainda estava fresco na memória como se fosse ontem.



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*!*Em primeiro lugar todos devem estar se perguntando pq eu usei o nome maria em vez de Moly, bem eu descobrirecentemente q moly é o diminutivo, no ingles, de Mary ou Maria... Bem obrigado a todos pelos coments e aviso novamente q essa fic esta chegando ao fim, mas havera continuaçao... o setimo ano de Harry em Hogwarts seguido dessa fic sem nada do EdP... bem ate mais... Ah, mais uma coisa... eu estou sem meus livros e nao sei se estou escrevendo os nomes certo, como o do Quin por ex. (Eu sou pessimo p guardar nomes) por favor me digam como se escreve certo os nomes q eu errei... bem ate o proximo cap.*!*

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