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18. Capítulo Bônus


Fic: Marotamente Apaixonados!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Gente, esse cap bônus é feito por várias cenas, que mostram alguns momentos do futuro dos personagens... a cada '***' muda a cena, o tempo e o lugar, ok? Ou seja, nem todas as cenas se passam no msm dia, no mesmo lugar ou com as mesmas pessoas. BjuKass! 

***

 


- Pra onde você está me levando? – Lily questionou enquanto caminhava pelos corredores de Hogwarts, sendo guiada por Tiago.


- Pra um lugar que pode ser qualquer lugar que você quiser. – ele respondeu sorrindo.


- Ah! Pra lá... – a ruiva murmurou demonstrando entendimento.


- Apesar de que hoje eu queria escolher o lugar. – acrescentou, fitando-a de soslaio como quem pede autorização


- Fique á vontade. – Lily respondeu sorrindo, vendo-o rir também em resposta.


Seis meses. Estava fazendo exatamente seis meses desde a noite em que se acertaram naquele mesmo lugar.


Naquela noite, ela não podia deixar de reparar, Tiago estava especialmente bonito. Não eram as roupas, os acessórios, nada disso... Era um ar maroto á parte, um sorriso encantador, um olhar seguro. E, para ela, tudo isso misturado estava surtindo um efeito altamente sedutor.


Tiago deixou de segurar as mãos da ruiva quando chegaram ao corredor no terceiro andar. Caminhou rapidamente, concentrando-se por um instante, até que uma porta simples se materializasse na parede.


Ele virou-se para ela sorrindo maroto, fazendo-a se perguntar o que teria ali dentro.


Tiago aproximou-se da ruiva ainda sorrindo, puxou-a pela cintura trazendo-a para perto de si habilmente.


- Espero que goste. – murmurou selando seus lábios aos dela por um segundo, antes de puxá-la para a entrada.


Lílian assistiu-o abrir a porta tendo a certeza de que seria surpreendida, mas nunca de fato imaginara o que viu lá dentro...


A sala parecia ter tomado medidas muito maiores, e estava bem mais ampla do que de costume. O chão, antes sempre de pedra, era coberto por grama, muito verde e muito fofa. O teto refletia o céu, do mesmo modo que o salão principal. No que parecia ser o centro da sala, uma pequena mesa de jantar para dois era coberta por uma fina toalha vermelha, os copos de cristal refletiam á luz da lua.


- Tiago!


- E então, o que achou?


- É lindo! – Lílian nem percebeu os centímetros que a separavam do maroto quando o abraçou.


Tiago a envolveu em seus braços, retribuindo o gesto, e então a beijou. Lílian entreabriu os lábios, permitindo-o explorar sua boca, permitindo-o abraça-la mais forte.


O maroto segurou o tecido da camisa da ruiva entre os dedos e puxou para mais perto de si, e quando as mãos dele afrouxaram o toque o tecido havia se erguido, de modo que as mãos do moreno tocaram diretamente a pele da ruiva, e o resultado foi quase um balde de água quente. Seu corpo inteiro se contraiu involuntariamente, assustando-a com a rapidez com que seu coração adquiria um ritmo intenso.


Afastou-se dele quase por impulso, sentindo sua pele queimar onde antes as mãos dele estiveram.


- Está tudo bem? – Tiago perguntou, erguendo a sobrancelha preocupadamente.


- Sim... É... é claro, está tudo bem. – respondeu se dando conta de que fora abrupta.


- Ok... Então vamos jantar?


- Vamos, vamos sim... A mesa está linda.


Tiago sorriu, parecendo menos preocupado.


- Eu te amo, sabia?


- Também te amo. – a ruiva respondeu, percebendo seu coração voltar ao compasso natural lentamente.


Tiago erguia os olhos para fitar Lílian a cada dois segundos... ela era tão perfeitamente linda. E a verdade era que todo o tempo que passava com aquela ruiva não parecia suficiente... e que todo dia acordava com uma pontada de medo de que despertasse de um sonho bom. Mas a realidade ao lado dela era fantástica, e nenhum sonho poderia ser melhor.


Lílian não podia deixar de sorrir cada vez que seus olhos encontravam os de Tiago. Como ele conseguia ser tão perfeitamente encantador?! E ao mesmo tempo ser tão sutilmente sexy. Sentia uma tensão se espalhar por seu corpo a cada vez que a mão dele envolvia a sua, e os lábios dele sussurravam palavras carinhosas.


- Quer dançar? – Tiago convidou-a sorrindo, assim que terminaram o jantar.


- Mas não tem mús... – as palavras de Lílian se perderam nos primeiros versos de uma canção, tocando suavemente pelo local.


Tiago levantou-se, dando a volta na mesa até parar de frente á ela, estendendo a mão educadamente para Lílian.


A ruiva ergueu-se, passando os braços pelo pescoço do maroto, sentindo-o abraça-la pela cintura.


Lily achou que suas pernas iam ceder quando os lábios de Tiago tocaram seu pescoço. Fechou os olhos, sabendo que não poderia afastá-lo de si naquele momento nem que quisesse muito.


Apertou a nuca dele, despenteando mais as mechas negras.


Quando ele a puxou ainda mais para perto, ela podia sentir cada centímetro de roupa separando-os. E desejou, quase incontrolavelmente, poder se desfazer daquela maldita camiseta de Tiago.


Tiago beijou-lhe os lábios brevemente, romanticamente, mostrando a ela que ele não estava apressando-a, ou pressionando-a. Mas de algum modo estava, por que o corpo dela tinha pressa pelo dele.


- O que nós vamos fazer? – perguntou enquanto Tiago a deitava lentamente na grama, de repente coberta por um lençol de linho.


- Eu te amo. Só farei o que você quiser que eu faça... – ele sussurrou, beijando-lhe os lábios suavemente.


Lílian podia sentir seu coração explodir dentro de si a cada batida quando finalmente respondeu.


- Então faça amor comigo, Tiago Potter.


 


***


 


- Isso é tão... maravilhoso! – Ana exclamou abrindo um grande sorriso.


- Nossa, me sinto tão nervosa! O que eu vou dizer? Como? – Lily questionou fitando a morena á sua frente.


- Isso é o que menos importa! Merlin! Estou tão feliz por você! – Ana inclinou o corpo, abraçando Lílian novamente.


- Agora tenho que esperar ele chegar, espero que não demore. Ele ia com o Sir...


- Nem pronuncie esse nome! – a morena cortou, levantando-se abruptamente do sofá.


- O que foi?! Não vai dizer que vocês terminaram de novo?


- Não foi de novo, foi de vez.


- Como sempre... – Lily confirmou ironicamente, abrindo um sorriso divertido.


Era verdade que desde Hogwarts que Anabel Wilson e Sirius Black não ficavam mais de oito meses sem terminar, ou, pelo menos, brigar seriamente. O que abria espaço para que começassem novos relacionamentos, um tentasse matar o outro de ciúmes, descobrissem que eram feitos um pro outro e então voltassem.


- Hei, acho que tem alguém aí... – Ana murmurou, apurando os ouvidos.


- Deve ser o Ti.


- Então vou indo. – a morena sorriu – Depois me conte tudo! – e desaparatou, deixando apenas um vestígio de fumaça onde antes estivera.


- Lílian, você está aí meu amor?


- Estou aqui. – respondeu aparecendo á porta da cozinha. Tiago mexia distraidamente na geladeira.


- Tinha alguém aqui com você?


- Tinha, mas ele conseguiu se vestir e ir embora antes que você o visse. – brincou, fazendo o moreno fechar a cara.


- Não achei engraçado.


- É por que não viu a sua cara. – a ruiva completou marota. O moreno fez uma careta aproximando-se dela.


Tiago pressionou seus lábios aos da ruiva, enlaçando-a pela cintura como se, como fazia antes, ela fosse fugir de seus braços. Recostou-a contra a parede, impedindo-a de escapulir, de falar, de respirar.


Lílian não tinha a mínima pretensão de escapar dos braços dele, de fugir de seus lábios, de afastar-se de Tiago. Mas não podia negar que ainda amava o modo como ele a prendia, a envolvia, a seduzia. De modo que a deixava em órbita, sem pensamentos completos... Sempre Tiago Potter.


- Ti... Eu quero falar com você...


- A gente discute a relação mais tarde...


- Deixa de ser bobo! – reprovou, dando tapinhas nas costas do moreno – Eu estou falando sério...


- Você quer mesmo parar agora? – ele fitou-a cheio daquele ar maroto e sedutor, e em qualquer outra situação ela responderia com um beijo caloroso. Mas não naquela situação.


- Eu...


- Você hesitou. – interrompeu-a, calando-a com um novo beijo.


- Tiago! Eu estou grávida!


- Depois a gente resolve iss... É o quê?! – o moreno soltou-a tão abruptamente que Lílian quase não pôde manter o equilíbrio.


- Eu... estou grávida.


- Ma... Mas... Grávida mesmo? Do tipo esperando um bebê?! – perguntou dando passos para trás, como se acabasse de descobrir que Lílian possuía uma doença super contagiosa.


- Existe algum outro tipo? – questionou fazendo uma careta – Ti... O que foi?


- Lily... é que eu não... Eu não... – Tiago sussurrou quase sem fôlego, escorando-se pesadamente na parede atrás de si.


- Você não gostou... Você... Você não quer um filho... – ela completou sentindo o chão começar a faltar, e as lágrimas embaçarem sua visão.


- Eu... Eu não... Eu não sabia que você podia me fazer ainda mais feliz! Merlin! Meu amor!


Lily nem soube dizer se estava consciente ou não quando os braços de Tiago tocaram seu corpo, sentiu-se desmanchar no abraço dele, estremecendo enquanto ele a apertava cada vez mais fortemente contra si.


Talvez tivessem se abraçado apenas por alguns minutos, talvez toda a noite. O tempo escorria sem controle, enquanto a euforia os levava ao quarto, á cama, á lua...


 


***


 


- É claro que se for um menino vai ter o meu nome. – Tiago comentou para Sirius e Remo, enquanto virava as carnes na churrasqueira.


- Céus, coitado! Tão novo e destinado a carregar o fardo do seu nome e da sua fama... – Sirius zombou, no que Remo riu e Tiago lhe fez uma careta.


- Exatamente Sirius! – Lílian apoiou – Eu e o Tiago vamos ter que rever isso, se for menino eu gostaria que se chamasse Harry...


- O que, com certeza, é melhor que Tiago Júnior... – Anabel completou rindo.


- Acho que isso é um complô contra mim, então!


- Pontas, não seja tão dramático! – Remo acrescentou displicente, afastando-se da churrasqueira e caminhando até uma das cadeiras de praia espalhadas pela grama do quintal.


- Eu não sei por que deveria aceitar o nome Harry, se você não aceita o nome que eu escolhi caso seja uma menina!


- É, cara Lily, me parece justo.


- Mas, caro Sirius, você não sabe o nome que ele escolheu! – a ruiva revidou, fazendo uma careta ao lembrar-se do nome.


- Ermelinda Dorotéia não é um nome feio, a minha avó se chamava assim! – Tiago defendeu-se.


- Pelo amor de Merlin, se essa criança se chamar Ermelinda Dorotéia eu me recuso terminantemente a batizá-la!


- Então o nome está escolhido. – alfinetou Ana, encarando-o de soslaio – Seria ótimo não ter que dividir meu afilhado ou afilhada com você.


- Podem ir tirando o hipogrifo da chuva! Os dois vão batizar essa criança e isso já foi decidido! – a ruiva definiu, sendo confirmada por um aceno de cabeça de Tiago.


Sirius e Ana entreolharam-se, os olhos brilhando de frustração e intensidade.


- Hei, algum de vocês viu onde eu deixei meus óculos? – Remo questionou, erguendo os olhos como se não tivesse escutado a ligeira discussão entre os demais.


- Acho que você os deixou em cima da mesa da sala, Remo...


- Oh, está certo... – o loiro puxou rapidamente a varinha do cós da calça, brandindo-a levemente no ar.


- Não Remo, eu busco pra você... Vai ser um prazer sair um pouco desse sol. – Ana murmurou lançando um olhar mortífero á Sirius, no que o Remo deu de ombros e agradeceu.


Sirius observou-a se afastar fechando a cara.


- Hum... Estou com sede... Eu... vou lá dentro beber um copo d’água... – o moreno murmurou vendo Anabel atravessar a entrada de casa.


- Mas tem água aqui. – a ruiva respondeu automaticamente, apontando uma jarra de água sobre uma mesa de montar.


- Mas esta está quente... e... e está quente e eu não quero água quente. – Sirius exclamou aborrecido.


- Ótimo! Então aproveita e traz outra garrafa está bem? Mas vai logo seu cachorro pulguento! – Tiago retrucou.


- Cachorro sim, pulguento nunca! – o moreno ainda respondeu antes de dar as costas á churrasqueira para ir em direção á casa.


- Eles estão começando a me entediar... – Tiago riu-se, quando Sirius já estava longe o suficiente, caminhando até Lílian e inclinando-se sobre a cadeira em que ela estava.


- Com certeza estão... – a ruiva respondeu brevemente, antes que os lábios de Tiago tocassem os seus.


- Hem, hem... Eu ainda estou aqui, ok?! – Remo interrompeu-os, no que Tiago lhe fez uma careta e Lílian sorriu, ruborizando fortemente.


 


...


 


Sirius parou em frente à porta entreaberta do banheiro, podia ouvir a água da torneira caindo incessante lá dentro. Tocou a porta, empurrando-a gentilmente, fazendo a abertura se alargar até que a figura dela se formasse completamente, parada em frente ao espelho do lavatório. Ela o fitou pelo reflexo do espelho, não parecendo surpresa de vê-lo ali.


- O que está fazendo aqui?


- Estou olhando você.


- Então pára. – disse, virando-se para ele.


- Não posso. – Sirius murmurou, caminhando até ela. Ana não fez nenhum movimento para esquivar-se – Não posso parar de olhar você... – Sirius tocou o rosto da morena, as mãos deslizando pelo pescoço e nuca – Não posso parar de pensar em você... – sussurrou; seus narizes se roçavam – Não posso viver sem você... – os lábios dele tocaram os dela, sem, entretanto, beija-la.


- É mentira, você sempre mente pra mim... – ela murmurou, os lábios dela abriam-se e fechavam-se sobre os dele.


- Eu nunca menti pra você. – garantiu, pressionando-a contra a pia.


Ana não se deu ao trabalho de responder. Apenas entreabriu os lábios, entreabriu os lábios para a sensação maravilhosa e quase esquecida que o beijo dele causava nela.


Em um minuto, Sirius a ergueu alguns centímetros do chão. A morena apenas sentiu-se colocada sobre a bancada da pia, enquanto um puxava o corpo do outro para mais perto, quase se derrubando mutuamente.


Ana podia sentir a malha da camiseta do moreno ceder aos poucos aos seus puxões, assim como podia sentir as mãos de Sirius percorrendo suas pernas sobre a calça espalhando um rastro de fogo por onde passava.


- Tira, tira... – ela murmurou, puxando a camiseta do moreno até se desfazer dela.


- Pode chegar alguém... – ele sussurrou. Os dois fitaram-se por um minuto, como analisando o que Sirius dissera. Voltaram a agarrar-se um segundo depois.


- Casa comigo Ana... – Sirius murmurou, beijando-a.


- Nem morta... – ela respondeu rindo.


- Eu quero que você seja minha mulher.


- Então cale a boca e me faça sua de uma vez...


Quando Tiago entrou no banheiro alguns minutos depois, após tê-los procurado pela casa inteira, não pôde deixar de rir; tudo que havia sobre a pia eram os óculos de Remo.


 


***


 


Remo largou-se na cama, soltando um suspiro cansado... Apalpou sua mesinha de cabeceira, á procura da carta que deixara ali mais cedo, sem tempo de ler imediatamente. A letra perfeita e levemente inclinada era inconfundível; Amanda.


O loiro abriu o envelope com cuidado, quase como se fosse pecado tratar afobadamente uma carta dela. Puxou o pergaminho e desdobrou-o...


 


Querido Remo,


Devo dizer que Paris é uma cidade encantadora, e que o curso de pintura é maravilhoso, seria até injusto da minha parte dizer que tudo não corre perfeitamente... mas bem, não seria uma mentira se eu dissesse isso, pois sinto sua falta. Sinto sua falta todos os dias, todas as horas, todos os momentos, nunca deixo de pensar em você.


Mas, vamos deixar de falar de mim, pois quero saber de você, como vai tudo por aí? Fiquei sabendo que Lílian e o Tiago terão um bebê, e não posso dizer como fiquei feliz! Isso é maravilhoso... Lembro de quando éramos nós, planejando nosso futuro, mesmo que você fosse meio resistente a isso. Na verdade, você sempre resistia á tudo...! Mas te amo da mesma maneira, sendo que assim, resistindo á tudo, para mim você sempre foi irresistível.


Por enquanto é isso, desejo saber de suas novidades! Escreva-me!


 


Com amor e saudades,


Amanda Bynes.


 


Remo voltou a dobrar o pergaminho, com os olhos marejados. Há quatro meses Amanda viajara para Paris para estudar, e há quatro meses ele morria de saudades dela. Na época em que ela recebera a proposta de ir, ele sofrera calado, intimamente pensando que seria o melhor... Ela era tão... perfeita, e ele nunca desejara prende-la a seu lado. Um pouco antes da partida ele propusera terminar, e em resposta ela o tinha beijado... acabaram por fazer amor a noite inteira.


Mas as coisas estavam mudando, e seus caminhos haviam de se separar uma hora ou outra, as últimas cartas eram saudosas, mas alegres e mostrando tal interesse que ele não estava certo se ela voltaria...


Num impulso, o maroto se ergueu da cama, abrindo a gaveta da mesa de cabeceira e puxando um pergaminho em branco, apoiou-o em um grosso volume e segurou uma pena colorida entre os dedos, desenhando as letras rapidamente no papel.


 


Amanda,


Também sinto saudades. As coisas por aqui estão na mesma, Lily e Tiago nunca estiveram tão felizes, o que não significa que pararam de brigar o tempo inteiro... o que sempre acaba em um beijo que deixa os que estão á volta constrangidos (como eu, muitas vezes). Ana e Sirius estavam bem até ontem, mas não falei com eles hoje, e realmente não sei se eles continuam juntos ou não (você sabe que não é exagero da minha parte). Eu estou um pouco cansado, o ministério anda cobrando muito de nós nesses tempos... Porém estou muito feliz também, pois você está feliz e aproveitando sua viajem. Aprenda tudo que puder, é uma oportunidade maravilhosa, e eu sei que você sabe disso! Também penso em você todos os dias, principalmente quando suas revistas vão empilhando na sala (não tive coragem de cancelar a entrega), ás vezes leio algumas, e devo dizer que essas escritoras de colunas femininas nada sabem sobre homens! Sei que estou escrevendo banalidades, mas é como faço para te sentir por perto.


Te amo, desculpe por não ter repetido isso todos os segundos em que te tive em meus braços...


Te amo.


Remo Lupin.


 


THE END.

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Comentários: 1

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Enviado por Manoela Weasley em 12/10/2011

Ok, provavelmente a melhor fic que já li. è de certa forma angustiante em alguns momentos, ma sapaixonante da mesma forma... E tenho que confessar que que xingueia Lily no capitulo 14 quando ela disse que ficou usando o James, achei isso horrível.Mas de certa forma ela brincava mesmo com os sentimentos dele, mas não propositalmente...

Enfim, meus parabéns! Ficou linda!

bjs

Nota: 5

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