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19. Tapete Vermelho


Fic: Aqueles Momentos Pós RdM


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/Gah: Gente! A Arielle pediu MIL desculpas, mandou avisar que o atraso do capítulo não foi culpa dela. Ela vai viajar agora, então próximo capitulo só quando ela voltar! Não fiquem tristes, na verdade uma viajem é bom pra poder escrever um capitulo de casamento melhor ainda não acham? xD Ela mandou beijos e dizer que ama vcs Cap um pouco NC17!


Finalmente, nossos lábios se tocaram. Só então, percebi quanto tempo estava sem sentir ele perto de mim. Estávamos prestes a fazer três anos de namoro, e cada vez mais o tempo para ficarmos juntos era menor.
A sensação do seu corpo junto ao meu, seus cabelos molhados na minha mão, me causava arrepios. Havia tanto tempo que não ficávamos sozinhos uma noite, que logo que ele juntou seu corpo mais perto do meu pensamentos nada puros passaram por minha cabeça. Pelo que pude perceber, na mente dele ocorria a mesma coisa, tanto que ele me empurrou um pouco mais para trás me escorando na pia.
Alguns beijos depois, os toques avançavam num ritmo que me alarmou, afinal, estávamos na cozinha, alguém podia entrar lá a qualquer instante, mas no instante que a boca dele desceu ate meu pescoço e eu senti sua respiração rente a minha pele a única coisa que passava na minha cabeça era quando ele ia finalmente tirar as nossas roupas.
Meus pensamentos só ficaram mais pervertidos quando senti sua mão na minha cintura, indo logo depois para minha barriga, embaixo do umbigo. Inclinei a cabeça para o lado enquanto ele descia sua língua...
Escorou seu corpo tão devagar sobre o meu, que parecia que estava indo para algum lugar desconhecido, mas com uma absurda vontade de explorar. Seu peso sobre o meu fez as minhas costas sentirem com mais força a pia fria, tirando o calor do meu corpo. As minhas unhas passavam pelas costas dele, enquanto levantava sua blusa. Nenhum barulho existia, alem de nossas respirações descompassadas. Abri os olhos (quando eu os fechei?) e olhei para a porta. Nada parecia estar diferente.

_Se alguém vier... – falou Harry com a voz rouca – Nós ouviremos...


Doce engano... Ri de mim mesma.

Senti-o abaixar uma de suas mãos abrindo minha calça, enquanto a outra passeava pelos meus cabelos. Sua mão... Gemi no seu ouvido, ele também gemeu. Minha excitação aumentou consideravelmente quando senti sua mão chegar dentro da minha calcinha, e a única coisa que eu conseguir fazer naquele momento foi capturar os seus lábios e o morder. Sua mão (rápido demais para meu gosto) saiu de dentro da minha calça, mas antes de gemido de protesto chegar aos meus lábios, Harry abaixou um pouco minhas calças jeans e me tirou do chão. No momento, pensei que iria me levantar para sentar na pia, mas não. Virou-se comigo e me levou para a mesa, onde ali me sentou. A Mesa era bem mais baixa que a pia, e eu entendi o porquê dali na hora. Eu estava agora, quase na sua altura, mas isso não importava. Ele voltou a encostar seu corpo junto ao meu e eu senti o quão excitado ele também estava. Direcionei minhas mãos ao cós da sua calça e o abri, ao mesmo tempo em que Harry soltou um baixo mas longo gemido no meu ouvido. Tínhamos que nos controlar, estavam todos dormindo afinal.

Estávamos praticamente vestidos ainda, mas minha calça estava abaixada e a de Harry estava aberta. Minha mão estava aranhando sua barriga e eu abaixei passando a unha até chegar à barra da sua cueca...
Foi quando Harry saiu rápido de perto de mim indo espiar a porta da cozinha todo atrapalhado. Pensei que veria alguém entrando na cozinha a qualquer momento, mas Harry olhou para os lados e não viu nada. Olhou para mim e falou baixo.

_Jurei ter ouvido barulhos na escada...

Minha cara de espanto foi imediata, e no mesmo segundo estava descendo para o chão subindo minha calça.

_Vamos subir. – ele falou.

Harry se arrumou e eu tentei colocar minha roupa no lugar mais rápido que pude. Ele pegou na minha mão e começou a me levar para cima. Passamos pela sala e começamos a subir a escada o mais devagar possível. Estava desconcertada, há poucos segundos estava prestes a fazer amor com o Harry no meio da cozinha, e agora estava indo de volta para meu quarto. Quando chegamos à porta do quarto e eu a abri, Harry fez menção de ficar ali fora, eu o puxei pelo braço repentinamente e fechei a porta.

_O que você pensa que está fazendo Gina? – falou baixinho.

_Você acha que eu ia deixar você ir mesmo depois de tudo aquilo? Rony não sabe que horas você ia chegar mesmo...

Empurrei Harry sentado na cama e ele sorriu enquanto eu sentava no seu colo e começava a beijar seu pescoço...

Fim do Flash




Abri meus olhos, certa que estaria com uma enorme cara de boba, foi quando meu coração pareceu parar. Meu pai, parado na minha frente me olhando.

_Não quis atrapalhar, você parecia muito distante.

Levantei e dei uma volta para ele olhar o vestido, depois fui à sua direção e o abracei.

_Bom – disse ele segurando meus braços – hora de ir querida.

_Ir?

_Casar, eu acho – falou meu pai, rindo.

Ah sim, por alguns minutos eu tinha me esquecido: eu ia me casar.
De nada adiantava agora eu tentar não pensar nisso, era chegada hora.
Olhei para mim mesma e arrumei minha saia. Respirei fundo enquanto passava a mão pelo meu véu e finalmente ajeitava meus pés no sapato. Estalei os dedos e me espreguicei para trás. Finalmente dei a mão para meu pai, que me conduziu para fora de casa.

Como eu havia visto, a decoração estava radiante. Pequenos passarinhos encantados voavam por volta dos arranjos que ficavam pairando no ar. Por cima da Toalha Branca das mesas, uma sobre toalha cor Creme, cada um com um arranjo de mesa.
Quando dei uma rápida olhada pro lado, vi vários homens e mulheres, com grandes bandejas de prata vazias nas mãos, os garçons, parados de um lado da tenda, provavelmente esperando o momento exato para começar a servir.

O Laranja claro da decoração refletia a luz do sol poente e penetrava em meus olhos, me forçando a virar o rosto para o lado. A grama estava devidamente curta, e dava para ouvir vozes vindo da tenda. Meu vestido arrastava no chão, sem naturalmente, sujar. Meus sapatos agora pareciam demasiadamente altos e apertados para mim, que não estava acostumada.
Minha respiração estava ofegante, e meu pai apertava meu braço com tanta força que parecia que iria arrancá-lo. Respirei fundo quando vi Hermione na frente da tenda, esperando-me. Sorriu ao me ver, e um sorriso nervoso saiu da minha boca.
Ela veio em minha direção; agora estávamos a uns cinco metros da tenda. Minha mão tremia, e meu pai provavelmente percebendo isso, colocou a mão no meu ombro, quando Hermione disse:

_Harry acabou de entrar, os padrinhos também. Eu vou entrar e preparar tudo, quando a música começar a tocar... Bom... Você já sabe.

Sim, eu já sabia, já tínhamos treinado isso várias vezes. Só ia entrar eu e meu pai, sem damas de honra.

Quando Hermione entrou na tenda, as conversas pareceram terminar automaticamente. Só se ouvira o som das respirações, algumas ofegantes. Meu nervosismo subiu a um estagio não antes imaginado. Virei para o meu pai e perguntei:

_Você ficou tão nervoso?

Ele sorriu ao me responder com a voz parcialmente emocionada:

_Além que você possa imaginar, eu acho – coçou o queixo pensativo – Minhas maiores emoções até hoje foram ver sua mãe entrando no casamento e o nascimento de meus filhos.

_Oh Merlim, parece que vou vomitar, meu estomago está revirando.

_Não fique assim – ele falou – Pense que você vai casar com aquele que ama e que tudo será diferente a partir de hoje, você vai casar e ser muito feliz Gina.

Sorri, mas dessa vez um sorriso verdadeiro. Ele estava de terno preto, hoje realmente ele passaria totalmente por um trouxa. Sua gravata vermelha combinava com seus cabelos cor de fogo como os meus, e seus sapatos pareciam ter sido excessivamente lustrados.

Olhei novamente para frente e lá estava a tenda, tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Eu e meu pai demos pequenos passos para ficarmos o mais perto possível, sem sermos vistos. O sol agora não aparecia mais no horizonte, o céu estava parcialmente pintado de vermelho, e o vento soprava lentamente, fazendo os cachos de o meu cabelo saírem um pouco de ordem. Agora eu e meu pai estávamos parados, esperando, com os braços dados.
Agora nesse momento que eu estava esperando... Tudo que eu parecia ter vivido tinha se apagado. Nada, nenhum pensamento, me fazia desgrudar meus olhos da entrada, daquele lugar que mudaria minha vida.
Todas as memórias que eu tinha me apegado tão fortemente para me acalmar, agora pareciam meras... Lembranças. Nada era concreto, a partir daquele momento, todos meus erros e acertos do passado, eram o caminhar para aquele que seria meu destino, ali e agora. Lembranças são lembranças, e eu nunca podia me esquecer, que embora elas sejam as únicas que temos para sempre, o presente será a futura lembrança, e temos que vive-lo com intensidade e sem medo. Ali estava então, o destino, o caminhar de uma menina de onze anos que tinha uma admiração com aquele que era O Escolhido... Mas agora, quem era o escolhido mesmo? Eu só conseguia imaginar Harry, o meu Harry ali dentro...

Então, como se fosse um beliscão para me acordar para a realidade, uma música leve começou a tocar e eu me vi caminhando em direção ao tapete vermelho que se estendia a partir da entrada.

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