FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 



(Pesquisar fics e autores/leitores)



 




 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

50. É QUASE O FIM!!!!!


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

CAPITULO 50
QUASE - FIM



Rony aparatou de volta era quase manhã. Cinco e doze da madrugada, ele confirmou olhando no relógio.
Dentro da casa ele viu Hermione dormindo no sofá. Suspirou.
Sentou-se numa poltrona de frente para ela e apoiou a cabeça para trás, tentando relaxar.
Havia sido uma conversa difícil com o ministro. Apesar dos pesares ele tinha muito amor pela sobrinha.
Mais uma decepção para a coleção daquele incompreendido homem.
Rony fechou os olhos.
Que noite! Esperava nunca mais na vida passar por algo assim.
Ver claramente a dor nos olhos daquele velho homem, que tanto lhe ensinara e saber que parte disso era sua culpa. Involuntariamente despertara sentimentos nela.
Apesar dele ter lhe dito que isso não deveria interferir na amizade deles, Rony se sentia péssimo.
Abriu os olhos e notou que ela estava acordada. Olhava para ele, mas não disse nada. Quando notou que ele a viu afastou o olhar.
-Hermione... – disse baixinho.
-Me deixa sozinha, Rony. Eu quero ficar um pouco sozinha... – ela sussurrou.
-Não... – ele continuou falando no mesmo tom que ela, como se temesse assusta-la. Ajoelhou-se no chão perto dela e segurou sua mão. Ela não se afastou e ele ficou aliviado – Você precisa saber o que aconteceu.
-E o que aconteceu?
-O ministro deu uma bronca bela. Nunca o vi tão furioso. Disse que guardaria a penseira com ele e isso seria seu modo de chantagia-la. Cortou a vasta mesada que lhe dava e a expulsou da mansão que ela mora e é dele. Ele deixou bem claro que ela só voltara a ter mordomias com ele, quando ele tiver certeza que ela nos deixou em paz.
-Acha que ela irá parar? – sem saber porque, ela não conseguiu controlar as lágrimas.
-Vai, vai sim. Ela não é boba. – fez carinhos em seus cabelos.
-Eu sei...mas ela está apaixonada. – ela disse baixo e ele mal ouviu.
-Eu não sinto nada por ela. Hermione, você precisa acreditar em mim...
-Eu acredito – ela disse rápida.
-Eu sei. – ele sorriu e ela o olhou intrigada – você acreditou em mim, quando nem eu poderia me defender.
Ela corou e sentou-se no sofá, afastando-se dele.
-Foi o que você disse...lá dentro...
-E o que eu disse?
-Que você não bebia. E você nunca bebeu. Lembra daquela vez com Wisky de fogo? Acabou dentro do lago da lula gigante num dia de inverno...depois disso eu não me lembro de tê-lo visto beber...Além disso você não é tolo...Trazer a amante aqui para dentro? Seria o primeiro lugar que eu te procuraria depois de não acha-lo na cidade! – disse como se fosse óbvio – E...- olhou de esguelha para ele e quase perdeu a coragem de dizer – tem se esforçado para o nosso casamento dar certo.
-É claro que estou. – ele apanhou novamente sua mão e a levou aos lábios – E você também. Acho que na verdade, passamos daquela fase de ‘dar certo’ ou não, já somos um casal, Hermione. Isso é um casamento. Não um teste.
-Rony... – lágrimas vieram a seus olhos e ela não pode evitar que caíssem – Eu sei que não devia dizer isso...eu não quero pressiona-lo...eu nem quero que pense nisso..eu só não posso mais segurar...eu...- olhou para ele e se encheu de coragem ao dizer – Eu te amo, Rony. – fechou os olhos – Eu não aprendi a te amar, eu sempre amei. Por isso tinha medo desse casamento. De não agüentar esconder isso, de não ser capaz de me controlar mais...de acabar falando..eu...eu não queria ter ido embora, nem escondido Tabby...eu não queria ter passado cinco anos longe de você...porque eu nunca o esqueci!
-Hermione... – ele disse em tom surpreso e ela se afastou ficando de costas, para não encara-lo. Se houvesse se virado teria visto ele abrir um lindo sorriso enquanto assimilava a confissão dela.
-Nada precisa mudar entre a gente, rony. Você nem precisa se preocupar com isso! Não é porque eu sinto isso que você precisa se esforçar para sentir o mesmo! Eu...eu...
-Shimmm. – ele a abraçou por trás e começou a falar no seu ouvido – sabe por que eu fui atrás de você em Berlim, depois que me abandonou? – não esperou que ela respondesse – Porque eu era louco por você e havia decidido que seria minha mulher pra sempre.
-Eu sei... – ela disse com a voz entrecortada e engasgada pelo choro – Por isso não pode me amar de novo. Eu prefiro que não diga Rony, que não diga isso. Por favor, eu já sei que o meu erro apagou tudo que sentia e que me ama como amiga e mãe dos seus filhos. Só não posso...ouvir isso da sua boca...
-Você tem idéia de como eu me senti feliz quando te vi no jardim da Toca, abraçada a menina que havíamos salvado? Eu não percebi de imediato que Tabby era minha. Eu só pensava: É Hermione! – ele riu suavemente – Daí eu comecei a notar o seu desconforto e me perguntei por que isso. Porque se havia me esquecido? Porque se já não sentia mais nada? Afinal, tinha uma filha e essa filha tinha um pai. Um homem que ocupava meu lugar na sua vida. Só por isso te deixei ir...mas quando Tabby aprontou com o carro e vocês voltaram foi que eu tive um estalo! – ele riu novamente – Ela era a minha cara! E essa certeza cresceu à medida que eu olhava para ela e olhava para você e eu só consegui pensar: Hermione não vai mais embora. Mesmo que você quisesse, mesmo que eu tivesse que usar Tabata para fazê-la ficar!
-Por que está me dizendo essas coisas...? – ela perguntou com o coração acelerado.
-Por quê? – ele sorriu, e beijou seu pescoço – Lembra quando a gente brigou na sua sala no ministério? A gente transou e eu ia te falar como me sentia, mas você fugiu de mim. Foi então que percebi que não deveria falar nada. Estava confusa. Sentia-se culpada. Eu iria lhe dar tempo, mas você engravidou, a gente casou e eu pensei que com tempo você entenderia sozinha e seria mais fácil aceitar que não importa o que tenha feito no passado, ou o tempo que tenhamos ficado afastados, Hermione, eu sempre te amei. E vou morrer amando.
Ela ficou calada.
Havia se preparado durante meses para ouvir o pior. E agora sua mente se recusava a assimilar o que ele dizia. Virou-se em seus braços e tocou seu rosto, fitando seus olhos azuis sorridentes.
-Você me ama? De verdade?
-De verdade. – ele disse ainda sorrindo enquanto ela parecia nervosa e confusa.
-Todo o tempo? Esses anos todos?
-Sempre. Todos os dias. – respondeu pacientemente.
-Era isso que queria me dizer nessas férias? Que me ama?
-Sim. – ele viu um meio sorriso se formar em seus lábios e sorriu ainda mais – E era disso que você andou fugindo Mione, de ouvir que sou completamente louco por você. Que amo nossos filhos, mas isso não tem a ver com o amor que sinto por você. Esse existia antes de conhecer Tabby, antes dos gêmeos nascerem. Esse amor nasceu no expresso de Hogwarts, naquele primeiro dia quando entrou toda arrogante no nosso vagão atrás do sapo do Neville! Esse amor nasceu amizade e admiração durante nossa infância, e cresceu mais e mais, virando ciúmes e tesão na nossa adolescência e agora é amor, admiração, amizade e tesão e só Merlim sabe o quanto ele ainda vai crescer e se multiplicar a cada dia que estamos juntos! Eu te amo, Hermione.
Hermione tentou falar, mas dizer o que? O que uma simples mulher pode dizer diante de uma declaração dessas? Se já não o amasse, com certeza teria se apaixonado naquele exato momento.
Palavras não eram mais necessárias, por isso, ela fez a única coisa certa para o momento. O beijou.
Aquele mesmo beijo de quando tinham dezesseis anos, e estavam escondidos atrás de umas árvores no jardim de Hogwarts, ou no dormitório dos garotos, antes de fazerem amor pela primeira vez, ou ainda aquele quando o viu pela última vez antes de ir embora. Como ele disse um beijo de amor, admiração, amizade e tesão. Ou mais, um beijo de saudade, de esperança, de passado e futuro.
Um beijo que se estendeu para o sofá e horas depois para um gostoso passeio na praia...




Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 12) - Copyright 2002-2017
Contato: clique aqui

Moderadores:


Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.