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47. INACREDITÁVEL


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 47
INACREDITÁVEL



O casal Wesley brincava no mar, indiferente a qualquer movimento fora do circulo de privacidade criado por Rony. Se houvessem saído antes do anoitecer ou apenas desfeito a proteção, teriam notado a solitária figura andando pela areia.
Era uma bela mulher, vestida com um biquíni preto e uma canga azul. Trazia sobre os longos cabelos negros, um chapéu de abas largas. Nas mãos uma bolsa de praia.
Yumi havia chegado a Itália uma hora depois deles dois. Sim, sabia que os estava seguindo, mas não pudera evitar!
Havia se hospedado em uma casa próxima à deles dois e esperado que saíssem para forjar um falso encontro inesperado.
Sabia que não enganava ninguém, mas na guerra e no amor, vale tudo. Ao menos ela pensava e acreditava nisso.
Mas era inegável também os atropelos de decidir-se a ter um homem comprometido. Seria muito tola se ignorasse o fato dele ser apaixonado pela esposa. Tão fiel que irritava profundamente!
Quantos outros homens ela não desejou e teve num estralar de dedos? Vários!
Mas havia alguma coisa ali, entre aqueles dois, que o impedia de vê-la e deseja-la.
Mas Yumi já tinha uma idéia de como acabar com isso.
Por isso ficou ali, andando atrás dos dois, na surdina.
Eles andaram um pouco pela praia deserta, de mãos dadas, conversando bobagens, até pararem e Rony sacar a varinha e fazer seu feitiço de privacidade. Imediatamente suas imagens alegres sumiram e uma idiota barraca trouxa apareceu no lugar.
Yumi teve vontade de desfazer seu feitiço e pega-los no flagra! Mas o que diria a eles? Afinal eles eram casados, podiam fazer o que bem entendessem!!!
Mesmo assim o ciúme que a consumia nas últimas horas era enlouquecedor! Ele estava nos braços dela, aquela mulher sem graça e boba, que se deixava manipular por todos!
Como ele, um homem tão interessante, podia conviver naquela vidinha doméstica tão banal? Ele deveria estar correndo o mundo atrás de aventuras, a seu lado!
Com certeza ela o envolvia com aquela velha ladainha de filhos e amor de infância! Coisa idiota! Perder tanta vida, com uma mulherzinha daquelas!
Mas, Yumi tinha certeza que se tivesse a oportunidade de mostrar-lhe o quanto ele perdia, ele sem dúvidas, seria seu para sempre!
Estava anoitecendo, o sol morrendo no poente, quando os dois desfizeram o feitiço de privacidade e abraçados, começaram a andar em direção a casa que estavam hospedados.
Yumi os seguiu com o olhar fixo. Rony tinha os braços em volta dos ombros dela, lânguido e relaxado, e na outra mão carregava a sacola de praia. Estava sem a camisa e vestia só um short. Ela, por sua vez, usava a parte de cima de um biquíni brega, e tão sem graça quanto ela, e uma canga na cintura. Ok, ela até era bonita para quem tinha filhos, mas isso não queria dizer nada!!!
Yumi contava com bem mais que atrativos femininos ou sentimentos tolos como amor. Contava com esperteza. E determinação.




Rony saiu de um longo banho de chuveiro, se esticando todo, se alongando. Fazer amor na praia havia sido tentador e uma experiência única, porém seus músculos estavam reclamando do desconforto posterior. Sorriu quando encontrou Hermione vestida e arrumada.
-Nos vamos sair? – perguntou surpreso.
-Bem, na verdade, vamos – disse aproximando-se, com um panfleto nas mãos – Está acontecendo a festa da uva, uma festa típica aqui...e vai ter fogos de artifício trouxa! Eu sempre adorei fogos!
-Hermione, Hermione... – ele se afastou, olhando-a com desconfiança.
-eu juro, não estou querendo fugir dos nossos assuntos, apenas...quero passear um pouco com você. – disse com a cara mais inocente do mundo. – Vermos as estrelas, a lua..bebermos vinho artesanal feito na região...provarmos os queijos e as massas...O que acha? Um pouco de diversão antes dos assuntos sérios?
Ele a olhou ainda com cara de poucos amigos e ela disse em tom de suplica:
-Ah, Rony, vamos lá! O que temos para conversar não pode ser tão sério assim, que não possamos sequer adiar para amanhã! Vai dizer que é algo terrível e assustador? Não, é claro que não! Apenas vamos...discutir assuntos do passado... – baixou os olhos – um passado que já superamos, não é?
-Certo. Você tem razão. – ele disse ainda sério – Vamos nos divertir um pouco.
Tão logo ele voltou ao banheiro para se barbear, ela sentou na beira da cama, soltando o ar que estava preso em seus pulmões. Conseguira postergar a conversa que teriam.
Ela não se sentia pronta a sentar a seu lado pacientemente, ouvindo da boca dele o quanto era triste ele não conseguir mais amá-la, quando no passado havia tanto amor entre eles.
Sabia que era inevitável colocarem em pratos limpos tantos sentimentos represados, e ela também estava consciente que acabaria se revelando.
Revelaria a ele o quanto o amava e estragaria tudo entre eles.
Rony sempre detestou sentir-se pressionado, e seria difícil para ambos fazerem de conta que nada aconteceu, que nada foi dito.
Mas quem sabe, se pudesse mantê-lo bem ocupado nessa viagem, ele esquecesse aquela idéia de conversarem?
Mesmo descrente de que teria êxito, Hermione se convenceu que precisava tentar.
Afinal, era o seu coração que estava na linha de fogo.
Não sabia se seria capaz de continuar sua vida ao lado dele, depois de ouvir da boca de rony que ele não a amava.
Fechou os olhos, tentando controlar a vontade de chorar.
E tudo por sua própria culpa! Pela imaturidade que a fizera deixa-lo no passado!
-Hermione! Pega a minha camisa azul? Eu esqueci!
Ela ouviu o grito descompromissado dele vindo do banheiro e levantou-se, apanhou a camisa, e a levou ao rosto, sentindo o perfume dele, ainda presente no tecido.
Buscando ânimo e forças para não se entregar ela foi para o banheiro, disposta a fazê-lo esquecer daquela conversa.
E realmente, ele esqueceu.
Nas próximas horas, esqueceu de tudo, andando de mãos dadas com Hermione pelas ruas apertadas e estreitas da pequena Vila, onde ficava o centro da cidade.
Era uma festa interiorana, que conservava todo um ambiente antigo e acolhedor. Ele pessoalmente adorava aquele tipo de ambiente. E pelos olhos brilhantes de Hermione, ela com certeza estava se divertindo tanto quanto ele.
Havia várias barracas com frutas, artesanatos, doces e bebidas. Longas cordas adornadas com bandeirinhas cruzavam a praça, formando uma espécie de toldo sobre eles.
Mas, mesmo entre o colorido das fitas e papéis crepom, ainda era visível o brilho da lua e das estrelas.
-Harry sabe escolher um lugar para viagem, Rony! Esse lugar é divino! – ela comentou sonhadora.
-Sim, ele sabe mesmo. Ele e Gina vieram para cá de lua de mel, por isso ele me recomendou. O lugar ideal para colocarmos nossos assuntos em dia...
-Olhe ali! – ela o interrompeu, fingindo exagerado interesse por uma barraca com bonecas e outros brinquedos artesanais – olhe que lindo! Vamos, vem, Rony!
Ele a seguiu tentando não se irritar, com as nada discretas escapadas dela.
“Certo, Hermione, fuja de mim, mas quando eu te pegar...” ele pensou, imaginando de ela realmente pensava que ele a deixaria escapar assim, fácil.
Rony não queria estragar o passeio, porque era divertido estarem juntos, sozinhos, como quando namoravam. Ele amava os filhos, mas ás vezes, sentia falta de um pouco de privacidade. Nada que uns dias com ela não resolvesse.
Estava tão absorto observando-a conversar com a vendedora trouxa, encantada com as belas bonecas de pano e porcelana que levou um susto ao ver uma figura entre a ‘quase’ multidão.
Não...não podia ser...olhou, mais desconfiado, e não acreditou.
O que Yumi estava fazendo ali???
Será que essa mulher não tinha senso de ridículo???
Rony estivera aliviado durante sua reunião com o ministro a dias atrás, quando imaginara que ela daria um jeito de monopoliza-lo, porém sequer a vira. Tivera esperança dela ter entendido finalmente, que ele estava feliz com a vida que tinha.
As vezes, Rony se perguntava, o que deixa Yumi tão interessada nele. A idéia de ter um homem que seu tio milionário aprovava, e que poderia trazer a ela a fortuna que sozinha ela não conseguiria arrancar dele, ou o fato de ter sido esnobada por um sujeito qualquer, que deveria ter se arrastado a seus pés logo no primeiro olhar.
Qualquer um desses pensamentos, eram terríveis e o faziam se sentir péssimo.
Ainda bem que tinha Hermione.
O que seria dele sem aquele amor verdadeiro? Convivendo com mulheres fúteis e mesquinhas? Acabaria refazendo os mesmos erros de Guilherme.
Pobre Guilherme.
Às vezes ele se confessava com os irmãos, embora implorasse que não contassem a seus pais, sobretudo a Molly Wesley.
Ele descobrira com os anos, que Fler apenas se casara com ele, para não parecer fútil a ponto de desmarcar o casamento nas portas da igreja, por ele não ser mais o homem bonito que ela se apaixonara.
Mas Hermione não será assim, ela sempre pensava nos outros antes dela mesma.
Deu mais um olhar na direção de Mione e se afastou lentamente, pensando que ainda daria tempo de tirar Yumi dali e evitar uma cena com Hermione.
Provavelmente ela pensaria que haviam marcado alguma coisa, ou quem sabe, o que o cérebro ciumento dela criaria!


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