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43. A MENINA ENFURECIDA


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 43
A MENINA ENFURECIDA

Hermione passou os dias seguintes em pé de guerra com Tabata. Inconformada em não viajar com a ‘vó Minerva’, ela se dedicara a hostiliza-la a todo momento que tivesse chance. Além claro das constantes indiretas sobre a mãe preferir os gêmeos a ela. A aversão dela aos gêmeos havia chegado a um ponto que Hermione teve que pô-la de castigo depois de encontrar uma bomba de bosta no berço de Elise. A pobrezinha precisara de três banhos para se livrar daquele cheiro terrível!
Naquela tarde, Hermione simplesmente não deixara Rony fazer nada. Depois de uma longo discussão sobre ela merecer umas palmadas no traseiro, ela o convencera a castiga-la apenas.
“-Eu nunca bati na minha filha e não vou deixar ninguém fazer isso! Mesmo que seja o pai! – ela disse chocada.
-Mas, Mione, mamãe nos avermelhava a bunda com o chinelo e isso não nos matou! – ele disse indignado.
-Ok, dê suas palmadas! Mas aí, ela terá dois inimigos. Você e eu!”
Impotente ele apenas concordara. Ele estava conhecendo aquele seu lado vingativo. Tabata era um doce, porém, era uma menina difícil.
Com os preparativos da viajem as aulas diárias haviam sido canceladas e Tabby ficava resmungando a manha toda pela loja, pois estava de férias da escola primaria e sem nada para fazer a tarde toda.
Sempre que ela chegava perto dos berços, Hermione via Mônica aproximar-se rápida e ficar perto. Tabata a olhava com rancor e se afastava. Ela suspeitava que a empregada vira algo e estava encobrindo.
Vendo Mônica arrumar uma pilha de livros na estante ela chamou:
-Mônica, vem aqui um pouquinho...
-Pode falar, sra.Wesley – ela disse sorrindo.
-Prefiro que me chame de Hermione, eu já disse! – elas sorriram uma para a outra, e Mione olhou para uma quieta Tabby sentada nos degraus da escada que levava ao segundo andar. Ela parecia abatida – O que Tabata aprontou? Sei que está de olho nela.
A menina pareceu surpresa e sem fôlego.
-Não foi nada demais...ela...
-Pode falar, eu sei como ela esta esses dias – disse conformada.
-Fred e George trouxeram sorvetes para ela hoje cedinho, quando estava atendendo o fornecedores e quando me descuidei, ela estava tentando coloca-lo dentro das fraudas da Elise!
Hermione olhou incrédula para Tabby.
-Ela pediu desculpa ainda há pouco. Disse que sentia muito e que não sabia por que estava fazendo isso, mas achei melhor ficar de olho nela um pouquinho...
-Obrigada, Mônica. Não é fácil cuidar deles...
-Eu sei, minha mãe teve nove filhos! Eu cuidei dos últimos três e acredite, entendo disso!
-quantos anos você tem mesmo, Mônica? – uma idéia se formou em sua mente.
-Dezesseis...
-acho que nunca perguntei por que não esta na escola, não é?
-Não...o sr.Wesley disse que isso não importava... – ela disse corando. – Sou um aborto. Meus outros irmãos todos são bruxos. – disse triste – Não fui aceita em Hogwarts...e preciso ajudar em casa...
-Não se preocupe, sou trouxa e tem o risco de meus filhos nascerem aborto. E isso não quer dizer nada. – disse resoluta.
Mônica sorriu agradecida, provavelmente por ser muito destratada de sofrer preconceitos constantes.
-Mônica, você entende muito de crianças, e se da muito bem com as minhas, não é?
-Ah, eu adoro os bebes! – ela sorriu – E Tabby é uma amor, quando não me odeia, claro!
-Sabe, acho que tenho uma proposta para você... – disse pensativa e olhando para Tabby com segundas intenções...

Tabata desceu os degraus da escada de casa, como se estivesse indo para a forca. Sabia que vinha se comportando mal, e estava absurdamente arrependida por isso. Apesar de não se controlar, não podia impedir a própria mente privilegiada de entender os motivos dos pais. E sentia falta do colo da mãe e das brincadeiras com os gêmeos.
E agora, estava naquela enrascada. Tia Ginny havia lhe mandado tomar banho e se arrumar para o jantar. Todos os tios estariam lá.
Imaginava o que deveria acontecer. Iriam mandá-la para um internato ou coisa parecida. Ou pior, sua vó lhe daria uma daquelas surras que vinha lhe prometendo desde que ela fizera Elise levitar do berço e tentara leva-la até a banheira cheia d’agua. Claro que não afogaria a irmã. Ela a amava. Só queria chamar atenção. Mas agora, estava tudo perdido.
Eles iriam se livrar dela e ficar só com os gêmeos que eram bonzinhos.
Sentiu aquele aperto quando parou no último degrau da escada. Não iria chorar embora sua carinha desse dó, de tão triste e arrependida. Abriu a porta da cozinha esperando encontrar até dementadores esperando-a.
Seus olhos se arregalaram quando viram as malas no canto da cozinha. Olhou para a mãe que a olhava com surpresa. Alarmada correu para os tios Fred e George. Eles também aprontavam e ninguém os mandava embora!
Fred a pegou no colo e ela escondeu o rosto no ombro dele.
-Acho que aqui tem uma menina morrendo de medo de apanhar. O que acha George? – ele brincou – Reconhece o cheiro de medo e arrependimento?
-Ah, como não? – ele fingiu cheira-la – Como se chorar adiantasse. O que acha Fred? Hermione tem cara de quem usa chicote ou relhos?
-Ah, eu teria mais medo da mamãe – ele respondeu piscando para o irmão – Não queria estar na pele dessas irmãs ingratas que tentam afogas as irmãzinhas indefesas... – ele parou quando a ouviu chorar.
-Pare com isso, Fred e George! – disse Hermione amolecida pelo choro dela. Aproximou-se e Tabby se jogou no seu colo.
-Ai, meu bebê, não chora – sentou-se com ela numa das cadeiras desocupadas – seus tios só estavam te assustando, querida. Foi errado o que fez com sua irmã, e o que tem feito durante toda a semana, mas ninguém vai te bater! – vendo que ela não parava de chorar ela afastou rostinho de Tabby de seu ombro e fitou seus olhos avermelhados.
-Não me manda embora, mamãe... – ela chorou – Eu fico boazinha, eu prometo!
Hermione olhou para as malas perto da porta e sorriu.
-Tabata! Você não vai embora! – riu, vendo-a parar de chorar na mesma hora – Conversei com Prof.Minerva e você vai viajar com ela. Agora à noite. Íamos lhe fazer uma surpresa.
Ela a olhou envergonhada e então olhou para os tios e avós e baixou o rostinho encabulada.
-O mal dos Wesleys sempre foi a consciência pesada – disse Guilherme, que sem a esposa, e as filhas, parecia mais jovem e alegre, numa das raras oportunidades em que Fler lhe dava paz.
Todos riram e depois de muita zoação com a menina, alguém surgiu na lareira da sala.
-Ah, chegou sua babá – disse Hermione. – Falei com Minerva, e ela concordou que você precisaria de uma acompanhante mais acostumada com crianças. O que acha? Mônica concordou em ir com vocês.
-Oba! – Tabby gritou, saindo de seu colo e pulando no colo de Mônica – Legal, tia Mônica!
-Ah, mas não se esqueça, Tabby, que você precisa se comportar, porque Mônica vai me contar tudo quer você aprontar nessa viagem! – Hermione ameaçou. – Serão doze dias. Doze dias, em que Prof.Minerva não poderá voltar só porque você está com saudades de casa. Vai ter que ser uma mocinha e ficar boazinha com elas. Ok? Nos falaremos todos os dias, por portal e lareira. Acha que esta pronta para isso?
A menina concordou rapidamente e Mione quase desejou que ela não quisesse.
Depois que ela e Mônica se despediram e sumiram pela lareira em direção a Hogwarts de onde partiriam, Hermione sentou-se no sofá triste.
-Relaxe, Hermione – Gui disse – Carlinhos está na Albânia a trabalho e dará uma olhada nela nesse tempo. Além disso, não conheço ninguém mais confiável que prof.Minerva.
Ela teve que concordar, embora seus olhos tivessem lágrimas da saudade antecipada que sentia.



















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