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42. NADA É COMO PARECE SER


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 42
NADA É COMO PARECE SER

Hermione olhou Elise entre lágrimas. Arregalou os olhos. Luke estava a seu lado.
-O que... – tocou-o, alivio brigando com a razão – Meu Deus... – pegou-o no colo, abraçando-o forte.
Elise acordou e chorou, como raramente acontecia. Mônica a apanhou, ninando-a, e olhando surpresa para a patroa. Mas ela não podia dizer nada agora.
Seu coração estava apertado. Ter quase perdido Tabata meses atrás tinha sido terrível, e agora aquela dor tinha sido forte demais para ela.
-Está tudo bem agora, Sra.Wesley – Mônica disse com voz tremula, tentando desesperadamente acalma-la, acalmar Elise e ainda se acalmar – Luke está bem, foi um engano.
Mas ela não queria ouvir. Queria apenas segura-lo forte, e senti-lo em seus braços.
Ainda chorava quando Rony aparatou com a mãe. Harry e Gina logo atrás, todos pálidos e lívidos.
-Merlim, o que aconteceu? – ele ajoelhou-se, tocando as costas do bebê que ela abraçava, seu rosto junto ao do menino. – Hermione, fala comigo.
-Sr.wesley... – Mônica disse ainda tremendo – Luke não estava no carinho e quando olhamos, estava.
-O que? – ele disse confuso.
-Isso mesmo. Ele não estava na loja. Não estava em lugar nenhum. Achamos que alguém havia o levado embora...embora não tivéssemos visto nada! Mas aí, quando olhamos, ele estava no carinho, como se nada houvesse acontecido! A sra.Wesley está nervosa, não consegui acalma-la... – a menina disse fungando.
Gina aproximou-se e apanhou Elise.
-Certo, Mônica, pode relaxar agora. Beba alguma coisa, - Harry pegou alguns galões no bolso – Compre alguma coisa para você, um refresco e tome um ar...não vamos abrir a loja hoje a tarde.
-Tudo bem – ela disse, ensaiando um sorriso assustado – Qualquer coisa é só me chamar...
Ela saiu e Molly Wesley tirou Luke de Hermione. Ela não protestou, porque Rony a abraçou logo a seguir.
Ela ouviu Harry, Gina e ela discutindo sobre ele, mas não conseguiu concentrar-se. Sentira tanto medo. Tanto. Tentou falar, mas Rony falou antes:
-Luke está bem, Hermione. Olha para mim, e me conte o que houve.
Sua voz firme a acaLmou e ela conseguiu segurar as lágrimas. Contou rapidamente tudo que aconteceu em detalhes. Ele estava tenso e silencioso.
-Acho que já sabemos o que aconteceu, Rony – disse Harry. Gina não estava mais tão pálida e ninava Elise, como se ela fosse sumir a qualquer momento, dando beijos nos cabelos da menina que segurava de pé, de frente para os pais. – Quando investigamos a árvore genealógica de vocês dois, não havia nada de novo, como já contei, nenhum bruxo na família de Hermione, ou mestiço. Porém na família Wesley, do lado de Artur, houve um tio avó com poder de teletransferencia corpórea. Ele não era propriamente um bruxo. Na verdade era um aborto.
Hermione entreabriu os lábios chocada. Tinha se convencido que não teriam esse problema.
-Teletransportadores conseguem camuflar sua presença. Podem adquirir qualquer aparência desejada, em qualquer ambiente. É provável que Luke esteve todo o tempo dentro do carinho. Claro, precisamos consultá-lo com um especialista antes de afirmar isso. – Harry completou.
-Ele...é um aborto? – Molly sussurrou, apertando o neto entre os braços – é uma pena. – ela disse triste.
-Sim, é uma pena – disse Harry – Isso acontece bastante. Não é um problema, de qualquer forma.
-Não é mesmo! – afirmou rony, embora olhasse triste para ela.
Hermione entendia o que ele sentia. Luke não viveria as maravilhas que eles viveram em Hogwarts. Por outro lado, ele era filho deles e o amor não muda por um pequeno detalhe.
-Hermione, eu posso levar Luke em um especialista? O que acha? – Harry se ofereceu.
-Claro. – ela concordou, ainda atordoada.
-Ok, Luke – ele brincou se voltando para o bebê que babava na própria mão que tentava morder – Vem babar no padrinho, que à gente vai fazer um passeio...
-Eu vou junto. - anunciou Gina, se aproximando, beijando a cunhada e o irmão.
Molly Wesley, que apanhara Elise, a colocou no carinho e disse com voz rouca e obviamente contrariada:
-Está na hora do almoço. Irão para casa?
-Não – disse Rony decidido – Pode ficar com Elise, mamãe? Eu a busco à tarde...
Ela não disse mais nada. Apanhou o carinho e aparatou.
Hermione sentiu-se mal ficando sozinha com ele.
-Rony...Eu sinto muito, a gente devia ter pensado nisso...Eu sou trouxa e...
Ele sorriu triste e maneou a cabeça.
-Isso não importa. Luke não é diferente de Tabata ou Elise. São nossos filhos. Ele terá um futuro brilhante independente disso. Muitos abortos estudaram em Hogwarts. Ele terá que se esforçar muito e nunca será um bruxo realmente, mas poderá viver com magia se ele quiser.
-Teremos que cuidar dele, Rony, para que não se sinta inferiorizado numa família toda bruxa. Tabby é tão...tão poderosa. E Elise...ela promete o mesmo. Não quero nenhum deles sentindo-se menor ou diferente.
-Ele só pode sentir-se amado, Hermione, não pode ser de outro jeito. – ele acariciou seu rosto e ela sorriu um pouco. – Foi um susto não foi?
-Nossa. – ela suspirou – Eu perdi o controle...
-Mamãe quase me matou quando me disse...daquele jeito delicado dela, você sabe, como é.
Eles riram um para o outro e se beijaram.
Se afastaram com o barulho do sininho da loja tocando. Mônica estava na frente deles com uma expressão engaçada de constrangimento e vergonha.
-Eu...fiquei muito assustada...acho que me apeguei aos bebês... –ela disse sem jeito – Não consegui ficar longe...
Hermione sorriu.
-Ainda bem – ela disse e a jovenzinha sorriu mais aliviada – Elise está com avó na Toca. Porque não vai lá passar à tarde com elas?
-Eu posso mesmo? – ela disse empolgada.
-Porque não? – disse Rony observando a menina que ainda não podia aparatar correr para a lareira no fundo da loja. Então ele sussurrou em seu ouvido – Está pensando no mesmo que eu?
-A babá perfeita... – ela sussurrou e sorrindo o abraçou.
Eles se beijaram novamente e deixaram a loja. Simplesmente andaram pela rua, como faziam em crianças e adolescentes, descendo as ruas apanhadas de bruxos, abraçados e em paz.
Era quase noite quando eles voltaram para casa. Muitas sacolas da Dedos de Mel, que não visitavam a anos, e outras tantas de ‘tralhas’ de quadribol, como dissera Hermione.
Harry e Gina estavam jantando com Tabby na cozinha e Rony entrou dizendo:
-Olha só, a gente sai, e quando volta esses aí já invadiram nossa casa de novo.
-Obrigada, maninho, pela consideração – ralhou Gina. – Preparei uma sopa.
Rony olhou para Harry e os dois começaram a rir. Gina inflou de indignação,mas confessou:
-Ok, mamãe mandou a sopa pronta. Eu só esquentei.
-Eu jamais imaginaria algo assim, Gina. – Rony gozou com sua cara sentando-se na cadeira esfomeado.
-Papai, Vó Minerva me convidou para ir com ela a Albânia. – disse Tabby com olhos brilhantes.
Rony largou a colher e olhou para Hermione.
-Como assim, querida? – Hermione fez de conta não se importar muito.
-É que vó Minerva vai até uma escola que tem lá, mas a gente não pode saber onde é, porque nenhum escola pode confessar seu caminho verdadeiro e ela irá ver um bruxo chamado Heldor. Ele é da idade dela, e foi amigo de Dumbledore e dela na adolescência, e agora ele é muito importante e parece que vão fazer um campeonato Tribuxo de novo esse ano e eles precisam conversar. Daí ela achou que eu gostaria de conhecer outra escola e que isso seria muito importante para minha formação e... – a menina parou abruptamente para tomar fôlego – ela disse que mandara uma coruja para mamãe amanhã, para conversarem.
-Eu irei falar com ela e então decidiremos, querida – ela disse tentando ser imparcial.
-Mamãe, eu quero realmente ir – ela disse notando o clima tenso entre os pais – Eu sou novinha, mãe, mas eu quero ir. Eu vou me cuidar, e vó Minerva não vai descuidar de mim!
-Tabby, talvez prof.Minerva não esteja acostumada a cuidar de uma menina de quatro anos. – Hermione tentou mediar a situação – ela tem a melhor das intenções, mas ela não saberia cuidar de você.
-Mas mamãe...eu quero ir! – ela ameaçou choro, porém não disse mais nada.
-Falarei com Minerva, mas não acho isso muito bom, Tabby.
-Mas eu quero ir! – ela gritou, avermelhando e jogando a colher longe.
-Tabby, por favor, entenda. – Hermione tentou acalma-la – Eu não posso deixa-la ir.
-Mas eu vou! Não pode mandar em mim! – a menina gritou de novo.
-Tabata. – Rony disse sério e baixo, fazendo a menina parar e olha-lo acanhada. – Baixe o seu tom, querida, e ouça o que sua mãe está dizendo. Ela sabe o que é melhor para você.
-Mas, papai...Eu quero ir...
-Falaremos com prof.Minerva, é só o que podemos lhe prometer. – ele disse sério e ela não retrucou. Olhou magoada para a mãe, mas voltou a comer com cara feia.
Terminado o jantar, Gina se ofereceu para coloca-la na cama e levou Elise consigo. Hermione não parecia muito disposta a deixar Luke sair de seu colo.
-Falamos com Madame Albertina. Ela tem um conhecido, Sr.Ernest. Um especialista em casos de magia, de genética entre bruxos e trouxas – ele disse sério – ele confirmou que Luke manifestou teletransferencia. Inclusive separou uma poção para tomar, isso evitara que ele manifeste a todo momento, como acontece com as flores de Elise. Seria terrível perde-lo a todo momento.
Hermione concordou com a cabeça, beijando o bebê para compensar a lembrança do medo que sentiu ainda a pouco.
-Obrigado, Harry – Rony entregou-lhe uma taça de vinho e lhe deu um tapinha nas costas – Não tínhamos cabeça para levá-lo.
-Ele é meu afilhado. – ele disse avermelhando e bebendo rapidamente um gole de vinho – E tem mais. O velho Sr.Ernest, me disse que Luke não é um aborto. Ele é bruxo. Um bruxo com teletrasnferencia corpórea. Achei que gostariam de saber.
-E você nos conta isso só agora? – Rony jogou uma almoçada nele indignado. Harry riu alto e Hermione riu também.
Ela olhou para Rony, que a olhou também. Ele sentia o mesmo que ela. Alivio. Alegria.
Harry olhou de um para o outro.
-Bem, acho que vou colocar Luke na cama...
Ele pegou-o e saiu da sala de fininho...








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