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40. O MEDO DE HARRY POTTER


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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oi, estou postando apenas um cap. porque minha internet está falhando! Amanhã, vou tentar postar os demais cap. que faltam!!! Ah, gente, a fic tá acabando...Estou tão triste!!! Mas nao se preocupem, ainda tem uns dez cap, pela frente!!!
Abraços!

CAPITULO 40
O MEDO DE HARRY POTTER


Horas depois, Hermione avistou Harry sozinho em um canto. Levantou-se, olhando em volta e notando que seus gêmeos monopolizavam todas as atenções e andou lentamente até ele. Ele olhava a foto que ela e Rony tiram com os filhos.
Havia lágrimas em seus olhos.
-Harry? Está tudo bem?
-Ah, sim... – ele disfarçou a emoção – estava apenas lembrando dos meus pais – ele disse sincero e ela sentiu a garganta apertar - eles tinham muitos sonhos...
-Está tudo bem, Harry, não se envergonhe de sentir-se assim. – olhou a foto com lágrimas no olhos – Estamos todos tão felizes, que as vezes dá medo – ela confessou.
-Eu sei -ele disse - Nesses últimos anos, eu tenho evitado pensar nisso. Gina quer filhos, mas eu não...me sinto capaz de esquecer tudo que aconteceu com meus pais. Pensar em deixar um filho sozinho, caso eu não possa... – ele interrompeu-se emocionado.
-Mas, Harry, o medo sempre existirá – ela apartou sua mão, e o fez prestar atenção nela – Eu tive medo de morrer quando Tabata nasceu. De deixa-la sozinha com meus pais, deles não saberem ama-la como eu poderia fazer. Então eu tive medo de novo, quando não conseguia dar a luz ao Luke. Eu tive medo que ele morresse na minha barriga. Que morresse e nunca visse seu rostinho – disse emocionada – quando acordei hoje e me vi aqui...eu tive medo de ser um sonho, de ter perdidos todos vocês, de nunca mais vê-los. Tudo isso poderia ter acontecido, mas não aconteceu. E mesmo que haja o medo, ainda assim existe a felicidade de tê-los, Harry. Você sabe, não sabe? – ela sorriu entre lágrimas – Não dá para explicar, é incrível, e mesmo que eu pudesse ter apenas alguns poucos momentos com eles, ainda assim, valeria cada minuto de tristeza futura. É um amor maior, Harry, maior que qualquer outro. Não tenha medo de ser pai. Porque você já é. É um pai para Tabata. E será para Luke e Elise. não pode se esconder de amar, Harry. O amor nos escolhe. Não nos a ele.
Ele não respondeu nada, mas ergueu sua mão entrelaçada a sua e beijou longamente. Sorriram um para o outro e ele disse contendo as lágrimas.
-Melhor eu correr e tirar uma foto com meus afilhados antes que Fred e George comecem a sacanear as fotografias!
Hermione olhou para as próprias mãos e quase pulou de susto quando Gina sentou-se a seu lado.
-Eu achei que Elise poderia ser como minha filha – ela confessou- Eu já havia me conformado em não ter filhos, com o medo que Harry têm. Então quando ela nasceu, nas minhas mãos eu achei que fosse com consolo de Deus, para me conformar...
-É claro que não! Eu quero que seja mãe dos meus filhos, mas também quero me sentir mãe dos seus – sugeriu, fazendo-a sorrir – Fale com ele, Gina, faça-o ver como você se sente. O quanto é importante para ele também.
Gina suspirou e puxou o ar, como se precisasse encher os pulmões antes de falar.
-Farei isso, hoje à noite, Harry não me escapa! – ela riu – Parabéns, Hermione. Você foi muito corajosa. Eu teria pedido um parto mágico!
-Mas eu pedi. – ela sorriu.
-Mas aquilo não foi um parto mágico – ela disse e Hermione arregalou os olhos – Definitivamente não foi!
-É claro que foi. O que você acha que é um parto mágico, Ginerva?
-Mamãe disse que não doía nada... – arregalou os olhos e Hermione riu. – Mamãe mentiu?
Hermione riu ainda mais.
-Hermione?
-Se ela disse que não dói, é porque não dói – riu ainda mais, vendo-a surpresa e chocada.
Naquele clima agradável, a tarde passou rápida e acelerada, com o perfume das inúmeras flores que Elise produzia cada vez que alguém a pegava nos braços...



As semanas correram no calendário, entre inúmeras visitas, como a de seus pais, recém chegados da Alemanha, junto a Mary, o filho e Vitor. Todos confortavelmente instalados em um apartamento trouxa, que seus pais haviam comprado recentemente.
Hermione mal teve tempo para vê-los, ou conversarem. Passado os primeiros dias, ainda acamada, restara a correria de cuidar de dois bebês recém nascidos. Elise era sempre atenta e quieta, porém Luke gastava todo o tempo em que não dormia, chorando e exigindo sua atenção.
Sem Alissar, Hermione estaria em pânico, mas a Elfa parecia ter muita experiência em cuidar de tudo ao mesmo tempo e não deixara a patroa se preocupar com fraldas sujas, ou roupas para lavar e sempre que Hermione pensava em mamadeiras, elas apareciam prontas e na medida. Ela era seu anjo da guarda.
Aparentemente, agora que não podia usufruir de sua atividade de babá, Fler havia perdido o interesse e pouco se viam. Ela deixava suas filhas com Molly e não se dignava sequer a fazer uma visita.
-Aquela lá é um nojo só. Eu te disse, Mione, ela não é sua amiga. É uma sangue suga francesa! – havia lhe dito Gina, que jamais gostara da cunhada arrogante.
Mas Hermione entendia os motivos dela. Para Fler ter gêmeos era como dizer que apesar de francesa e veela, era tinha algo dos Wesleys. E agora, ter perdido essa atenção a deixava invejosa. Logo passaria, pensou. Aquela tarde, ela estivera ocupada com um tal jantar de aurores na cede do Ministério. Algo inevitável e que exigia formalidades, como levar a esposa.
Mesmo depois de jurar veemente que ele não queria aborrecê-la, Rony confessara que tinha planos para depois do jantar.
Ela suspeitava de seus motivos. Tendo tido alta, Madame Albertina a liberara para ter intimidades. Mas a correria a fizera despencar na cama todas as noites exausta.
E se fosse bem sincera, teria de admitir que estava desconfortável com essa idéia. De Tabby ficara cinco anos sem sexo depois do parto, mas agora fazia apenas quatro meses. Quatro longos e exaustivos meses de atenção total aos filhos.
Rony ficava com ela todas as noites e não a deixava sozinha, mesmo assim era coadjuvante. Elise dormia calmamente com ele, e parecia muito feliz em se contentar apenas com o pai e a irmã, indo adoravelmente bem para qualquer colo disposto a mimá-la. Porém Luke reconhecia seu cheiro e não aceitava nada menos que a mãe. Segundo, Molly Wesley, filhos homens eram terrivelmente apegados à mãe. E se fosse assim, com certeza eles não teriam mais irmãos.
Tendo separado o vestido, os sapatos e decido o que fazer com os cabelos, ela tomou um longo banho, depilou-se e perfumou a pele, esperando sinceramente estar bonita o bastante essa noite.
Era cinco horas, quando pega de surpresa, teve uma visita inesperada. Estava tentando fazer Luke comer, quando Tabby regressou de suas aulas junto com Prof. Minerva.
-Mamãe! Mamãe! – ela entrou gritando na cozinha.
-Oi, docinho – retribuiu seu beijo e olhou surpresa para a ex-professora – Prof.Minerva! que surpresa!
-Sim, eu pensei que seria. Tabata me convenceu a vir hoje. – ela tirou desajeitadamente um embrulho de entre as roupas – Parabéns, - apontou as crianças.
-Oh, obrigada! – disse verdadeiramente orgulhosa – Ah, sente-se...eu... – olhou há cozinha um pouco encabulada.
Ela não pareceu se importar em sentar-se numa cadeira e esperar os bebês comerem.
-Esse é Luke, vó Minerva – Tabby começou a contar – Ele chora o tempo todo! E não deixa a mamãe em paz! – ralhou recebendo um olhar severo da mãe – Mas ele é bem bonitinho, né? – ela mexeu com o bebê para fazê-lo olha-las – E essa é Elise! Eu adoro ela! – deu um beijinho na bochecha do neném, enquanto ela mamava concentrada. Elise largou a mamadeira e ficou sorrindo. Flores começaram a nascer nos cabelos de Tabby e Hermione pegou a varinha dizendo:
-Finite encantate!
Elas pararam na mesma hora.
-Elise faz isso toda a hora. Se deixar a casa fica coberta delas – disse sem graça com aquela cena tão familiar.
-Sim, sim...eu tive que consultar Dumbledore sobre isso também – ela confessou – Sabe, que não é comum essa manifestação de poderes mágicos assim, tão cedo. – Tivemos uma longa discussão e chegamos a conclusão de que teremos que avaliar suas árvores genealógicas para identificarmos a razão. Tabata é muito poderosa, Hermione. E Elise promete o mesmo. Não deve se surpreender se eu disser que isso não é esperado da mistura de bruxos e trouxas.
-É, eu sei – ela sentou-se pesadamente na cadeira.
-Falei com Harry Potter, e o ministro sobre isso. Sobre a dimensão dessa possibilidade de uma nova raça. Eles acham improváveis. Por isso, precisamos saber exatamente quanto de magia existe na família Wesleys e na sua.
-Harry não me disse nada... – ela disse desconcertada.
-Não seria um bom momento – ela olhou os bebês. Levantou-se e disse – não se preocupe, é apenas mera formalidade.
-A senhora gostaria de pega-los? – Hermione perguntou num impulso vendo que ela pretendia ir embora.
Surpresa prof.Minerva pareceu dividida entre o desejo de concordar e de negar.
Hermione esqueceu completamente do jantar, conversando com prof.Minerva e Tabby sobre as aulas. A velha professora parecia ter perdido o medo de pegar os gêmeos, e mantinha Elise no colo, olhando para ela com afeição.
Rony chegou acompanhado por Harry e Gina. Pareceu um pouco decepcionado por ela não estar pronta. Gina estava impecável.
Sentindo-se relaxada e descuidada, ela despediu-se da professora e subiu apressada para o quarto. Terminou de vestir-se e maquiar, e apanhou a poção alisadora, para mudar os cabelos quando ouviu o choro alto. Pela potencia só poderia ser Luke. Chegou a levantar-se quando se recriminou. Não podia sempre correr até ele. Mesmo tendo o coração em pedaços, sentou-se na beira da cama e esperou que ele parasse de chorar. Demorou vários minutos, e ela ponderou que se ninguém havia a chamado era porque davam conta.
Desistiu da poção e prendeu os cabelos no alto da cabeça, deixando-os soltos na parte de baixo.
Mirou-se no espelho, ponderando que o comentário irônico da Sra.Wesley a alguns dias era verdade:
“Ela nem parece que teve filhos.”
Era verdade. Enfim sua infância sem doces, tivera sua recompensa! Vestiu saltos altos e apanhou a bolsa.
Desceu e encontrou apenas Harry, Gina e Harry com os gêmeos.
-Prof. Minerva teve que ir. – Harry disse – Está linda, Mione!
-Obrigada Harry! – sorriu agradecida pelo elogio.
Notou que Rony havia gostado do vestido azul turquesa, pelo brilho inconfundível em seu olhar.
Aparataram para a recepção no ministério. Era um salão agradavelmente decorado.
Havia uma infinidade de pessoas desconhecidas.
-Apenas sorria, Hermione. Ninguém aqui espera que você tenha cérebro – disse Gina amarga – Somos mulheres.
-Gina e os antigos figurões do ministério não se entendem – Rony sussurrou em seu ouvido –Venha, quero lhe apresentar ao ministro da Ucrânia.
Ela olhou-o um pouco decepcionada. Esse Rony profissional era pouco gentil. Profissional era a palavra certa e não resistiu a provoca-lo:
-Quer me exibir?
Ele a olhou e sorriu diante de sua malicia, revidando:
-De que vale uma mulher bonita se eu não puder contar vantagem?
-Rony! – ela o cutucou, repreensiva, prendendo seu braço no dele.
Ainda sorria quando o ministro uniu-se a eles. Mas seu sorriso morreu diante de Yumi. Vestida impecavelmente em vermelho e saltos negros.
-Ministro – Rony curvou-se educadamente.
-Ronald! – ele disse em uma voz levemente enrolada obviamente pelo uísque de fogo em suas mãos – Querido Ronald! Que bom vê-lo!
-É bom vê-lo também, ministro – ele sorriu ao sentir uma rajada de seu ‘bafo’ de bebida – Esta é minha esposa, Hermione.
-Esposa? – ele a mediu de alto a baixo – A mesma que estava grávida? – ele segurou os oclinhos abaixo do nariz, mediando-a de alto a baixo e todos em volta riram.
-Sim, ministro, sou casado com um única mulher – ele riu e ela soube instantaneamente porque o ministro gostava tanto de Rony. Ele respeitava o jeito daquele velho homem, pareciam se entender muito bem. – Acabamos de ter um casal de gêmeos. – informou orgulhoso.
-Está falando sério? – o velho arregalou os olhos – têm certeza que com essa mesma mulher? – ele estreitou os olhos na direção de Rony como se dividissem um segredo – Ela é bonita. – disse baixinho.
-O senhor sabe, eu também acho – ele entrou na brincadeira.
Um bufo ao lado deles, e Yumi tirou o copo de uísque das mãos do velho homem gordinho.
-Titio, não acha que já bebeu demais? – ela disse irritada.
-Ora, Yumi! – ele esbravejou- apanhando a primeira taça que encontrou no caminho – Esse é o primeiro gole, sua tola! Vá. Vá, procurar um marido e não me atormente!
Ela avermelhou e Hermione não pode evitar sorrir satisfeita.
-Eu não preciso, titio, afinal, já escolhi o homem perfeito. – ela disse sem esconder o sentido real de suas palavras.
Hermione sentiu o olhar turvo de raiva. Mulherzinha terrível aquela.
Não pode olha-la e afastou os olhos constrangida, quando o ministro riu alto.
-Mas diga-me, jovem rapaz, conte-me de seus novos filhos! – cutucou o peito de Rony com o dedo gordinho – Eu já lhe disse que não tive filhos? Pois é! Yumi acha que será minha herdeira! – ele riu como se ela não estivesse a seu lado – Mas cá entre nós dois, eu já escolhi meu herdeiro! – piscou-lhe nada discreto e Rony sorrio condescendente.
-é claro, ministro, como não. – ele repetia sempre, como se realmente prestasse atenção às tolices do velho homem.
Hermione notou que todo o salão evitava aproximar-se do homem. Em dado momento Gina sussurrou-lhe:
-O ministro da Ucrânia sempre foi um homem muito importante e rico, porém muitos o tomam por louco. Mas ele não é. Às vezes é desagradável, outras se faz de bêbado, mas ele é absurdamente franco e observador. Quando nos tornamos aurores, Rony se inscreveu para trabalhar alguns meses na Ucrânia. Ele sabia que nem Harry, nem qualquer irmão, teria vontade de ir para lá. Acho que ele queria se provar. Saber que não era apenas o melhor amigo do Harry Potter – ela disse com um suspiro – Ele acabou ficando um ano a mais que o pretendido. O ministro lhe abriu as portas e o orientou muito. Rony poderia ser o conselheiro dele se quisesse, pois ele o convidou dezenas de vezes, mas Rony prefere o nosso trabalho. Mas por causa dele, sempre somos solicitados para a Ucrânia. Há muito respeito e admiração entre os dois – ela disse observando-os conversarem a distância.
Hermione imaginava que Rony havia vivido muitas coisas antes de se reencontrarem e ponderou que haveria muito tempo para saber tudo. Apanhou uma taça de vinho e sorriu para Gina indo inevitavelmente para o lado do marido.
A noite ia longe quando finalmente Rony anunciou o que ela esperava ardorosamente: irem embora.
Eles aparataram para um lugar surpresa e ela olhou em volta na sala decorada com velas acessas.
-Esse é o apartamento da gina e do Harry. – rony disse – Eu pedi emprestado essa noite. – ele tirou o paletó e se aproximou.
-Rony...não podemos passar a noite fora – ela disse ansiosa – Eu ainda não posso ficar longe deles uma noite inteira... – desculpou-se.
-Não será preciso – ele sorriu – Ficaremos um pouco sozinhos, Hermione...depois a gente volta para casa.
-E onde estão Harry e Gina?
-Foram dormir lá em casa. – ele riu. – Vem, cá. – ele a puxou para um abraço e um suave som de musica começou a invadir o ambiente.
Ela sorriu e o abraçou de volta, deixando-o conduzir naquela espécie de dança, ou simples balanço um contra o outro.
-O ministro gostou de você – ele disse e ela sorriu – É, eu sei, ele é meio ‘abilolado’, mas é um cara legal;
-Ele gosta muito de você, Rony. E você dele. – disse suavemente.
-Sim, tem razão – ele beijou seu pescoço – Ele quer que levemos os gêmeos para ele conhecer, mas só quando forem maior e possam ser subornados com ‘sicles’, segundo ele – eles riram – Além disso, ele disse um milhão de vezes quanto você era bonita e eu um cara de sorte.
-Você mesmo disse: ele é ‘abilolado’. – ela brincou e eles riram.
Riram, dançaram e esqueceram de tudo o mais por horas....

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