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36. A DEMORA


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá, pessoal!! No final do cap. tem uma propaganda básicas das minhas outras fics, e espero que dêem uma olhadinha, afinal, elas estão aí para vcs, né?
Pra quem tá gostando, só posso dizer que eu não consgo parar essa fic!!! Estou adorando fazer a Hermione sofrer (apesar de adora-la!!!). ainda tem muitas surpresas, muitos momentos de tensão e acreditem...o final feliz virá, mas não tão cedo...hehe...


CAPITULO 36
A DEMORA


Os pesadelos a fizeram acordar assustada. O quarto estava escuro. Sentiu o corpo pequeno de Tabby espalhado na cama a seu lado. Fechou os olhos passando a mão pelo rosto.
A quase duas semanas estava ali, presa. Confinada. Sem grandes noticias.
Gina havia lhe assegurado que prenderam praticamente toda Forquilha. Porém, como era de se esperar, Malfoy escapara. Hermione havia ficado arrasada. Estava com esperanças de sair logo daquela prisão.
Conviver todos os dias com uma contrariada Molly Wesley, que a tratava como se fosse invisível, vendo Tabby e as gêmeas cada vez mais inquietas com o confinamento, a estava deixando desconsertada.
Os últimos dias haviam sido passados mais no quarto do que no resto da casa. Fler, que se dava bem com Molly também sentia-se desconfortável ali dentro, mas ao menos fazia algum serviço doméstico para se entreter.
Tudo em que ela conseguia pensar era em como queria estar em casa, com sua família, em paz. Sobretudo com Rony. Não o via a tantos dias que a saudade a deixava quieta e triste. Tabby lhe perguntava todos os dias se ela estava bem, e ela sentia vontade de dizer que não.
Como poderia?
Havia chegado ao oitavo mês de gravidez. Não podia continuar ali dentro! Logo seu filho nasceria. Precisava de uma medibruxa. Precisava de um lugar que não fosse sombrio como o próprio breu da noite.
Precisava de paz. Saber que daria a luz sem riscos, sem medos.
Sentiu lágrimas se formando e correndo, como todas as manhãs. É claro que estava sem enganando. Crendo em falsas esperanças. Ontem vira Fler separando roupas de bebê, provavelmente das gêmeas. Na pressa da fuga ninguém sem lembrara disso. Ela disfarçara rapidamente, mas era obvio o que todos pensavam.
Mas Hermione não aceitava isso. Não teria seu bebê ali, nem que para isso precisasse fugir. Iria para Alemanha e pediria ajuda a Mary. Não. Não podia simplesmente fugir novamente. Não podia fazer isso com rony.
Não era justo! Não era justo! A guerra havia acabado. Voldemort estava morto! Porque homens como Malfoy não podiam simplesmente admitir a derrota e desistir? Viverem suas vidas. Pagarem suas penas com a sociedade bruxa e tocarem suas vidas, como todos os demais bruxos de bem fizeram, arcando com suas percas, e chorando por elas enquanto tentavam reconstruir suas vidas? Porque o mau nunca tem fim? Nunca abandona o coração de pessoas como Malfoy???
Com o coração pesado, Hermione decidiu levantar antes que Tabby acordasse com sua inquietação. Evitava chorar na frente dela. Já era difícil explicar porque o pai não aparecia a tantos dias. Vestiu o penhoar sobre a camisola de cetim, emprestada de Fler, uma peça francesa de ótimo gosto, aumentada por encanto para acomodar confortavelmente sua barriga dilatada. Era mais curta do que ela gostaria. Mas era melhor que vestir camisetas velhas.
Saiu do quarto com a varinha em mãos. Ouviu o som do feitiço se renovando atrás de si, mantendo o quarto protegido. Desceu as escadas e dirigiu-se para a cozinha.
Alan Drek, auror de meia idade, com a cabeça inteiramente raspada e cavanhaque estava na porta, bebendo um copo de agua.
-Olá, Alan. – ela disse fechando melhor o penhoar.
-Noite ruim, sra.Wesley? – ele sempre a chamava assim, e embora ela tentasse dissolve-lo dessa formalidade ele insistia.
-Desconfortável – tentou sorrir e passou por ele.
Como sempre discreto, ele manteve-se longe.
Hermione sentou-se à mesa de madeira e enterrou o rosto nas mãos. Sentiu que alguém entrou na cozinha. Não quis ver quem era. Sentia-se fraca. Ouviu o intruso, com passos pesados, que não duvidava serem de Molly Wesley, colocar uma chaleira sobre o fogão e encantar as xícaras e os pires.
-Eu tenho pensado muito sobre seu bebê, Hermione – ela disse sentando-se na cadeira a sua frente. – Ele não pode nascer aqui.
-Eu sei. Só consigo pensar nisso. Eu...eu não tenho uma saúde boa para isso. Preciso de ajuda. Madame Albertina me garantiu que será um parto fácil, se eu tiver cuidados. Mas aqui...desse jeito...eu não sei se poderei... – suspirou e lágrimas correram em seu rosto.
-Falei com Rony. Por carta – ela apressou-se a dizer – do jeito trouxa. Essa casa esta disfarçada sob o endereço de uma residência trouxa, sendo assim, Malfoy não está prestando atenção no correio trouxa. Infelizmente temos normas de queimar todas as cartas. Somente o fiel do segredo pode ler. E o fiel sou eu. – ela disse – Ele me disse que está sendo terrível. Já ouve duas tentativas de fugas em Askaban. E isso piorou tudo. A amante de Malfoy está morta. E adivinhe quem a matou, para se defender?
-Rony? – disse incrédula.
-Exatamente,e não preciso dizer que isso piorou tudo, não é? Enquanto não colocarmos as mãos em Malfoy, você não estará em segurança. Mas não pense, que Malfoy foi movido por sentimentos de amor, ao pensar em vinganças! Ah. Não! Seu pai o deserdou antes de morrer, e deixou tudo para Aline, uma sobrinha distante. Malfoy pretendia casar-se com ela, pois a encontrou apenas a poucos meses, e a matar, para herdar tudo a que tem direito. Como deve saber, desde que você-sabe-quem foi derrotado, temos leis muito firmes e reconstruímos o mundo bruxo sobre normas, leais e homens honestos. Malfoy não consegue patrocinar seu grupo de comensais. Eles vivem praticamente na miséria. Essa fortuna era sua chance de continuar com vandalismo e com a patética esperança de vencer Harry e tomar o poder bruxo! E não preciso dizer, que ver sua secular fortuna familiar ir parar nas mãos do ministério, uma vez que Aline não possuía herdeiros, não ajudou muito, não é?
-Dinheiro, poder e vingança. Porque todas as pessoas precisam se deixar mover por eles? – perguntou indignada.
-Porque o ser humano é fraco. E comete erros – ela disse isso tão firmemente que Hermione quase perdeu o ar. Seria possível que ela estivesse dizendo indiretamente que a perdoava?
Antes que pudesse responder, a matriarca dos Wesleys ergueu-se e começou a preparar o café. – Rony não gostaria que lhe contasse, mas acredito que teremos visita para o almoço. – ela disse banalmente.
Hermione sorriu e quase saiu correndo da cozinha. Precisava se vestir e pentear. Precisava se arrumar e...precisava esperar por ele.

* * * * * * * * * * *

Aí vai a propaganda que eu disse que faria:
Minhas outras fics:

1-SÉRIE VOCÊ E EU -Sem Graça
2 - SÉRIE VOCÊ E EU -Nossos sonhos
3 - SÉRIE VOCÊ E EU - Discussões em familia
4 - SÉRIE VOCÊ E EU - Atrasos e consequencias
5 - SÉRIE VOCÊ E EU - Medo de avião
6 - SÉRIE VOCÊ E EU - A vespera
7 - SÉRIE VOCÊ E EU -Jieto manso
A BIBLIOTECA 1
A BIBLIOTECA 2
A DESCOBERTA INESPERADA
A NOVIDADE
A OBSERVADORA
A TRAIÇÃO DA AMIZADE
ACERTOS E DESACERTOS
ALGO MAIS
AURORES
BRIGAS
Coisas da vida
DENTRO DO ARMÁRIO
DIVERGENCIAS
FÉRIAS
INCRIVELMENTE NÓS
INOCENCIA
Irmãos e cunhadas
No passado e no presente
O LAGO 1 - NC18
O LAGO 2 -NC18
O LAGO 3 -NC18
O REENCONTRO
O SEGREDO DE DRACO MALFOY
O TEMPO
POÇÃO DO ESQUECIMENTO
REVELAÇÕES INDESEJADAS
(NC18 - TODAS) SÉRIE NÓS DOIS - A primeira vez -1
SÉRIE NÓS DOIS - China - 8
SÉRIE NÓS DOIS - Confidências - 7
SÉRIE NÓS DOIS - Confusões - 4
SÉRIE NÓS DOIS - Aventuras e desventuas
SÉRIE NÓS DOIS - O fantasma da Ex - 5
SÉRIE NÓS DOIS - O garoto que sobreviveu a Gina Wesley - 6
SÉRIE NÓS DOIS - O inferno de Rony - 3
SÉRIE NÓS DOIS-O casamento encantado -9
TOLO - T








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