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35. O MEDO SEMPRE VOLTA A NOSSA P


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Observação: Capitulo longo especialmente para a Thiti Potter!!! Espero que goste!!! Abraços a todos os demais que acompanham!!! Não deixem de votar e comentar!!! ;-)

CAPITULO 35
O MEDO SEMPRE VOLTA A NOSSA PORTA


Na manhã seguinte eles chegaram a Londres. Hermione havia avisado Gina por um espelho portal, e quando saíram da sala de desembarque avistaram, Gina, Harry e Tabby. Ela estava vestidinha como uma trouxa e Hermione lembrou-se dela mesma com essa idade. Tinha os cabelos cacheados presos na testa por uma fivela com o símbolo da grifinólia, provavelmente presente de alguém no período que estiveram fora.
Usava uma básica preta, com um colete branco com agarradinhos na cintura. A saia de preguinhas combinava com os sapatos lustrosos. Era a perfeita mocinha. Olhou para Rony e viu que ele também estava emocionado.
Ela quis correr e abraça-la, mas ao contrario, andou lentamente, com a barriga pesada dentro do macacão de grávida, que relutara, mas aceitara vestir.
-Mamãe! – a menina gritou e correu para ela. rony a interceptou antes que ela se jogasse contra Hermione, sensivelmente sabendo que ela não precisava desse peso extra.
-Pai! – ela abraçou-o forte e olhou para a mãe com saudade.
-Meu amor, que saudade! – Hermione ficou bem perto deles e a beijou no rosto dezenas de vezes.
-Eu tive muita saudade, mamãe. De você e do papai! – ela ameaçou choro mas se segurou.
-Nós também, querida. – Rony a abraçou mais forte, acariciando seus cabelos – Não houve um só dia que não pensássemos em você.
-Trouxemos muitos presentes para você. Principalmente dos seus avós. – Hermione disse comovida.
Eles andaram até Harry e Gina, trocando abraços. Rony não soltava a filha e Hermione o invejou. Dentro do carro trouxa que Harry alugara, ela matou a saudade colocando-a no colo.
Ela passou a mão na barriga dela e disse toda carinhosa:
-Eu também tive saudade do meu maninho, mamãe.
-Que bom, querida – acariciou seu rosto e sorriram uma para outra. – Está grande, não está?
-Está sim! – ela arregalou os olhos, fixos na circunferência.
-Sabia que eu fiquei assim de você também? – perguntou desafiando-a.
-É? – ela riu – Viu, pai? Eu também deixei a mamãe gorda!
Hermione entreabriu a boca em choque e revoltada. Harry e Rony riram com prazer, enquanto Gina, do banco da frente, lhe assegurava que ela estava ótima. Que seu peso estava perfeitamente normal com o tempo de gestação. Mas ela não acreditou muito.
Quando chegaram em frente a casa, Hermione saiu do carro e respirou fundo o ar puro. Sorriu olhando a casa em que era tão feliz. Aproximou-se de Rony e o abraçou, esperando que ele pudesse entender o quanto ela estava feliz.
Na varanda, Pietro e Alissar, os cumprimentaram com abraços e sorrisos. A pobre Alisar deveria ter trabalhado dobrado, pois além da casa estar impecável, ainda havia um verdadeiro banquete sobre a mesa.
Banquete que não resistiu a uma infinidade de irmãos e cunhados que foram aparecendo do nada. horas mais tarde, Hermione observava com lágrimas nos olhos de tanto rir, os gêmeos contarem piadas sujas para Rony e Harry.
Olhou um volta e viu Tabby brincando com as primas na escada, sentadas, pintando com giz mágico. Do papel dela, a fênix vermelha saltou do papel e ganhou vida, voando pela sala, e pegando a atenção de todos. A bela imagem em chamas deu um último rasante antes de desaparecer com um suave ‘ploc’.
Logo depois pequenos unicórnios encantados corriam pela sala, enquanto as gêmeas riam e corriam atrás.
Hermione deixou a sala e procurou Tabby. Ela estava sentadinha na varanda ainda desenhando.
-Oi, bebê. – disse e sentou-se a seu lado, com esforço.
-Oi, mamãe. – ela disse dispersa e concentrada.
-O que está desenhando?
-Um Trovão Boreal.
-Um Trovão Boreal? O que é isso? – ela estranhou.
-É uma forma de patrono, que só se manifesta quando a alma deixa o corpo. É muito raro. O bruxo precisa ser muito poderoso para conseguir deixar o corpo e ainda manter controle sobre sua fisiologia.
-Onde aprendeu isso? – perguntou orgulhosa.
-Vó Minerva me ensinou. E me deu isso – apontou toda sorridente a presilha em seu cabelo.
-Vó Minerva? – arregalou os olhos.
-Sim.
-Prof. McGonagall não se importa que a chame assim?
-Não. Ela deixou. – disse ainda concentrada em pintar – Ah, mamãe! Eu quase esqueci! – ela bateu com a mão na testa olhando-a chocada – vó Minerva me deixou usar o chapéu seletor! Eu vou pra Grifinólia!
O orgulho apertou sua garganta e ela sorriu, mesmo quando uma lágrima correu em seu rosto.
-Já contou ao seu pai, querida?
-Ainda não. Não contei para ninguém. Queria contar primeiro para você, mamãe. – ela disse com voz frágil.
-Vem cá, Tabby.
Ela a abraçou apertado, emocionada.
-Isso é maravilhoso, querida. Estou muito orgulhosa de você. Parabéns. – os olhos de Tabby brilhavam tão intensamente felizes que Hermione pensou em si mesma, quando contara aos pais a casa ao qual pertencia. Claro, que para eles isso não significava muita coisa, mesmo assim, Hermione sentira-se a pessoa mais importante do mundo – Vá lá dentro e conte pra seu pai, e pros tios. Eles vão adorar saber!
Não demorou para ouvir uma chuva de aplausos e gritos animados. Assim era a família Wesley ela pensou, feliz. A brisa da noite a fazia sentir um pouco de sono, mas estava tão animada em voltar que isso a deixava calma e serena.
Foi quando seus olhos pegaram uma imagem muito bem escondida entre as árvores do bosque ao redor da casa.
Era alguém. Alguém que aparentemente não sentia-se bem vindo a ponto de bater na casa e entrar. Seus anos de luta ao lado de Harry e Rony não a deixaram acreditar que poderia ser apenas um intruso trouxa passeando pelo bosque. Não.
Fingiu juntar os lápis e cadernos de desenho de Tabby e levantou-se. Deu as costas para o intruso apenas para ter liberdade de apanhar a varinha dentro do bolso encantado de seu vestido de grávida.
-Estupore! – gritou com sua sempre impecável pontaria certeira.
Alguém foi atingido e ela pode ver, pela luz que sua varinha emitiu, uma outra varinha voar longe.
-Accio varinha! – gritou novamente, recebendo em suas mãos a varinha do intruso.
-O que está acontecendo? – Rony abriu a porta seguido por todos os demais, com varinhas em mãos – Ouvimos gritos!
-É um intruso. Eu o estuporei, mas não o vejo mais. – ela disse, sem perceber que estava tremula.
Rapidamente, Wesleys espalharam-se por todos os lados.
-Venha, Hermione, venha para dentro – Gina a puxou para dentro. – Vamos lá para cima. – ela disse e apanhou uma das gêmeas no colo. Alissar deu a mão para a outra gêmea e Tabby.
Escoltadas por Fred e George, com varinhas em mãos, todos subiram para o quarto de Hermione.
O feitiço de proteção posto na porta a fez arfar. Não via isso desde...desde que Lord Voldemort ainda vivia.
Perdeu o ar momentaneamente e sua vista ficou turva.
Sentou-se na beira da cama, com uma das mãos na barriga.
-O que está acontecendo? – perguntou para Gina, que olhou para as crianças e não respondeu nada.
Sentindo a tensão estranha, Tabby e depois Piro e as gêmeas vieram sentar com ela na cama, abraçados.
-Mamãe, o que houve?
-Está tudo bem, querida. Não se preocupe.
Demorou mais de uma hora até ouvirem passos no corredor e então batidas na porta.
-Fred, George, sou eu.
-Azul ou lilás? – Fred perguntou com a cara rente a porta.
-Azul, obvio. – a voz respondeu cansada.
Estavam conferindo identidades. Hermione fechou os olhos com força, tentando afastar o medo.
A porta se abriu e Rony entrou, com Harry logo atrás. Disseram algo para os gêmeos que saíram rápidos do quarto.
-Rony! – ela levantou-se – O que está acontecendo?
-Não é nada, Hermione. Podemos descer agora e...
-Ronald! – ela quase gritou furiosa – Não me deixe de fora! Eu quero saber o que está acontecendo!
Sabendo que não poderia vence-la ele disse a Harry:
-Pode me ajudar com as crianças?
Harry apanhou Tabby e uma das gêmeas, enquanto Gina levava os outros lá para baixo.
-Quem era o intruso? – ela perguntou direta, enquanto ele andava pelo quarto.
-Malfoy. – ele disse direto – Draco Malfoy.
-O que? O-O que ele queria? Ronald, não me diga que ele voltou, pelo amor de Deus, Harry o matou! Ele não pode ter voltado! – disse com lágrimas ameaçando correr de medo.
-Não. Não é isso, calma, Hermione – ele a abraçou, sentindo-a tremer.
-Parecia tão igual...os feitiços de proteção...a tensão...você lembra, Rony? Daquele inferno?
-Lembro. – ele a fez sentar-se na cama novamente e segurou sua mão – Voldemort não voltou. Existe uma revolta acontecendo em alguns paises, mas não tem a ver com ele.
-Então me conte, Rony, me conte exatamente o que está acontecendo.
-Muitos grupos se formaram com antigos comensais, depois da morte dele. Um deles é a Forquilha da Morte. É liderada por Draco Malfoy. Esse grupo tem recrutado muitos bruxos atraídos pelo poder e dinheiro que Malfoy promete. Ele esperava tomar o poder do ministério da magia quando seqüestrou crianças importantes no mundo inteiro, dentre elas, acidentalmente Tabby. – ele a viu fechar os olhos sofrendo aquela lembrança.
-O que ele quer aqui, Rony?
Ele não respondeu nada, e ela apertou sua mão.
-Aconteceu um acidente da última vez em que lutamos, Hermione. No caso da Ucrânia. Aline Malfoy. Ela é prima e amante de Malfoy. Eu e ela nos confrontamos e eu a atingi. Ela está em Askaban desde esse dia. Malfoy a quer de volta. Mas você já deve saber que desde que Harry está no cargo que controla Askaban, que esta realmente é de segurança máxima. Ele quer uma troca.
-Uma troca? – estranhou.
-Sim, ele quer trocar Aline Malfoy, por algo que Harry queira de volta.
-Eu não entendo. Ele pensava em pegar Gina aqui, com tantos aurores presentes? Isso não me parece tão inteligente!
-Na verdade ele não veio atacar. Ele veio observar a movimentação, as entradas e as saídas. Ele acreditou que com todos na casa a propriedade estaria deserta. Ele queria uma rota de fuga e outra de entrada. – ela continuava a olha-lo sem entender – Hermione, ele não daria conta de Gina, eles já duelaram outras vezes e ele sempre perdeu. Além do mais ela é treinada para escapar e cooperar com os planos de salvamento. Seria tolice seqüestra-la. Ele queria pegar algo frágil.
-Tabata! – ela cobriu a boca assustada.
-Não. Ele não queria Tabata. Ele queria você, Hermione.
-E-Eu? Porque?
-Harry não deixaria que eu perdesse minha mulher e meu filho, deixaria? Além disso, não teríamos como negociar. Como acha que deixaríamos você passar por maus tratos nas mãos dele estando grávida? Teríamos de ceder e rápido. Além do mais, é melhor amiga do Harry. Ele não a deixaria sofrer.
-E ele? Onde está Malfoy agora?
-Você o estuporou e foi muito bem feito – ele sorriu um pouco – nos o encontramos inconsciente no bosque. Papai e Lupim vieram busca-lo e o levaram para interrogatórios no ministério. Não havia mais ninguém com ele, mesmo assim, membros da Ordem estão revirando a propriedade da cabeça aos pés. E...teremos que sair daqui hoje, Hermione.
-Sair? Eu não quero ir! – disse indignada – Eu adoro essa casa, Rony... – disse triste.
-eu também. – ele acariciou sua barriga e ela olhou dele para a barriga – Mas você vem em primeiro lugar, não esqueça.
-Hum-hum...pra onde vamos?
-Um lugar seguro. Saberá quando chegarmos lá.
Ela lembrou-se rapidamente de que as paredes tem ouvidos, e em momentos como aquele o silêncio é o melhor companheiro.


Poucas horas depois, Hermione se viu dentro de uma casa estranha. Escura e triste, lembrando absurdamente a casa de Sirius Black, onde antigamente era a cede da Ordem da Fênix.
-Aqui, esta casa pertence a Alan Drek. Um auror. De confiança. Ele a cedeu há alguns anos para a Ordem. Nós a usamos apenas em casos muito graves. – disse-lhe Harry, logo atrás dela.
Fred havia carregado Tabby no colo, até eles. Ela estava bastante assustada e não podendo ficar no colo da mãe, havia decidido se agarrar a qualquer tio que pudesse abocanhar. Pietro havia sido levado para a Alemanha, diretamente para sua mãe, Mary. Hermione havia tentado acalma-la por celular, enquanto Rony e os outros arrumavam suas roupas e tudo o mais que ela pudesse precisar.
-Fler e as gêmeas estão hospedadas no segundo quarto a direita, - ele apontou a escada – Separamos o quarto ao lado para você e Tabata. Gina vai ficar aqui e dormir com vocês duas no quarto. – vendo sua expressão, ele disse rápido – Rony e eu temos muito trabalho, Hermione. Além do mais, seremos seguidos e não é conviniente que Rony venha aqui nesses primeiros dias.
Hermione concordou com a cabeça e tentou sorrir.
-Ali fica a cozinha e mais adiante a sala de estar. – ele disse – Por hora, você deve saber que não deve sair, nem ligar por celular, ou qualquer meio bruxo para quem quer que seja. As lareiras estão proibidas e os portais também. Aparatar somente com algum auror acompanhando. Tudo que precisar será trazido o mais rápido possível. Teremos sempre cinco aurores guardando cada entrada da sede. Aqui dentro ficará o maior número de membros disponíveis. – vendo sua expressão, Harry suavizou a voz e tocou seu ombro – Não se preocupe, será por poucos dias, até pegarmos os outros membros da Forquilha da Morte.
-Ok, eu sei disso – ela respondeu com voz frágil.
Harry não deixou que se afastasse assim tão fácil. A abraçou forte e ela quis chorar. Não era um bom momento para passar por tudo isso. Estava estampado na cara de Harry ao se afastar e olhar para sua barriga, com um rápido carinho nela. Ele aparatou de volta ao ministério e ela decidiu seguir para a cozinha e comer alguma coisa.
Ouviu a voz de Tabby ali dentro e sorriu um pouco. Ao menos ela estava protegida a seu lado.
-Olá, Hermione.
Ela olhou um pouco espantada para a Sra. Wesley.
-Oi, Sra. Wesley. – disse simplesmente, cansada para tentar ser simpática.
-Eu tenho ensopado e pão quente. Seremos apenas nós três jantando. – ela disse, um pouco seca, indicando um prato na mesa ao lado de Tabata – Fler e as meninas jantaram ainda a pouco e foram deitar. Elas me ajudaram com toda a limpeza. Esse lugar não via uma faxina há meses! – disse com um olhar acusador.
Talvez ela a culpasse por todos estarem ali presos.
-Obrigada – disse quando a panela encantada a serviu e o prato de pão vôou até a mesa.
-Artur e os meninos estão apurados. Mal tiveram tempo de virem e colocarem feitiços extras de segurança. – ela começou a contar, comendo sua sopa com calma, enquanto Hermione tentava fazer o mesmo, sem vontade alguma. – Hoje ficaram conosco Fred, George e Alan. Gina virá mais tarde.
-Certo – concordou novamente incapaz de olhar para a mulher.
Tabata parecia ter tido um ataque de carência durante o jantar. Levantou-se de sua cadeira pedindo colo a Hermione. Ela colocou a menina na perna enquanto comia. Sentia mais fome do que imaginara. Tabby pôs a cabeça em seu ombro, e abraçou seu pescoço.
-Estou com medo, mamãe –disse baixinho.
Hermione olhou para a sogra sem saber o que dizer. Ela parou de comer e as olhou esperando sua resposta.
-Eu também estou, querida. – disse no mesmo tom que ela – Mas o papai está cuidando da gente. Tudo vai ficar bem. Não pense mais nisso.
A menina, sentindo-se reconfortada sorriu um pouco, ajeitando-se no colo da mãe. Hermione queria sentir essa segurança. Confiava em rony e em todos que os protegiam. Mas não podia sobreestimar comensais da morte. Voldemort estando vivo ou não.
Hermione olhou para a sogra, quando ela não pode mais conter um suspiro indignado. Se perguntou o que fizera de tão errado desta vez. Ao que parecia, tudo que ela fazia desgostava a mãe de Rony. O que deveria dizer a uma menina de quatro anos? Que homens maus estavam caçando-a e pretendiam mata-la caso não dessem a mulher má para eles?
Era só o que lhe faltava!
Dando o jantar por encerrado, ela levantou-se da mesa.
-Mamãe, eu estou com sono... – Tabby reclamou e Mione a pegou pela mão.
Molly Wesley disse, de costas para ela, enquanto fingia exagerado interesse por suas panelas e pratos a serem limpos.
-Podem subir agora. Eu cuido da louça. Bons sonhos, Tabby. – ela beijou a menina dezenas de vezes e ela riu – Boa noite, Hermione.
-Boa noite – respondeu sem vontade á sua secura.
Seus passos ecoavam sombriamente por toda a casa velha e escura.
E foi com pesar que ela fechou a porta atrás de si, e sentou-se na cama, abraçando a filha.


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