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33. DESESPERO


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


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CAPITULO 33
DESESPERO

Os dois aparataram no apartamento, e foram direto para o quarto. No corredor, uma porta se abriu. Hermione quase não acreditou na cara de pau de Yumi. Vestida minimamente em uma camisola de seda azul clara, ela era a própria encarnação da tentação.
-Oh, são vocês. Eu não os ouvi entrarem... Bem... – ela sorriu debochada vendo a expressão de Hermione – Tenham uma boa noite.
Hermione nem esperou para ouvi-lo responder.
-Hermione... – ele entrou no quarto, vendo a forma enraivecida dela ao jogar o sapato longe.
-O que foi???
-Nada. – ele disse simplesmente, tentando não entrar em uma nova briga. Começou a tirar a camisa e então o resto da roupa.
Ficaram calados. Ela se trocou sem olhar na sua direção. Deitou na cama, e se virou de costas. Rony suspirou irritado, e tentou abraça-la beijando seu pescoço.
-Eu não quero. – ela disse com firmeza.
Sentindo-se rejeitado ele a soltou. Com um suspiro de frustração ele virou-se para o outro lado.
Ficou cinco minutos deitado no escuro. Era difícil ficar assim. Desde adolescente que ambos tinham esses rompantes de raiva.
Sabia que havia olhado para Yumi. Mas não por desejo ou interesse. Apenas esquecera que ela estava ali. Mas como sempre, Hermione preferia tirar suas próprias conclusões.
O suspiro exagerado dela a seu lado o fez olhar em direção a seu corpo. Um sorriso acabou nascendo em seu rosto, mesmo sem querer.
Ela deveria ser mais adulta. Menos egocêntrica, ele pensou. Mas ele próprio era irracional quando o ciúme o vencia. E isso acontecia todo o tempo.
Amanhã precisava fazer algo para deixa-la menos ácida, ou teria um retorno para casa inesquecível...
Rony acordou com um barulho insuportável. Olhou para o lado assustado e não viu Hermione. Saiu da cama quase correndo. Na cozinha, yumi estava sentada a mesa bebendo seu café, minimamente vestida.
Hermione estava de costas para ele atendendo o celular.
-É Mary – ela me explicou, sem me dirigir sequer um bom dia.
Yumi me sorriu como se soubesse que era a razão das minhas olheiras. Melhor voltar para o quarto o trocar de roupas, antes que Hermione me odiasse ainda mais.
-Rony, eu preciso sair – ela me disse indo rápida até a sala.
-O que houve? – pergunto enquanto ela veste o casaco e o cachecol. A manhã estava bem fria.
-Vitor apareceu no apartamento de Mary, eles tiveram uma briga feia. Eu preciso vê-la.
-Tudo bem, eu vou me vestir... – ele se aproximou, mas ela se afastou.
-Não precisa. Eu pego um táxi lá em baixo. Eu ligo mais tarde – disse com um último olhar enraivecido e saiu.
-Problemas? – Yumi perguntou atrás de mim, como uma sombra.
-Uma amiga dela esta com problemas sim – digo evasivo.
-Ah, sim, a amiga médica. Profissão estranha desses trouxas! Ela me disse que sequer sabe fazer uma poção, acredita???
Ela me olha na expectativa. Mas não estou no clima para conversar.
-Ronald... – ela segura meu braço antes que eu me afaste. – Por favor, não se afasta. Eu notei que tem me evitado. Sei que é por causa da sua mulher. Mas ela não esta aqui agora. – sorriu.
-Eu não vou traí-la. Já falamos sobre isso! – praguejo.
-Você me disse que não podia traí-la. Não que não queria – sorri. – Olha para mim, Ronald. Olha como sou bonita. –ela se afasta e se expõe para mim. Eu a contemplo imaginando que deveria ficar excitado. Ou algo parecido. Sou homem afinal.
-Ela é bonita – Yumi diz – Mas a gravidez estragou seu corpo. Não dá nem para comparar – diz acariciando os próprios cabelos.
-tem razão, não dá nem para comparar.
Digo e me afasto em direção ao quarto. Sei que ela esta de boca aberta, chocada. Troco meu pijama por jeans e camisa. Tênis e loção pós barba.
Quando volto a cozinha, Yumi não estava mais. Dou graças.
Cansado de tanta loucura eu sento para beber o café que estava na cafeteira elétrica, e espero. Espero que Hermione volte.
Estava quase na hora do almoço quando decido ir atrás dela. Abro a porta do apartamento e dou de cara com Mary.
-Oi, eu estava indo atrás da Hermione – digo direto.
Ela me olha com lágrimas nos olhos.
-Posso entrar? – diz e uma lágrima corre de seus olhos.
-O que houve? – medo me toma na mesma hora.
-Ah, Ronald...você nem sabe o que aconteceu! Vitor apareceu lá em casa, agora a pouco e nos três discutimos...- um soluço escapa de seus lábios e o medo cresce dentro de mim – Vitor estava transtornado! Saiu de lá como um louco. A Hermione... foi atrás...eu fiquei esperando que ela voltasse... mas houve um acidente... com o táxi...
-Onde Hermione está? – eu seguro Mary pelos braços, para faze-la parar de tremer e gaguejar. Mais lágrimas correram em seu rosto – Mary, onde está Hermione???
Sei que pareço um louco sacudindo essa mulher descontrolada e chorosa, mas o medo me faz ficar cego.
-Eu sinto tanto, Ronald...tanto...
-Onde.ela.está??? – grito.
-No...no...Necrotério do hospital.
As palavras entram na minha mente como um punhal me matando. Necrotério. Isso só poderia querer dizer uma coisa...
Antes que ela possa dizer qualquer outra coisa eu aparato.
O mais rápido ainda é muito lento para mim. Aparato no corredor do andar em que estive internado ante ontem. Uma enfermeira me olha de olhos arregalados.
-Onde fica o necrotério? – grito com ela, segurando seus ombros com força.
-No subsolo. Na terceira porta a direita – ela me responde apontando para o elevador.
Dane-se o elevador. Eu nunca aprendi a usar isso. Corro pela escada ao lado. São quatro lances de escadas que parecem milhares e milhares de degraus.
Não podia ser verdade. Minha mulher. Meu filho. meus amores. Não, eu não podia acreditar nisso.
Passo por um enfermeiro que me olha assustado e tenta gritar:
-Hei, você não pode entrar aí!
mas eu entro. A primeira coisa que vejo é um corpo coberto por um lençol. Meu corpo para. Nem sei se respiro.
-Rony...
ouço a voz, mas não sei mais se estou imaginando ou não.
-Rony!
Movo minha cabeça e a vejo. Ali a meu lado. Pálida. Tremula.
-Rony...
eu a abraço. Pareço louco. Não importa. Meu alivio invade meu corpo e me sinto mole.
Mas não posso ser fraco, não quando a amparo contra meu corpo. Ela toda treme, e chora.
-O que aconteceu, mione? – pergunto com voz rouca, pois minha garganta ainda estava fechada pelo nó que se formou quando achei que meu mundo houvesse caído a meus pés.
-Mary... Ela esteve com você? – ela se afasta me olhando com olhos marejados.
-Sim. –fecho os olhos tentando acalmar meu coração – Ela me disse que estava aqui...
-então ela lhe contou sobre o Vitor? – lágrimas correram em seu rosto.
-Ela me contou do acidente. Ela estava chorando muito...
hermione me olha mais atentamente. Toca meu rosto e surpresa parece toma-la.
-Oh, não, rony! Você pensou que fosse...? oh!
-Tudo bem. Esta tudo bem agora – beijo sua mão e a puxo para um abraço.
-Eu estou bem. Não se preocupe. O bebê está ótimo.
Tenho vontade de lhe dizer que meu medo era por ela também. Não apenas por causa do bebê, mas ela não esta pronta para ouvir isso ainda.
-É ele? – aponto o corpo na maca.
-eu não sei. Eu não estava no táxi. Você deve ter entendido errado. Vitor entrou no táxi antes que eu o alcançasse. Meia hora depois ligaram para Mary avisando que um homem com seu cartão medico estava no necrotério. A altura confere. O peso, a cor da pele...mas o rosto está irreconhecível. Foi um acidente muito feio. Acharam apenas um corpo. Pode nem ser ele. – tremeu levemente – Mary não pode ficar aqui. Ela esta péssima...o hospital pediu um exame de DNA, para confirmar. Vitor já se tratou com Mary, por isso ela tem sua amostra. Eu acabei de tentar reconhecer o corpo...é uma coisa horrível de fazer...
Eu a abraço sabendo que ela precisa apenas ficar aquieta e segura.
Olho para o corpo imensamente aliviado por não ser ela.
-O que eu posso fazer para ajudar, Hermione? – pergunto baixo – eu não entendo nada de como trouxas lidam com essas situações.
-Não há nada para fazer agora. Eu...gostaria de ir para casa agora. Os médicos irão ligar para Mary e avisa-la do resultado.
Aposto que ela está preste a chorar, mas evita a todo custo.
Eu faço apenas o que considero certo, a guio para longe daquele lugar e para a segurança de um táxi, que depois de ser amplamente instruído sobre não correr, nos levou de volta para o apartamento dela.








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