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31. O CONFRONTO


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 31
O CONFRONTO


Terminado o almoço, gentilmente Mary se oferessera para mostrar a cidade a Yumi. Mesmo sobre as milhares de desculpas esfarapadas dela, Mary conseguira fisgar seu peixe. Yumi saira do restaurante completamente irritada, sem saber como escapar daquela amiga-polvo.
Sozinhos, Hermione recebeu sua sobremesa, uma tentadora fatia de torta de maça em seu prato e esperou Rony provar seu musse de chocolate para dizer com a voz mais calma que conseguiu:
-Não quero que ela fique no meu apartamento.
Rony soltou a colher do doce e a olhou firme.
-Eu imginei que diria isso. Eu não sabia que ela viria, Hermione. Talvez esteja pensando isso.
-Eu não estou pensando nada, rony. Eu sei o que há entre vocês dois. – ele a olhou surpreso pela sua frase, mas ela não o deixou dizer nada – Ouvi quando falaram da noite que tiveram, no depósito da Floreiros.
-Você está achando que eu e ela...? – ele sorriu incrédulo – Por isso tem me evitado?
-Isso não importa, eu apenas não quero ter que olhar para ela! – sua raiva tomou conta da sua decisão de ser educada.
-Mas, Hermione, eu não dormi com ela. – ele estendeu a mão e apanhou a sua sobre a mesa – Eu sou capaz de beber a poção da verdade, apenas para provar o que estou dizendo. Eu não enconstei um dedo nessa mulher!
-Eu ouvi bem, rony, cada palavra! – tirou a mão da dele indignada. – A noite inesquecível que ela teve com você!
-Você pode me ouvir ao menos? – ele perguntou um tanto amargo.
-E o que você vai dizer? Que eu me enganei? – debochou irônica.
-Não. Você ouviu muito bem. Eu e ela tivemos uma noite juntos, mas não foi na cama. Na verdade foi bem longe de uma delas.
-Ah, é mesmo? – ironizou novamente.
-Ficamos em campana atrás de um comensal. Está no relatório do ministro, você pode ler e confirmar. Harry precisou vigiar uma área longe da nossa, com outro auror. Então, eu e ela ficamos juntos, dentro de uma sala fechada esperando que ele voltasse. Nos conversamos muito, Hermione. Ela havia passado por uma situação difícil, do rompimento de um casamento e me contou sobre isso. Mas foi só isso. Conversamos. Era isso que ela me dizia no estoque da livraria. Que há muito tempo não tinha contato com um homem sincero e que lhe passasse tantos sentimentos. Meu erro foi te-la feito gostar de mim, mas isso foi involuntário. Como no seu caso e do Krum.
-E o que ela está fazendo aqui? – perguntou com ódio no olhar.
-Ela me disse que não desistiria. É isso que ela está fazendo. Veio atrás. Mas não me diz nada. Eu não me importo. Sou cortês com ela, porque ela é sobrinha do ministro da Ucrânia. E é graças aos ótimos casos que ele já conseguiu para mim e Harry, que tenho a casa que moramos e todos os meus outros bens. Ele é muito bom conosco. Confia muito em nos dois. Talvez você não saiba, mas o atual ministro em Londes não é muito conivente com seus aurores. Somos tratados como voluntariosos e metidos. Não posso simplesmente manda-la embora. Acha que pode acreditar em mim?
Era uma pergunta difícil. Acreditar em alguém, simplesmente pelo ato de ter fé. Estendeu a mão e apanhou à dele.
-Posso. – ainda havia algo triste na expressão dela – Desculpe, eu sempre duvido de você...E você não me deu motivos para isso.
-Estamos tentando viver juntos, Hermione. Você precisa falar mais comigo. –ele disse sério, embora acariciasse a sua mão carinhosamente. – eu fiquei achando que estava triste por causa do Krum e suas atitudes e no entanto você estava com raiva de mim. Você iria me abandonar, Hermione?
-Não. Mary disse que eu devia- disse rápida. – Ela ficou furiosa por mim.
-Por quê? Porque você iria ficar?
-Porque eu gosto de estar casada com você. – disse simplesmente.
Rony sorriu e levou sua mão aos lábios beijando delicadamente.
-Apenas me prometa que não irá mais tirar conclusões a meu respeito sem falar comigo antes, Hermione. Eu estou tentando fazer nossa relação dar certo.
-Acha...Que estamos bem? – ela quase sussurou com medo da resposta.
Rony sorriu e a olhou malicioso.
-Eu perguntei a Harry como ele sabia que sua relação com Ginny era boa. Daí ele me disse que sentia saudades dela, mesmo quando ela estava na sala ao lado. E sabe, ele está certo. Eu gosto de voltar para casa e saber que sentirei o seu perfume. Que a verei educar e dar tando amor a Tabby. Adoro contar as sardas no seu nariz quando você está dormindo – ele riu e ela sorriu um pouco – Sim, eu acho que estamos no caminho certo.
-E o que você espera de mim agora? Que eu seja cordial com ‘ela’?
-Seria bom. Não que eu a forçarei a fazer isso. Se quiser eu pesso que ela volte e falo com o ministro depois.
-Não precisa. – dise rápida – Eu posso suportá-la. – sorriu tímida.
-E agora, o que você espera de mim, Hermione? – ele a fitou sério.
-Eu espero que me deixe leva-lo para passear pela cidade, que aceite minha desculpas, porque são sinceras e eu espero, que fique feliz em saber que eu tinha comprado uma camisola nova só para você –sorriu quando ele sorriu malicioso.
-Vai usa-la hoje à noite? -ele provocou.
-Vou sim, e não vou silenciar o quarto, se quer saber. – sorriu debochada – Ela que escute!
Rony sorriu de orelha a orelha embora corasse tão profundamente que Hermione imaginou se ele poderia levantar dali sem passar por uma situação contrangedora. Ele se moveu desconfortável com isso na cadeira, e ela sorriu ainda mais, o sorriso virando risos quando ele reclamou cada vez mais envergonhado...


A noite foi tão intensa que na manhã seguinte, Hermione acordou cheia de energia. Levantou-se da cama, orgulhasa de ver que Rony estava acabado na cama. Dormindo de bruços, nú, com seu adorável traseiro de fora. Agarrado no travesseiro ele era uma imagem digna de uma penseira.
Sempre satisfeita, fez sua higiene matinal e vestiu um short e e uma das camisas dele. Como o chão era enfeitiçado para estar aquecido, abriu mão dos chinelos.
Foi para a cozinha e pôs o café na mesa. Estava terminando de usar sua varinha para adoçar uma jarra de suco de abóbora, preferido dele, quando Yumi apareceu na cozinha. Tinha grandes olheiras que a fizeram sorrir:
-Bom dia. – disse sentindo-se vitoriosa. Bem, talvez houvesse sido mais escandalosa que de costume na noite passada, mas se animara quando percebera o quanto ele ficava acesso com isso.
-Olá... – a outra afastou os olhos, envergonhada.
-Tem café e suco. Além de torradas e ovos mexidos – avisou – Então, teve uma boa noite?
Yumi pareceu desconcertada até aparentemente chegar a conclusão de que ela não falara isso com segundas intensões e sorrir meio amarelo.
-Sim...É um apartamento adorável. Tem um ótimo quarto...
-Que bom que gostou...Você não se importa de se servir sozinha? Quero fazer uma surpresa para Rony... – apontou a bandeija pronta sobre a pia – Ele é um marido tão bom, que merece...
-Ah, claro...Fique a vontade...
Hermione quase pode ouvir as maldições que a mente enciumada de Yumi lhe rogava. Sorrindo foi para o quarto, com a bandeija flutuando a seu lado.
Rony ainda não havia acordado. Hermione sorriu e sentou na cama a seu lado. Estendeu a mão e deslizou a palma nas costas dele lentamente. Ele se arrepiou e se moveu ainda preso no sono.
-Rony... – sussurou no ouvido – Acorde, meu amor... – raramente falava palavras carinhosas a ele fora da cama, mas agora ele estava dormindo e ela podia revelar todo seu carinho e seu amor.
Deslizou a mão mais abaixo, contornando a nádega firme dele, e quem se arrepiou foi ela.
Ele resmungou e acordou movendo-se para vê-la melhor.
-Hummm...Bom dia... – ele disse se espreguisando todo lânguido e másculo.
-Bom dia. – sorriu ficando subtamente tímida – Trouxe seu café – fez a bandeija levitar até ele.
-Acho que trabalhei bem ontem à noite, para merecer isso – ele provocou.
-Você sempre trabalha bem, Rony – disse maliciosa.
-Mas sem a sua cooperação eu não seria nada – ele brincou enquanto mordia uma torrada.
-Estou com tanta saudade da Tabata – ela confessou suspirando e olhando para ele – Eu esclareci tudo com Mary, acho que vou voltar hoje mesmo. O que você acha, Rony?
-Acho que está fugindo das suas responsabilidades. – ele disse ficando sério – Precisa ver seu pais, Hermione.
-Não quero vê-los. – disse ficando na defensiva – Nem eles querem me ver.
-Certo. Então eu quero vê-los – ele disse sorrindo da sua expressão indignada – são meus sogros esqueceu? Irei sozinho, se for o caso.
-Não, vai não. Meus pais não..não gostam de você, Rony.- baixou os olhos sem jeito.
-Eu sei disso – ele disse convicto – Eu estive com eles, aqui em Berlim, há cinco anos atrás, Hermione.
-O que? – ficou chocada demais para pensar.
-Tonks localizou seus pais logo depois que vocês partiram. Eu vim logo depois. Fazia menos de uma semana que haviam se mudado. Falei com os dois que queria vê-la e esclarecer tudo. Eles me disseram que você não queria mais nada comigo e nem com o mundo bruxo. Que desejava recomeçar sua vida longe da guerra. Conhecer alguém trouxa e casar. Eu sabia que era mentira, mas sua mãe me prometeu que a convenceria a voltar. O que nunca aconteceu. – ele disse triste, como se doesse lembrar disso – Eu era muito jovem para entender que estava sendo manipulado e esperei que voltasse, e quando não aconteceu e acreditei que fosse sua vontade ficar longe.
-Eu nunca soube... – ela sentiu o peito doer e quis chorar – Os primeiros dias foram os piores. Eu teria voltado, Rony. Se eu soubesse não teria conseguido ficar tanto tempo...porque eles fizeram isso? Por quê?
-Eu não sei. Mas vamos vê-los, e será hoje. Se quiser vamos embora amanhã, mas não sem falar com eles antes.
Ela concordou com a cabeça. Não tinha coragem de dizer que não. Não depois de saber a participação deles na sua vida. Eles a manipularão. Controlaram suas decisões. A fizeram acreditar que era certo.
Como pudera ser tão tola? Como?



Hermione aparatou na área da de serviço da casa de seus pais. Era um sítio, na verdade, bastante retirado da cidade. Muitas vezes ela implorara que eles protegessem a casa contra aparatação, principalmente durante a guerra, mas eles eram contra mágia. Mas isso agora já não fazia mais sentido.
-Está tudo bem? – Rony perguntou notando sua palidez. Ela evitava aparatar, mas nessa manhã, depois de um chekap com Mary decidira experimentar.
-Sim, está tudo bem.
Os dois ouviram passos.
-Consuelo? É você que voltou? – a voz era doce e meiga e trouxe lágrimas aos olhos de Hermione. Era sua mãe.
-Não, mãe. Sou eu. Aparatei aqui. – se revelou para os olhos espantados de sua mãe.
Ela ficou um minuto em choque e então assumiu sua eterna posição elegante e desapegada.
-Pensei que a governanta houvesse chegado mais cedo das compras do supermercado. – ela disse como se essa fosse uma fraqueza sua.
-Eu não quis vir dirigindo até aqui. É bem longe de Berlin.- Hermione se desculpou – Desculpe, eu deveria ter ligado antes de vir.
-Sim, deveria – ela disse séria, olhando a filha de alto a baixo. Seus olhos pararam na barriga e era claro que havia mais ali que apenas frieza.
-Como vai, sra.Granger? – Rony estendeu a mão, ao qual ela comprimentou polidademente.
-Muito bem, Ronald. Bem, seria mais agradável conversarmos na sala de estar e não na lavanderia. – ela disse se afastando rapidamente deles.
Os dois a seguiram quietos.
Na sala, Hermione sentou-se antes que sua mãe indicasse o sofá. Sentia as pernas banbas. Sabia que seria mal recebida. Mas dessa forma era quase inconsebivel.
Rony segurou sua mão e sentou a seu lado.
-Eu mandei um convite do casamento – Hermione disse, talvez esperando que ela dissesse não ter recebido e então tudo ficaria bem entre elas.
-Sim, eu e seu pai o recebemos. – sra.Granger sentou-se numa poltrona a frente dos dois – Eu serviria um chá, mas a governanta saiu. Se desejarem algma coisa, posso fazer eu mesma...
-Não, nos não queremos nada, sra.Granger – Rony a interrompeu – Sua filha apenas queria vê-la. A senhora e ao seu marido, claro. Viemos a Berlin para Hermione consultar com Mary, e para vê-los. – vendo a expressão de surpresa da mulher, ele se irritou – Não é tão difícil acreditar nisso, sra.Granger! Hermione é sua filha! Vocês não apareceram no casamento, nem na inaulguração da livraria que sua filha abriu e ficou bastante óbvio que não apareceriam para ver o neto, quando ele nascessesse!
-Rony... – Hermione protestou desesperada. Sua mãe não aceitava ser posta contra a parede.
-Tivemos compromissos. Se não me engano, enviamos cartões de desculpas.
-Sim, junto com bilhete que dizia “Parabéns. Sr.e Sra.Granger”. Eu quase não acreditei que tivessem coragem para fazer isso!
-Rony, por favor. – Hermione soltou sua mão – Deixe que eu falo com a minha mãe. Tem um lago lá fora. Porque não vai dar uma volta e se acalmar? – sugeriu.
-Porque eu não quero me acalmar. – ele disse olhando diretamente para a sogra – Isso é tão ridículo. O que nos dois fizemos para chegar a esse ponto? Que são contra mim, eu já sei. Mas a ponto de renegarem sua própria filha? Sua filha única?
-Nunca a renegamos. Fomos nos que a auxiliamos com o nascimento de Tabata. – ela disse, sem a mesma certeza de antes.
-Sim, e são vocês que a ignoram desde que isso aconteceu! – ele explodiu.
-E o que você esperava? Hermione se tornou fria e distante. Não houve um só olhar de sua parte que não mostrasse seu ódio e sua mágoa comigo e com meu marido! – ela disse levantando-se e andando pela sala – Ela nos odiava por a termos tirado daquela vida!
-Mãe, eu nunca os odiei – Hermione levantou-se também e se aproximou dela – Eu estava sofrendo muito. – lágrimas se formaram em seus olhos – Eu não conseguia assimilar a falta que eu sentia de todos...da vida que eu tinha. Da vida que eu teria se eu tivesse ficado. Eu...não queria que tivessem se afastado de mim. De maneira nenhuma.
A sra.Granger afastou-se dela e de costas disse:
-Eu gostaria de um chá se não se importarem. – havia um tom rouco em sua voz. Ela não choraria na sua frente. Jamais.
-Eu preparo. – rony se ofereceu levantando-se. Hermione apontou a cozinha e ele saiu de lá esperando que as duas se entendessem.
Hermione se aproximou dela e disse:
-Eu sei que também sou culpada de tudo. Que não deveria ter engravidado tão cedo. Que fui uma decepção para vocês dois. Que deveria ter me casado como vocês queria, para ter um pai para Tabby e não ser mãe solteira. Mas eu não pude. Eu...
-Você não pode entender Hermione, que não é você o problema? Sou eu.
-Mãe...
-Fui tudo minha culpa. – a mulher sentou-se pesadamente no sofá. – Eu vi seus enjôos. Eu vi que você sequer imaginava que estava grávida. Eu que disse a seu pai que era nossa oportunidade de te-la a nosso lado novamente. De criar nosso neto a nosso lado e não meses e meses longe em uma escola e em um mundo a qual não fazíamos parte. E quando chegamos aqui eu notei meu erro. Mas você não sabia de nada ainda, e Ronald apareceu. Eu tive minha oportunidade de desfazer todo esse mal, mas não pude. Fui egoísta. Má. – uma lágrima correu por seu rosto e Hermione ficou chocada. Era pior do que imaginara. – Sabe como doeu saber que você voltou para Londres e sua vida se refez tão rápido? Seu casamento, essa nova gravidez...foi como encontrar a prova do meu erro. Vocês dois se amavam. E eu os separei. Eu tirei o pai da minha neta! Eu a teria condenado a viver a vida toda sozinha e triste. Eu! Sua mãe! – ela soluçou e Hermione soube que deveria odia-la.
Mas não podia. Sentou-se a seu lado e a abraçou pelos ombros.
-Não chore, mãe. Você é a melhor pessoa que eu já conheci. Sei que não foi egoísmo. Você não queria me perder.
Sra.Granger a olhou surpresa por ela dizer isso. Hermione sorriu sem jeito.
-Eu tenho Tabby e jamais aceitaria perde-la. E agora com o bebê.. – acariciou sua barriga com carinho - ...eu passei a entender ainda mais o que é esse sentimento de posse. Para mim não é estranho pensar que em poucos anos estarei o ano todo longe de Tabby, porque eu conheço essa vida. Você não conhecia. Eu terei o bebê, e outros filhos que terei, para me ocupar e sentir menos falta dos que já estiverem estudando, mas você, mãe, só pode ter a mim.
-Isso não é desculpa, Hermione – ela se afastou novamente seca e fria – Nada disso redime minha culpa. Minha responsabilidade. Longe de mim, sua vida está se acertando.
-Mãe... –ela fechou os olhos agoniada – Se eu posso esquecer tudo e recomeçar, porque você não pode tentar?
-Porque eu estragaria tudo uma hora ou outra – ela disse enfática.
-Não. – Hermione sorriu – Eu tenho um marido, cunhados, filhos. tenho amigos e tenho sogros maravilhosos. Mas ainda assim eu sinto falta da minha mãe e do meu pai. – lágrimas vieram a seus olhos e correram soltas - Eu queria que tivessem me visto no altar, de branco. Ou que tivessem visto o sussesso da loja. Mas mais que isso, eu quero que me vejam criar minha filha, que me vejam ter meu lar. Que me ajudem a ser alguém melhor que sou. Eu os quero na minha vida, mãe. A meu alcance. Eu quero pegar o telefone e contar que Tabby foi escolhida para Hogwarts com só quatro anos. E quero que me diga se fiz certo em não deixa-la ir. Eu quero saber se sou boa mãe. Eu...não vou sair de Berlin enquanto não dizer que aceita esquecer o passado e recomeçar comigo.
Sua mãe chegou a abrir a boca para responder, mas rony voltou com uma bandeija e três xícaras. Ela o olhou profundamente e Rony disse:
-Eu apoiou Hermione, sra.Granger. O passado é só passado. Serão muitos bem vindos na minha vida.
-Eu preciso falar com seu pai. – ela disse novamente fria e distante. Levantou-se e virou-se de costas, secando as lágrimas discretamente.
-Mãe...
-Sua mãe tem razão, Hermione. – Rony disse a surpreendendo – Precisam conversar. Tenho certeza que sua mãe não se importaria que ficássemos aqui com ela mais um pouco.
As duas mulheres o fitaram de maneira sxtranha e ele soube de quem Hermione puxara aquele olhar penetrante e critico que às vezes ela tinha.
-Você tem trabalho, Rony. Lembra? O relatório do ministro? – Hermione disse rápida querendo fugir da situação.
-Sim, eu lembro – ele sorriu ainda mais – Não levarei muito tempo para terminar – ele ergueu-se e se aproximou dando-lhe um rápido beijo na face - eu a busco mais tarde, e aproveito para conversar com seu pai, agora que esclarecemos tudo. Até mais tarde, sra.Granger.
Provocador, ele aparatou bem ali no meio da sala.
-Isso... – a mulher apontou para onde ele deveria estar – É assim que sempre se locomovem?
-Não. Tem outros métodos, mas esse é mais rápido. – disse sem jeito – Eu tenho evitado, por causa do bebê.
-Essas coisas podem fazer mal para você? – ela perguntou com olhos arregalados.
-Na verdade não. Bem, pelo contrário. Tenho me tratado com uma medibruxa, que é uma médica e minha gravides tem sido mais tranqüila que a de Tabby. Tenho menos dor, menos contrações. Ela acredita que meu parto sera tranqüilo também. Até mesmo May concorda que devo faze-lo nos moldes bruxos, uma vez que nos trouxas eu estou mais sugeita a complicações.
-E...Como é um parto bruxo? – ela sentou-se no sofá com as mãos entrelaçadas, uma ruga na testa de preocupação.
Hermione sorriu lembrando a si mesma que sua mãe não sabia nada sobre bruxos.
Levantou-se e sentou-se a seu lado.
-É como para os trouxas. A diferença é que usamos mágia para esterilizar todo o ambiente e evitar infecções hospitalares e outros tipos de poções, que servem como remédios, que no meu caso, estava evitando que o sisto no meu útero cresça e se desenvolta. Algo que medicação trouxa não conseguiria evitar. Madame Albertina, a medibruxa que me trata, acha que poderei manter meu útero intacto para outros filhos.
-Isso é...Tão diferente.
-Sim, mãe, eu sei que é. Mas também é maravilhoso, não é? Não precisar passar por todo aquele sofrimento de novo e ainda poder pensar em ter outros filhos?
-Sim, teria me ajudado muito. Talvez hoje você tivesse irmãos – ela disse sonhadora.
-Exitem muitas poções, mãe. – disse tímida – Se você e o papai quissessem mais filhos...Talvez haja formas.
-Mesmo? – ela tinha as sombrancelhas franzidas quando ela concordou com a cabeça – Você se importaria? Um irmão na sua idade...
-a família do Rony é enorme, mãe. Se tem uma coisa que aprendi a gostar é de ter muita gente comigo – disse pegando sua mão e vendo o quanto sua mãe estava relaxada. – Eu tenho fotos lindas da casa que Rony comprou para nós. Você quer ver?
-Sim...Eu quero... – ela disse hesitante.
Hermione pegou a varinha e com um simples feitiço o grande álbum de fotos bruxas que ficava na sua casa em Londres apareceu na sua mão.
Sua mãe levou um susto. Mas isso pareceu passar à medida que as fotos iam passando diante dos seus olhos. As fotos do casamento, as fotos da Floreios, de Tabby e das primas e principalmente inúmeras fotos dos fins de semana, com Tabby, Rony e ela. Fotos felizes.






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