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30. OS PROBLEMAS ME PERCEGUEM


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 30
OS PROBLEMAS ME PERCEGUEM

Amanhecia quando Rony acordou novamente. Momentaneamente sem saber onde estava e ele olhou em volta assustado. Foi quando viu Hermione entrando no quarto na companhia de outra mulher. Ela bebia um gole de uma bebida quente e tinha uma expressão leve na face. Tão diferente da que exibia nos últimos dias.
Não foi difícil assimilar que aquela mulher era Mary. Ela lembrava absurdamente o filho, Piero.
-Olha só quem acordou. – ela disse simpática vindo até ele com um instrumento no pescoço – Sou a dr.Sturt. Mary para você, Ronald. Bem, deixe-me ver sua pressão.
Ela prendeu alguma coisa no seu braço e apertou uma espécie de bombinha que trouxe uma sensação estranha para seu braço. Hermione sorriu vendo sua expressão confusa.
Mary tirou um aparelho do pescoço e o colocou no ouvido, segurando uma das partes na sua direção.
-Agora vamos ver se Herminoe está cuidando direitinho do seu coração, Rony. – ela brincou, começando a ouvir as batidas do coração dele. – òtimo, tudo bem aqui, pressão boa, ritimo cardíaco normal. Imagino que a sensação de enjôo tenha passado e a tontura também. Estou certa?
-Sim...Onde estou?
-No hospital. Hermione teve a boa idéia de traze-lo. Foi uma simples intoxicação alimentar, mas que poderia ter conseqüências sérias se não fosse tratado e ela evoluísse. Mas, sua esposa apaixonada, não deixaria o marido sofrendo, não é?
Hermione sorriu meio triste e ele notou.
-Nos dê alguns anos, Mary – ela disse com falço deboche.
-Mulher má. – ele revidou, estendendo a mão na direção dela – Dormiu aqui?
-Não. – ela respondeu segurnando a mão dele com carinho – Minhas costas me obrigaram a ir para o alojamento dos médicos. Mary me cedeu sua cama.
-Obrigada. – ele disse a Mary que apenas sorriu compreensiva. Havia algo no olhar dos dois que a fazia sentir pena de si mesma. Talvez amor. Daquele tipo que perdera com a morte do primeiro marido. – Quando poderei sair daqui?
Mary sorriu do olhar horrorisado de Hermione.
-Rony, não seja tão indelicado. – ela disse entre dentes.
-Não estou sendo indelicado – ele se defedeu prontamente – Você entendeu, não entendeu? - perguntou a Mary.
-Perfeitamente. Pode sair assim que tomar seu desjejum e Hermione me deixar dar uma olhadinha nela. Temos um novo obstetra na área pediátrica, que com certeza, saberá atende-la como merece.
Hermione viu rony avermelhar levemente e soube que ele não teria coragem de dizer nada.
-Será que você não poderia fazer os exames? Não me sinto bem com médicos homens, você sabe...
-Depois de dois filhos isso deveria ter passado, Hermione – ela dise acusadoramente – Foi difícil cuidar da primeira gravidez dela, Rony. Ela tinha vergonha de tirar a roupa na frente de homens! Como se não o houvesse feito, para estar grávida. – disse com naturalidade. Rony riu com ela e Hermione ficou mais envergonhada ainda.
Pelo jeito Mary encontrara um fã para suas piadas maliciosas.



-Então está tudo bem comigo de novo. – Rony disse quando jogou-se no sofá da sala, e esticou as pernas no tapete.
Hermione quis retrucar e dizer que ele apenas fizera aquilo para deixa-la apavorada, mas se conteve.
-Vou preparar uma sopa para você. O que prefere? Cenouras ou ervilhas?
Ele a olhou divertido e ela quase riu.
-Não tem nenhum daqueles restaurantes trouxas que entregam em casa? -ele disse brincalhão – Acho que não estou pronto para outra.
-Mas eu sei cozinhar, Rony. – ela a olhou em duvida e ela quis bate nele – Não tudo, mas o trivial sim.
-Se você garante...prefiro ervilhas. – ele concluiu bem confortável no sofá.
-Porque não vai pro quarto deitar? Eu te chamo quando estiver pronto.
-Vou assistir aquela coisa trouxa que passa programa de entrevistas. Como é mesmo o nome? Eu sempre esqueço!
-Televisão. Tente o canal 123. – pegou o controle remoto e jogou para ele, indo para a cozinha e prestando atenção para ver se ele conseguira ligar e por no canal.
Separou o que precisava e juntou na panela sobre o fogo.
Meia hora depois o encontou recostado nas almofadas com uma deliciosa expressão de preguiça. Ele era sempre tão hiperativo. Era bom vê-lo relaxado como nos tempos de escola, onde sempre se jogava nos sofás e descansava depois de qualquer coisa. Sorriu com essa lembrança.
-Pronto? -ela brincou se referindo a bandeja com uma graciosa tigela, contendo a sopa.
Ele fingiu um longo suspiro de resignação.
-Você sabe que meu testamento não a beneficia, não sabe? – ele retrucou com aquele irritante sorriso provocador.
-É mesmo? – ela fingiu surpresa e virou –se de costas – Sendo assim...
-Ah, Hermione! Volta aqui. – ele pediu rindo junto com ela. – O cheiro está muito bom. – ele disse com uma sombrancelha erguida em dúvida.
-É sopa de ervilhas, rony. Não tem cheiro.
-Ok. Vamos provar. – ele provou uma grande colherada. – Hum....não está ruim.
-Eu sei, não está como o da sua mãe. – disse irritada.
-Está como deveria ser – ele disse ficando serio – é a sua sopa. Deve ter o gosto que tem. –ele estendeu uma mão para ela, a puxando para se sentara a seu lado, abraçada nele.
No começo ela se sentiu desconfortável, uma vez que evitava contato físico com ele a uma semana desde que escutara aquela horrível conversa entre ele e Yumi.
Inconciente disso, Rony começou a falar sobre o programa de entrevistas enquanto comia e a fazia comer junto com ele. E depois de muitas piadas e comentários maldosos sobre a falta de higiene de dividir a mesma colher, eles finalmente se aquietaram e prestaram atenção na Tv.
Mas por pouco tempo. Terminado o almoço, Rony se aproveitou que ela estava em seus braços para depoistar beijos molhadas na sua nuca.
-Rony... –ela tentou se afastar mas ele a segurou com mais carinho.
-Hum... –ele gemeu no seu ouvido soprando ali, a deixando arrepiada da cabeça aos pés – Faz um tempão, Mione. Eu estou com saudades...
-Eu... – ela pensou em alguma mentira para explicar isso mas ele foi mais rápido.
-Eu sei, Hermione. Você tem muita coisa para pensar. A livraria, Tabby, as gêmeas, Ginny e Harry...essa história do Krum e da sua amiga. Eu entendo. Mas estamos sozinhos aqui, Mione. Sem preocupações, sem cobranças... –ele sorriu-lhe, aquele seu sorriso que lhe dizia que a vida era perfeita e ele a amava.
Rendida deixou a beijar como ele queria. Em segundos estava deitada sobre o sofá, com ele entre suas pernas. Era delicioso, pensou.
Suas mãos grandes em todos os lugares. Seus quadris fortes roçando nela, mesmo com as roupas...
-O que é isso? – ele perguntou assutado em dado momento e ela o olhou confusa – Esse barulho? – ele indicou a sala, onde um som esquisito tocava vindo de algum lugar.
-Ah, é o interfone...deve ser o sindico... – disse decepcionada.
-E? – ele disse sem entender.
-Temos visitas, rony. – o mau humor de ser interrompida a fez o empurar para longe com rudeza.
-Você está brincando, não é? Não atende! – ele reclamou, charmoso sobre o sofá, sem a camisa, que estava nesse momento jogada no tapete e vestindo apenas o jenas e as meias.
-Esse é um prédio trouxa, rony, se eu não atender, o sindico sobe para ver se estamos bem e teremos que atender de qualquer forma. – disse pegando o interfone na parede, no canto da sala.
Ouviu calada por segundos até seus olhos se arregalarem e olharem acusadores para ele.
-O que foi? – ele pareceu curioso com o modo que ela o olhava.
-É pra você, Rony.
-Pra mim? Não conheço ninguém aqui em Berlim! -ele disse surpreso.
-É sua amiga da Ucrânia. Yumi. – havia tanto veneno na sua voz que ele levou um minuto para entender que ela saira da sala e fora para o quarto o deixando falando sozinho.
Surpreso ele se levantou para antender a porta.
Do quarto Hermione ouviu a porta abrir e ouviu as vozes deles. Falavam algo sobre um relatório do ministro.
Ela não queria sair dali nunca mais. Era tanta humilhação.
Um lado seu dizia para ficar ali e deixa-los fazerem o que bem entendiam. Mas outro lado seu dizia que o queria para sempre, e não era o deixando sozinho com a amante que ela conseguiria isso!
Trocou a roupa rapidamente e voltou a sala. Rony estava sentado lendo algo. Yumi o olhava com devoção que trouxe bílis a garganta de Hermione.
-Oi – disse simplesmente ao vê-la.
-Oi. – respondeu a outra.
-Yumi trouxe um relatório do ministro. Sobre um caso que investiguei sozinho a alguns meses atrás. Era coisa urgente -ele disse entretido com as páginas nas suas mãos – Acho que é coisa demorada. – ele suspirou.
-Sim, o ministro me disse isso. Infelizmente tem muita urgência, Ronald. Mas não se apresse, eu passo aqui mais tarde – levantou-se olhando ansiosa para ele.
-Você já tem onde ficar? -ele pergutnou ainda entretido com o trabalho.
-Eu vou alugar um lugar... – ela olhou para a pequena mala que deixara perto da porta.
-Ô, Mione, porque Yumi não fica aqui enquanto analizo isso e mando um relatório final para o ministro? -ele a ollhou tão inocentemente que ela quis mata-lo.
Engoliu a seco e disse o mais normalmente que pode.
-Por mim, tudo bem.
-eu não quero dar trabalho – Yumi sorriu debochada olhando para ela.
-Eu vou ver meus pais, fiquem a vontade. –ela disse com amargura, recebendo um olhar interrogativo dele.
-Ei, nos vamos juntos, lembra? -ele sorriu e levantou-se – O que foi? não precisa sair. Eu trabalho bem mesmo com barulho. – a abraçou por trás, colocando o queixo no seu pescoço e sorriu para Yumi – Estamos tentando uma lua de mel, já que a primeira a gente não agüentou ficar longe da nossa filha, Tabata.
-Ah, sim, eu entendo... – a outra respondeu sem saber para onde olhar.
-Vocês não querem almoçar em algum lugar? -ele pergutnou com naturalidade – Eu já almocei – ele sorriu para Hermione- Mas ainda estou com fome. Que tal? Um restaurante trouxa? Eu nunca fui a um.
-Nem eu. – Yumi disse graciosamente – Sou bruxa pura. Conheço trouxas apenas por causa do meu trabalho. – disse orgulhosa.
-Meus pais são trouxas – Hermione disse sem perder a pose. – Tecnicamente sou trouxa.
-Herminone é a prova viva de que poder bruxo não tem a ver com sangue. É a maior e mais inteligente bruxa que já conheci. E gerou uma filha que foi convocada a Hogwarts com apenas quatro anos. Isso é a prova do quanto de magia possui. – ele disse galanteador – Se dependesse dos meus genes, esse bebê estaria perdido. – brincou acariciando sua barriga. – então? Alguma sugestão, Hermione?
-Tem um restaurante no centro, a poucos minutos daqui... – disse desanimada – Eu vou ligar para Mary e convida-la, assim vocês dois podem falar de trabalho sem se preocuparem comigo... – seu olhar mordaz dizia outra coisa e Yumi sorriu amplamente.
Perdido naquela troca de olhares, Rony buscou no chão a camisa e a vestiu sobre o olhar guloso de yumi. Vestiu os sapatos e tentou encontrar alguma coisa para quebrar aquele silêncio constrangedor.
Minutos depois, Hermione voltou falando no celular. Era um aparelho moderno que esquecera ali antes de voltar a Londes para ficar com Rony.
Figiu ignora-los totalmente no caminho até o restaurante, falando no aparelho com antigos conhecidos. Rony a observava falar curioso, quando ela desligou o aparelho em frente ao restaurante. Mary estava de pé e acenou para eles.
-Ela mora aqui perto – ela disse indo encontrar a amiga e os deixando para trás.
-Hermione, o que está acontecendo? – perguntou assim que segurou suas mãos geladas e notou sua expressão triste.
-Ela veio atrás dele, Mary. E Rony a deixou ficar lá em casa...
-O que??? – ela exclamou chocada, mas calou-se quando os dois se aproximaram. Seu sorriso era tão falço a comprimentar Yumi que dava medo.
Sentaram-se em uma mesa para quatro e fizeram seus pedidos. Logo Yumi iniciou uma conversa sobre trabalho e Mary a olhou como se quisesse dizer alguma coisa.
-Hermione, você pode ir comigo até o banheiro? Preciso retocar a maquiagem depois de tantas horas de plantão... – perguntou se levantando.
Não esperaram que Yumi se oferessesse para ir junto.
-Como você pode deixar isso acontecer??? – Ela quase gritou indignada quando as duas entraram no vestíbulo.
Hermione apoiou-se na ampla pia e sentiu lágrimas se formarem nos seus olhos.
-eu não sei...quando vi ela estava lá dentro de casa e ele com a maior cara de pau a convidou para ficar! O que rony está pensando afinal??? Que sou uma tola???
-Porque não disse isso a ele? Porque não o colocou contra a parede??? Hermione!
-Eu...- baixou os olhos envergonhada – E se ele a preferisse? Eu o abandonei, e escondi sua filha. E ele...sequer me ama...ela é bonita, trabalha com ele. É simpática, é...
-É uma vadia, é isso que ela. que tipo de mulher se presta a isso??? – Mary continuava indignada- Sinto muito, Hermione, mas eu gostei do Rony, na hora que o conheci. Mas agora tenho que admitir que talvez seja melhor você o deixar.
-Não. Eu não posso fazer isso...- disse desconsolada.
-Pelo menos fica um pouco lá em casa. Deixa esses dois sozinhos. Não faça isso com você mesma!
-Rony não vai aceitar. Ele é muito possessivo.
-Mais um motivo para deixa-lo! -ela segurou seu ombro e disse as palavras que a fizera tremer – Se você não contar para ele que sabe, eu mesma contarei. E hoje.
-Mary...
-Estou avisando, Hermione, não vou deixar que zombem de você desse jeito! Imagina, ficar uma semana com a amante na sua casa!
-Eu vou falar com ele, Mary, mas não hoje...- ficou acuada – Eu preciso ficar sozinha com ele, sem ela por perto. Você entende?
-Não. Eu dou um jeito de tira-la de perto dele hoje a tarde, mas você me promete que fala com ele?
-Prometo... – disse incerta.
Mary suspirou triste.
-É melhor voltarmos. Embora, que minha vontade seja esmurrar a cara deslavada dessa mulherzinha!
-Bruxos não prescisam usar força física, Mary. Basta estopora-la.
-Ah, tá. E perder a satisfação de ver a cara dela ao apanhar???
Herminoe teve que rir com ela. Era um riso triste, mas mesmo assim era uma possibilidade interessante.
Rony e Yumi travavam uma conversa empolgada sobre a queda da prisão de Askaban e a promessa de construção de uma nova Askaban, mais moderna e segura. Mary pigareou para faze-los lembrarem que elas haviam voltado.
Nessa hora, a idéia de arrancar sangue de Yumi realmente a confortou até o final do almoço-tortura.









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