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29. TENTANTO FUGIR DOS PROBLEMAS


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 29
TENTANTO FUGIR DOS PROBLEMAS

Era tarde da noite quando Hermione terminou de trocar-se e vestiu a camisosa de cetim. Havia comprado para ele. Era nova. Havia se perfumado e passado cremes. Mas não sentia vontade de dormir e a seu lado. Porque tivera que saber? Porque? Estava tão feliz na sua ignorância. Pensamento hipócrita esse.
Rony já estava deitado, lendo uma revista de quadribol. Ele adorava deitar só de shorts. Isso o fazia mais bonito, mas viril.
Desejo correu por seu corpo. Talvez isso fosse um indicio de que ainda tinham chance. Aproximou-se da cama, e sorriu tímida quando ele abriu aquele gigantesco sorriso de contentamento.
-Satisfeita com o sucesso? – ele brincou.
-Acho que sim... – aproximou-se e deitou embaixo do edredom fino.
-Foi tudo tão bem. – ele disse sonhador – Fiquei receoso que algo desse errado...
-Foi tudo perfeito. – disse e virou-se de lado, o lado oposto a ele.
-Ei, o que foi? – ele a abraçou por trás, esquecido da revista, acariciando seu braço para cima e para baixo. – Aconteceu alguma coisa?
-Eu... – lágrimas correram em sua face e antes que ele suspeitasse ela continuou – Eu mandei Vitor embora. Ele me dise que Mary me odeia e não virá falar comigo. Ele deve ter feito algo para ela, eu ainda não sei o que foi...eu estou triste com isso...
-Não, não chora por causa dele. – ele beijou seus cabelos e a abraçou ainda mais forte. Pena que não soubesse que era ele o causador de suas lágrimas. – Ninguém merece suas lágrimas, Hermione.
Preferiu calar-se. Era tão bom estar assim junto dele. Tão...importante.
-Eu vou voltar para Berlim, Rony... – sussurrou, sentindo que ele ficou tenso junto a ela. – Falarei com Mary, pois não posso perder sua amizade e vou... procurar meus pais. Presciso vê-los antes que o bebê nasça...eu...
-Tudo bem, Hermione, eu entendo. – ele disse rápido. – Pedirei a autorização para o ministro amanhã mesmo. Tenho muitas férias atrasadas, ele vai entender. Podemos ir assim que você quiser.
Ela não pretendia que Rony fosse com ela. Mas ele queria ir, não é? Isso deveria ser um indicio de que sentia algo por ela, não é? Então porque estivera na cama com outra mulher? Porque???
Naquela noite ela não falou mais nada, apenas fechou os olhos e fingiu dormir, até que realmente pegou no sono...




Gina tentou arrancar dela o que estava acontecendo. Não sorria com a freqüência de antes, não queria sair e nem passear. Preparada a viagem estava dispersa e distante.
Mesmo quando Tabby chorara a implorara para ir com eles dois e Piero, ainda assim Hermione dissera um seco não e a deixara chorar no colo do pai, que surpreso não dissera nada.
Harry havia confessado a gina que Rony estava apreocupado. Poderia ser apenas stresse de rever os pais.
Deveria ser isso, todos se convenceram.
Apenas quem sabia de tudo era Alissar. A pobre Millie tão ocupada com suas saídas e seu bingo todas as tardes, não seria boa ouvinte.
Por isso naquela tarde, antes de partir, depois que todos saíram, sabendo que Rony estava no quarto ela fora até a cozinha e esperara Alissar servir-lhe um suco para dizer:
-Rony dormiu com outra mulher quando esteve na Ucrânia.
Os olhos da elfa se arregalaram de surpresa, primeiro por estar sendo informada disso, segundo por não crer que o patrão tão apaixonado pela mulher fosse capaz disso e terceiro porque não imaginava que a patroa tão independente deixasse isso em branco.
-A senhora vai deixar o sr.Ronald?
-Não. – disse cansada daquela sensação horrível de tristeza. – Eu não consigo, eu...amo muito ele...
-Bem, a senhora sabe, os elfos...e creio os homens em geral, são todos iguais. – deu de ombros.
Hermione sorriu do seu tom jocoso e sorriu um pouco.
-Obrigada por me lembrar disso, Ali. Nos vemos em uma semana, certo? Cuide de tudo para mim, ok? Não deixe Tabby sozinha nem um minuto!
-A senhora ir traquila. A menina Tabata estará bem cuidada pelos casal Potter e eu manter os dois olhos neles!
Com essa promesa, Hermione voltou a sala para esperar Rony um pouco mais animada e até sorriu quando ele a beijou com carinho no rosto.



Rony saiu do avião atordoado. Haviam programado aparatar até o ministério da magia em Berlin, mas uma forte contração, os fizeram mudar drasticamente de idéia. Assustada com a possibilidade de passar por isso de novo, ela sugeriu o método trouxa mais comum. Avião.
Exitante sobre contraria-la, ele aceitou.
-Oh, Merlin...eu estou tonto – ele se queixou quando saíram da aeronave no aeroporto de Berlin. Uma jovem atrás dele riu. Hermione conteve a vontade de rir também.
-Eu não entendo, você adora voar. Faz cada manobra com a sua vas... – parou a tempo notando o interesse da jovem ainda atrás deles, esperando as malas.
-Eu sei, eu sei... – ele disse irritado. – Será que podemos nos sentar em algum lugar? Eu não quero desmaiar aqui! – ele estava um pouco verde e ela se preocupou. Olhou piedosa, mas não tinha outro jeito.
-Desculpe, Rony, mas eu preciso pegar as malas, porque depois leva horas para conseguir. Veja! – disse emplogada – São as nossas!
Ela se esticou para apanhar a alça das malas, quando uma mão maior passou pela sua e apanhou as malas. Ela olhou irritada até reparar num belo homem moreno claro com olhos azuis quase tão fascinantes quanto os de Rony. Ele lhe sorriu abertamente.
-Aqui, pegue suas malas. Não deveria fazer força no seu estado. – ele sorriu e realmente era um belo sorriso. – Sou médico. Alan Small. Obstetra.
-Ah! – ela sorriu - Sou Hermione Granger. Obrigada, foi muita gentileza.
-Eu posso leva-las para você até a saída? O que acha?
Hermione olhou para trás, onde Rony estava. Ele parecia realmente mal. Mas bem lá no fundo ela sentiu uma vontade incontrolável de provoca-lo. Se ele a traira, porque ela não poderia permitir um galanteio de um homem tão bonito e gentil?
-Eu estou com meu marido – rapidamente tratou de sorriu e enche-lo de esperanças – Eles está passando mal. É a primeira vez que viaja de avião. Relamente, vou precisar de ajuda, claro, se não for incomodo.
-Será um prazer. – ele disse olhando-a com mal disfarçado interesse.
-Só um momento, eu já volto.
Andou entre as pessoas não direção de rony e disse rápida:
-Encontrei um conhecido que vai me ajudar com as malas. Vem, Rony, vamos pegar um táxi.
Ele a abraçou deixando que ela o conduzisse. Ao chegarem próximo ao caminho de autormóveis, Rony exibia uma pele quase arroxeada. Hermione tocou sua testa.
-Estranho, não está com febre. Isso não pode ser só enjôo da viajem! – disse intrigada.
Alan estava de pé perto de um táxi e seu sorriso morreu quando os viu juntos. A maneira carinhosa que ela o apoiava.
-Obrigada, você é realmente muito gentil. Mas precisamos ir. Meu marido está precisando deitar e descançar.
-Claro, claro – ele disse simpático – Tente um Bromazipan. Tira a náusea.
-Obrigada novamente. Foi muito gentil da sua parte nos ajudar. Tchau – disse entrando no táxi apresada. Não seria nada agradável se rony vomitasse ali na calçada.
Pretendia ir para seu antigo apartamento, mas mudou de idéia. Estendeu um cartão para o taxista e disse:
-Pode nos levar para esse endereço.
Rony não pareceu nada interessado em conversar. Apoiou a cabeça no ombro dela e não disse nada até chegarem.
-Quer ajuda, moça? – o taxista perguntou quando pararam em frente ao hospital.
-Não, eu dou conta.
Saiu do táxi ajudando Rony a andar. Ele parecia bem pior.
Chegaram ao balcão de atendimento e ela disse rápida:
-Olá, Miriam, você sabe se Mary está de plantão hoje? – perguntou a jovem atendente que conhecua a bastante tempo.
-Está sim. sala 28, terceiro andar, Mione.
-Obrigada.
-Vem, Rony. Vamos cuidar de você.
A subida de elevador trouxa, pareceu realmente piorar tudo. Ele apoou-se nos joelhos com a cabeça para baixo, tentando evitar o vomito. Quando as portas se abriram, Hermione avistou um enfermeiro e o chamou.
-Por favor, me ajude. Eu preciso ver Mary!
Prontamente ele amaparou um Rony quase desmaiado e andaram rapidamente para a sala 28.
Mary estava de costas, aplicando uma injeção em uma mulher mais velha. Arregalou os olhos quando viu Hermione.
-Hermione? O que está fazendo aqui?
-Vim procura-la, Mary. Mas isso não importorta agora! – disse exasperada – Rony está passando mal desde que saímos do avião. E piorou muito!
Com a experiência que tinha ela logo o deitou sobre a maca e fechou as cortinas.
Passou-se uns vinte minutos até que ela dissesse algo diretamente a Hermione, que apenas observava calada, sentada em uma cadeira ao lado da cama. Rony tinha os olhos fechados e o braço sobre os olhos.
Mary aplicou uma injeção no tubo do soro que colou no braço dele e olhou diretamente para Hermione.
-Vai ficar tudo bem. Ele está com uma pequena intoxicação alimentar. Tem idéia do que ele comeu? Algo estranho? Incomum talvez?
-Ah... – ela forçou a mente a lembrar e disse – Ele comeu uns biscoitos no avião. Sabe, Rony sempre teve uma alimentação muito natural. Nada de produtos trouxas.
-Pode ser isso. – ela disse friamente antes de assinar sua ficha médica e dizer ríspida – O que está fazendo aqui em Berlim?
-Eu... – Herminoe se levantou – Eu tive uma conversa séria com Vitor e ele me contou que você me odeia. Acha que eu poderia deixar isso de lado e esquecer?
-Olha essa história não me interessa, Hermione. Perdeu seu tempo.
-Mary, nós nos tornamos amigas antes de conhecer Vitor. Eu nem estava aqui quando brigaram. Jamais o teria recebido na minha casa se soubesse da briga de vocês! Eu só soube ontem quando você não apareceu na inalguração e o pressionei! Eu preciso saber, porque você me odeia tanto?
-Porque o homem que eu amo é incapaz de me amar enquanto você existir. – ela disse direta. – vendo sua expressão chocada ela disse irritada, com lágrimas nos olhos – tem idéia do estado que Vitor ficou quando eu lhe mostrei a carta que dizia do seu casamento? Ele ficou trastornado! Louco! Chorou como uma criança. Na minha frente. Ele disse que estava perdendo o amor da vida dele! Como acha que me senti? Um nada. Uma...mulher sem valor. Sem atrativos. Um...caso perdido. Digno de pena.
-Mary, não diga isso, você é maravilhosa! É linda, competente, expontanea! Talvez Vitor não a mereça. Algumas pessoas são egositas demais... – disse com vontade de chorar. – Você com certeza é mais mulher que eu Mary, porque mesmo amando outra, ele jamais a traiu enquanto eu... – sorriu tocando o braço de um rony recém adormecido pelo efeito do remédio – já fui traída com menos de um mês de casamento...
-Hermione..
-Não, está tudo bem. Ele não sabe que eu descobri. – secou as lágrimas – Eu não vou deixa-lo se é o que está pensando. E não por causa das crianças. Apenas eu não posso viver sem ele novamente – disse sincera. – Mary, - aproximou-se e ficou bem perto dela – Me diz que não deixou de me querer bem, por favor. Eu sofreria muito se perdesse sua amisade. Sempre fui sincera com você, que não sentia nada por Vitor, que amava rony e morreria amando mesmo longe. Eu... – lágrimas correram por sua face e Mary a fez parar.
-Hermione...vamos esquecer isso... eu...nenhum homem merece que a gente se odeie. – sorriu com a voz rouca de quem sente vontade de chorar.
-Tá...Eu...tive que deixar Piero em casa, por que não pude aparatar e não deu tempo para conseguir outra passagem...acho que vai ter que ir busca-lo lá em casa... – sorriu vendo o olhar dela brilhar.
-Estou louca para ver Tabby novamente.
-E ela louca para vê-la.
Ambas começaram a conversar, mas não por muito tempo, logo Mary foi chamada para atender um paciente e Hemione ficou ali velando o sono de Rony.

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