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27. A VISÃO DO INVISÍVEL (péssimo


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 27


Rony voltou para a casa, depois de deixar Harry e Gina junto aos cavalos. Deu a volta na casa, para entrar pelos fundos. Seus olhos avistaram Vitor Krum apoiado no batente da porta, olhando para um ponto distante.
Ele seguiu seu olhar e sentiu algo rugir dentro dele.
Hermione estava no seu campo de visão. Amplamente distraída com um livro, sentada protegida do sol. Mesmo assim alguns raios batiam em seus cabelos encaracolados e os tornavam quase louros. Sua pele estava mais corada, bronzeada pelo sol que pegava todas as tardes passeando para esticar as pernas e fortalecer seus tornozelos sempre tão inchados pela gravides. Ela vestia um vestido laranja, que ele sabia, era a cor que ele mesmo mais gostava. Tinha uma faixa de tecido abaixo dos seios, que amarava nas costas, deixando o tecido cair livre sobre sua barriga, e se aconchegar nas suas pernas. Deixava seus braços nus, mas ela vestira um casaquinho de manga curta, provavelmente incomodada pela brisa fresca que vinha da copa das árvores, e deixava no ar um suave perfume de chuva a vista.
Ignorando a presença indesejada que a observava ele andou até ela.
Fez a volta no banco e ficou atrás dela.
-Bom dia, Mione. – ele sussurrou, fazendo-a salta e olhar para ele com sorriso nos olhos.
-Você me asustou. – ela acusou suavemente.
-Não assustei a toa. – deu a volta no banco sentando a seu lado. – Eu pedi uns dias ao ministro, até a inauguração da Floreios para ficar em casa. O que acha?
-Eu acho que você é muito ciumento. – sorriu, enquanto se aproximava, beijando-o rapidamente – possessivo – deu outro beijo – superprotetor e... – outro beijo – eu adoro isso em você.
-Quem me dedurou? – ele perguntou fingindo irritação.
-Por enquanto apenas Gina e Alissar. Tem mais alguém? – ele a olhou estranho – Rony!
-Desculpe, eu soube que aquele lá estava aqui, e mandei os gêmeos colarem nele e o tirarem de casa. Sinto muito.
-Você não fez isso! Rony, eles devem estar pensando que eu sou uma...!
-Não, eu falei para eles que eu não confiava em Vitor Krum. E eles me deram toda a razão.
-E quem mais? O Harry?
-Não...O Gui tem se aproveitando que a Fler adora ficar livre das meninas para deixa-las aqui, e ocupa-la. Assim, você não fica sozinha quando Tabby não estiver. Hermione...eu só queria que ficasse calma e bem. Desculpe.
-Eu não gosto de ser manipulada. – confessou – Mas gosto de ser cuidada. Da próxima vez, apenas converse comigo antes, está bem?
-Como quiser, sra.Wesley! – ele brincou.
-Não fale assim ou lembrarei da sua mãe! – logo se arrependeu ao ver a expressão dele – Eu sinto, Rony, mas eu sempre gostei muito dela. Mas não posso fingir que ainda gosto. Ela me odeia!
-Eu sei, e não vou me meter nisso. – ele a fez se abraçar a ele, recostando-se contra seu peito – O que está lendo? – mudou de assunto.
-Um lançamento para a Floreios. A magia e a evolução da historia trouxa. De Albert Stor. Quero traze-lo para uma noite de autógrafos. É um livro muito bom.
-Então continue lendo. – ele sugeriu recebendo um olhar intrigado dela – Eu gosto de ouvir. Você não acredita? – ela agora ria – Quer que eu leia para você?
-Porque não? –entregou-lhe o livro, se encostando ainda mais, enquanto ele começava sua leitura com uma careta.
Ele não conseguia ler sem tecer comentários e sempre acabavam rindo. Passaram quase toda a manhã ali, rindo e conversando.




Na quinta feira, dia da inauguração da Floreios, Rony esperava suas mulheres descerem, para irem juntos para lá. Harry e Gina já haviam ido e levado Piero. No canto da sala, Vitor também as esperava.
Tabby desceu logo, vestindo seu vestido preferido, amarelo claro, com fitinhas rosas. Hermione veio logo atrás. Tinha tentado ficar o mais bonita possível. Com seis meses fechados, seu rosto estava redondo demais, ela pensou. Por isso prendeu os cabelos num rabo de cavalo elegante; assim com o vestido azul, com um blaser mais escuro. Sapatos baixos e uma bolsa creme. Elegante e formal.
-Estamos prontas. – ela anunciou olhando para rony angustiada.
-Ainda não – ele retirou um embrulho do bolso e Hermione o olhou surpresa – Para dar sorte.
-Rony, você não precisava ter comprado nada! – desembrulhou e encontou uma delicada pulseira em ouro amarelo, com aplicações de pedras vermelhas. – É linda!
Ele ajudou a coloca-la.
-E eu, papai? – Tabby reclamou.
-Você? O que tem você? – ele desconversou, sorrindo.
-eu não ganho nada? – ela disse chocada.
-Deixa eu ver – ele a pegou no colo – O que acha de um beijo?
-Ah, pai!
Hermione riu e mostrou a caixa da sua pulseira, onde havia outra, menor.
-O papai não esqueceu de você – ele disse – Olhe, o que acha?
Havia uma pulseirinha também de ouro, mas um único pingente, em forma de T.
-Legal, pai! Olha só, tio Vitor! – ela correu para o padrinho que a pegou no colo.
-É muito bonita sua pulseira, Tabby – ele disse sorrindo para ela – Seu pai ter um gosto muito bom.
-Comprei na Ucrânia. – ele disse rápido, olhando para Vitor como se o desafiasse a dizer algo desagradável – Quis fazer surpresa para as minhas mulheres. – ele pegou a mão de Hermione e a trouxe para perto do coração, olhos nos olhos – Você gostou?
-É linda... – disse com um nó na garganta – Adorei. Eu...não sei como agradecer, Rony. Você tem cuidado de todos dos problemas da Floreios, e tem me tratado tão bem, tão... – sentia vontade de chorar - ...tão melhor do que eu mereço – sussurrou lembradno-se das palavras de Vitor, dias antes, ao acusa-la de ter abandonado Rony.
A expressão dele mudou por segundos e então um sorriso se formou.
-Não é a melhor hora para falar sobre isso, Hermione. Nem que pense não opinião dos outros. – ele disse olhando diretamente para Vitor. Que lhe sorriu em resposta.
Embora não houvesse falado sobre a conversa que tiveram, ela suspeitou que de alguma forma Rony houvesse descoberto.esperava sinceramente que ele não houvese tido a péssima idéia de colocar escutas dentro da casa. Isso ela não poderia relevar.
-É melhor irmos ou ficaremos atrasados – disse Vitor, com Tabby no colo. Ele dirigiu-se para a lareira e Hermione segurou a mão de Rony para que ele não dissesse nada. Em segundos os dois desapareceram na lareira e Hermione olhou para ele.
-Como sabe o que Vitor me disse? – foi direta, a testa franzida.
-Ele falou com você também sobre isso? – ele disparou vermelho de raiva – Quando???
-A alguns dias atrás. Mas não mude de assunto, Rony! Como você pode saber o que ele me disse???
-Porque ele falou sobre isso com os gêmeos. Com as atendentes da loja, com Harry, com o ministro...com o pais inteiro, se ele pudesse. – disse irritado – E Millie me contou que ele a chamou para falar sobre sua ‘submissão’ a mim. – disse entredentes – Eu estou fazendo isso, Hermione? Quero dizer, eu às vezes sou um pouco..possessivo.
-E eu independente – aproximou-se – Ele sabe disso. Que eu jamais aceitaria viver dessa forma. Eu imagino que ele esteja jogando com isso. Para me fazer pensar coisas erradas. Eu não me sinto presionada, ou subjulgada...e se assim o for, eu nem percebi, ou não me importei – disse sendo sincera – Apenas odiaria que pensasse que sou esse tipo de mulher, rony...eu nunca viveria a marjem de um homem.
-Bem, parece que ele conseguiu o que ele queria. Você pensou muito sobre isso.
-Sim, mas não cheguei a conclusão que ele esperava – sorriu. Pretendia se aproximar e toca-lo quando sentiu um aperto na barriga. O bebê mexia-se muito desde os qautro meses, mas esse tipo de sensação não era muito comum.
-O que foi? – Rony se aproximou.
-Eu acho que nada...foi só uma contração.
-Mas já? – ele arregalou os olhos – Falta muito tempo ainda!
-Eu sei. Mas senti isso com Tabby também. Mary disse que é normal...mas sempre é bom tomar cuidado...
-Seria melhor adiar a inauguração? – ele sugeriu.
-Não...eu vou, fico um pouco, e volto pra casa.
-Certo – ele suspirou contrariado – Mas não a quero perto daquele homem, para que ele a pressione com suas intrigas. Nem a quero longe de mim, entendeu?
-Claro. Quer que eu vá no seu bolso ou no seu prendedor de gravata? – ironizou irritada. Era difícil saber o motivo, mas sentia raiva. Dele, de Vitor, por ambos a colocarem naquela situação.
-Isso, brigue comigo. – ele disse também irritado – Vamos de uma vez. Antes que ele realmente consiga o que quer.
Saíram da lareira, dentro de uma pequena sala recém construída nos fundos da livraria, onde seria um escritório privado. Hermione conferiu as roupas, que estavam em ordem e olhou para Rony decidida a pedir desculpas. Ele não esperou. Abriu a porta e a condiziu para fora, obviamente fugindo de ficar sozinho com ela mais tempo.
Havia muito mais gente do que ela previra. Ok, era inicio de ano letivo e muitos pais estariam ali, mas não na inauguração. Estivera errada ao pensar isso. Avistou Fred e George atendendo em uma parte mais reservada, alunos de varias idades.
-Pedi a Fred e George que nos ajudasse hoje. Eles tem jeito com crianças. – Rony sussurrou.
-Você sabia que teria tanta gente? – estranhou.
-Pesquisei bastante, Hermione. Isso era esperado. Você deveria saber, já que imagino, planejou esse negocio antes de compra-lo – alfinetou-a.
se era para machucar, pois bem, ele conseguira.
Ela não pensara neses detalhes. Provavelmente, estaria sozinha servindo canapés e tentando atender quem entrasse. Merlin, como pudera ser tão tola?
-Rony – segurou sua mão, assim que ele avistou os pais, e tentou se afastar – Obrigada – disse quando ele a olhou com amargura – Obrigada por fazer isso. Por me agüentar... – corou, com vontade de chorar. Era tão ingrata!
Ele amenizou a expressão, e a puxou para trás de uma grande prateleira.
-Está com medo disso tudo? – ele perguntou.
-Sim, eu estou assustada. Eu deveria ter planejado mais...eu...
-Você tem mais com que se preocupar nesse momento – acariciou sua barriga – E fico feliz que tenha posto o resto de lado em nome disso. Me chatearia se houvesse feito ao contrario.
-Depois que Tabby nasceu, nada na minha vida foi mais importante que ela – confessou – E agora tem mais gente na frente de qualquer outra coisa. – insinuou.
Antes que ele respondesse ela o beijou.
Se não podia dizer que o amava, ao menos demonstraria o tamanho do seu carinho e da sua paixão.
-Papai! – uma voz insisente e altamente irritada os separou. – Tio Harry quer lhe mostrar uma coisa! – Tabby tinhas as mãos na cintura e estendeu a mão para o pai, puxando-o para longe de Hermione, que acabava de ser abordada por clientes que vieram lhe dar parabéns para inauguração.
Vários minutos depois e ela terminou de mostrar a prateleira dos livros do 1º ano de Howart, para os pais de uma charmoso casal de gêmeos, e viu-se sozinha, espiando Rony a distancia.
Ele e Harry travavam uma conversa animada não muito longe, entre livros de Quadribol. Um especial, que quando aberto reproduczia imagens mágicas de grandes lances que entraram para a historia do esporte.














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