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25. DESCONFIANÇAS


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


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CAPITULO 25
DESCONFIANÇAS

A semana voou com Vitor e Piero na casa. Um menino era sempre mais arteiro que uma menina ao que Fler aproveitou muito, mandandos suas filhas passarem as tardes brincando com ele. Segundo ela, ele as deixariam exaustas, e quando voltassem para casa, estariam prontas para dormir antes do jantar.
Hermione pouco via Vitor, pois ele ficava boa parte do dia com Fred e Jorge na loja.
Algo que surpreendeu até mesmo Gina.
-Eu nunca imaginaria que aqueles três pudessem ter algo em comum. – ela disse com um certo desprezo. – Não por causa do Vitor, você sabe. – exclareceu, levando Hermione a rir.
Gina andava pelo jardim na égua Kalip, um animal bastante manso, enquanto Hermione a assistia apoiada na cerquinha que rodeava o espaço para os animais.
Sua barriga havia arredondado definitivamente, tomando mais forma e peso que deveria. Seus pés estavam assustadoramente inchados, por isso usava sandálias baixas, com um simples vestido florido no joelho. Ou nem tanto no joelho, já que sua barriga o fazia sungar até acima deles. Seus cabelos estavam quase na cintura, encaracolados e soltos.
Ultimamente cuidava mais deles. Mais da pele. Até suas roupas estavam mais caprichadas. Gina a ajudara a escolher maquiagens e ascessórios que a valorizassem. Não que quisesse impressionar Rony, mas não custava ficar bem, disse a ela. Obviamente, ninguém acreditava nisso, nem mesmo ela.
Ruffus, o gigantesco cachorro de Fler veio correndo e pulou a cerca indo saltar em volta do cavalo, que irritou-se.
-Porque você deixa a Fler banir todos os seus monstros para cá, mione? – Gina disse iritada – Ela é muito folgada!
-A casa é grande, Gina. Além disso, é a casa do Rony. – disse simplesmente.
Gina ficou parada olhando para ela estranho.
-O que foi? – perguntou.
-Essa casa também é sua! – disse indignada.
-Eu sei disso – sorriu – Eu me expressei mal, desculpe. Eu quis dizer, que logo estarei na Floreios o dia todo. Que mal há que alguém aproveite toda a beleza desse lugar? Me parece tão solitário que Tabby fique sozinha. Além disso, eu gosto dessa agitação. Sei que fler não controla muito bem suas filhas, mas comigo elas ficam mais calmas. E, a família é grande e eu quero que Tabby desfrute de cada um. Que ela tenha laços com todos. – baixou os olhos – Eu não tive issso, você sabe. Meus pais não se davam com o resto da família. Cresci muito sozinha, até ir para Hogwarts.
-Eu sei, Hermione, só acho que deveria colocar um limite na Fler. Logo, logo você vai ter mais um bebê. Não pode ficar cuidando dos filhos dela, do cachorro dela...o tempo todo! Daqui uns dias ela manda até o Gui para cá! – disse exasperada.
-Nos temos doze quartos de hospedes. – ela respondeu sorrindo ao receber um olhar mordaz da cunhada. – Eu falei com Fler. Quando o bebê nascer, ela vai ficar uns dias aqui, me ajudando. É uma troca justa. Não é?
-Ela não vai fazer isso! Eu vou fazer! – disse indignada.
-Gina, Fler já teve filhos, ela vai poder me ajudar mais que você...
-Hermione! – gritou indignada, ficando vermelha.
-Tem umas coisas meio escabrosas depois de um parto normal, Gina. Acredite, eu vou precisar da Fler. – disse fazendo careta ao lembrar-se da Tabby. Dos pontos. Dos sangramentos. – Mas quero você me ajudando também. Eu já disse, a casa é grande. Pode ficar aqui me paparicando. O que acha?
-O que eu acho é que você e Fler estão muito amiguinhas para o meu gosto. Ela nem é da família!
-Como não???
-Cunhada não é parente! – disse irritadíssima.
-Oh, nossa, obrigada. Fico feliz em saber disso – ironizou.
-Você sabe o que eu quis dizer! – ela se defendeu.
-O que eu sei, é que eu gosto de você como minha irmã. E da Fler como uma grande amiga que estou descobrindo.
Gina calou-se como se precisasse digerir isso. Logo sorriu e mudou de assunto.
Andaram um pouco, para que ela espixase as pernas, e tentasse aliviar a pressão sobre as costas. Gina trazia os arreios da égua na mão, fazendo com que ela trotasse lentamente a seu lado enquanto comia capim. O sol caia no poente, quando elas levaram o belo animal para a baia e voltaram para a casa.
As gêmeas estavam na varanda, com Piero. Havia folhas, lápis de cor e colas coloridas espalhadas por todos os lados.
-Tia Mione! – Piero veio correndo, seu rosto moreno, com olhos muito verdes, indenticos aos da mãe, iluminado e afoito. Ele segurou seu braço e a abraçou.
-Nossa que bom! – ela exclamou sorrindo – Faz tempo que você não me abraça, Piero! O que foi? já não tem mais vergonha que pensem que você é o bebezão da tia? – brincou com ele; piero ia fazer oito anos e tivera sua faze de não querer ser tratado como criança.
-Não, tia – Amy, a gêmea mais calma disse olhando meio enfadada para eles – Piero disse que ninguém vai tirar a tia dele!
-E quem faria isso? – Hermione estranhou.
-O pai disse que quando o aquele lá voltasse, você não iria mais dar atenção para a gente! – o menino disse malcriado.
- aquele lá? Desde quando você fala desse jeito das pessoas, Piero?– estranhou o desprezo dele e seu pouco caso em não responder-lhe– E quem seria ‘aquele lá’?
-Por acaso seria eu. – uma voz firme respondeu vindo do batente da porta.
Um Rony, mais bronzeado e de olhar brilhante a olhava meio irônico. Tinha os braços cruzados rente ao peito e parecia meio displicente apoiado ao batente da porta. Jeans, pulôver verde claro. Sapatos caros. Olhar mordente.
-Voces já voltaram? – foi Gina quem antecipou-se.
-O Harry tá lá dentro, conversando com nosso hospede. – havia novamente um tom jocoso na sua voz.
-Eu não sabia que voltaria hoje! – ela disse acordando da surpresa de vê-lo. Tentou mover-se, para aproximar-se, imagindo que não seria tão estranho abraçar o próprio marido. Mesmo que ele não a amasse. Mas Piero apertou ainda mais sua cintura, imobilizando-a – Piero, eu preciso falar com Rony.
-Não, tia!
Ela sorriu apesar da situação.
-Porque você não vem comigo, então? Comprimente o Rony, ele é o dono da casa, Piero.
-E daí? – respondeu mal criado, soltando-a e saindo correndo pelo jardim. As gêmeas, achando ser uma brincadeira foram atrás. Logo ela viu Ruffus segui-los para brincar.
-O que ele tem? – ela perguntou olhando para Rony espantada – Piero sempre foi tão educado!
-Ele está com ciúmes. – Rony disse simplesmente. – De mim.
-Por quê? – aproximou-se, incerta agora de que ele aceitaria seu abraço.
-Sou o inimigo. Eu roubei a tia dele.
-Não acredito, Piero não pensaria isso! Ele sempre foi tão apegado em mim, mesmo antes de...
-...De ter um pai novo? – sugeriu irônico – Um que não gostasse de mim, por exemplo?
-Rony, por favor... – chegou bem perto dele, esquecendo qualquer inibição – É bom que esteja de volta.
-Mesmo? – havia um traço de ironia ali, mas ela preferiu esquecer.
-Você duvida? – provocou, chegando bem perto agora.
-Tenho motivos para isso? – ele devolveu, deixando-a sem palavras momentaneamente.
-É claro que tem. – ela disse sorrindo – Não vê? Estou tão sensual, que nenhum homem me escaparia! – contornou a barriga com as mãos, olhando divertida para ele.
Ele sorriu um pouco, talvez notando, que ela sequer entendera sua agrecividade, ou a que ele se referia exatamente.
-Está maravilhosa. – disse movendo-se e a envolvendo em seus braços.
Finalmente, ela pensou. Ele a beijava. Completamente abraçada, envolvida, agasalhada por seus braços. Era perfeito. Depois do que pareceu minutos, ele se afastou olhando para ela com aquele olhar que ele sempre usava para exibir sua paixão.
Ela acariciou seu rosto e sorriu, um tanto tímida.
-Sabia que tem uma entrada lá atrás, que leva diretamente para o corredor do segundo andar? Ninguém veria a gente entrar... – sugeriu baixinho.
Ele sorriu também, e abaixou a cabeça pronto para outro beijo apaixonado.
Um pigarrear fez com que olhassem para a porta, onde Vitor os observava. Hermione corou ao notar que provavelmente ele ouvira sua tentativa, mais que acertada, de seduzi-lo. Sentiu uma louca vontade de rir. De nervoso. De contrangimento. Deixou que Rony a abraçasse e descançou o rosto em seu ombro.
-Sua elfa avisar que o jantar estar pronto...
-Ah, sim, ela sempre prepara mais cedo, para as crianças. – ela disse lembrando-de dessa pequena delicadeza que sua elfa fazia para ela. – Piero e as gêmeas estão brincado no pátio. Vou procura-los... – disse olhando para Rony.
-Vamos, então. – ele concordou, não parecendo querer ficar ali mais tempo.
Andaram um pouco, até que ele pegou sua mão. Hermione ficou bem junto dele, enquanto seguiam pela grama verde.
-Eu recebi uma carta do Vitor, no dia que você e Harry foram viajar – ela começou a contar, olhando para ele e medindo sua reação. – Mary virá para a inauguração da Floreios e Vitor pensou que seria bom vir antes, por causa das férias de Piero.
-É mesmo? – ele disse banalmente, sem olhar para ela, como se não se importasse.
-Vitor tem passado praticamente o dia todo na loja dos gêmeos. Da para acreditar que eles ficaram amigos? – sorriu, mas ele não parecia ter humor. – Foi bom ter a companhia de Piero. A casa estava muito silenciosa depois que partiram. – resolveu ser sincera.
Nada. Ela parou e o fez parar também.
-Não precisa fingir que está tudo bem, rony.
-Acha que é isso que estou fazendo? – havia um brilho perigoso em seu olhar.
-Sim, eu acho. Você não quer me deixar nervosa, por causa do bebê, e eu agradeço por isso. Mas também não quero que ignore o problema e fique...com raiva de mim.
-É um problema? A casa também é sua, Hermione. Convide quem quiser. – disse com um tom recentido.
-Eu não o convidei! – disse revoltada com a conclusão dele – Eu o esperava só em agosto. Ele é padrinho da Tabby e viria para o aniversário dela! Mary sim, me escreveu dizendo que viria antes para me ajudar no parto. Fiquei supresa com a vinda dele, mas não achei que devesse impedi-lo. O que eu diria Rony? Que não poderia recebe-lo na casa que digo ser minha porque o homem que eu me casei não quer me ver perto dele??? Ele acharia que você...desconfia de mim em relação a outros homens. O que eu imagino, que não seja verdade...
-Eu não estou pensando isso! – ele suspirou finalmente deixando obvio que estava irritado – O problema não é você, Hermione, é ele. Eu cheguei a duas horas, e ele fez questão de deixar claro o quanto você está bonita com a gravidez, o quanto o ar do campo arredondou seu corpo... você quer que eu goste de saber que tem um homem dentro da minha casa, olhando e decorando as curvas da minha mulher???
-Rony...- ficou sem saber o que dizer. – Vitor não deve ter feito por mal... – mesmo ela não estava segura disso.
-Ele ainda te ama. E você sabe disso, não sabe? – ele perguntou direto. – Por isso não teve coragem de dizer a ele para não vir?
-Eu fiquei com medo que ele achasse que...você o consederasse uma ameaça ao nosso casamento. Ele poderia pensar que eu... sinto algo, o que não é verdade. – admitiu – Quando ele e Mary decidiram viver juntos eu sabia que ele ainda me amava, e ela também. E eu continuei sabendo que isso não mudou. Mas o que eu faria, Rony? Mary é minha amiga e Piero...você viu como ele é apegado a mim! Eu não quero me afastar deles dois! Eles se tornaram uma família para mim durante todo o tempo em que fiquei tão sozinha em Berlin!
-Eu penso se não é por isso que ele está com sua amiga, Hermione, para ter motivos de te-la perto. – ele estendeu a mão para ela que se aproximou, abraçando-o e descançando o rosto no peito dele.
-Isso é tão triste, Rony...Mary não merece algo assim...
-Talvez ele não faça de propósito – ele acariciou seus cabelos – Pode ser incondicional a vontade dele.
-E o que você quer que eu faça? Fale com ele?
-Não. – a fez olhar para ele – Ouvir você me convidando para o quarto deve te-lo acalmado um pouco – sorriu, genuinamente alegre – Agora deixe que ele perceba sozinho que não tem mais chances.
-Mas você não vai brigar com ele, não é? Prometa isso, Rony, eu não quero que Mary se afaste de mim!
-Eu prometo ficar fora do caminho dele, e mante-la bem longe dele!
-Tudo bem, me parece uma ótima idéia – sorriu.
-Certo, vamos buscar aquelas diabinhas com o gênio da Fler e achar o muleque mal criado que você diz que é um menino.
-Rony! – disse indignada.
-Ah, fala sério, Hermione, o Gui não tem a menos autoridade com as mulheres dele!
-Ah, e você tem? – disse ficando séria.
-É claro que tenho. Tabby está quietinha lá dentro, você docilmente me esperando.... – ele mesmo riu, da bobagem que dizia – Um homem pode sonhar, não pode?
-Ah, claro, pode sim... – desdenhou enquanto iam atrás dos gritos das crianças, que brincavam ali perto.


Hermione entrabriu os olhos quando Rony voltou para o quarto. Haviam feito amor, e ela despencara satisfeita na cama. Haviam finalmente matado a saudade de tantos dias distantes.
Mas o grito de Tabby os fizera esquecer o encanto do momento, e correr para acudi-la. Rony foi dessa vez, para que ela não precisasse se vestir.
Vestira a calça do pijama e saira atrás da filha.
-Está tudo bem? – ela perguntou sonolenta.
-Sim, foi só um pesadelo. Tabby dormiu antes de me conta-lo... – havia algo na sua expressão emburrada que a fez despertar de seu quase sono.
-Mas o que foi? Está bravo? – moveu-se na cama, para esfregar seu torço nú contra o peito nú dele, assim que ele entrou na cama novamente. Adorava o calor de corpo contra corpo. Estava ficando mais difícil por causa da barriga, mas ainda era aconchegante.
-Sabe quem estava na porta quando eu cheguei, prestes a entrar e acudir? – perguntou irritado – Vitor Krum! Ele se achou no direito de acudir a minha filha, na minha casa!
-Rony...
-Acha que eu não sei que ele esperava que fosse você que fosse até lá? – ele falou como se dissesse a si mesmo – É claro, eu estaria cansado da viagem e você iria. Natural. Obvio. O que ele queria? Ter uma lembrança sua de camisola para ficar fantasiando? Ou achou que poderia seduzi-la no corredor???
-Rony...
-Está tudo bem, eu só estou com essa atravessada na minha garganta. – confessou.
-Eu só não queria que isso estragasse a nossa noite. – ela disse cincera – quero dizer, ele que sonhe o que quiser. Quem me tem aqui, na cama, é você. Só você. E a única coisa que me interessa é saber o que você sonha, ou fantasia – sorriu sugestiva.
Ele sorriu também, visivelmente menos tenso. Mas não voltaram a se amar naquela noite. O pensamento de Rony parecia longe. Longe demais, pensou Hermione.









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