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22. PROF. MACGONAGALL


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 22
PROF. MACGONAGALL



Esperar sempre foi o pior para alguém tão inquieto como ela. E esperar por noticias da filha era ainda mais torturante.
Não apenas para ela. Gina estava sentada a seu lado, segurando sua mão, enquanto Rony e Harry conversavam baixo perto da porta. Rony tinha o semblante preocupado e torcia as mãos.
Havia Wesleys demais ali dentro para que se desse ao trabalho de contar.
Por isso, foi um alivio quando uma mulher bastante velha, usando um uniforme bem parecido ao que Madame Polfrey usava quando iam para a enfermaria.
-Madame Albertina! – quase gritou, erguendo-se ansiosa – O que ela tem?
-Hermione Wesley? – perguntou conferindo sua ficha – Tabata está em observação. Ela teve apenas febre. A dor na cabeça foi apenas conseqüência do aumento da temperatura no corpo. Ela comeu gelado e suou bastante correndo com as primas, como ela mesma me contou – sorriu, principalmente vendo seu alivio – É uma menina surpreendende. Impressionante, vocês possuem muita sorte em te-la. E é muito meiga e gentil, também.
Rony se aproximou, abraçando os ombros de Hermione, que parecia incapaz de responder.
-E quando poderemos vê-la? – ele perguntou.
-Agora mesmo. Mas antes, gostaria de falar sobre um assunto delicado, sr.Wesley. Talvez em particular.
-Não é preciso. Aqui todos são da família. – Rony assegurou.
-Certo...bem, como disse nos conversamos bastante. A febre baixou com a poção que lhe dei. Ela está sem sintomas de gripe. Agora eu a coloquei para dormir um pouco, mas quando acordar estará ótima. O que me preocupa é o que conversamos. Ela falou muito sobre a mãe, o pai e o irmanzinho. Mas também falou muito sobre em como sua mãe e sua avó brigam sem parar. Não é incomum crianças da idade dela adoecerem por causas emocionais. Elas não conseguem extravassar uma frustração e o corpo a reflete. E nesse momento a aflição dela é em relação a isso. Seria recomendado que conversassem com ela e exclarecessem tudo. Digam que está tudo bem, ela se sentira mais confiante.
Hermione não soube o que responder. Apenas a seguiu para dentro do quarto. Um rony calado atrás de si, e a sensação horrível de culpa.


Os dias se passaram voando. Hermione não via a sra.Wesley a quase cinco dias, e também não ouvira nenhuma reclamação vinda de Tabby. Sengundo Gina ela havia decidido manter sua opinião sobre a nora para si mesma.
Para Mione era um alivio. Uma calmaria.
Em poucos dias seria a inauguração da livraria e antes de tudo precisava conversar com alguém sobre isso. Por isso, tabby estava sentadinha sobre o sofá, vestindo uma jardineira cheia de preguinhas na saia, num tom azul que realçava seus enormes olhos azuis. Em baixo uma blusinha laranja, presente de Rony, a blusa preferida dela. Nos cabelos, duas fivelinhas coloridas prendendo uma mexa de cachinhos na testa. Seus sapatos claros estavam brilhando e as meias impecavelmente vestidas, com os babadinhos agarrando seus tornozelos. Hermeione foi até ela e arrumou pela miléssima vez suas presilhas, alisou sua saia e conferiu suas meias.
-Hermione! – Rony revirou os olhos divertindo-se com seu nervoso- Ela não está indo para ficar! Ainda faltam sete anos para receber a carta de Hogwarts!
Ele se aproximou e a abraçou, acariciando sua barriga para acalma-la.
-Eu sei, Rony. – sorriu para ele. –tem certeza que não pode ir com a gente?
-Eu sinto muito, estava louco para ir. Harry e Ginny também, mas essa reunião não pode ser adiada. Podemos marcar um dia, e iremos nós quatro matar as saudades, o que você acha?
-Perfeito. – virou-se para ele e o beijou.
Tabby ficou observando-os namorarem com aquele encantamente de criança. Mas como sempre o tédio a fazia estragar o clima. Eles ficavam muito pegajosos e esqueciam dela. E ela não gostava nada, nada disso!
-Pai! Paiêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê!!!!!!!
Eles interromperam o beijo, algo que virara um habto, desde que Tabby desenvolvera aquele ciúme do pai e da mãe juntos.
-Eu também quero um beijo, pai! – estendeu os braços para ele.
-E como eu posso deixar de beijar uma menina tão linda como essa? Tão fofa! Tão arrumadinha! – a pegou no colo, e depois de um beijo a abraçou. Tabby descançou a cabeça no ombro dele e olhou para a mãe com aquela expressão vitoriosa.
Rony estendeu o braço e puxou Hermione para o mesmo abraço.
Haviam decidido deixar essa fase passar naturamente, e sempre incluir a mãe nesses momentos em que ela queria o pai apenas para si. Desse modo ela entenderia que eles eram uma família, e não havia distinções entre uma e outra. Ele amava as duas por igual. Claro que para Hermione ele apenas a queria bem, mas as noites intenças que dividiam eram um acalento nos momentos em que sentia falta do seu amor.
Tinha sua paixão e seu carinho, mas jamais seu coração.
-Quer que eu as leve, Mione?
-Não precisa. Tabby já se acostumou com pó de flu e Prof.Minerva está nos esperando. Vamos sair de sua lareira pessoal, em seu escritório.
-Certo, então. Tenham um ótimo dia e não se preocupem comigo. Vou almoçar com Harry e Gina e depois vou ver a minha mãe.
-Manda um beijo para a vovó, papai! – tabby disse com olhinhos brilhantes – Não vai mandar um beijo também, mãe?
-É claro, Tabby. – deu seu melhor sorriso amarelo. Desde que descobrira através dos gêmeos que ela andava distribuindo rumores sobre sua integridade entre todos os amigos dos Wesleys, que ela sequer conseguia ouvir o nome Molly Wesley sem conter um impulso assassino.
Mas o tempo era senhor de tudo e mostraria para todos que a matriarca Wesley era uma erva daninha com ciúmes do filhinho!
Melhor esquecer isso ou se atrasaria.
Saiu da lareira, com Tabby pela mão. Ela conteve a respiração e seus olhinhos se arregalaram ainda mais que de custume. Observou cada detalhe.desde a fênix de Dumbledore, até os quadros na parede. Um Dumbledore muito vivo,em seu quadro, piscou para ela que corou e agarrou ainda mais a mão da mãe. Parecia uma mocinha. Seu lado mais adulto esposto.
Hermione também conteve a respiração ao ver a velha professora. Sentiu vontade de abraça-la, mas não achou apropriado. Ela sempre fora muito rígida e cizuda.
-Hermione Granger! – a professora saiu de trás de sua mesa e se aproximou com um olhar aprovativo, olhando então para a menina – E você, Tabata Wesley! Não é?
-Sim, sra. McGonagall.
Ela soou muito parecida com a própria Hermione. Formal. Séria. Compenetrada.
-Foi o que imaginei. Já tivemos muitos problemas por sua causa, srta.Wesley. suponho que não saiba disso. Nem sua mãe.
-Mamãe? – a menina olhou para ela como se implorasse que dissesse que isso não era verdade. Havia um medo terrível lá no fundo de seus olhos. Medo de ter feito algo errado e não ser aceita no futuro.
-Problemas? Que tipo de problemas, prof. MacGonagall? – Hermione perguntou sentindo o mesmo que a filha.
-Não sou mais sua professora, srta.Granger...ou melhor, sra.Wesley. – parecia haver uma sombra de sorriso em seus lábios, mas era difícil dizer, ela pouco sorria – E pelo que soube de sua brilhante carreira de diplomata, aprendeu muito bem todas as lições necessárias a um bruxo.
-Obrigada...mesmo, assim, a senhora sempre será ‘prof.MacGonagall’ para mim. – foi sincera.
-Bom. – a mulher disfarçou, mas aprovava sua afeição. –Como disse, sua pequena bruxinha, nos causou muitos transtornos sobre suas habilidades. Alvo e eu temos discutido muito sobre ela. – da parede o retrato fez uma curvatuda, como se se eximisse da responsabilidade de falar – e sempre pairamos sobre a mesma divergência. – pegou um pedaço de pergaminho de sobre a mesa e estendeu para Hermione. Ela leu avidamente, e a olhou interrogativamente.
-Isso mesmo, Hermione. A um ano a capacidade mágica e de sua filha se igualou a de um adulto. Pelas normas da escola deveríamos convoca-la a Hogwarts esse ano. Um poder desses não pode ficar sem aprendizado ou treinamento. E levando-se em consideração a capacisdade intelectual dela, é praticamente impossil deixar de lado e ignorar seu potencial. Porém, como Alvo fez questão de me lembrar tão ardorosamente, é apenas uma criança de quatro anos. Como vê, é um dilema.
Estendeu a mão, apontando a poltrona da sala, longe da mesa. Hermione um tanto pálida sentou-se no sofá e Tabby sentou-se a seu lado.
-Eu não sei o que dizer...sinceramente, nunca imaginei isso. – olhou para a menina –ela é tão inteligente. Tão esperta. Sempre soube que seus poderes mágicos eram fortes e bem desenvolvidos, mas...isso? Me pegou de surpresa.
-Eu disse a Minerva – o retrato manifestou-se – Uma criança deve ser uma criança, enquanto o coração de uma mãe assim a sentir.
-Sim, sim, Alvo. Já sabemos disso! – a professora respondeu enfadonhamente, provavelmente cansada de tanto ouvir isso – O que acha? Tabata deveria ingressa o mais rápido possível!
-Eu não sei o que pensar. Tabby é apenas uma menina, professora. Não sei se... – sentiu aquele aperto no peito novamente – se ela está pronta para ficar tanto tempo longe de mim. Ou mesmo, entre crianças maiores que ela. Tabby pode ser esperta, mas é muito inocente. Muito...bebê ainda. Além disso ela estaria isolada e não teria condições de se enturmar e ter amisades verdadeiras, ou passar pelas...situações que passei aqui. Fiz amigos que levarei para vida toda e que moldaram meu caráter. Além disso existem experiências que ela deve conhecer, mas no tempo certo do seu corpo e não da sua mente. Aos onze anos ela estará se formando. Isso...não me parece certo. De qualquer forma, não é uma decisão apenas minha. Rony prescisa opinar. Porém duvido que ele concorde em matricula-la agora. A senhora entende minha posição?
-sim, entendo. Mas peço que entenda a minha, Hermione. Não posso ignorar a capacidade da sua filha. Podemos negociar aulas particulares ou um acompanhamento semanal. O que acha?
-Acho perfeito. – acariciou o cabelos crespo da filha, e notou que seus olhos estavam mais azuis que nunca. Em espectativa – O que acha, Tabby?
-Eu adoraria, mamãe! – pareceia querer pular do estofado e saltar de alegria.
-Gostaria de orienta-la, Hermione. Pessoalmente. Uma aula por dia. – a velha mulher moveu sua varinha e um pequeno pingente apareceu na sua mão – Essa é uma chave de portal. Poderá se direcionar diretamente para cá.
-Eu prefiro usar a lareira, professora. Depois da tragédia com Cedrico anos atrás, eu tenho receio de chaves de portal. Não poderei todos os dias traze-la, mas tenho certeza que Dobby me fará esse favor, ou mesmo outro parente. Como sabe, a família de Rony é enorme. – sorriu um pouco corada – A senhora deve ter sabido do casamento. Eu enviei um convite.
-Sim, eu recebi. Infelizmente, houve contratempos que me impediram de ir. Vamos fazer a sua maneira, Hermione. Ligarei sua lareira a minha. Tabata virá diretamente até mim. Duas horas por dia devem ser o bastante para começarmos. O que acha, Tabata?
Tabby olhou para a mulher e sorriu meio sem jeito.
-Vou gostar muito, sra. Macgonagall. – disse formal, mas algo em seus olhos fez a mulher suspeitar que ela não era assim tão comportada.
-Tabby é muito séria e compenetrada, quando está comigo, mas com o pai tende a ser uma espuleta. – Hermione confessou entendendo o olhar da professora – Terá trabalho com ela.
-Eu tenho certeza que darei conta. – a professora revidou altava – Porque não olha melhor a minha sala, Tabata? Se familiarize com o ambiente, enquanto eu e sua mãe conversamos.
Sem pensar duas vezes, ela pulou do sofá correndo em direção a fênix, olhando para ela curiosa e falando bobagens para a ave.
Professora e antiga aluna conversaram muito naquele dia, desde em como sua partida influênciara a todos, até a livraria e sua reeinauguração. Quando finalmente satisfizera aquela especia de saudade, Hermione olhou em volta e sorriu. Tabby estava sentadinha no chão, com um baralho bruxo, suas cartas espalhadas sobre o chão. Em frente a parede com o quadro de Dumbledore. Ele tinha a expressão concentrada e centrada e ela muito interessada.
-Quem está vencendo?
-Eu, sr.Macgonagall. – ela disse com naturalidade – Três a um, para mim. – com um último movimento de cartas ela disse eufórica – Eu ganhei de novo!
Dumbledore fez uma cara incrédula e chateada, dizendo um tanto desacorsoado.
-Á séculos ninguém me vence. Exijo uma revanche no nosso próximo encontro, srta.Wesley!
-Com prazer, sr.Dumbledore! – respondeu sorrindo amplamente enquanto se aproximava da mãe e segurava sua mão – Nós já vamos, mamãe?
-Ainda não, eu quero olhar um pouco a escola. Prof.MacGonagall me permitiu ir a sala comunal da Grifinólia matar as saudades. E depois, a biblioteca. O que acha, bebê?
-Legal! – seus olhos brilharam diante da palavra. – Eu posso pegar um livro de francês, mãe?
-Você já fala francês, querida. Porque isso agora? Tabby é poliglota. – esclareceu.
-As minhas primas disseram que não conseguem falar francês, mesmo sendo meio-francesas...daí ...eu disse que poderia ensina-las...
hermione suspirou e sorriu.
-Bem, vamos primeiro a biblioteca, então!
Ambas esqueceram da hora dentro das paredes batidas da biblioteca. O sol começava a descer no poente quando mandame Prince entrou na biblioteca e olhou interessada para a pequena figura vestida de azui e laranja, que tentava desesperadamente alcançar um livro acima de sua baixa estatura.
Franzindo o senho e estreitou os olhos, movendo sua varinha para que o livro voasse para sua mão. Tabby voltou-se surpresa e aproximou-se trás do livro.
-Eu ia pega-lo! – disse rápida.
-Sim, eu vi. E quem é você, mocinha? Algum aluno encolhido ascidentalmente?
-Não! Sou Tabata Weseley! E tenho quatro anos! – disse irritada, sempre olhando para o livro.
-Wesley? Deixe-me ver...belos olhos azuis, mas sem cabelos ruivos. Cachinhos e obsessão por livros? Só pode ser filha de Ronald Wesley e Hermione Grander! – provocou a menina, sem entregar-lhe o livro. – O que faz aqui sozinha? – andou com a menina no seu encalço, de mãos na cintura, indignada, até sua mesa, onde sentou-se na cadeira, sem fazer movimentos de lhe entregar seu tão cobiçado livro.
-Não estou aqui sozinha! Mamãe está comigo!
-E posso saber a onde?
-Ela foi até a sala comunal, olhar tudo. Deixou-me aqui vendo os livros! Por favor! – estendeu a mão na direção do livro, impertinente.
-Está é a minha biblioteca, srta.Wesley, então sugiro que trate-me como bibliotecária e não uma simples arrumadeira de livros, como sua mãe fez, petulanetemente, durante todos os anos em que estudou aqui! Sempre buscando os livros ela mesma, pesquisando as brumas da noite, como se eu não soubesse que buliam nos meus livros!
-Por favor, tia, eu não vou fazer isso. – disse com sua melhor expressão boazinha – Eu só quero ler o livro. Eu posso? Por favor????
Desconfiada que seus anos de sossego pôs Granger haviam chegado ao fim, madame Prince entregou-lhe o livro e maneou a cabeça quando ela saiu correndo para de trás de uma prateleira.







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