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21. ALMOÇO EM FAMÍLIA


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 21
ALMOÇO EM FAMÍLIA


Hermione jamais teria armado aquele almoço em família se soubesse o que isso significava exatamente. Seis irmãos. Cinco cunhadas e um cunhado. Um sogro e uma sogra. Duas sobrinhas de cinco anos. Um marido. Uma filha. O que mais precisaria para enlouquecer uma pessoa em tão poucas horas? Oh, claro, como esqueceria de Ruffus, o gigantesco cachorro de Gui e Fler, a correr atrás de Bichento por todo pátio.
Rony apenas rira dizendo que era bom Bichento tomar um susto e descobrir que não era o rei daquela casa. Um pouco de medo o deixaria mais humilde. Mas Hermione sentira-se compelida a ir atrás e defende-lo. O que esquecera prontamente ao correr e separar Tabby das gêmeas. Por que ninguém a avisara que as três brigavam tanto? Tudo bem, era coisa de primas, como diria rony. Mas mesmo assim, era cansativo. Ainda mais quando sua filha sai chorando pela casa enquanto suas priminhas gritam que ela é “Tabby, a sabe tudo”.
As duas horas em ponto, finalmente, o almoço estava sobre a enorme mesa posta no jardim, coberta por um toldo mágico a protege-los do forte sol da tarde.
Obviamente, que não seria a hora ideal para sentar-se e comer! Afinal, Tabby, precisava espernear e reclamar das cenouras e das beterrabas??? Mesmo quando um Rony desesperado a colocara no colo e fizera de tudo para acalma-la, ainda assim, a traidora apenas sussegara e parara de chorar, enserando seu ataque histérico, quando a sra.Wesley a pusera no colo e a acalmara com palavras que só uma mãe de sete filhos saberia dizer. Talvez o tom, ou o toque de uma avó. Ou apenas o desejo mordaz de provar para a sua sogra, que ela era melhor que Hermione.
Com a neta quase adormecida no colo, a sra.Wesley não perdera uma só chance de dizer o quando era bom estar ali e poder ajudar na criação da neta. “Quando a mãe falha, uma avó deve interferir.”
Essa frase fizera Hermione largar os talheres e respirar fundo. A seu lado Rony a olhara implorando para que não respondesse.
E foi o que fizera. Manter-se calada. Conversava com Gina, com Harry. Fred e Jorge. Evitava a sra.Wesley a todo custo. Mas não demorara a mulher se fez notar. Ela não deixaria barato ter levado Gina para o seu ‘lado’. Percebia seu rancor cada vez que ambas se falavam e riam de algum comentário feito entre elas. Era como se a ofendessem.
-E então, Ronald – ela dissera no meio do almoço, quando todos haviam calado-se por instantes. Ela estava no final da mesa, ao lado do marido que ocupava o lugar da ponta. Do outro lado da mesa, na extremidade ficara Gui, por ser o mais velho dos irmãos, ao lado de Fler. No meio da mesa, entre todos os irmãos, estava Rony e Hermione. A frente Harry e Gina. – Porque os seus sogros não vieram?
Silêncio. Hermione olhou para ele decidida a não interferir. Era um jeito de feri-la. Precisava ver como ele lidava com isso. Afinal, não podia ser sempre a megera!
-Eles tiveram compromissos inadiáveis, e nos os convidamos em cima da hora, mãe. –mentiu.
-É mesmo? Que pena! – ela ironizou.
-Os meios trouxas não são tão rápidos quanto os bruxos. Demora mais para chegar, mãe. – ele emendou querendo acabar com isso logo.
-Como eu disse, uma pena mesmo. – sorriu para Hermione com tanto deboche que ela sentiu-se péssima em despertar sentimentos tão ruins numa mulher sempre tão boa quando Molly Wesley. Deveria ser horrível te-la na família. Provavelmente,o mesmo que seus próprios pais pensavam. Isso a entristecia.
-Eu... – disse baixinho para Rony, baixando os olhos para que ele não notasse o que ela sentia naquele momento - ...Vou buscar mais suco...
A desculpa era esfarrapada, mas mesmo assim, fugiu para a casa. Sentou-se na mesa da cozinha, protegida deles. Doddy, agora elfo de Gina e Harry, a olhou preocupado, quando lágrimas correram de seus olhos.
-Está tudo bem, Doddy. Não se preocupe comigo.
-A senhora querer que Dobby chamar Harry Potter e o senhor Ronald? – perguntou se aproximando.
-Não, não prescisa. – pôs a mão sobre a barriga e acariciou o bebê que esperava ali dentro. Provavelmente seus pais nem iriam conhecer o neto, pois não responderam ao telegrama que enviara a três meses avisando do casamento e do bebê. – Eu...gostaria de um copo de água, por favor, Dobby.
Ela era contra usar serviços de elfos, mas Dobby era assalariado, e ela mesma já pensava em contratar algum elfo para ajuda-la.
-Dobby...Você poderia encontrar um elfo bom para mim? Um que aceite receber todos os direitos trabalhistas, como você recebe? Eu...preciso de ajuda com a casa e...com as crianças...
-Dobby conhece alguém sim. Seu nome é Alissar. – ele olhou para o lado e Hermione juraria que ele estava envergonhado – É uma boa elfo, senhora. Tenho certeza que gostaria de trabalhar novamente para um dono.
-Ela já trabalhou para alguém antes? – bebeu a água que ele lhe serviu curiosa.
-Sim....Alissar teve um dono por dez anos, mas...eles a mandaram embora, senhora.
-E por quê? - era estranho, afinal elfos sempre ficam presos a seus donos por séculos!
-Alissar...não é como os outros elfos, senhora Hermione. Ela é muito...independente. E sempre fala muito sobre elfos deverem ser livres. Seus donos não gostaram nada que ela dissesse essas coisas para os outros elfos da casa. Mas se a senhora não quiser alguém como ela, Dobby poder procurar outro.
-Não, não, Dobby. Ela parece perfeita para mim. – sorriu, mais animada, secando as lágrimas – Porque você não a busca para mim agora? Estão todos almoçando, e seu trabalho já acabou mesmo. Falarei para Harry do seu favor.
-Como à senhora desejar!
Ele parecia realmente feliz em ajuda-la. Hermione pensou que deveria voltar logo para a mesa e não fazer com que a procurasem. Por outro lado queria esconder-se e chorar.
Seus pais, a quem amava tanto, apesar de todos os problemas enfrentados entre eles, simplesmente optaram por viverem longe dela.
Mas Hermione não se daria por vencida. Mais tarde escreveria convidando para a inauguração da Floreios. E depois para o nascimento do bebê.
Quem sabe um dia eles cedessem.
Suspirando levantou-se e retornou para junto da família a qual fazia parte agora.
-Está tudo bem? – Rony perguntou assim que ela se sentou a seu lado.
-Sim, está tudo bem.
Tabby que havia acordado a olhava envergonhado do outro lado da mesa.
Era sempre assim, ela aprontava, e depois ficava com aquela carinha de mártir, até que Hermione desse o primeiro passo. Sorriu para a menina que soltou do colo da vó, muito contrariada por sinal, e veio correndo até o colo da mãe.
-mãe, eu tô com fome! – reclamou cobiçando o bife no prato de Hermione.
-é mesmo? E quem foi mesmo que não quis comer antes? – ela provocou, cortando a carne e oferecendo um garfo limpo para ela usar.
-Desculpe, mamãe. Eu perdi o controle – ela disse tímida, baixando os olhos – Eu nem sei porque fiz isso.
-Tudo bem, bebê. Às vezes acontece. O importante é que sabe que foi errado. – disse baixinho e Tabby sorriu, começando a comer com avidez.
-Antigamente, - a matriarca começou a falar, alto o bastante para que todos ouvissem – as crianças recebiam castigos e punições por serem mal criadas. Hoje, são mimadas e estragadas.
-Acontece, sra.Wesley – Hermione perdeu a paciência – Que Tabby não é uma menina mal criada, ela é apenas uma menina temperamental, que passa por situações muito mais difíceis que as outras meninas da sua idade! Não a irei punir por isso!
-Tabby está se tornando uma menina agresciva e descontrolada, Hermione. – ela insitiu – Minha neta está sendo estragada por você.
-E o que sugere que eu faça? Que eu bata nela quando ela perde o controle por não enternder o que está se passando com ela? Que eu a coloque de castigo por ela ser espontânea? Sinto muito, mas não sou esse tipo de mãe.
Todos pareciam ter perdido a língua. Tabby continuava a comer sem opinar, mas deu uma olhadela para Rony, como se quisesse entender porque ele não dizia nada.
-E que tipo de mãe você é Hermione? – a mulher a olhou provocando.
-O tipo que entende a filha que tem, e entende também do que ela precisa. E se a senhora, não gosta disso, eu não posso fazer nada.
-O que eu não gosto é de minha neta estar se estragando por sua causa!
-Estragando? As filhas de Fler entraram nessa casa como dois hipogrifos descontrolados, quase quebraram tudo! E você me viu fazer drama por isso? Eu e Fler tivemos uma convcersa rápida sobre elas estarem passando por uma fase difícil de aceitação da própria indentidade, por serem gêmeas , e resolvemos apóia-las e não sair com um chinelo correndo pela casa atrás delas! Ou vai dizer que nos condena por isso também? O que você faria? As trancaria num quarto sem água e sem comida???
-Não fale assim comigo! – a mulher se levantou furiosa.
Hermione estava pronta para responder quando todos se assutaram com um “crach” vindo da varanda. Era Dobby acompanhado por uma elfa. Ela vestia uma roupa muito caprichada, um vestido amarado no ombro de um tecido coloriso, e o que parecia brincos nas orelhas.
-Se me derem licença, tenho um assunto para resolver. – Hermione disse contendo o impulso assassino dentro dela, e levantou da mesa, deixando Tabby sentanda no seu lugar.
Sabia que a mulher ainda lhe lançava olhares de morte, mas não virou-se para confirmar.
-Olá – disse para a pequena elfa- Você deve ser Alissar!
-Sim, senhora, sou Alissar. – seu tom de voz era firme e seu queixo erguido e orgulhoso. Hermione gostou dela naquele momento.
-Sou Hermione Grander Wesley, mas venha, quero falar com você sobre o trabalho. Dobby, você pode ir até lá e oferecer alguma coisa para a sra.Wesley? Talvez um chá de cidreira ou maracujá. Ela está bem ‘agitada’.
Sem saber que era uma provocação, Dobby foi.
Na cozinha, Alissar sentou-se sem reclamar junto a mesa da cozinha.
-Eu moro aqui com meu marido, uma filha e um gato. Tenho uma empregada trouxa, mas não quero mais que ela cuide da casa. Millie já é mais velha e merece um descanço. Ela não está familiarizada com o mundo bruxo e como sabe não poderia nem saber dele, então ela passa a mior parte da samana na casa da irmã em Londres, ficando conosco mais aos fins de semana. Bem, seu trabalho não sera muito difícil porque boa parte do dia estará sozinha. E além disso, eu desejo que aceite um salário justo, férias, folga. Tudo que tem direito, e nessa casa não será um elfo doméstico, será um empregado, uma amigo, pois sempre tratei Millie assim. Acha que gostaria de trabalhar sobre essas condições, Alissar?
-Eu jamais voltaria a trabalhar para qualquer pessoa sobre condições diferentes, sra.Wesley. Sei que poderia suprir suas necessidades e farei com muito prazer. Posso começar agora, se desejar.
-Ah, eu gostaria muito! – sorriu contente – O almoço está terminando, logo vamos servir a sobremesa. Ajude Dobby, que mais tarde eu lhe mostro a casa e lhe digo o que eu gostaria que você fizesse todos os dias.
Hermione a deixou com um Dobby que havia acabado de entrar, e parecia em transe olhando para a elfo de lábios pintados e jóias reluzentes nas orelas e pescoço. Voltou para a mesa.
-Hermione, o que foi isso? – Rony parecia bastante contrariado – Dobby trouxe uma jarra de suco de maracujá para minha mãe! Ela está uma fera com você!
-Eu acabei de contratar uma elfa para nos. Você se importa? – mudou de assunto.
-É claro que não! Contrate quantos precisar. – se aproximou e ela sorriu. Estivera a manhã toda esperando um momento em que pudessem troucar algum carinho. Mas foi um beijo rápido.
-Mãe?
-O que foi Tabby?
-A vovó tá muito brava comigo? – ela perguntou com voz frágil.
-Não, querida. Sua avó está com raiva de mim. E está usando você para me irritar! – foi sincera.
-então porque eu não pesso para a vové gostar de você mamãe?
-Porque não. – ela disse séria. – Já terminou de comer, bebê?
-Hum-hum...
-Então chame suas primas para irem com você até a cozinha. Quero que vá conhecer Alissar, nossa nova elfo. Peçam as sobremesas que quiserem. Ah, mas não a explorem, certo? Só o que estiver pronto!
-Tá, mãe!
Tabby saiu correndo e as primas logo foram atrás.
-Vou separar o quarto do primeiro andar para ela, o que você acha, Rony?
-O que? – ele pareceu disperso.
-Um quarto para Alissar, a elfa que contratei. Rony! Em que você está pensando afinal?
Ele sorriu e se aproximou da sua orelha dizendo bem baixinho:
-Estou louco para ficar sozinho com você de novo.
-Rony... – afastou-se dele sorrindo. Ficou tão corada que Gina e Harry logo a frente começaram a rir.
-Para, Harry! – Hermione reclamou.
-O que foi? – ele provocou ainda rindo.
-Vocês dois, - disse Gina – Parecem tão bobos!
-Não enche gina! – Rony reclamou, atraindo a atenção de todos na mesa.
-O que foi? – a sra.Wesley perguntou, intrometendo-se como sempre.
-Nada, não, mãe. – disse Ginny anda rindo – Só o Rony todo sem jeito por que a gente o pegou fazendo propostas indecorosas para a Mione!
A mesa explodio em risos e mais vermelho que nunca, Rony olhuo para ela que ria junto.
-Está achando engrassado? – disse indignado.
-É claro que sim, Rony, você está corado! – disse meiga, tocando seu rosto.
-No meu tempo, casais não falavam de suas intimidades na frente da família! – a sra.Wesley retornou ao seu prazer, provocar o casal.
-Querida, por favor. –pediu Artur cansado daquilo tudo assim como resto da família.
-O que, Artur? – ela o olhou brava – Não é verdade??? As pessoas tinham decência, isso sim! hoje em dia, fazem filhos sem casar, gritam aos quatro ventos suas relações...é uma pouca vergonha!
Dessa vez Hermione optou por calar-se. Bebeu um longo gole de suco, que estava a sua frente, desejando que este também fosse de maracujá, para tentar acalmar-se.
-É... – Harry pigarreou e pareceu tentar encontrar um assunto para desviar atenção de todos. – Quando sera a inauguraçã da Floreios, Hermione?
-Daqui a duas semanas – respondeu feliz em falar sobre isso – Precisa ver, Harry, a reforma está ficando maravilhosa! Eu andei mudando a decoração e...
-Vejam, onde poderia se imaginar que em uma família de aurores haveria pessoas ligadas a comensais da morte! Mas não me admira, ou os ratos fogem, ou se juntam a escoria!
Definitivamente, a mulher pedia para uma briga.
A pobre Fler havia se engasgado com o suco, e Gui parecia estático. Fred e Gorge, sem sorrisos ou brincadeiras.
-Já chega! – fisse Rony, levantando-se – Por favor, mãe, se você não quer estar aqui, então vá embora. Mas não nos ofenda dessa maneira!
-Eu não estou ofendendo você, meu filhos. estou apenas receosa do que o ministro dirá disso! É um desrespeito com todo mundo bruxo.
-Mas, mãe...!
-Deixa, Rony. – Hermione o puxou para sentar junto a mesa. Mas ela se levantou – Não se preocupe, sra.Wesley. não precisa mais tentar me irritar. Eu não irei mais ofende-la com minha presença. Nem hoje, nem nunca mais. Eu já terminei, Rony, vou ajudar, Dobby e Alissar com a sobremesa.
-Hermione... – ele pareceu implorar para que não saísse assim.
-Não se preocupe – deu um beijo rápido nele, para mostrar que não estava chateada - Está tudo bem, termine seu almoço.
Novamente na cozinha, encontrou as três meninas comendo uma enorme taça de sorvete cada uma.
-Hum, o que é isso? – perguntou sentando-se a mesa.
-Sorvete de pêssego, tia Mione – respondeu uma das meninas louras e belas. Não eram gêmeas indenticas, por mais que fler insistisse em vesti-las iguais.
-e está bom?
-Uma delicia, mãe! – Tabby respondeu com a boca cheia.
-Então eu vou querer também! – sorriu para Alissar que logo a srviu.
Tentou esquecer pela próxima meia hora da confusão que a fizera sair da mesa, embora isso ficasse martelando na sua cabeça. As acusações, o olhar de desprezo.
Sabia que Tabby notara algo estranho, pela sua expressão triste e por estar ali enquanto todos os outros adultos estavam no jardim. A elfa Alissar a olhava do mesmo modo e quando as meninas saíram para brincar ela disse:
-O senhor Wesley me disse que seus pais estão indo embora, e seus irmãos também. A senhora gostaria de despedir-se deles?
-Diga um ‘tchau’ por mim, Alissar. Eu vou pra sala, estou um pouco cansada.
Estava desanimada. Mas lembrou-se de algo.
-Ah, entregue isso para os gêmeos, por favor, mas não deixe a megera da mãe deles ver!
-Como a senhora quiser.
Ela analisara, mais cedo, pela manhã a enorme lista de produtos que eles gostariam que ela vendesse na Floreios. Nem tudo era do seu agrado, por isso riscara os indesejáveis e substituira por outros que eles esqueceram de anotar.
Ouviu da sala uma chuva de sons e risos. Obviamente, Rony estava contando a família que seria um menino. Que triste, ela não estar lá. Fechou os olhos, sentindo a cabeça doer.
-mamãe... – Tabby chegou-se a ela no sofá.
Sua carinha anuada a deixou alerta.
-O que você tem, bebê? – estendeu a mão para ela.
-Minha cabeça está doendo, mamãe... – enterrou o rostinho no peito de Hermione que a abraçou.
-Vem, cá, deixa eu ver se tem febre. – tocou sua testa e confirmou –Alissar!
-Senhora? – a elfo apareceu no meio da sala em alerta.
-Chame o Rony, A Tabby precisa ir para o hospital!
Era verdade. Ardia em febre. Suas bochecas estavam coradas e ela se agarrou ao colo da mãe, chorosa. Suas mãozinhas tocavam a cabeça e seu rostinho estava torcido de dor.
-O que ela tem? – rony apreceu correndo na sala.
-Está com febre e dor na cabeça. – deixou que ele pegasse a menina no colo, mas ela não aceitou.
Começou a chorar forte e alto.
-Mãe! – ela gritou agoniada.
-Deixa, eu a levo. – amparou seu corpinho tremulo contra o seu, enquanto Rony pegava pó de Flu.
Pouco depois os três desaparaceram pela lareira.




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