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20. AS ETERNAS AMIGAS


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 20
AS ETERNAS AMIGAS

O barulho da porta sendo aberta a acordou levemente. Chegou de entreabrir os olhos, mas tornou a fecha-los novamente. A luz havia sido acessa e a fez gemer de desconforto pela subta claridade.
-Hermione, você está acordada?
-Sim.... – sussurrou, erguendo a cabeça e fitando questionativa a figura tensa de Ginerva aos pés da antiga cama de Rony. – Acho que dormi....
-É. Rony está lá embaixo conversando com nossos irmãos...Mamãe fez uma sopa para você. Ela tinha feito carneiro para todos, mas ela achou melhor você não exagerar.
-Não precisa fazer, isso, Ginny. Nem sua mãe. – disse direta – Rony as ama, mesmo que vocês me odeiem. – sentia vontade de chorar. Sua antiga melhor amiga a odiava. Era tão triste.
-Eu não a odeio. É que....foi muito difícil quando você partiu. Eu...rony já me falou mil vezes as suas razões e eu entendo, mas ele não sabe...não sabe como foi vê-lo sofrer, ver Harry sofrer e ainda por cima, sofrer a sua falta. Eu...me espelhava em você. Queria ser como você...e....de repente você não estava mais lá. Tinha...me abandonado. – lágrimas correram em seu rosto.
-Eu sinto tanto, Ginny. Tanto...- lágrimas vieram a seus olhos, mas ela as secou antes que caísse. – Não houve um só dia em que não tenha desejado vê-la. Era minha amiga. Eu a adorava. Não por causa do seu irmão, ou do Harry, como muitos poderim imaginar. Mas por você. Por ser tão especial. Acho que por isso doeu tanto que você tenha me destratado recentemente...
-Será que poderiamos voltar a ser como antes? – Gina disse se aproximando um passo.
-Nunca deixamos de ser, Ginny. Ao menos para o meu coração, sempre seremos amigas.
-Ai, Hermione!
Finalmente a sempre emotiva Ginerva Wesley, Mione pensou, quando ela se atirou na cama para um abraço apertado.
-Senti muita sua falta, gina, nunca duvide disso!
-E eu de você! – ela disse vermelha pelo choro.
-Quer saber de uma coisa? – Hermione perguntou lembrando-se de algo naquele instante.
-O que? – Gina ficou curiosa, quando Hermione pegou a varinha de rony, de sobre a mesa ao lado da cama e conjurou um feitiço. Sobre a cama apareceu uma caixa azul.
-É uma caixa de recordações. Quero que veja algo, Gina. – abriu a tampa e retirou um envelope, dentro dele pequenos cartõezinhos. – Esses são chamdos lembrancinhas de nascimento, que os trouxas custumão distribuir quando nasce um bebê. Eu mandei faze-los numa gráfica trouxa, meses antes de Tabby nascer. Infelismente, meus pais não respeitaram a minha vontade. Quero que veja, eu nunca mostrei para ninguém, nem falei disso.
Ginny pegou os cartõe e admirou os desenhos de urcinhos e então os dizeres. “ Essa é a lembrança da nascimento da menina mais amada e desejada do mundo, a minha filhinha. Nascida no dia 08 de agosto, ela veio para alegrar minha vida e me completar. Seja bem vinda ao mundo, Ginerva Ann Granger.”
-Ela ia ter o meu nome? – gina ficou espantada.
-Sim....eu pensei que se fosse um menino teria o nome do Harry e se fosse menina teria seu nome. Mas meus pais não gostaram nada disso.
-É, o rony contou...obrigada, Mione. Obrigada por ter me mostrado isso. Me fez muito bem. – disse cinsera.
-Eu que estou aliviada que saiba o quanto é importante para mim que saiba que eu a amo, Gina. Como se fosse minha irmã.
-Eu sempre soube, apenas estava magoada demais para admitir.
Hermione abriu um grande sorriso e olhou para Gina com um olhar muito suspeito.
-Eu tinha pedido ao Rony ir comigo comprar o enxoval do bebê, mas ele precisa ir ao ministério. O que acha? Quer ir comigo e Tabby?
Os olhos dela brilharam e ela levantou-se empolgada.
-É claro que sim! eu vou chamar a mamãe, ela vai amar ir junto! – pareceu então lembrar-se de algo e disse- Você se importa? É que ela ainda não aceitou ter perdido o filhinho dela para você.
-Tudo bem, desde que ela não me ofenda na frente da minha filha. – disse sincera. – Eu posso aceitar tudo, Ginny, menos magoar o meu bebê.
-A mamãe sabe disso, ela mesma me reepreendeu quando soube do que eu disse antes do casamento. Embora que ela também tenha aprontado das suas, de qualquer jeito.
-Nem me fala – suspirou – Foi terrível o que ela fez! Como ela convenceu aquela mulherzinha a fazer esse papelão??? – perguntou chateada em lembrar-se disso.
-Bem...ela encheu Alice de esperança de ter um marido bem sucedido, jovem e tolo.
-É bom então que ela perca as esperanças. – deixou escapar.
-Me diz uma coisa, Hermione, com toda a cinceridade?
-É claro! Eu nunca menti para você, Ginny! Posso ter omitido que partiria. Mas não menti.
-Você ama o rony? Como anos atrás, não é? Eu pude notar no seu olhar desde que a reencontramos e você olhou para ele.
-Eu...nunca consegui esquece-lo.... – sentiu lágrimas vindo a seus olhos, mas lutou contra elas.
-Eu sabia! Harry também! Já disse isso para o meu irmão? Porque eu tenho certeza que ele sente o mesmo!
-Eu não sei, Ginny ...eu não sei se devo dizer a ele, sem que ele deixe claro o que sente. Já impus a ele uma família não planejada. Acho que seria demais agir como se ele devesse me amar. – era triste dizer isso,
Gina a olhou como se quisesse dizer algo, mas mudou de idéia.
-Certo...vou descer e falar com a mamãe. Volto num minuto.



Varias horas depois, Hermione sentou-se numa cadeira atrás do blacao, na loja dos gêmeos. Sentia cada centígrado de calor daquele dia. Sua nuca transpirava e ela sentia um pouco de náusea. Abandonara Gina e sua mãe atrás de uma prateleira de brinquedos para crianças recém nascidas e recorreu a simpática balconista, Misty, que os gêmeos tinham. Bastou dizer que era cunhada dos patrões e recebera tratamento de rainha.
Observou Fred e George se aproximando com uma bandeja com copos de um liquido azulado.
-Eu...acho que não estou com sede, obrigada – olhuo torto para os copos. Sabe-se lá o que aqueles dois estariam aprontando com tanta gentileza!
-Qual é, Hermione? Está o inferno aqui dentro! – disse Fred, que graças a Merlin tiveram a consideração com os clientes de usar crachás com seus nomes. O que facilitou muito a vida dela naquele momento. – Além disso, eles estão normais. Não se preocupe.
-Isso mesmo, limpos e saldáveis. É suco de abóbora. Nos o colorimos para vender para mães de primeira viagem, que não conseguem fazer seus monstrinhos comerem verduras. Temos uma pratileira toda disso, lá atrás. – garantiu George com a cara mais inocente do mundo.
Ainda desconfiada, Hermione resolveu lhes dar a última oportunidade de se arrependerem de uma provável brincadeira de mal gosto.
-Vocês sabem bem, que estou grávida. Qualquer bobagem aqui dentro, e vocês vão se entender com o irmão de vocês. – tomou um pequeno gole e arregalou os olhos. – É suco mesmo!
-É claro que é, cunhadinha! O que mais seria??? – Fred indagou falsamente ofendido.
Hermione suspirou e sorriu.
-Isso é muito bom. Vou pegar alguns para Tabby. Não que ela tenha problemas para se alimentar, pois desde que ela entendeu a anatomia física do ser humanos que ela passou a exigir uma alimentação balanceada e... – parou de falar diante da cara de enfadonho dos dois. – Poderiam separar alguns desses para mim? Não quero voltar lá atrás! – apontou a confusão de gente. Desde alunos jovens e obviamente visitando a cidade, até velhas rabugentas reclamando dos falsos caldeiros furados.
-Já compraram tudo que prescisavam para o futuro herdeiro macho do clã Wesley? – George provocou.
-Sim, compramos tudo...Espera aí, porque vocês acham que é um ‘macho’? – imitou o tom deles, critica.
-Bem, está vendo essa estatua aí atrás de você, na prateleira?
Ela olhou para trás e viu uma pequena lampadazinha piscando em um verde ofuscante.
-O que é isso?
-Uma pequena criaçanzinha nossa... – George o pegou na mão e ele parou de piscar. Colocou perto dela e voltou a piscar. – É um bisbilhotorio de feto. Se for menina fica lilás e se for menino verde.
-Isso funciona mesmo? – pegou a lampadazinha olhando com atenção – Então quer dizer...que é menino... – quase sussurrou sorrindo a seguir sem crer. Uma lágrima se formou mas ela a conteve.
Fred e gorge a olharam sorrindo e ela pode notar que eles estavam emocionados.
Fred ergeu a varinha e rapidamente toda a decoração da loja mudou para azul. Desde as cortinas até os tapetes.
-Eu vou levar isso também... – ela disse com um nó na garganta – Obrigada, eu ...
-Ah, mas nos não podemos vende-lo! O ministério não permitiu. Sabe, ordens diretas de aurores rabugentos como Ronald Wesley... – Fred fez ares de coitadinho – Mesmo quando acrescentamos o feitiço de segurança. De revelar a informação apenas nas mãos da própria grávida, ainda assim, ele pirou com a tal historia de ‘invasao de privacidade’.
-Embora que conserteza ele adoraria saber que nosso brinquedinho é inofensivo...
Enquanto eles falavam, uma idéia se formava na cabeça dela.
-Talvez eu possa convence-lo a liberar-lo para vendas...
-Acha que conseguiria? – os olhos de Fred brilharam.
-É claro que ela pode! Fred! Ela dorme com ele todas as noites!
-Ei! – ela protestou – Olha o jeito de falar! Eu consigo a liberação, mas quero um contrato de exclusividade para vender alguns artigos na floreios.
-Ah, não! Nem pensar! –ambos disseram ao mesmo tempo.
-Porque não? Se acham que a má fama do velho Trud vai afetar vocês, saibam que quando souberem que sou a proprietária muita gente esquece isso e...
-Não é nada disso! Olhe, Hermione, isso aqui é lazer...e uma livraria é bem o oposto. Não combina!
-Ok, vocês que sabem. No entanto sabem bem onde vai parar todos os clientes na última semana antes das férias? Na livraria indicada pela prof.Minerva. e sabemos bem qual sera esse ano – disse arrogante – E sabemos também, quantos pais querendo agradar os filhos estaram lá dentro com suas carteiras abertas...e que não passaram aqui com os braços cheios de livros!- disse petulante.
Ambos se entreolharam e pareceram falciar.
-Ah, admitam! Seria lucrativo para os dois! E para mim também! Seria apenas algumas coisas que eu considere educativo. Como aqueles marcadores de pagina que cantam e dançam, aqueles estojos de penas com falcas esplosoes ou aqueles adesivos que mordem...alguns jogos também seria interessante. O que acham? Façam uma lista do que possuem de educativo, e não adianta, que sei que tem muita coisa aqui boa mesmo, e levem amanhã no almoço lá em casa. Depois que todos forem podemos discutir isso. – levantou-se da cadeira e antes de deixa-los só, disse sem conter o sorriso – E obrigada por isso, eu amei!
Foi na direção onde Ginny e sua sogra (de cara feia estavam). Não mostrou ainda que sabia que era um menino. Contaria amanhã, ou melhor , deixaria Rony contar.


RECADINHO: A pedido de um grande amigo, Lubinho, vou fazer as cenas cortadas (de sexo) em separado, para não 'poluir' a fic. Vai demorar um pouco, porque tem muita fic ainda para postar, mas em breve virá a primeira postagem!!!
Se alguém tiver algo contra, fale agora, ou se cale para sempre!!! ;-)
Abraços!!!!





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