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17. AS BRIGAS INTERMINAVEIS


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 17
AS BRIGAS INTERMINAVEIS


Hermione não soube dizer quanto tempo ficaram na cama, ou na hidro.
Acordou na manhã seguinte sentindo um calor morno a seu lado. Um abrir de olhos e pulou para trás surpresa.
-Bichento! – gritou irritada, cobrindo o corpo nú com o lençol. – O que está fazendo aqui, seu gato chato????
Um enorme gato laranja a olhou com indiferença e voltou a se aconchegar contra os travesseiros de Rony. Alias, travesseiros vazios de Rony.
Olhou em volta a sua procura.
Ele estava parado no batente da porta do banheiro. Vestia a calça jeans e tinha os cabelos úmidos.
-Bom dia, Rony... – deixou a voz sair meio tímida.
-Bom dia para você também, Hermione. – havia um tom de deboche na sua voz – O que achou da surpresa a seu lado?
-Terrivel. – disse amarga – O que ele está fazendo aqui afinal?
-Sei lá. Encontrei-o dentro do armário da cozinha, ontem a noite quando levantei para comer algo. Você estava dormindo, achei melhor não acorda-la.
-É...bem...- corou violentamente – Mas isso não explica porque ele está aqui?!
-Millie veio aqui arrumar suas coisas , talvez tenha esquecido dele aqui. Eu no lugar dela, o largaria no primeiro lugar que pudesse. – disse desdenhoso, aproximando-se da cama, e enxotando com dificuldades o grande e gordo gato.
Olhou com desgosto para os pelos alaranjados na colcha e afastou o tecido também.
-Não diga essas coisas do bichento. – ela disse ficando um pouco irritada. – É meu bicho de estimação, você sabe, o quanto eu gosto dele. Além disso, sua filha é tão apaixonada por ele quanto eu. E se natureza seguir seu curso, esse bebê também vai adora-lo. Só lhe resta gostar dele também!
-Nem pensar! – ele disse desafiador – Dessa vez, - sentou-se na cama, e tocou sua barriga por cima do lençol com carinho – será um menino e aí, essa família vai estar equilibrada. Dois homens contra duas mulheres.
-Ah, então esse é seu plano! Uma guerra interna pelo poder! – se fez de surpresa. – E se for outra menina?
-Daí na próxima vez terá de ser dois meninos. – disse com naturalidade.
-Como Fred e Gorge? – provocou.
-Se for o preço a pagar em nome de uma hierarquia mais justa...
-Rony! – ela riu, bem mais relaxada – Eu acho que vai ser menino, mas não quero saber ainda. Prefiro a surpresa. Nos já falamos sobre isso.
-eu sei. Mas posso especular não posso?
-Pode, pode sim. E pode escolher o nome também. – cedeu. – Desde que não queira misturar nossos nomes, ou coisa parecida.
-Tudo bem, se for esse o preço a pagar para ter um nome decente em um filho meu! – ele provocou.
-Ah, rony! – deu-lhe um tapinha que logo virou um beijo intenso.
Hermione tinha a impressão de que estavam de alguma forma retomando os velhos tempos quando se beijavam a qualquer momento que pudessem aproveitar. Mesmo os mais improváveis.
-Humm.... – afastou-se dele um pouco – Acho que agora eu quero tomar um bom banho e ir conhecer a casa, rony. O que acha?
-Perfeito. Eu vou terminar o café e quando você descer nos vamos.
-Certo.
Ele roubou-lhe outro beijo e saiu do quarto deixando a porta aberta.
Hermione levantou-se para o banheiro enrolada no lençol. Estava sentindo-se lngida, satisfeita e feliz. Extremamente feliz.
E foi assim que desceu, depois de banhada, vestida e penteada. Vestia uma calça legging e uma blusa folgada, com a gola larga, o que deixava um dos ombros a mostra, além de tênis e um rabo de cavalo nos cabelos. Desceu a escada e viu a porta da frente aberta. Foi até lá. Pode ver um carro se aproximando pela ruela em frente a casa, carro que estacionou dentro da propriedade.
Hermione pensou em chamar Rony, mas ela era a dona da casa agora, e poderia receber uma visita, como a sra.Wesley que era agora. Isso lhe enxeu de um orgulho que não imaginou ser capaz de sentir.
Uma jovem alta, vestida com jeans e regata, longos cabelos castanhos e andar suave se aproximou da varanda.
-Olá. – Hermione disse olhando para ela a espera de saber quem era.
-Oi. Meu nome é Alice Small. Eu....esperava encontrar Ronald aqui. Ele...ele está?
-Está sim. – olhuo para trás, para ver se ele ouvira a chegada da mulher – Está lá dentro. Quer entrar?
-Não...Quem é você? – a mulher perguntou diretamente- Ah, deixe-me ver: Hermione Granger?
-Sim. – não gostou do tom da mulher mas também não conhecia muito da vida dele antes dela voltar.
-Desculpe ter vindo até aqui. Eu precisava ver com meus próprios olhos. Sabe...eu e Ronald fizemos muitos planos sobre morarmos aqui com a família que teríamos... – lágrimas se formaram em seus olhos e ela olhou em volta – Eu sei que é um grande sacrificio para todos nós. Que um dia essas crianças estaram grandes e talvez ele não se sinta mais tão obrigado a cria-los e...eu só tenho medo de não ser capaz de aceitar esperá-lo. Que vê-lo apenas algumas poucas horas não seja o bastante para mim. Você entende não é? Eu só vim dizer a ele que...que não posso aceitar ser a segunda na vida dele. Mesmo que ele me ame, como sei que ama. E mesmo que eu seja louca por ele. Eu não posso.
-D-Do que você está falando?
-Ora, você sabe! Ronald me contou que vocês teriam um casamento platônico, só por causa das crianças. Era o acordo não era? Corrigir seus erros e criar essas crianças que você...que acidentalmente surgiram. E paralelo a isso nos continuaríamos a nos ver. Que você sabia disse e concordou. Agora, eu só gostaria de não ter que falar com ele. Doeria muito deixa-lo. Não que você entenda disso, uma vez que o abandonou sem olhar para trás. Para mim, seria difícil. Diga a ele, sim? diga que um dia nosso amor poderá ser real. Que eu vou espera-lo o quanto puder....eu sinto muito, mas não posso mais ficar...
dizendo isso ela saiu correndo em direção ao carro entrando e dando a partida.
-Quem era?
Ouviu a voz de Rony atrás de si e virou-se sem saber o que dizer.
-Hermione? O que houve? Está pálida! – ele se aproximou, segurando-a firmemente, provalmente com medo que caísse. – Quem estava aqui?
-Sua mulher, suponho eu. Vou...eu preciso subir! – soltou-se dele e fugiu para a escada.
-Quem??? – ele foi atrás.
-Alice! Sua mulher! A que você manteria para encontros de algumas horas!!! – gritou de volta.
Antes que pudesse fechar a porta do quarto, ele a segurou e a fez parar.
-Do que está falando?
-Você sabe melhor que eu! Ou eu não teria passado essa humilhação! Eu jamais teria aceitado esse casamento nessas condições! Nunca!
-Hermione...
-Me deixa em paz! – gritou.
-Quer me ouvir??? – ele gritou de volta.
-Não! Eu já ouvi o que prescisava! Deve ter rido bastante de mim, não é? Sabia muito bem que jamais concodaria com algo assim! Eu poderia muito bem criar as crianças sozinha!
-Mas Hermione, eu não sei do que você está falando! Pode se acalmar e me dizer o que foi? Quem era que estava aí fora?
Ele a soltou mas ela não queria conversa.
-Alice. Ela disse se chamar assim – respondeu irônica – A mulher para quem você comprou e reformou a casa do Harry, essa casa. Aquela que o ama mais que tudo e que não pode aceitar viver apenas como sua amante, mas que o ama tanto que não tem coragem de lhe dizer pessoalmente porque sabe que a ama do mesmo modo e que sera horrível saber isso. Mas que a tola da Hermione pode muito bem passar o recado, não é???
-Hermione, eu conheço uma Alice. Sai com ela algumas vezes. Mas foram apenas drinkes sociais, não uma relação. Nunca nos beijamos ou namoramos. Por favor, me ouça...
-Eu já disse que não! – com ódio voltou-se na direção dele e disse - Eu deveria ter adivinhado! Como pude ser tão idiota??? Você não mensionou nada sobre esse casamento ser normal! Fui eu quem me ofereci para você! Meu Deus! – disse ficando horrorrisada – Como vou explicar isso para Tabby...
-Hermione, pare! - ele tornou a segurar seus braços fazendo-a parar de mover-se pelo quarto – Já chega disso! Se eu acreditei nos seus motivos em me deixar e esconder Tabby, você também pode ao menos me dar uma chance para provar que não estou mentindo??? Acha que pode fazer isso por nos dois?
Por um minuto ela pensou se ele realmente merecia resposta. Rony achando te-la a acalmado, soltou seus braços.
-Eu nem deveria estar brava, então. – ela disse cínica – Sua vida é sua vida, Ronald. Faça o que quiser com ela. Não vou brincar com os sentimentos da minha filha. Eu sabia que esse casamento era um erro, mas isso não quer dizer que não possamos conviver juntos sem que ela note isso. Eu...só não quero dividir um quarto novamente com você.
-Hermione... – ele pareceu desconsolado, mas não tentou argumentar. – Eu vou levar minhas coisas para o quarto ao lado. Tem uma porta de ligação com esse. Se você prescisar de algo eu posso ouvir de lá.
-Ok. – respondeu secamente.
-Acho que nosso passeio não vai mais acontecer. – ele insinuou um pouco esperansoso.
-Não. Eu quero voltar para a cidade.
-Todos vão estranhar se fizermos isso.
-Porque? Já estou grávida, não há porque estender a lua de mel. Além disso sua família já tem uma opinião bem formada sobre mim, nada poderá piorar isso.
-Podemos voltar, mas como eu disse, iremos morar aqui. Não vou mudar de idéia quanto a isso!
-Eu sei. Mas ao menos não estarei aqui só com você. Terei Tabby para me fazer companhia. – disse para magoa-lo.
-Você quem sabe. – ele deu de ombros – Vou descer e tomar o café. Se quiser dessa também.
-Não, eu comerei quando chegar em casa.
-Você já está em casa, Hermione.
-Não, eu não estou. Eu estou na casa de outra mulher, com o homem de outra mulher. E assim que o bebê nascer eu irei embora com os meus filhos. somos casados agora, Ronald, temos os mesmos direitos perante o Ministério. Não poderá tira-los de mim. E além disso irei escrever ao Vitor e Mary. Para que venham o mais rápido possível. Vitor é diplomata agora, assim como eu era antes de me meter nisso tudo. Ele pode interceder por mim!
-Ah, você quer chama-lo?! Eu deveria ter imaginado! – disse irritado – E quer o que? Por o nome dele no bebê também???
-Quem sabe não faço isso? – disparou.
-Não vai chama-lo. Nem que eu tenha que prende-la nesse quarto, você não vai chama-lo aqui!
-É claro que vou! Mary tem todo meu histórico medico! Acha realmente que vou deixar outra pessoa fazer meu parto? Que vou passar dias novamente em um hospital? Quer isso? Que eu morra dessa vez??? Acho que nem deveria perguntar isso, não é? A resposta é meio obvia!
-Já foi longe demais com isso, Hermione! Não pode dizer essas coisas de mim! Eu jamais desejaria seu mal, por mais que me enlouqueça com suas atitudes infantis. Se essa mulher pode ajuda-la eu mesmo escreverei. Mas se for apenas um truque para me magoar, esqueça.
-Isso, decida minha vida por mim. – disse amarga. – Já estava tudo planejado não é? Porque não me contou? Porque, Rony? Eu teria tentando entender, nos poderíamos ter resolvido de outra forma, não prescisavamos casar...não precisava ser assim!!!












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