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15. UMA NOVA VIDA


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


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CAPITULO 15
UMA NOVA VIDA



-É melhor ninguém entrar, papai. – ela disse sorrindo.
-Presciso entrar, e falar com a maluca da sua mãe! –ele resmungou.
-Não prescisa, eu já convenci a mamãe a casar. – ela disse e olhuo feio para o suspiro exagerado da tia – Desde que a tia Ginny pare de falar mal da gente!
-Tabby, querida, eu nunca falaria mal de você... – ela arregalou os olhos.
-Falou sim. se falar da minha mãe, do meu pai e do meu irmanzinho, vai estar falando de mim também! – disse com a cara fechada.
-Vamos para a Igreja. – disse Harry, querendo abafar o caso. – Rony, você leva suas mulheres malucas para a Igreja, se conseguir. – brincou, enquanto arrastava uma Gina furiosa pelo braço, não sem antes piscar para Tabby, que conteve um sorriso.
Hermione saiu da cama, lamentando o vestido amarrotado. Um feitiço simples daria jeito, mas ela não queria. Estava tão desanimada com esse casamento.
Sentou-se na cadeira de frente para o cabideiro, e nalizou o próprio rosto. Prescisava retocar o baton e limpar a maquiagem borrada dos olhos. Estava quase terminando quando Rony entrou.
-Parece que alguém mais nessa casa tem o dom da diplomacia. – ele tentou aliviar o ambiente – Tabby é uma diplomata nata.
-Manipuladora, você quis dizer. – retrucou amarga – Eu vou fazer isso por ela, Rony. Mas se alguém se atrver a me insultar novamente, ainda mais na frente dela eu...
-Isso não vai acontecer. – ele interrompeu-a – Eu já tive uma longa conversa sobre isso com todos, mas minha mãe e Ginny são cabeças duras demais para entenderem.
-Não vou mentir que esta tudo bem – levantou-se e andou até ele – Eu não estou bem. Estou perdida com isso tudo. Eu só queria...
-O que você queria? – ele se aproximou dela.
-Sentir que é a coisa certa a fazer. Não por sua causa. Nem das crianças. Mas por mim. Pela minha vida. Sei que é egoita, mas...eu não queria uma cerimônia tão grande, mas ninguém me ouviu. Eu não queria um vestido que me apertasse e me constrangesse, mas ninguém quis ouvir. Eu detesto orquídeas e vou entrar numa Igreja lotada delas, MAS NINGUÉM QUIS SABER MINHA OPINIÃO! – cobriu o rosto com as mãos sem saber como conter aqueles desabafos.
-Hermione...vem aqui. – estendeu a mão, pegando a dela. – Você esta grávida, nervosa e confusa. Isso não vai passar só porque vamos subir num altar. Mas talvez amanhã parece menor do que é hoje. Se eu posso tentar, você também pode.
Essas palavras a fizeram olhar para ele na busca de apoio.
-Ok. – afastou-se dele engolindo a vontade de desabafar e dizer o quanto o amava – É melhor irmos. Já estamos atrasados.
Rony apenas concordou, antes que ela tivesse outra crise.


Tão logo chegaram a Igreja, uma preocupada Millie correu na sua direção, enxotando Rony para dentro da Capela, onde já deveria estar a tempos.
-O que houve, Hermione? Você esta tão pálida!
-Esta tudo bem, Millie, já passou. Eu...eu presciso entrar...
Millie segurou sua mão e olhou fundo em seus olhos:
-Seus pais não vieram a cerimônia, Hermione – disse sencera, mesmo notando que seus olhos enchiam-se de lágrimas – Mas não deixe isso estragar esse momento.
-Todos me odeiam, Millie... – sussurrou – Até meus pais...
-Eu nunca irei me cansar de dizer: seus pais são egoístas demais para ver o quão maravilhosa você é. Agora, pare de se lamuriar e entre nessa Igreja. Tem um rapaz esperando você lá dentro.
-Só porque estou grávida. – revidou magoada.
-Do jeito que o mundo anda modermo, isso nem seria necessário! – ela resmungou baixinho enquanto arrumava a parte de baixo do seu vestido.
-O que disse, Millie?
Foram interrompidas pelo som da musica e a porta sedo aberta. Millie lhe sorriu e seguiu para dentro da Capela, enquanto Harry vinha até ela e lhe oferecia o braço:
-Aceita um substituto, Hermione? – perguntou sorrindo.
-Harry, você não prescisa fazer isso... – disse a beira das lágrimas – Eu fiz tanto mal para você, sumindo da sua vida, eu...
-Teve seus motivos. E além, do mais, não é nada que uma amizade verdadeira não supere.
-Oh, Harry! – foi impossível não chorar. Jogou-se no abraço dele como fazia em menina depois de muito tempo longe, nas férias.
Harry a afastou e secou seu rosto com as mãos e enlaçaram os braços seguindo pelo caminho decorado com belas margaridas brancas. Hermione sorriu frente as suas flores preferidas. Provavelmente Rony as conjurara no lugar das orquídeas. Ele estava se esforçando para agrada-la, para que desse certo. Ela também se esforçaria para faze-lo feliz. Com esse certeza no coração, aceitou o beijo na bochecha que Harry lhe deu ao entrega-la ao amigo no altar, e observou o abraço de ambos antes de se ver só com ele ali. Era um altar e eles os noivos. Como sonhara dezenas de vezes.
Rony pegou sua mão e seus olhares se encontraram. Mas então a voz do padre quebrou encanto e a cerimônia correu diante de Hermione sem que ela pudesse reter aqueles presciosos momentos em sua memória.
O “sim” saiu sussurrado de sua boca, e tremeu toda diante do “sim” convicto que Rony lhe deu. Parecia tão verdadeiro. Tão seu.
Porém o beijo, foi um suave toque na sua bochecha. Como irmãos. Isso a trouxe a realidade. Ele não a amava.
Mesmo assim ela o faria feliz. Nem que fosse através dos filhos que geraram juntos e talvez dos que viessem a ter.
A realidade a tomou quando viu-se sentada dentro da limusine trouxa. Rony a seu lado.
Ele notou seu olhar e disse sorrindo:
-Você não pode aparatar e nem usar portal. E pó de flu me pareceu uma péssima idéia caso você queira guardar o vestido.
-Tem razao, eu não pensei nisso. – sorriu agradecida – Mas você pensou em tudo.
-Na verdade, o responsável por tudo é o Harry. – ele disse se acomodando no banco como se estivesse extremamente relazado – Fiquei tão envolvido na reforma da Floreios que não teria tempo para mais nada...
-Eu sinto muito por isso, Rony. Você ter se envolvido em um projeto meu. Você nem gostou dessa idéia, de qualquee forma! – disse pesarosa.
-Eu estou gostando afinal. – ele tornou a sorriu e ela sorriu para ele, envolvida pela sua empolgação – É bom se envolver em algo desafiador.
-Ah, sim, eu lembro – disse sem pensar – Como ser goleiro e correr o mundo atrás de aventuras.
-Era um bom plano aquele. – ele disse sonhador. – Eu quebrei o fêmur de qualque maneira. Madame Polfrey não conseguiu dar jeito.
-Eu não sabia disso! – disse chocada – Você deve ter ficado arassado! Era o seu sonho! – disse condoída.
-Na época eu nem me importei muito, queria era ficar bom e poder voltar a luta. Mas isso é passado, Hermione. Só passado.
-É o seu passado, Rony. Eu...agora talvez não seja a melhor hora para falar sobre isso, mas em algum momento teremos que conversar...bem..vamos nos ver todos os dias e dividir uma casa. Seria estranho sem não conversássemos...eu...há, você sabe do que estou falando!
Corou.
-Nos conversamos. Na verdade, é o que mais fazemos.
Havia um tom ressentido que ela fingiu não notar.
-Estamos indo para sua casa, Rony?
-Não. Na realidade, é para um lugar surpresa.
-Onde? – perguntou curiosa.
-Verá quando chegarmos! – ele sorriu de orelha orelha.
Ela não tentou argumentar, pois ele parecia alegre em fazer essa surpresa. Olhou para sua própria mãos sem saber o que dizer quando notou que ainda segurava o pequeno buquê de rosas brancas.
-Oh, não! Eu esqueci de jogar o buquê! – disse horrorisada.
-E daí? – ele deu de ombros – Guarda de lembrança.
-Mas, Rony, dá azar. A noiva deve jogar o buquê para passar a sorte de casar para outra solteira, se ela não fizer isso, ela acabara tendo outro casamento! – contou a ele aquela idiota historia que ouvia desde pequeno. Ele olhou para ela com aquela expressão de quando aprontava. Fez um gesto para o motorista que parou no meio fio.
A janela ao lado dela abriu-se automaticamente, provavelmente acionada pelo motorista. Hermione reconheceu que estavam num bairro trouxa, em frente a um ponto de ônibus.
-Rony, o que é isso?
-Não queremos que você se case de novo, queremos? – ele provocou abrindo a porta a seu lado.
-Rony! – ela prostou mas ele já havia saltado e dado a volta no carro. Abriu a porta, para ela que toda corada saiu do carro. Todos na rua os olhavam espantados. Havia algumas mulheres ali.
-Ela esqueceu o buquê! – ele disse para todos ouvirem.
Algums começaram a rir, outras apenas ficaram surpresas.
Hermione riu entrando na brincadeira dele.
-Vamos, Hermione! Você não quer ficar viúva quer? – ele incentivou rindo também.
-Isso! – gritou uma mulher vindo correndo pela calçada – Joga para mim!
-Não! Para mim! – disse outra.
Herminoe ficou de costas na calça de ameaçou jogar para trás, uma, duas e na terceira vez atirou o pequeno buquê.
Muitas palmas e uma jovem imensamente feliz com seu buquê não mão depois,e eles entraram novamente na limusine rindo.
-Isso foi...! –ela não soube nem o que dizer.
-Inesquecivel? – ele sugeriu sorrindo.
-Exatamente! - sorriu sonhadora. Era tão bom estar ali com ele, tão reconfortante.
-Hum, o que foi? ficou triste, Hermione?
-Não. – disse sorriu sincera – Estava só pensando que estou feliz apesar de tudo.
-Então vá se acostumando, porque será sempre assim. – ele disse segurando sua mão. Vendo sua expressão ele continuou – O que foi? não acredita?
-Eu não sei, Rony. Não sei o que esperar. – disse sincera.
Ele não retrucou, mas também não soltou sua mão pelo restante do percurso.



























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