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13. A CONFIRMAÇÃO


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 13
A CONFIRMAÇÃO

-Mamãe, eu posso ir junto???
Mal Hermione pisou na escada, Tabby que estava sentada no colo de Rony perguntou.
Por um segundo ela se perguntou o quanto poderiam ser felizes. Eles se encaixavam bem. Tabby se dava bem com o pai. Ela o amava. Mas será que poderia ser verdadeiramente feliz sabendo que ele não a amava?
Sexualmente, até onde percebra, ambos se entendiam muito bem. Talvez até melhor que no passado. Mas nem sempre filhos e sexo eram o bastante para manter uma relação.
Mas então o que seria? Respeito? Isso ele jamais voltaria a ter por ela depois de ter escondido sua filha por tanto tempo.
-O papai já deixou! – Tabby voltou a gritar.
-Acho melhor você nos esperar aqui, com a Millie.
-Ah, mãe! – ela quase esperneou – Mas o papai já deixou e tudo! Porque eu não posso ir???
-Porque não é o seu papai que precisa de calma e sussego para fazer os exames que a médica mandar. – disse com toda a paciência do mundo, pegando a menina, altamente contrariada, no colo.
-Mas eu queria ver o meu irmãonzinho, mãe.
-Mas ainda não daria para ver de qualquer forma. Vamos fazer o seguinte, você fica com a Millie, e quando ele estiver maiorzinho, eu levo você para vê-lo. O que acha?
-Não tenho como argumentar, não é, mãe? – ela disse daquele jeito sério que as vezes ela tinha – Não posso rebater essa lógica. Pensei em chorar e implorar, mas acho que não vai fuincionar dessa vez...
-Não vai mesmo! – Hermione riu, levantando e fazendo Tabby ir para o sofá, direto para o pai.
Bem, ao que parecia Tabby tinha mais facilidade em agir como criança perto de Rony, do que perto dela. Isso era triste, mas ao mesmo tempo era bom.
-De um beijo no seu pai, que nos já vamos. – ela disse séria.
-E o meu beijo, mamãe? – Tabby perguntou depois de beijar o pai e Hermione esquecer dela.
-Desculpe, bebê, eu estou nervosa... – abraçou a menina e tentou sorrir.
Ambos saíram de lá com passos lentos. Na soleira da porta, ela achou melhor explicar algumas coisas para ele:
-Eu não posso aparatar, Rony. Tentei uma vez quando esperava Tabby e passei vários dias mal. Podemos ir de carro.
-Não dá. Madame Albertina morra num lugar muito afastado. Mas podemos ir até minha casa, e usar a lareira. – ele disse com naturalidade.
Ir até a casa dele?
-Para quando exatamemte é a consulta? – perguntou estreitando os olhos.
-Bem, daqui a duas horas. – ele respondeu corando brevemente.
Ele estava com aquela expressão de quando aprontava na escola. Aquela mesma, que usava para mentir descaradamente para Harry antes de arrasta-la para a primeira sala vazia que encontrasse.
Prevendo o que aconteceria, e ansionado por isso, concordou.
No seu carro trouxa ele a surpreendeu:
-Se importa se eu dirigir? Tirei a carta há pouco tempo.
-Claro... – estendeu a chave para ele – Exigência do seu cargo? – perguntou ao entrar.
-Não exatamente. – ele desconversou.
O caminho foi rápido e silencioso. Logo estavam em frente a um prédio grande e luxuoso.
Dois lances de escada e chegaram a porta do apartamento.
Cartão magnético como chave. Área de lazer com piscina. Garangem para dois carros. Quanto exatamente ganhava um auror? Bem, com certeza, mais que um diplomata.
A sala era enorme e um tanto fria. Sofás claros, bem desconfortáveis, apesar de modernos. A mesa de centro era adornada por alguns pesos de papel em coleografia. Sobre a lareira não havia fotos, nem diplomas, nem nada. Era um ambiente seco.
Tão diferente da casa que eles dois planejavam nas longas conversas no jardim da escola, quando escondiam-se para namorar e planejar seus futuros depois da morte de Voldemort.
Ficou meio sem saber onde ir, ou se sentava ou não.
-Não quer sentar, Hermione? – ele pergutnou notando seu desconforto. – Posso servir alguma coisa. A geladeira sempre está cheia, graças a minha governanta, Ana Li.
-Você tem uma governanta? – surpreenseu-se, sentando-se no sofá – Tabata nunca comentou nada sobre isso.
-Ana Li não fica muito na casa. Apenas deixa tudo em ordem e vai para seu próprio apartamento aqui perto. É uma mulher bastante fechada. Foi amiga da minha mãe a muitos anos atrás, em Hogwarts. Foi ela quem mobiliou a casa. Eu não tenho muito jeito para isso. – disse, como se houvesse lido seus pensamentos.
-Bem, não parece muito com você. Quero dizer... – corou.
-Eu sei o que quer dizer. Minha mãe diz que é tão formal como a sala de estar de uma funerária. – deu de ombros. – não fico muito aqui de qualquer maneira.
-Porque não se muda? – sugeriu – Poderia alugar um lugar menor e ...
-Gosto de espaço. – ele cortou com a expressão um pouco tensa. – Acho que um lugar grande como esse seria ideal para criar Tabby. Ela poderia correr livremente e ...
-Brincar no playgraud de vez em quando – Hermione completou desgostosa. – Tabby precisa de liberdade e espaço. Mas outro tipo de espaço, Rony. Eu fui criada em lugares como esse e não gostei. Não me fez bem. Tabby precisa de espaço como você e seus irmãos tiveram. Um pátio, para brincar e subir em árvores.
-Seu apartamento não é melhor que esse aqui. – ele disse seco.
-Eu sei. Por isso estou procurando outro lugar. Uma casa.
-Já escolheu alguma?
-Na verdade, sim. – sorriu querendo fazer segredo disso – Eu não iria contar nada por enquanto, Rony. – suspirou – Pela primeira vez na minha vida estou fazendo coisas para mim, e sem ser enfluenciada por ninguém. Nem pelos meus pais, nem pela minha postura de mãe. Eu...Acho que seria bom que você soubesse antes dos outros.
-Estamos falando exatamento do que? – ele sentou-se próximo a ela, olhando para ela como se temesse o que ela iria dizer.
-Eu comprei o prédio da floreios e borrões.
-O que??? – ele disse incrédulo.
Hermione sorriu pois já sabia a reação dele e posteriormente as piadas que houviria.
-Eu sei o que parece. – seu sorriso abriu-se ainda mais – sempre pensei em abrir uma livraria bruxa. Principalmente depois que Tabby nasceu e começou a amar livros tanto quanto eu. Mas a oportunidade nunca aparecia, até aquele dia, quando... – corou furiosametne – Você deve saber sobre o dia que estou falando – ele concordou com um meio sorriso que ela tentou ignorar – Eu sai com Tabby para esparecer e fomos a Floreios. Fiquei conversando com o dono e ele me contou como se sentia velho e cansado e queria ir viver calmamente no campo. Só não o fazia por amor aos livros. Daí eu falei para ele que eu compraria a livraria se ele aceitasse, e amaria tanto os livros quanto ele. Bem...ele sempre soube da minha paixão por livros e ficou de pensar. E então, nos fechamos negócio e a livraria é minha. Eu até já escrevi para o Vitor pedindo que compre uns livros novos que saíram na Alemanha, ótimos e com uma saída notável. Penso em fezer uma festa de reinalguração em algumas semanas. Primeiro vou reformar e dar a minha cara a loja e então, procurarei uma casa com jardim.
-Está dizendo que gastou todas as suas economias naquela loja velha e empoirada? – ele disse amplamento incrédulo.
-É um ótimo empreendimento. Sem contar, que poderei me dedicar mais a Tabby do que como diplomata. E...
-Vai precisar é ser sustentada por alguém – ele completou com aquela doentia expressão de “não acredito que fez isso” – Todo mundo sabe que a anos o velho Trud procura alguém tolo o bastante para comprar aquela ratoeira velha. Herminone! Ele está falido a anos! Como pode cair nesse golpe?
-Do que está falando , Rony???
-Estou falando de ter passado cinco anos longo e julgar que tudo continue como no dia que partiu. É disso que estou falando. – ele disse sério – O velho Trud Stard foi pego contrabandiando varinhas para comensais da morte poucos meses depois da sua partida. Ficou em Askaban por um ano até que enganou o ministério com a história furada de estar sobre a imperius. Depois disso ninguém mais comprou com ele. Até mesmo a lista de livros de Hogwarts trás apenas livros de livrarias novas e de fora de Londres! – ele disse erguendo-se do sofá inconformado – Então esses eram os planos em que eu não podia me meter??? Jogar fora tudo que possui???
-Rony... – as informações dele a chocaram. Notara que a livraria estava as moscas, mas era período de férias e pouca gente queria livros nas férias. E quando o velho Trud lhe disseram que não repunha o estoque com a mesma freqüência de antes, ela imaginara que era por causa da sua saúde frágil. Como poderia ter sido tão crédula??? Como???
-Tudo bem, Hermione. – ele mudou o tom de voz notando sua expressão incrédula e chocada, sentou-se novamente a seu lado e segurou sua mão – Vamos procurar esse calhorda e desfazer o negocio. Vai ficar tudo bem.
Ela pensou um segundo nas palavras dele. Apesar disso não era o que desejava. Afastou-se dele.
-Não, Rony. Vou ficar com a Floreios.
-Vai o que???
-O que você ouviu. Vou reforma-la e reinalgurar. Todos saberão que há uma nova livraria, de uma nova dona. Falarei pessoalmente com Prof.Minerva. tenho certeza que ela incluira a Floreios na lista assim que souber que sou a nova proprietária.
-É um péssimo negócio, Hermione. Não vale a pena.
-Mas eu quero tentar. – em outro momento bateria o pé e o mandaria não se meter na sua vida. Mas agora queria que ele entendesse como estava se sentindo.
-E se não der certo? – ele a olhou decidido.
-Aí eu uso a Tabby para obriga-lo a me sustentar. – resolveu provoca-lo.
Apesar de tudo ele riu.
-Posso fazer alguma coisa para ajuda-la nessa missão suicida?
-Pretendo pintar a loja no sábado. Se quiser aparecer e ajudar...
-Certo... – seus olhos se encontraram e ela quis dizer o quanto ficava feliz que ele não mais a criticasse.
-Acho que vamos perder a consulta, rony, se não nos apressarmos... – disse fugindo do momento.



A conversa com a medibruxa não foi tão rápida quanto Hermione imaginou que seria. Da primeira vez, com Tabby, ela se consultara apenas com uma obstetra trouxa. Os prossedimentos bruxos eram mais rápidos e ela quase nem viu a hora passar. O demorado era esperar a resposta.
Sentada numa salinha de estar, ainda dentro do consultório, ela observou um Rony nersoso do outro lado da sala.
Quando a medibruxa reapareceu pedindo que apenas ela entrasse ela imaginou o que seria.
Não foi fácil manter a postura diante do discurso sobre não praticar sexo sem proteção com homens a quem sequer possuía um relacionamento sério. Entre trouxas era mais simples, os médicos se atinham a sua saúde e não faziam perguntas. Mas a velha Madame Albertine, medibruxa de confiança da família Wesley sentia-se no direito de fazer-lhe um sermão.
Tudo, para no fim da historia, confirmar sua certeza.
Duas horas depois, com a resposta, ela saiu da sala.
-Foi tudo bem? – Rony se aproximou ansioso.
-Sim...eu estou bem. – respondeu sem coragem de fita-lo – Ela apenas confirmou o que já sabíamos. Estou gravida de seis semanas. – disse tentando não soar tão desanimada.
-Acho melhor sairmos daqui. – ele a dirigiu para a porta.
-Eu quero voltar para casa, Rony.
-Para que? Se trancar no quarto e não me ver por um mês de novo? – ele retrucou irritado – Precisamos ter aquela conversa séria que estamos adiando desde que você voltou.
-Rony, agora não é o melhor momento, por favor!
-E quando será? – ele disse vermelho de indignação – Quando tiver mais uma crinaça questionando minha paternidade?
-Não se trata disso! – ela protestou – Eu não escondi Tabby de você! Eu...eu me perdi nas decisões erradas que tomei e quando quis mudar já era tarde! Mas não vou pedir que entenda ou esqueça isso, você não conseguiria! Eu só não quero dicidir nada agora. Quero ir para casa, abraçar minha filha e esquecer isso tudo por um tempo!
-É tão horrível assim?
Hermione havia saído para o corredor se esperar respostas. Mas sua pergunta a fez parar.
-Esperar um filho meu, Hermione, é tão detestável assim?
-Oh, meu Deus, Rony! É isso que você esta pensando??? – ficou verdadeiramente chocada.
-E o que mais eu pensaria? Você mesma me disse que apesar das dificuldades do seu último parto, queria ter outros filhos.
-Não estou triste. Eu esperava que quando tivesse outro filho eu pudesse oferecer mais do que ofereci a Tabby. Eu sonhei que pudesse haver uma família de verdade. Não um compromisso moral. Eu sei que não vou consegui argumentar com você. Que foi criado para asssumir seus filhos e que vai exigir que eu me porte da mesma maneira, Rony. E não vou poder dizer não. Mas que tive de vida teremos juntos? Sem respeito, sem amor? Eu tenho medo de errar de novo, de impor a Tabby e ao bebê um lar triste e infeliz! É isso que me aflinge...- as lágrimas vieram a seus olhos, mas ela não queria chorar. Não ali. E não num momento tão bom. Apesar dos pesares, esperava um bebê.
-Nos vamos conseguir, Hermione. – ele se aproximou. – Teremos amor, mesmo que seja para a as crianças. – ele disse a abraçando como no tempo de amigos.
Não sabia que isso quebrava seu coração. O amor que ela sonhava, seria apenas das crianças. Será que ela poderia viver só com isso?




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