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10. FRÁGIL RELAÇÃO


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 10
FRÁGIL RELAÇÃO


Hermione ouvio a porta se fechar no primeiro andar e respirou aliviada. Ele fora embora, finalmente.
Veria a filha só a noite, mas isso lhe daria tempo para organizar seus novos planos.
Ansiosa, pois hoje seria um dia importante para sua nova profissão, desceu as escadas.
-Apresse-se Millie, eu quero chegar cedo a Hosgsmose!
Nada.
-Millie? - foi até a sala e separou uma das pastas de sobre a estante - Está na cozinha? Não prescisa preparar nada, nos almoçaremos lá mesmo e...
Parou sem ar. Não era Millie quem estava na cozinha. Era Ronald!
-Pedi a Millie que desse uma volta com Tabby, prescisamos conversar.
-Não temos nada para conversar – disparou ficando furiosa.
-Não? Sua emrpegada praticamente me acusou de estupro!
-Millie não é minha empregada apenas! Não use esse tom ao falar dela!
-Não fuja do assunto, hermione!
-Não temos assunto nenhum para conversar, eu já disse! Saia da minha casa, agora!
-Não! Se você não conversar comigo eu terei que exigir a guarda da Tabby. Não posso deixa-la ficar entre nos desse jeito!
-eu não o estou impedindo de vê-la! Pelo contrario!
-Mas está se escondendo de mim, toda a vez que venho bascar minha filha pareço um idiota esperando que desça e dê o ar de sua graça! - ele gritou.
Hermione não pode deixar de rir.
-É isso que dirá ao ministro? Que a mãe da sua filha deve estar a sua disposição sempre que aparecer? Você só é bem vindo aqui para buscar Tabby, e não para visitas sociais! Ou você acha que o quero entrando na minha vida e se metendo? Seus direitos sobre mim começam e terminam do batente da portas de entrada para fora!
-É assim que vamos educa-la? Sem nos falarmos?
-Eu a estou educando. Faça a sua parte de pai, quando ela estiver com você. É o bastante.
-Para você. Não para Tabby ou para mim. Ela me perguntou o que eu fiz para você! Acha que gostei de ser tratado como o monstro da historia???
-Ela me perguntou o mesmo! – ela gfritou de volta – eu disse que era bobagem e ela foi brincar com suas bonecas! Não se confunda com a inteligência dela, Tabby é só uma menina de quatro anos e não ficara traumatizada por que os pais não se suportam!
Ele maneou a cabeça visivelmente contrariado. Tinha os braços fortemente cruzados.
-Eu não entendo. Você a tira de mim por quatro anos. Não pude acompanhar seu desenvolvimento, nem ver seus primeiros passos...nada. Daí aparece na minha vida, eu tento deixar isso de lado pelo bem dela, e no primeiro problema que temos, você me julga e me culpa e simplesmente me corta. Acha que isso é comportamento aceitável para alguém em que eu confie a vida da minha filha? Depois de tudo???
Ele tinha razão. Ela suspirou com dó de si mesma.
-Eu não cortei você. Apenas não quero vê-lo por um tempo. – tenou argumentar.
-E diz que não me culpa? – ele riu irônico.
-E não o culpo. Apenas não me sinto bem perto de você depois do que aconteceu – confessou constrangida. Virou –se de costas e tentou recuperar a compostura – É tão patético ter deixado as coisas chegarem a esse ponto depois de uma semana aqui, será que vcoce não percebe isso?
-O que quer dizer? – a voz dele havia mudado para um tom mais conciliador.
-Não podemos ficar nessas eternas brigas, nem agindo por impulso o tempo todo. Somos adultos agora. – virou-se para ele séria – somos jovems, a maioria dos nossos antigos colegas ainda podem se dar ao luxo de agir assim, mas não duas pessoas que tem um filho. Eu ao menos não posso fazer isso. Tabby esta o dia todo comigo e depende de mim para um exemplo de como uma mulher deve ser e se portar. Acha que seria um expemplo ideial uma mãe que se deita com seu pai pelos cantos no calor de uma briga? Com a porta aberta, em pleno trabalho para qualquer um ver e comentar??? Acha que é isso que quero que ela saiba? Que sou tão fácil que levou menos de uma semana para dormir com você de novo??? – respirou fundo e continuou antes que ele pudesse falar qualquer couisa – Sai do ministério porque acho que não posso ficar me enganando, agindo como se tudo estivesse bem. É mentira. Você não me perdoou por ter partido e escondido a gravidez de você. Não podemos ficar nos cruzando todo o tempo. Isso estva me fazendo mal, e tenho certeza que estava causando o mesmo a você. Eu...tinhas uns planos em Berlim e me parece o momento ideial para po-los em pratica...
-Que planos? – ele disparou.
-Vê? – ela disse desconcertada – É isso que eu não quero! Que se sinta no direito de tomar satisfações sobre a minha vida pessoal. Ronald, isso não pode continuar! Não somos mais amigos, ou namorados, ou sequer nos gostamos como conhecidos! Não quero que me diga dos seus planos e nem quero me sentir obriogada a dividir os meus com você!
-Hermione, você me pede para não me meter. Mas não entende que o que aconteceu não foi tão banal, pois você mesma disse que não é uma mulher fácil. E nem eu saiu transando por aí sem conseqüências. Por isso devemos conversar.
-Eu sei que não foi banal. – suspirou querendo escapar da conclusão obvia – Fazia muito tempo que não nos víamos. Ficou muita coisa sem explicação e...recaídas são normais...nada que interfira na sua relação com sua namorada. Se não quiser, nem conte a ela. – queria sumir dali o mais rápido possível – Vamos esquecer isso, por favor...
-Certo. – ele moveu-se pela cozinha chegando perto.
Impossível conter o impulso de se afastar para que ele passasse. Ele abriu um sorriso e a olhou provocador, mas não dise nada sobre isso.
-Vou mandar Millie voltar. – aproximou-se da porta – Trago Tabby antes do jantar.
-Ok. – ela olhou para os propios pés constrangida.
-Se prescisar de ajuda com seus planos, me procure. Não sou seu inimigo, Hermione.
-Tá, eu sei...- disse contrariada. – Se quiser ficar para o jantar...tudo bem... – tentou agir mais conciliadora.
-Certo, eu apareço.
Dizendo isso ele saiu da casa.
Droga. Cedera. Depois de tudo ainda cedera diante da presença dele. Seu coração palpitava. Impossível não admitir que sentira saudade dele. Um mês todinho sem vê-lo. Irônico levando-se em consideração que passara cinco anos sem ele. Seu lado racional dizia que ele estava fazendo muito barulho para alguém que sequer perdoara a mulher que o enganara. Ele quisera vê-la e não admitira. Depis do que houve ele ainda queria vê-la. Havia Tabata, claro, mas ele quisera vê-la.
Mesmo tendo namorada.
E desde quando o que ele desejava era tão importante para ela? Porque sentir essa alegria toda? Afinal, a muitos anos decidira que mesmo amando-o, não teria mais nada com ele. E isso não mudava agora que ele a culpava por tantas coisas.
Sentou-se na cadeira da cozinha e sem entender o motivo sorriu. Eles fizeram amor a uma mês atrás. Amor não. Sexo. e fora tão incrível. Mesmo sem o amor de antes, da parte dele, ainda assim fora incrível. Talvez eles pudesem ter uma chance no futuro...não. levantou-se rápida. Estava sendo boba.
Passado era passado. Ela prescisava olhar para frente. Só isso. Concentrar-se no seu futuro e no futuro de Tabata.
E era isso que faria...












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