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9. AS PASES MAL FEITAS


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 9




Não desceu para almoçar. Millie que ouvira o som de alguém aparatando na casa, subira e a encontrara naquele estado lamentável. Mesmo não querendo acabou desabafando, enquando chorava. Millie era uma mulher mais velha, sábia. O que poderia dizer? Nada. Apenas a consolarara e a deixara sozinha como ela pedira.
Hermione ouviu o som da campanhia e depois vozes. Ouviu claramente quando Ronald perguntara onde ela estava e Millie dissera que ela não estava bem disposta. Ele não insistira, e ela imaginava que era por cusa de Tabata.
Como ela poderia olhar para ele novamente? Como? Não. Não podia fazer isso. E nem prescisava.
Respirou fundo, levantou da cama e buscou um pergaminho e uma pena. Escreveu um rápido bilbete para o Ministro pedindo sua demissão. A mais curta carreira do século, pensou amarga.
Ao menos não prescisaria vê-lo nunca mais na vida. Tinha economias e a herança que seus pais lhe deram em vida quando Tabata nasceu. Nunca mexera naquele dinheiro, mas agora talvez fosse a hora. Depois de colocar a carta no bico de sua coruja, Dax, ela andou lentamente ate a o banheiro. Precisava de um banho.
Fechou os oohlos ao tirar o vestido pela cabeça. Estava só com o sutiã. Havia marcas vermelhas das mãos dele em seus quadris e nas suas pernas. Sem contar a vermelhidão entres suas coxas e da paltitação. Soltou os cabelos e abriu o chuveiro. Água fria. Para aquietar seu corpo ainda quente e sua alma inquieta. Ficou muito tempo ali embaixo, deixando que a água lavassee suas magoas e tirasse o cheiro do corpo dele de sua pele.
Porque tivera que ser tão fraca? Tão indefesa?
Porque????
Com essa angusta saiu do baheiro e enroulou-se apenas na toalha, sentou-se no meio da cama e abrassou os joelhos com o coração pesado. A porta do quarto abriu e Tabata apareceu estiando a mãe com cautela.
A visão da sua menininha a fez sentir-se ainda pior. Era uma pessia mãe. Uma mulher fácil e e inconseqüente.
-Mamãe, está tudo bem?
-Está... – sussurrou, lempando as lágrimas com a mão.
-Você não desceu para almoçar. O papai estava nervoso. Ficou perguntando se não ia descer. Vocês...brigaram? – Tabata o chamava de pai apenas quando ele não estava presente. Ainda estava insegura.
-Não... – sentiu novamente aquele aperto – Vem cá, bebê. – estendeu a mão para ela. Tabby empoleirou-se na cama e Hermione a puxou para um abraço. – Eu amo você, Tabata. Nunva duvide disso. Nunca.
-Eu sei, mamãe. – ela disse com carinha de choro – Eu também amo você, mãe...
ouvir isso limpava qualquer dor dentro dela. Mas hoje era diferente.
-Ama mesmo? – a menina balançou a cabeça fazendo os cachinhos balançarem de forma linda para os olhos de Hermione. – Então desce e diz para a tia Millie que vou me arrumar e nos três vamos passear.
-Onde a gente vai? – ela pergutnou com olhinhos brilhantes.
-Vamos na Foreios e Borrões. Minha livraria preferida. – disse sorrindo para a filha – Vamos passar uma tarde só nossa. Nos três. O que acha?
-Demais! – ela saltou da cama e antes de sair disse olhando para Hermione com aqueles ohlos azuis tão intenções quanto o céu la fora.
-Vai ficar tudo bem, mãe. Sempre fica tudo bem...
Sim. Tudo se acertaria a seu tempo....


O mês voou no calendário. Rony ajeitou a camisa antes de tocar a campanhia. Como todas as terças feiras, a governanta, Millie abriu a porta, com seu sorriso falço quando dirigido a ele.
As terças ele buscava Tabata para passear. Fora informado por Millie que seria assim por algum tempo, até Hermione estabilizar seus planos. Ele sabia apenas que ela deixara o trabalho no ministério e estava trabalhando em algo. Mas não sabia o que.
Quando questionava Tabby ela era vaga e evasiva. Aquele maldito senso de cumplicidade com a mãe que o impedia de saber o que acontecia.
Millie apenas lhe dissera que Hermione estava ocupada, mais prescisamente todas as terças. Aos sábados Millie levava Tabata na Toca, num acordo que ela fizeram com sua mãe. A menina passaria o dia ali com os tios e as primas. E os avos corujas.
-Olá, Ronald, entre. – Millie deu passagem – sente-se, Tabby está se vestindo.
-Obrigado. – ele sentou no sofá e olhou para a mulher a sua frente –Ela não está?
-É claro que está. Apenas não quer vê-lo. – a mulher foi direta com todas as vezes que ele perguntava isso. – Hermione me disse que pretende deixar Tabata passar uma noite com você, pode ser semana que vem. Ela conversou com Tabby e ela pareceu a vontade com a idéia. Seria bom que conversasse com ela sobre isso.
-Porque a própria Hermione não me diz isso? -ele disse irritado – vamos ficar eternamente decidindo a vida da nossa filha através de uma empregada?
Percebeu o erro quando o semblante da mulher endureceu e sua postura ficou absurdamente tensa.
Ele sabia que a velha Millie não era apenas uma empregada. Era uma mãe para Hermione, uma avó zelosa para Tabby,. Não desejava magoa-la. Mas aquela situação toda o estava tirando do sério. Fazia um mês que não conseguia falar com Hermione. Nem vê-la. Tinham tanto para conversar!
-Desculpe. – ele disse derrotado – Não esto penando direito...
-Sim, isso eu sei. Parece que você não pensa muito antes de dizer e FAZER as coisas. – dise acusadora.
-O que está dizendo? Ela contou o que houve...?
-É claro que sim!
-Eu não queria que tivese sido assim, eu... – não soube o que dizer – Eu relamente não queria machuca-la ou magoa-la...
-Ela disse NÃO, não disse? - o olhar da mulher endureceu – Aprenda uma coisa, sr.Wesley: quando uma mulher diz não, pouco importa se seu corpo dizer o contrario, é NÃO e pronto.
-Eu não a forcei se é o que quer dizer!
-Não fisicamente. – a mulher sorriu tentando não soar acusadora – Mas forçou a situação.
Ele maneou a cabeça inconformado.
-Estavamos brigando, Millie. Nos dois sempre perdemos o controle nas nossas brigas, mesmo quando namorávamos. Qualquer coisa era motivo para histeria. Ela me ofendeu. Me atacou primeiro. Eu apenas perdi o controle.
-Hermione me contou isso também. Obviamente ela não gostaria que eu dissesse nada sobre isso. A sra.Granger. mãe dela nos apresentou. Achava que Hermione não daria conta de um bebê sozinha e prescisaria de uma governanta. Hermione me mandou embora e não foi muito educada. Ela estava ferida em seu orgulho. Meses depois, eu recebi uma ligação da mãe dela. Tabata havia ido para casa dois dias depois do parto, mas quanto a Hermione não havia nem previsão de quando voltaria. Fiquei cuidadno de Tabata e quando ela saiu do hospital não tocamos no assunto da minha contratação. Apenas fiquei. E estou aqui ate hoje. Então, você deve entender que sou apenas a governanta, mas fui eu quem a ajudou a recuperar a saúde. Fui eu quem a ajudou a tomar decisões desde as mais simples, como cortar o cabelo de Tabby, até matricula-la num escolha especial. E sou eu, Ronald, que a espera com o jantar pronto e assite filmes antigos com ela na televisão todas as noites. Sei que o orgulho dela a fez dizer coisas, mas nunca a vi com ninguém.
-Ela disse que faz escondido. – disse acusador, magoado.
-Quando? Seu trabalho de diplomata ocupacva seu dia inteiro e a maior parte do tempo ela ficava com os demais diplomatas. Homens com a idade de seu pai, Ronald. Pessoas sérias. Eu insisti muitas vezes para que ela saísse e se divetisse, mas ela nunca quis. Sempre a filha em primeiro lugar. Entenda, ela não esta magoada com você apenas, ela esta magoada com ela mesma, por ter criado esa sitação toda.
-Mas e o que eu faço? Vou passar o resto da vida recebendo recados? Daqui a dois dias é o primeiro dia de Tabby na escola nova e devemos estar os dois juntos, apoiando-a.
-Ah, sim, nos conversamos sobre isso. Hermione estará lá. Ela quer conversar com a professora. Isso não quer dizer que prescisam necessariamente se encontrarem.
Ele olhou para a mulher inconformado. Então uma idéia se formou em sua mente.
-Você gosta de Tabby e Mione. Eu posso sentir isso, Millie. E eu presciso que faça uma coisa pelas duas.
-O que?
A mulher franzio as sombrancelhas intrigada.









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