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8. IRRESTIVEL PAIXÃO (REFAZENDO O


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


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CAPITULO 8
IRRESTIVEL PAIXÃO (REFAZENDO OS ERROS DO PASSADO)




Hermione terminou de analizar uma papelada pendente a meses no setor de relações publicas e suspirou. Sentia falta do seu antigo trabalho. Muita falta. Não podia negar que era desafiador colocar em ordem um setor e recomeçar, mas era frustrante sentir-se inferior ao que era até uma semana atrás.
Faltava meia hora para o almoço e ficara de aparatar em casa para almoçar com Tabby e Millie. Sua governanta andava meio estranha nos últimos dias e ela prescisava descobrir o porque, e também prescisava conversar com Tabby sobre a nova escola.
Seu primeiro dia seria dali a dois dias, e achava que seria melhor se a preparasse antes.
-Muito trabalho?
Quase pulou de susto com uma voz que surgiu na porta aberta de sua sala. Era uma jovem muito bonita, com longos cabelos louros, muito lisos e retos. Era magra e alta.
-Desculpe, eu a assustei. – ela sorriu e foi impossível não notar o quão lindo era seu sorriso – Me chamo Amira, sou do setor de aurores. Secretária do senhor Wesley, ele pediu que lhe entregasse esse documento.
Hermione estendeu a mão para receber o envelope e olhou para a moça.
-Obrigada, Amira. Meu nome é...
-Hermione Granger, eu já sei. – apareceu uma sombra em seu olhar e ela ficou ainda mais reta sobre os finíssimos saltos. – Todos nos conhecemos as historias de Harry Potter e seus fieis amigos e o sr.Wesley me contou da senhora e da sua filha.
-Ah, ele contou? – ficou surpresa.
-Sim...Ronald me disse da menina. Estou ansiosa para conhece-la. Ele disse que logo nos apresentará. – sua postura havia definitivamente mudado. Parecia mais arrogante. – Bem, se a senhora prescisar de algo, pode me contatar através do ramal doze. Tenha um bom almoço.
Ela virou-se e sai rapidamente. Hermione digeriu amargamente o que viu. Então essa era a namorada dele? Sua secretaria? Bem típico, mesmo.
Fútil e bonita. Ele sempre gostara disso, afinal. Mas se estava pensando que ela deixaria sua filha a mercê dessa mulherzinha, ele estava muito enganado. Ah, se estava!
Abriu o envelope e encontrou um memorando de convocação de aoreres. Interessante.
Estava entretida lendo o edital, quando notou que era observada.
-Olá, Ronald. – tentou sorrir mas não conseguiu – Estava lendo o edital que mandou.
-E o que achou? Parece melhor do que relações públicas.
-Normalmente não aceito vagas arrumadas, Rony. Prefiro conquista-las por meu próprio esforço. Mesmo, assim, obrigada.
-Não é uma vaga arrumada. – ele disse entrando na sala e sentando-se numa cadeira a frente da sua mesa, parcendo bem a vontade – Esse edital saiu hoje pela manhã, está aberto para todos os membros do ministério e para fora, também. Apenas imaginei que talvez não tivesse tempo de nota-lo.
-Ah...realmente ando seu tempo. – disse constrangida pela própria intransigência.- Desculpe, eu não queria insinuar nada. Estou na defensiva, eu acho. – admitou, suspirando.
-O Porão não é o melhor lugar para uma diplomata. Deve estar odiando. – ele disse parecendo mais interessado em começar uma conversa civilizada.
-Não me importa o lugar, mas sim o trabalho. No meu antigo emprego eu nem tinha uma sala. Eram reuniões em todas as partes do ministério e normalmente eu, e os demais diplomatas usávamos nossos escritórios particulares, de casa, para conciliar o trabalho com a vida pessoal. Não vou mentir que estou gostando desse novo trabalho, porque não estou. Mas vou analizar o edital com mais calma hoje a noite. Obrigada pela intenção.
Ficaram em silêncio por segundos. Hemrione queia pensar em algo para dizer. Mas não encontrou nada que poderia ter em comum hoje em dia, além de Tabby. Nem sabia se ele queria de fato conversar com ela. Uma linha tensa estava sobre a tempora dele, ao se esticar e apanhar uma foto de sobre a mesa dela. Era um pequeno porta retrato, numa rara ocasião, no aniversario de três anos de Tabby, onde conseguira reunir numa única fotografia as pesoas mais importantes na sua vida depois de sua partida: seus pais, Vitor, Tabby, Millie e Mary. Bem no canto da foto, sobreposta a esta uma antiga fotografia dela em Hogawrts, com Rony, Harry e Ginny perto do lago. Eles acenavam alegres e leves.
-Essa foto é bem antiga. – ele comentou subtamente.
-Estavamos no final do sexto ano....
-Eu lembro, foi antes de... – ele parou de repente e olhou para ela um pouco desconfórtavel – Então? Vai almoçar com Tabby? – ele mudou de assunto e ela agradeceu aos céus.
Aquela foto havia sido tirada poucas noites antes de uma viagem a Horgsmose, onde sozinhos, depois de inventar uma subta virose para não irem, haviam se encontrado no dormitório masculino no meio da tarde, enfeitiçado as paredes e a porta e feito amor pela primeira vez para ambos. Fora de comum acordo e tão desejado, apensar de serem jovems.
Mas ela não queria falar sobre isso. Muito menos com ele, no meio do seu expediente e depois de cinco anos. Eram apenas estranhos com uma filha. Só isso.
-Sim. vou aparatar em casa.
-Não protegeu a casa contra aparatação? -ele pareceu descepcionado.
-Protegi. – disse rápida – É um feitiço interessante que Vitor me ensinou, costuma ser usado entre técnicos e jogadores. Basta escolher determinada pessoa e esta pode aparatar na casa. Escolhi a mim mesma e estou pensando de coloca-lo também. Pensei em antes falar com você sobre isso. No caso de uma emergência, claro.
-Entendo. É uma boa idéia, de qualquer jeito – ele obviamente ficara decepcionado e tenso. Ela se surpreendia como o simples nome de Vitor pudesse causar esse efeito nele.
-Gostaria de almoçar conosco? – perguntou tomada pela coragem. –Tabby adoraria.
-Claro, eu vou...
-Sr.Wesley? – uma voz rouca quebrou o dialogo.
Na porta a imagem deliciosamente bela de Amira. Heremione quis sumir. O quanto patetica nao deveria parecer,vestida com seu vestido de linho simples e as sandalias baixas. Um casaco leve estava no enconsto da cadeira. Seus cabelos bem mais longos que alguma vez houvera tido, crespos e confessava, bem descuidados, presos num rabo de cavalo. Um suave gloss e nada de maquiagem.
A outra, por sua vez, vestia uma taier que apertava todas as curvas certas, realçando os finíssimos saltos altos.
-O Ministro pede que o encontre na sua sala em meia hora. Tentei encontra-lo em sua sala. Mas o senhor havia saído na minha ausência...
-tudo bem, Ann. Eu já vou subir.
Ele a olhuo até que ela se tocasse e virasse as costas e saísse de lá.
Hermione não pode controlar aquele olhar mordaz que sempre lançava a ele qunado eram adolecentes e ele não fazia a lição.
-O que foi? – ele perguntou notando instantaneamente seu olhar.
-Espero sinceramente que repense a possibilidade de apresentar Tabby a essa garota. – deixou escapar sem querer.
-O que está dizendo? – ele pareceu surpreso e confuso.
-A pouco ela esteve aqui e disse que logo as apresentaria. Mas devo dizer que pelo que conheço Tabata, ela ira detestar essa madrasta. Ela é arrogante. Tabata odeia pessoas arrogantes. – viu que ele conservava aquela expressão incrédula e emendou, tentando consertar o que dissera – Claro, é só uma sugestão.
-Amira sabe de Tabby? – ele perguntou como se dissesse a si mesmo.
-Está perguntando a mim? – devolveu a pergunta irritada.
-Ginny deve estar fofocando por aí de novo. – ele disse começando a desfazer aquela expressão de choque – Amira é irmã da minha última namorada. – disse com naturalidade, sem perceber o quanto feria ouvir isso. – A parte insuportável da família. Bonita e vazia. Alice é o oposto.
-Alice? Essa é a mulher que vai apresentar para Tabata? – tentou parecer o mais natural possível.
-Não. Terminamos a alguns dias – ele se levantou com ar casual – Irei falar eu mesmo com Tabata no momento certo sobre a minha atual namorada. – sorriu vitorioso.
-Certo. Bem, de qualquer forma, deve saber que ela não esta acostumada com esse tipo de conversa. Eu normalmente não a envolvo nos meus relacionamentos. – disse querendo feri-lo como sentia-se ferida.
O sorriso dele morreu na hora. Sua postura iritada voltou instantaneamente.
-E como faz? A deixa largada durante seus encontros fortuitos?
-Não. Ela sempre fica com Millie. E não são fortuitos. Sou jovem, e solteira. Conheci homens muito interessantes como diplomada. Saímos para drinques e fazemos o que temos que fazer antes do jantar. – disse querendo que ele calasse a boca e saísse dali o mais rápido possível.
-Não me adimira que ninguém a quisesse assumir. Esse tipo de mulher não costuma ser muito respeitada - ele disparou avermelhando.
Por um segundo ela quis mata-lo. Quis mesmo. Mas apenas engoliu o orgulho e disse o mais indiferente que pode:
-É melhor não aparecer para o almoço. – ergueu-se e pegou seu casaco, sua varinha e a bolsa. – Na verdade é bom que não apareça mais na minha casa sem ser avisado. É a segunda vez que me ofende em uma semana. Vou deixar instruções com Millie sobre os dias que você pode ver Tabata. Ela vai procura-lo.
Tentou passar por ele e sair dali antes de chorar, mas ele segurou seu braço.
-Porque me culpa por pensar o que você me faz acreditar? Foi você quem disse que sai com homens sem compromisso!
-E eu disse muito bem o que fazemos, não dise? Tomamos um drinke. Mas se pensa tão mal de mim, então é bom que não nos cruzemos mais. – puxou o braço com força se soltando.
-Quer realmente que eu acredite que você não transa com seus afers? – ele sorriu cínico.
-Pense o que quiser! Não lhe devo satisfações!
-Como não? Temos uma filha!
-E daí???
-Daí que não quermo que ela seja criada por uma...!
-Uma o que? – o fitou desafiadora – uma mulher sozinha? Com necessidade de atenção e carinho como qualquer outra? Eu tenho todo o direito de ter uma vida normal e saudável! Ou você acho que eu ficaria o resto da minha vida presa a lembranças de sexo infantil de adolecentes??? Como deve ter descoberto com os anos, Ronald, o prazer não é pecado e nem algo sujo! O que faço com meu corpo não é da conta de ninguém, desque não atrapalhe na criação da minha filha! O que obviamente não acontece! Agora se me der licença, vou sair daqui antes que eu o estopore por se meter nisso!
-Sexo infantil? – ele pareceu realmente incrédulo – É isso que você pensa que fazíamos?
-É claro. Não me diga, que você continua com o mesmo desempenho??? Não me faça rir, Ronald. Éramos inesperientes. Bobos. Se a natureza não andasse sozinha, nem teríamos uma filha! – desdenhou, rezando para soar verdadeira, e não patética como se sentia.
-Engraçado, eu achei que o que fazíamos era sexo adulto. Se bem me lembro, você participava bem interessada! – ele disparou fazendo –a corar loucamente.
-Sim, mas eu não sabia que poderia ser bem melhor que aquilo!
-Melhor como? – ele se aproximou ficando a milimitro dela, desafiando-a a recuar ou fugir.
-Sexo selvagem, Ronald. Sexo romântico. Sexo casual. Homens de verdade sabem do que estou falando!
Crente de ter vencido virou-se para deixa-lo ali sozinho e humilhado. Mas ele também havia crescido. E muito.
Com uma passada, ele se pos entre ela e a porta, fechou-a com força.
Hermione arregalou os olhos, quando ele agarrou seu braço e a puxou na sua direção, grudando suas bocas. Ela tentou se debater, tentou afasta-lo. Lutou de verdade.
-Não! – tentou argumentar entre seus beijos – Não...
Mas fazia cinco anos e ela sonhava com isso todas as noites desde que o deixara.
Mais tarde se pegaria penando em como se agarrara a ele, com o mesmo desespero. Tanto que seu corpo queimou e ardeu por todas as partes. Não pensou em nada quando ele a sentou na mesa, e afastou seu vestido até a cinctura, se colocando entre suas pernas. Para onde fora parar sua calcinha os como ele baixau a calça e cueca sem ela notar, ela jamais saberia. A única coisa que conseguia fazer era beija-lo. Perder as mãos em eus cabelos e se contorcer cada vez que suas lingas se afastavam e se buscavam novamente.
Sentiu-o se posicionar e logo ele entrava em seu corpo. Não pode deixar de gemer. Ou talvez tenha gritado. Não sabia. Fazia tanto tempo que seu corpo não sentia isso. Que esperava por ele.
Foram minutos eternos. Loucos. Movimentos descordenados. Ele mordia seu pescoço e ela só conseguia gemer e se deixar agarrar e ser arrebatada por ele. E quando o prazer chegou, tão altivo e intenso a única coisa que pode fazer foi agarrar-se a seus ombros e gemer, sentindo o corpo dele tremer contra o seu. O calor dele. O prazer dele dentro dela. Era demais. Era perfeito.
Mas a realidade era cruel.
Ela entreabriu os olhos e aprimeira coisa que viu pelos olhos cemicerrados foi a porta aberta. O corredor. O porta retratos largado sobre a mesa. Suas coisas no chão. O que fizera? Como...como pudera chegar tão baixo?
Sentindo-se a pior das criaturas, ela o empurou. Ele não se mexeu. Droga. Lágrimas vieram a seus olhos e um soluço escapapu de seus lábios, chamando a atenção dele. Ela o empurrou de novo com mais força, o fazendo sair de seu corpo e a soltar. Mais força e ele a soltou desconcertado.
-Hermione....
Ela não queria dizer e não queria ouvir. Tremendo da cabeça aos pés de humiliação, de raiva e magoa, arrumou o vestido quase correndo, juntos suas coisas no chão e saiu correndo dali. Suas pernas tremiam tanto que assim que chegou no estacionamente, aparatou para casa. Direto para seu quarto.
No conforto de seu quarto, deixou o corpo cair sobre a cama e desabou. Lágrimas rolaram de seus olhos e tudo que pode e queria fazer era chorar e esvaziar seu peito daquele sentimento horrível.















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