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7. NOS RECONHECENDO


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NOS RECONHECENDO


A noite chegou e encontrou Hermione dormindo no sofá. Depois de receber a mobília e arrumar a maior parte, ela tomara um longo banho, preparara o jantar, embora tivesse certeza que Tabby jantaria antes de voltar, e deitou no sofá para desconçar lendo um livro. Mas o cansaso dos últimos dias a pegou desprevinida e quando Millie abriu a porta usando sua chave a encontrou deitada adormecida no sofá da sala.
Tabby vinha logo atrás, com Rony.
Ela soltou uma risadinha maquiavélica.
-Nem pensei nisso, Tabby. Deixe sua mãe descançar. Ela trabalhou duro essa senama. Venham, vou preparar um café para nós.
Millie fingiu não notar o olhar de rony sobre Hermione.
Demorou apenas o tempo de duas xícaras batendo na mesa para ela acordar. Havia vozes vindo da cozinha, e o casaco de Millie e Tabby estavam sobre a cadeira. Finalmente elas voltaram. Animada, ela levantou-se, ajeirando os cabelos ainda úmidos e soltos e caminhou descalça para a cozinha.
-Olha só quem voltou. – ela disse sem notar que havia mais gente na cozinha. Andou até a geladeira, pisando no piso gelado, e tirou um copo de água. -Não vai me contar as novidades, Tabby?
-Você tomou banho mamãe? – ela perguntou antes de responder a pergunta dela.
-Tomei sim. – disse sorrindo.
-Ah, que pena, eu achei que a gente ia tomar o banho juntas. – fez cara de descepsionada.
Hermione sempre cedia. Ela adorava dividir a banheira com Tabby e seus patinhos de borracha.
-Vou abrir uma exessao hoje, que estamos em casa nova, e vou tomar outro banho, junto com você? O que acha?
-Oba! O tio Rony pode ir com a gente? – perguntou inocentemente.
Só então ela notou a figura do outro lado da cozinha, bebericando uma xícara de café.
-Eu não o tinha visto, Rony. – disse verdadeira. – Acho que o Rony não iria gostar de participar disso, Tabby.
-Porque não? – ela perguntou ficando triste – Você não quer tio Rony?
Ele olhou dela para Hermione como se estivesse em dúvida sobre o que elas falavam. Elas tinham muitos costumes aos quais ele não estava familiarizado.
Millie riu alto ao ver sua expressão e acabou com o empasse:
-É claro que Rony não iria entrar na banheira com sua mãe, querida. Só um casal unido em matrimonio faria isso.
Hermione corou furiosamente e olhou de esgrelha para ele, lembrando-se de muitos banhos de chuveiro escondidos no banheiro da Toca.
-Melhor deixar o banho para amanhã, então. – ela disse embaraçada.
-Ah, mãe! – Tabby protestou.
-Eu posso esperar. – disse Rony – Tabby me pediu para coloca-la na cama.
-O que acha? Vamos demorar? – Hermione pergunrou para Tabby.
-Não! – ela gritou emplogada.
animada com a alegria da filha, Hermione e ela saíram correndo em direção a escada, que as levaria aos novos quartos.
Rony ficou no andar de baixo esperando-as voltarem. Podia ouvir os risinhos e os gritinhos de Tabby lá em cima e imaginou que as duas estivessem se divertindo mesmo. Queria muito estar lá com as duas. Pensamento ingrato esse.
Olhou em volta com interesse. Embora não ouvesse muito o que ver, pois a maior parte da mobília aninda estava empacotada. Ela tinha um gosto refinado, mas simples, que dava um jeito aconchegante.
Ficou uma meia hora esperando, até que uma Tabby molhada e enrolada numa grande toalha felpuda apareceu lá em cima na escada.
-Pode subir, tio Rony!
Sorrindo ele subiu com suas longas pernas de goleiro. Ela pegou sua mão e o levou para um quarto no fim do corredor. Pelo jeito Hermione tivera bastante trabalho para arrumar todo o quarto da menina. Estava impecável.
Hermione vestira novamente o roupão cinza e tinha calçado um chinelo de dedo. Seus cabelos longos mais molhados que antes.
-Aqui, Rony, já separei a roupa para Tabby. Vem, bebê.
A menina correu até a mãe que se sentou na beira da cama. Pegou uma toalha sobre a cama e começou a enxugar o cabelo crespo da menina com força para tirar a água.
-Ai, mãe! Vai titar meu escalpo!
-Onde ouviu essa palavra, tabby?
-Tio Fred disse que ia tirar o escalpo do Tio gui porque ele estava zoando com a cara dele!
-Ah! – Hermione fez cara de entendida e olhou sorrindo para Rony, que retribuiu, olhando-as da porta, de braços cruzados. – Deve ter se divertido muito hoje, não é?
-Demais! – a menina começou a ficar mais animada, e começou a falar sem parar, contando as travessuras das novas amigas, as gêmeas Amy e Mira, filhas de Gui e Fler.
Rony não pode deixar de notar que mesmo com ela se mexendo e falando pelos cotovelos Hermione mantinha-se alerta a incentivando a contar, enquanto a secava e vestia com a calcinha de algodão e uma blusinha de verão rosa. Penteou os cabeçlos cachados, agora secos, e então pacientemente pegou uma colonea infantil e passou nos braços, ombros e mãos de Tabby, sempre rindo dos seus comentários.
-Nossa, Tabata! Como você aproveitou a tarde! – disse entregou a loção para ela que se sentou na cama e pasou ela masma nas pernas e nos pés. – Pijama ou short? – Hermione perguntou enquanto estendia para ela o short.
-Estou com calor, mãe. – ela mesma vestiu o short e subiu na cama. – Estou cherosinha, mamãe. – disse cheirando a própria pele.
-Hum, esta mesmo. – ela sorriu. – você já disse para Rony o que quer que ele leia para você?
-O livro da tia Ginny! – ela disse entrnado embaixo das cobertas.
-Aqui esta. – Hermione o pegou embaixo de uma pilha de livros sobre uma escrivaninha. Andou até rony, estendeu o livro e disse tentando parecer indiferente – Vou me vestir.
Impossível não ter lembranças a partir dessa frase. Rony lembrava muito bem de inúmeras vezes que ela a dissera no meio da correria de não serem pegos na casa de vassouras, ou no jardim, no meio das árvores. Ou mesmo no quarto dele quando alguém batia na porta.
Não era a coisa idéial para pensar enquanto lia uma história de nimar para a filha.
Antes de chegar ao final, Tabata adormeceu.
Com um beijo na sua testa. Assim como vira Hermione fazer a uma semana atrás, ajeirou as cobertas e saiu do quarto, deixando a luz do abajour no canto do quarto ligado.
Encontrou Hermione bebendo uma xícara de café na sala. Vestira shortes como os de Tabata e uma blusinha de alcinhas. Sua roupa preferida de dormir. Ele lembrava-se disso também.
-Ela dormiu. – anunciou.
-Achei que não fosse demorar mesmo. Ela parecia cansada.
-Com aquela energia toda? – ele desacreditou.
-Quanto mais cansada, mais hiperativa. Coisa de criança. – sorriu para ele. – quer café? É descafeinado.
-Não. – recusou, sentando-se a seu lado. Se ela prepara duas xícaras era porque queria conversar.
-Millie foi dormir também. Eu...sei que vamos convesar sobre a Tabby em outra oportunidade, quando eu não estiver tão cansada, nem você. Mas acho que tem uma coisa que prescisa saber. – ele a olhou na espera, intrigado e um pouco temeroso do que ela diria. – Tabata já sabe que você é sseu pai.
-Você contou?
-Não. Pretendia contar e quando toquei no assunto ela disse que nos ouviu conversar e mesmo antes suspeitou. Eu disse, ela é inacreditavelmente esperta.
-Eu não sei o que dizer. Ela...não pareceu saber nada. Ela...
-Ela disse que estava sem jeito de chama-lo de pai. – confessou – que talvez você não se sentisse a vontade.
-Eu adoraria ser chamado de pai. – ele confessou.
Mas Hermione o conhecia bem o bastante para saber que havia mais.
-O que foi, rony? Tem algo o incomodando sobre isso.
-Vocês duas tem uma ligação muito forte. Se entendem. É...eu fiquei observano-as e você parece que sabe o que ela quer antes dela mesma saber. Eu não sei se conseguirei ter algo assim com ela. Eu... – olhuo para as próprias mãos.
-Eu sou a mãe, rony. Sou mulher e ela se espelha em mim. Temos sido só nos duas desde que ela nasceu. Eu sei tudo que ela precisa, e com o tempo você saberá também. E essa cumplicidade que temos também surgira com o tempo, embora que observano vocês dois eu posso dizer que ela já existe, você apenas não notou ainda. A relação de mãe e filha é mais acirrada que a de pai e filha. Sempre será assim. O que não quer dizer que seja menor a sua presença na vida dela. Nessa última semana ela só falou em você. Em como queria estar com o Tio Rony. Até que me confessou que sabia que era sua filha.
-Eu queria ficar um tempo com ela. Só nos dois.um tempo nosso. – ele disse olhando diretamente para ela. – Alguns dias da semana. No fim de semana, talvez.
Ela estivera se preparando para isso toda aquela semana, mas agora que acontecia ela não sabia o que dizer.
-Eu não poderei conhece-la de verdade a menos que a gente conviva juntos e ela confie em mim, como confia em você.
-Eu sei. Só peço que espere ela se adaptar a casa e a escola nova. As vezes Tabata tem crises muito difíceis. Ela é uma menina difícil. Você está conhecendo o melhor dela. Mas quero que esteja preparado para o pior também. Nos podemos voltar a falar sobre isso. Longe da Tabata. Um lugar neutro.
-Ok. – ele concordou – Marcamos alguma coisa. Você escolhe.
-amanhã eu começo num cargo novo no ministério e não será o mesmo trabalho e a Tabata começa na escola, seria bom se você estivesse lá conosco, para que ela sinta-se apoiada por você. Se puder, claro.
-Estarei lá. – ele sorriu e ela correspondeu. – Hermione...
-Diga, Rony...
-Você me contou um pouco da sua vida, mas fazem cinco anos e eu sinto que deveria saber mais, para me preparar para lidar com Tabata. Não quero me meter na sua vida é só...
-Eu sei. – ela sorriu. Moveu-se no sofá e suspirou – Também presciso saber da sua vida antes de deixar Tabata com você um dia inteirinho. Não é algo pessoal, é só...porque estamos falando da minha filha.
-Era isso que eu queria dizer. –ele concordou.
-Pode perguntar o que quiser saber. – ela disse segura de si. Era presciso. Era necessário.
-No que exatamente trabalha?
-em Berlim possuía um cargo de diplomata internacional. Aqui só consegui como Relações publicas do ministério. Mas é temporária. Logo aparece uma vaga de acordo com meu antigo trabalho. E, sim, eu sempe provi o sustentdo da Tabata, e não quero que ajude financeiramente, porque não presciso e não aceitaria. O que quiser gastar com ela, é algo particular seu, e não me interessa, embora que eu não goste de mima-la muito com presents, para não estraga-la.
-Sei. – ele estreitou os olhos, parecia meio irritado com sua postura. – Notei que o sobrenome dela é Granger também. Então deduzo que ninguém a tenha assumido.
-Não. Eu não me casei ainda. Nem estou envolvida com ninguém seriamente no momento – decidiu ser evasiva.
-Essa casa é sua, ou alugada?
-a casa de Berlim é minha, estou pesando em vender e comprar uma aqui. Por enquanto essa é alugada. – disse sentindo-se num interogatorio.
-sua governanta é de total confinaça, eu imagino. Você a conheceu bem antes de contrata-la?
-Millie é de confiança. – começou a se irritar profundamente – Eu só me envolvo com pessoas de confiança, Ronald.
-Não quis ofender.
-Eu sei. Só não estou acostumada a ser sabatinada.
-Sua vez, então. – ele sentou-se para trás no sofá numa postura provocativa.
-Não sei ainda no que trabalha. – ela disparou.
-Auror. Posto 2.
-Parabens, é muito bom saber disso. – tentou parecer indiferente e não perguntar onde fora parar os sonhos que tinha de ser goleiro e de viajar o mundo junto com ela e os filhos que teriam. Planos tolos. Mais doía lembrar. – Alguma sra.Wesley, ao qual deva me preocupar de apresentar a Tabata?
-Não. Tenho uma namorada, nada sério. Não apresentarei a ela ainda.
-Ok. – afastou os olhos para que ele não visse a dor. – Mora na toca?
-Não. Fico bastante lá agora que ginny e Harry moram juntos, porque sou o único filho solteiro ainda e mais próximo. Tenho um artamento aqui perto. Vou deixar o endereço antes de ir embora.
-Acho que era só o que eu prescisava saber de você. – ela disse sentindo-se a última das criaturas. – quero dizer, passou-se cinco anos, mas a índole de alguém não muda tão completamente em tão pouco tempo. Confio em deixar Tabata com você. Só...não confio que deixe ela com Fred e Jorge...
-Nem eu confio! – ele riu brincando. – Embora que ela vá adorar conhecer a loja deles. Está gigantesca.
-Fiquei sabendo. Ano passado Vitor esteve aqui em Londres e levou alguns presentes de lá para o filho da Mary.
-Ele tem um filho também? – perguntou irônico.
-Não é filho biológico dele. Mary, a sua noiva já foi casada anos atrás e tem um menino de sete anos, Pietro. Ela é uma mulher incrível. O marido foi morto por comensais durante a guerra, rony. Quando a conheci ela estava em frangalhos. Sua família inteira foi assassinada na primeira guerra contra Voldemort e seu marido e ela cresceram juntos num orfanato, se apaixonaram e se casaram bem cedo. Ele era tudo que ela tinha.
-Porque a apresenou justamente ao búlgaro? – ele disparou, com o desgosto que tinha do outro.
-Eu nunca deixei de me corresponder com Vitor. Então quando escrevi contando do nascimento da Tabby e que estava doente ele veio da Bulgária e se hospedou perto do hospital, para ficar perto e me ajudar. Por isso quando conheci Marry eu soube que ela era a mulher certa para faze-lo.... – olhou para ele e quase perdeu a coragem de dizer as palavras - ...me esquecer.
-Esquecer você? – havia ironia na sua voz.
-Ele gostava de mim ainda. Achou que sozinha, com uma bebezinha e mal de saúde eu aceitaria ficar com ele. Ele não é mal, apenas estava confuso pelo que pensava sentir por mim. Mas quando conheceu Mary, ele se apaixnou de verdade. Fiquei muito feliz por eles. Foi como recompensa-lo por tanto amor e atenção.
-Imagino. – disse seco.
-Convidei Vitor para vir no aniversario de Tabby em agosto. Ele estará livre dos jogos e de férias. Não sei se Mary consegue sair do trabalho, porque é medica. Sabe como é o trabalho na medicina trouxa. Tabby esta bem ansiosa. Ele prometeu trazer Pietro e ensina-la a apanhar...
-E onde ele ficara? Aqui?
-Acho que sim. primeiro vou ver como ficam os quartos de hospedes e ...
-Vai hospedar um homem na casa da sua filha?
-Como? – não entendeu de imediato.
-Vai ter coragem de hospedar um homem qaulquer na casa onde sua filha dorme?
-Vitor tem uma noiva. Eu já disse isso, não disse? Trará o enteado!
-Sei. – disse levantando-se – Está tarde. É melhor eu ir.
-É melhor mesmo – ela revidou amarga e ofendida. Marchou até a porta e a escancarou esperando que ele passasse por ela. Fechou na cara dele, antes que ele dissesse algo.
Cretino! Como podia sugerir essas coisas dela???


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