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6. REFAZENDO OS PEDAÇOS


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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REFAZENDO OS PEDAÇOS

A semana passou rápido. Hermione mal havia chagado em Berlim, mandado uma carta para Vitor e Mary que moravam num sitio, no interior de Berlim, e passado os últimos dias arrumando todo seu trabalho acumulado no ministério. Não fora fácil conseguir uma transferência.
Perdera seu cargo de diplomata e seu ótimo salário. Agora era relações públicas, com salário de iniciante. Ótimo, resmungou pela casa, enquanto arrumava as malas.
Ronald que pagasse a escola, já que fizera questão que ela mudasse toda sua vida! Não podia negar que andava mal humorada. Motivo era óbvio.
Vê-lo, e revê-lo em seus sonhos todas as noites, onde se amavam e se amavam profundamente. Tudo que jamais voltariam a ter. e ele descobriria seu segredo, mais cedo ou mais tarde. Era uma mulher só. Mesmo jovem. Vinte e um anos. Não saia com ninguém, não permitia que ninguém se aproximasse. Como sua mãe costumava critica-la: “Como se uma mãe solteira pudesse se dar ao luxo de ser mulher de um homem só.”.
Era verdade, até certo ponto. Prescisava refazer a vida. Mas como?
Era domingo. Amanhã bem cedo, iria voltar a Londres. Seus móveis seriam despachados por uma companhia especial de aparatação. Deveriam chegar poucas horas depois dela. Gina lhe enviara uma coruja com o endereço de um apartamento bruxo, em Hogsmose.
Hermione se viu pensando bastante na prof.Minerva. Queria vê-la. Apresentar Tabata. A velha profesora poderia ajuda-la com a educação da menina, ou ao menos lhe enprestar livros para saciar Tabata por um tempo.
Tabata era outro problema. Ela estava feliz em ficar perto da vó molly e dos tios. Mesmo sem saber quem eram.
Dera pulinhos quando soubera que iria estudar em uma escola totalmente bruxa. Mas isso era pouco. Ela presisava saber toda a verdade. O mais rápido possível.
Hermione parou de dobrar as roupas dentro da mala, fazia isso do jeito trouxa,aproveitando para separar coisas velhas que pudesse doar para a caridade.
Tabata brincava perto da porta com vários brinquedos velhos, de quando tinha menos de um ano. Ela os encontrara em uma caixa e se apaixonara novamente por eles.
Estava tudo quieto e Hermione se perguntou se deveria contar agora.
-Tabby? Vem cá. – a chamou.
A menina correu até ela sorrindo.
-Está feliz por que estamos indo para Londres não está?
-Estou! Mamãe, eu vou poder ficar bastante na casa da vó Molly. Não vou?
-Vai sim. e vai conhecer o sr.Wesley, pai do rony. E os gêmeos Fred e Gorge; e Guilherme e Carlinhos. Eles estarão lá. Acho que Percy também. O que acha?
-Legal. – ela olhava fixamente para Hermione.
-O que foi querida? – ela estranhou.
-Quando você vai me contar que o tio Rony é meu pai?
Surpresa, Hermione deixou cair às roupas no chão.
Ela falava tão naturalmente, sentadinha na cama, vestidno uma jardneira, duas chiquinhas e um cérebro tão maduro que a assustava.
-Como você sabe?
-Eu já imaginava. – ela começou a falar como se contasse um segredo – Você e o tio Rony conversaram bastante e daí todo mundo começou a me abraçar e vó Molly não parava de chorar, dizendo que me amava. – fez ar de enfadonho. – E daí depois no quarto eu fingi dormir para e ouvi você pedindo para ele deixar a gente vir arrumar as coisas. Que não queria me perder.
-Tabby, eu...o que você quer que eu lhe diga primeiro? – perguntou, já que ela estava mais para conversar do que para ser tratada como criança.
-Porque nunca me disse que eu tinha um papai? – ela olhou para baixo e cortou o coração de Hermione.
-Eu sei que entende tudo que digo e mais até. Mas não sei como explicar isso. É...não foi culpa do rony, ele nem sabia. Eu também não. Só soube que a esperava quando cheguei aqui. Depois a vida ficou comlicada e eu não consegui mais voltar. Eu...não deve ser o bastante para você, mas é só o que posso lhe explicar. – lágrimas vieram a seus olhos.
-Vai me contar quando eu for maior, não é mamãe?
-Sim, eu vou.
-Está certo. – ela sorriu – Será que vou poder chamar o tio Rony de papai? – ela mudou tão drasticamente de assunto que desconcertou Hermione.
-Acho que ele iria adorar.
-Eu fico com vergonha, mamãe...mas vou tentar. Ah! – ela disse alto e emplogada – Será que eu tenho primos? E mais tias?
-Eu não sei...Ginny disse que Gui tem duas meninas com Fler, a mulher dele. Devem ter sua idade, eu lembro que estava grávida quando vim para cá.
-Legal! Vou dizer para tia Millie que tinho primas!
Saiu correndo e Hermione ficou parada surpresa .
Sorriu e deu de ombros.


Como Hermione esperava, boa parte da família estava na casa quando aparatou no jardim. Só havia permissão para aparatar próxima da estrada.
Ela e Millie andaram até porta dos fundos, Millie trazia uma silenciosa Tabby pela mão.
-O que foi, Tabby? Esta tão quieta. – a governanta de meia idade perguntou.
-É que eu vou ver o papai, tia Millie.
-Mas você esteve com seu pai semana passada, querida. – ela respondeu sorrindo.
-É, mas ninguém sabia que eu sabia que ele era meu pai. – ela disse séria.
-Talvez sua mãe possa fazer de conta que não sabe, e eu também. O que você acha?
-Oba! – ela gritou emplgada, e saiu correndo a frente. Praticamente invadiu a casa.
Ambas apressaram o passo.
Na cozinha, Tabby tinha os olhos arregalados. Dois grandes homens ruivos, indenticos a fitavam sérios.
-Olhe só, Fred. É um gnomo dentro da casa! – um deles disse sério.
-é mesmo! É melhor pegar a vainha, Jorge! Prescisamos estopora-lo! – ele entrou na brincadeira.
-Não podem me estoporar. Eu sou uma menina, não um gnomo. – ela disse fingindo estar séria.
-Olhe, Fred! Esse gnomo fala! – ele fez-se de chocado!
-É melhor pegarmos ele, deve valer uma fortuna! Um gnomo falante!
-Mamãe! – Tabby correu deles se escondendo atrás das pernas de Hermione. Ela riu, nem um pouquinho assustada, mas fingindo cair da piada deles.
-Fred, Gorje. Como vão? – ela disse tentando não parecer desconfortável.
-Bem. – disse Fred, ou Jorge, ela não saberia descobrir sozinha. – E você, Hermione?
-Também. – eles pareciam bem formais com ela. – Essa é Millie, minha amiga, e essa é Tabata, minha filha.
-É bom vê-la depois de tanto tempo, Hermione. – disse Jorge e ela soube que era mentira. Eles não sabiam fingir muito bem quando o asunto era sério. – Papai colocou a mesa lá no jardim de trás. Está todo mundo almoçando.
-Ah, certo, obrigada. – pegou Tabby pela mão e deixou-os ali, tentando parecer segura de si.
Enfrentar toda a família seria ainda mais difícil.
-Tudo bem, mãe. – disse Tabby baixinho – A gente vai ficar bem.
Setniu-se aliviada. E apoaida. Sua neném era tão esperta e ultimamente parecia decidida a tentar uma trégua com ela. Talvez a sra.Wesley tivesse razão, conviver com mais pessoas a ajudava a canalizar tanta energia e inteligência.
O cheiro de churrasco era de lamber os lábios e o som das vozes e risadas era reconfortante. Pena que não fazia parte disso. Por sua culpa, lembrou-se.
Quando as duas apareceram na porta dos fundos, de frente para a animada mesa, todos se calaram, tão logo as notaram.
Hermione olhou para Artur Wesley, que ainda não conhecia a neta. Esperava que ele não tivesse a mesma frieza que seu próprio pai tinha com Tabby.
Viu Molly cutuca-lo e então ele notou. Seus olhos fixaram-se na menina e ele ergueu-se. Rony também. Saiu da mesa e andou até elas.
-Olá, Hermione. – no entando não olhava para ela, só para Tabby. – E aí, Tabby? Como você está?
-Estou ótima, tio Rony!
Ele a pegou no colo e ela o abraçou forte.
-Vem, quero te apresentar uma pessoa. – ele disse e a levou para longe.
Hermione sentiu-se roubada. Sensação estranha essa. Sua filha era bem vinda, mas ela não. Doía terrivelmente. Virou-se e entrou na casa. Millie estava parada olhando para todos pela janela.
-Eu não posso fciar aqui, Millie. Não posso. – sentiu vontade de chorar.
-Está tudo certo, Hermione. Você não prescisa ficar. Tem muita coisa para fazer e esta esgotada. Vá para o apartamento novo, receba a mobília e tome um banho. Eu cuido da Tabby. Depois a levou para casa. O que acha?
-Você faria isso por mim?
-Sabe que sim. – sorriu compeensiva.
Ambas se calaram para ver o abraço apertado do matriarca na pequena Tabby.
Foi demais para Hermione. Saiu de lá quase correndo. Na estrada aparatou o mais de pressa que pode...

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