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5. ENTENDIMENTOS


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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ENTENDIMENTOS

Depois de arrumarem o quarto, Hermione e Ginny voltaram a sala. A sra.Wesley preparava o jantar na cozinha e logo Ginny se juntou a ela. Não prescisava ser adivinho para saber o que os wesleys conversavam na cozinha. Provavelmente Rony contava para a mãe que era o pai de Tabata.
Hermione olhuo para a inocente criatura sentadinha no sofá, folhendo o livrinho de historias que Ginny lhe dera. As imagens que moviam-se a encatavam e faziam seus olhinhos sonolentos brilharem.
Era estranho. Hermione estava acostumada a vê-la entretida com livros pesados e adultos.
Ocasionalemtne ela soltava uma risadinha e repeita as coisas que lia.
Hermione gostava de momentos como esse. Quando as duas sentavam-se juntas para ler antes de dormir. Eram momentos onde não brigavam, nem discutiam. Apenas se aproximavam, ficando juntas e dividindo um gostoso silêncio.
Logo ela se renderia ao sono como sempre acontecia. Ela passou a mão pelos cachinhos da menina que fechou os olhos para sentir aquele carinho.
Hermione a abraçou mais forte, a aquecendo com seus braços. Ela soltou uma risadinha sonolenta e fechou os olhos azuis pesados. Sua respiração lenta e pesada acusou sua derrota. Ela dormia tão inocentemente que despertou aquela ternura gigantesca, que sempre assaltava Hermione quando ela menos esperava.
Não podia perde-la. Não podia sequer pensar nisso.
-Ela dormiu?
-Sim. – olhou meio desconfiada para a sra.Wesley. – Vou leva-la lá para cima. – disse querendo fugir de um confronto.
-Relaxe, Hermione. Não vou agir como meu filho. Não prescisa fugir.
Hermione entreabriu os olhos pega no flagra.
-Eu tive sete filhos. Se alguém me ameaçasse de tirar qualquer um deles eu nem sei o que faria. Já falei com Ronald. Não concordo com ele. Não importa o que aconteceu. Precisaram entrar em acordo. – ela olhou para a menina adormecida – É inacreditável, não é? Ela é linda.
-Sim. Ela é linda. –acaricou a menina em seus braços.
-É tão inteligente! Ela leu uma vez a receita do bolo e já a sabia de cor!
-Memoria fotográfica. – suspirou – Tabata tem muitas qualidades.
Ambas sorriram.
-Deve ser difícil. Para você e para ela, Hermione. Uma criança tão inteligente e esperta. E ao mesmo tempo tão frágil e inocente. Meus filhos todos foram crianças saudáveis e era apenas essa minha preocupação. Como você lida com isso?
-Mantenho Tabata numa escola trouxa para crianças superdotadas. Ela odeia. Planejava matriculá-la numa escola bruxa ano que vem paralela à escola trouxa. Mas eles só a aceitariam com cinco anos, visto seu desempenho superior. Não é muito fácil socializar uma criança como ela. No mais, vivemos normamlemnte, tirando, claro a implicância que ela desenvolveu contra mim. Acho que é porque ela sente que é diferente e canaliza essa frustração contra mim.
-Provavelmente. Passei por algo assim como Gina. – sorriu compreensiva – Quando ela tinha uns seis anos ela não entendia porque era a única menina da família. Porque não era igual aos irmãos. Não podia subir nas árvores ou tomar banho de rio sem roupas com os irmãos e os amigos dos irmãos. Por muito tempo ela se voltou contra mim, mas é só uma fase, logo passa. Será igual com Tabata.
-Tomara. – beijou a testa da menina que se mexeu em seu colo. – É melhor leva-la para o berso.
-Claro. Boa noite, Hermione.
-Boa noite, sra.Weley e....obrigada por não me condenar por tudo.
A mulher apenas concordou com a cabeça e ela subiu as escadas com a filha nos braços.


Tabby nem se mexeu quando Hermione a colocou no berço. Fazia quase um ano que ela não usava mais o berço para dormir, mas naquele momento era o melhor que teriam já que a cama do quarto de Percy era pequena.
Assim como a de rony também era. Inadvertidamente se pegou lembrando-se de como ambos se expremiam para fazer amor naquela pequena cama. Ele mal conseguia mover-se. Aquela lembrança a chocou. Não se permitia pensar nisso.
Essas lembranças eram perigosas, visto que ela ainda o amava. Não ouveram um dia sequer em que não desejara voltar e implorar seu perdão. Implorar para que se tornassem uma família.
Ela sentou-se na cama e ficou observando a filha dormir.
Era tudo tão coplicado. Queria poder apagar o passado e ser feliz. Ele tereia ficado tão feliz sabendo que seria pai.quantas e quantas vezes não pegou-se imagiando o sorriso dele, sua alegria. Tão diferente do olhar de magoa e rancor que ele lhe dera ainda a pouco na sala.
Talvez a sra.Wesley pudesse faze-lo mudar de idéia, ou Hermione teria que sair dali o mais rápido possível. Se partisse pela manhã, e estivesse em Berlim antes dele a alcançar, ele nada poderia fazer, já que ambas possuíam cidadania Alemã. Mesmo entre bruxos, a cidadania de um bruxo era rigidamente respeitada.
Ele poderia disputar a guarda de Tabata, mas não toma-la dela.
Ali naquele pais estava frágil. Perderia a filha.
Esse pensamento a agoniou. Não podia agüentar essa sensação horrível de perda, a mesma que experimentara durante aqueles longos dias de seqüestro.
Não podia reviver tudo isso.
Hermione conhecia todas as normas quanto aparatar de um país a outro sem permissão prévia do ministério, mas preferia enfrentar um processo administrativo a perder Tabata.
No berço Tabata se mexeu sussurrando coisas que ela não poderia entender, provavelmente outro idioma. Ela falava bastante dormindo, principalmente quando estava agitada e tinha pesadelos, como agora.
-Está tudo bem, neném. A mamãe está aqui... – sussurrou acariciando seus cabelos macios.
Sua pele quente e seu hálito suave. Como poderia perder seu bebê? Não.
Só essa possibilidade já a destruía.
Tabata se debateu e virou-se de lado, levando a mãozinha para perto do rosto, a outra mão agarrada a grade do berço. Ela sentia medo. Pobrezinha, fora tanta emoção nesses últimos dias. Tanta tensão.
Hermione ajoelhou-se no chão perto dela, e segurou sua mãozinha, a fazendo soltar a grade. A recolocou sobre o colchão e ficou afagando seus cabelos, seu rostinho, até senti-la acalmar-se.
-Ela teve um pesadelo?
A voz forte de Rony a fez saltar e levantar-se rápida e amedrontada.
-Sim. mas já se acalmou...
-Sei. – ele desdenhou aproximando-se do berço. Ela ficou no caminho – Não posso nem vê-la? – ironizou.
Sentindo-se agredida ela deu passagem, afastando-se o bastante para que ele pudesse olha-la.
Era tão estranho dividir Tabata com alguém. Ainda mais com alguém que a odiava tão profundamente. Um alguém que ela nem poderia recriminar.
-De onde saiu esse nome? Tabata? – ele pergntou a deixando surpresa.
-Ah...é o nome da minha avó por parte de pai. Foi...meu pai quem escolheu... – afastou os olhos nervosa.
-Por quê?
-Porque o que?
-Porque ele escolheu o nome da sua filha? – seu tom de voz era uma acusação.
-Eu não pude escolher, fiquei dois meses no hospital depois do parto. – começou a contar contrariada – Tabata estava liberda e meus pais a levaram para casa. Ela prescisava ser batizada e regristrada. Eu não poderia escolher de qualquer forma...
-Não podia sequer dizer o nome que queria? – ele desdenhou com um sorriso irônico.
-Se está tão interessado em saber eu fiz quatro cirurgias depois do parto. Passei mais tempo desacordada, do que acordada! Só vi Tabata duas semanas depois que ela nasceu, e por cinco minutos asntes de entrar na sala de cirurgia! Com certeza meus pais não puderam esperar muito de mim!
-Imagino. – ele disse sério, porem sem a postura irônica de antes. – Qual problema afinal? Houve complicações?
-Eu... – ficou desconcertada com a pergunta e se afastou alguns passdos, sentando novamente na cama – quando fiz quatro meses de gravidez o pré natal, que são exames trouxas, acusaram um sisto na trompa direita. Basicamernte minha melhor opção era fazer um aborto e uma cirurgia para tentar salvar meu útero. A opção negativa era a crinça nascer morta, ou com seqüelas. Preferi ter o bebê e ver o que aconteceria. – suspirou com essas lembranças – O sisto cresceu e quanto Tabata nasceu, eu...estava tudo preparado para a cesariana, mas Tabata se apressou e nasceu dias antes do previsto. Não houve tempo, foi parto normal mesmo, mas...o sisto rompeu logo depois e fui direto para a cirurgia. Depois de três dias prescisei operar de novo, porque tive uma emorragia, e depois tiveram que abrir a cirurgia por causa de uma inflmação não prevista e por fim, tiveram que corrigir outro sangramento na minha trompa direita numa operação de dezoito horas com todas as complicações que uma menina de desezeis anos grávida tem direito a ter, - sorriu irônica. – Não gostei desse nome, tando quanto Tabata o odeia. Não gostei de meus pais não terem respeitado o nome que havia escolhido. Mas não pude brigar com eles, depois deles terem quase me perdido e ficado sozinhos um bebezinho muito menor que o normal, e ... – lágrimas vieram a seus olhos e ela serecrimiou por isso – Tabata teve muitos problemas respiratorios por causa da gravidez que eu tive e...só com dois anos uma medibruxa conseguiu resolver isso, embora ela as vezes ainda passe muito mal...e...
-Tudo bem, eu entendi. – ele disse ela se voltou prestes a gritar com ele. – Não prescisa explicar. Foi uma decisão difícil a sua...
Ele parecia conciliador e ela não poderia deixar de ser sincera.
-Não acho que tenha sido difícil, eu...não tiraria meu bebê. – moveu a cabeça negativamente – isso nem chegou a ser cogitado.
-Mas seus pais devem ter odiado isso.
-Eles me queriam com eles, não querima? – disse amarga com essa lembrança – Era o mínimo que eles poderiam aceitar!
-O que quer dizer?
-Eu poderia ter ficado, ter dado uma família para minha filha.ter tido alguém para segurar minha mão durante o parto! Ter uma sala de estar cheia de pessaos querendo vê-la, e não apenas um antigo amigo búlgaro e avós que nem a queriam! Mas eu troquei isso tudo por eles, entao o mínimo que eles poderiam fazer era aceitrar a neta e não tecer comentários sobre isso!
-Você disse isso a eles? – ele sugeriu não mais tão agrecivo quanto antes.
-Não precisa. Eles sabem. – olhuo para ele com raiva, por lembrar-se das escolhas erradas que fizera – Eles sabem tudo que deixei por causa deles. Tudo que tirei de Tabata. E pode ter certeza que eles se arrependem disso.
-Porque diz isso? – ele franziu as sombrancelhas.
-Digamos que uma filha mãe solteira era demais para eles. Quando estávamos bem eles se mudaram para um citio no interior de Berlim. Nos vemos ocasaionamente. Só quando meu pai ficou doente que nos reeaproximamos.
-Porque não voltou antes disso?
-Porque eu prescisava da ajuda de uma enfermeira até para segurar minha filha. – sorriu irônica. – Millie. Tabata deve ter falado dela.
-Sim, ela falou...
-Millie é uma mãe para mim.
-Mas agora.... – ele começou a falar como se tivesse medo da resposta. – Está melhor não está?
Hermione pensou no que deveria responder. Ele merecia a cinseridade de qualquer forma.
-Estou adiando uma última cirurgia. – sorriu – Meu médico me recomedou retirar o útero. Eu tenho muita dor e as vezes fico mal. O sisto sempre volta. Mas não penso em opoerar por enquanto.
-Porque não? -ele disse preocupado.
-Quero outros filhos. – disse olhando para Tabata – se retirar o útero não terei outros. Poderia adotar. Mas não serão meus de verdade. Sou jovem ainda, e posso tratar o sisto com medicamentos e exames regulares. Tabata vai ter irmãos, mesmo que ela odeie a idéia e isso me apavore. Agora, você pode usar isso contra mim quando tira-la de mim. – disse irônica- uma mãe insitavel. Saúde frágil. Incosequente e sozinha. Um caso fácil.
Esperou seu cometario. O silêncio cresceu e Tabata acordou. Péssima hora, Hermione pensou.
-Mamãe? – a menina sentou dentro do berço olhando em volta assustada.
-Estou aqui, Tabata. – se aproximou, deixando que ela a visse. – volte a dormir, bebê.
-Eu quero ficar com você, mamãe. – ela disse baixinho e olhou para as próprias roupas – quero meu pijaminha, mamãe. Onde ele está?
Hermione sorriu achando graça.
-Vou pegar para você. – beijou seus cabelos crespos. Olhou para Rony vendo sua interrogação – Trabalho de mãe: vinte e quantro horas a dispocisão.
Catou dentro da mala o pijama amarelo com desenhos de estelas e sois.
Tabata olhava para Rony e sorria, entao olhava para a mãe conhcentrada em achar a roupa e sorria de novo.
-qual a graça, bebê? – Hermione perguntou quando a tirou do berço e sentou na cama, começando a abrir seu vestido.
-Você me chamar de ‘bebê’.
-Ah, isso. Eu gosto de chama-la assim. Vcoe não gosta?
-Hummmm....não muito! – disse com cara de sabe tudo.
-Mas você é meu bebê. Por isso, eu a chamo assim. – sorriram uma para a outra e Hermione parou de tirar sua roupa, um pensamento maldoso passando por sua cabeça – Hummm....Ronald, você poderia me ajudar? Presciso ir ao banheiro. É só vestir o pijama nela.
Não lhe deu tempo para dizer nada. Saiu quase correndo do quarto. Ele queria ser pai, não queria? Entao que começasse a entender o que é isso desde já.
Ele achava que poderia criar Tabata sozinho? Bem, isso veríamos agora.
Esperou cinco minutos e voltou.
Tabata estava só de calcinha, de pé sobre a cama, pulando sobre o colchão, os cabelos cacheados totalemnte altos lembrando uma juba de leão, embarassados. Rony parecia finalmente ter entendido como abrir os botoezinhos do ombro e tentava faze-la parar para vestir a roupa.
Hermione entrou e quase riu.
-Tabata! – pegou o pijama da mão dele e se aproximou – Vem pular aqui perto da mamãe, vem.
A menina antendeu, ainda sem parar. Hermione, com todo o malabarismos que só uma mãe pode ter a vestiu rapidamente e quando terminou, sentou-se na cama e Tabata parou, jogando-se no seu colo.
Hermione seguiu seu ritual noturno. Colocou as pequenas meias brancas nos pesinhos cocegentos, enquanto ela se torncia e soltava aquelas risadinhas que aqueciam seu coração. Entao, a fez sentar na sua perna e começou a desembaraçar seus cachinhos, separando-os em duas partes, em duas trancinhas fofas.
-Hum-hum...que nenenzinho mais fofo esse meu. – Hermione brincou abraçando ela bem forte – entao você não deixou o tio Rony te vestir?
Tabata riu alto e olhuo para rony com aquele sorriso indentico ao dele.
-O Tio Rony não sabe nem abrir o pijama, mamãe!
-É, mas você deveria te-lo ajudado, não é?
-é.... – ela disse olhando para a mãe como se ela fosse um livro muito, mas muito interessante – Desculpe, tio Rony.
-Tudo bem. – ele disse com voz embargada.
Hermione sussurrou algo no ouvido dela que saltou para o chão, sorrindo.
-Tio Rony, você me coloca na caminha?
-É claro... – ele parecia não saber o que fazer, por isso, Tabata ofereceu os braços para ser pega.
-Eu quero dormir na cama grande, com a mamãe...
-Tá...
ele ficou olhando para a cama e para Hermione. Entao pareceu decidir e a colocou entre as cobertas, a cobrindo quase completamente. Tabby riu e sentou-se, esperando.
Ele olhou de novo para Hermione que se aproximou da menina.
-Boa noite, Tabata. Tenha bons sonhos, bebê. – deu-lhe um abraço forte e a ajudou a deitar de novo. Depois afofou as cobertas e quando beijou sua testa ela jás havia adormecido de noite.
-Ela acorda varias vezes durante a noite. – Hermine disse sabendo que ele estava confuso.
-Foi maldade me dixar sozinho com ela... –ele disse olhando-a com olhos brilhantes.
-Eu não quero afasta-la de você de novo, Rony. Só quero arrumar minha vida antes de ficar. Por outro lado, não Posso deixa-la. Mesmo que sendo com você. Eu...sempre ficamos juntas e eu não sei o que fazer longe dela. Eu...estava pensando em fugir com ela quando você entrou no quarto. Tabata e alemã, uma vez em Berlim não poderia tira-la de mim. Mas...eu não quero brigar na justiça, ou fazer com que ela sofra. Prefiro que tentemos ser...civilizados perto dela. Eu...
-Eu sei o que quer dizer. – ele a interrompeu. – Não vou fazer nada disso. Falei da boca para fora. – admitiu.
-Foi o que Harry me disse... – sorriu meio desconcertada. – Eu...em uma semana eu consigo arrumar minha vida. Acha que pode esperar isso?
-Posso...- olhou para a menina adormecida - Ela é incrível...
-Vai ver o quanto, quando ela acordar as quatro da manhã e eu a mandar para o seu quarto. – Hermione tentou faze-lo sorrir. Conseguiu.
-Você não faria isso...
-Reze para que ela não acorde. – ameaçou.
-Eu a levo para o quarto da minha mãe se fizer isso. – ele rebateu.
De repente se viram sorrindo um para o outro. Foi um susto. Ela não soube para onde olhar.
-Melhor ir dormir. – ele disse – boa noite.
-Boa noite, Rony...
Assim que ele se afastou para a porta em frente a seu quarto, ela encostou a porta, se apoiando nela. Sentia-se mais leve, mais despreocupada. Talvez houvese uma chance para os dois. Mesmo que apenas como amigos...


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