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4. DESACORDOS


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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DESACORDOS


-E porque eu não podia saber? – ele estava vermelho de raiva ele ela não sabia o que poderia dizer para acalma-lo.
-É claro que poderia saber, Rony. Eu só...é complicado.
-O que é complicado?
-Eu precisei ir embora no meio da luta. Eu...não podia voltar. E não podia simplesmente aparecer e... – passou as mãos no cabelo nervosa. – é uma longa historia...
-Eu estou ouvindo. – ele cruzou os braços decidido.
-Dias antes de partir eu...meus pais receberam ameaças e eu não poderia simplesmente deixa-los sozinhos. Eles estavam irredutíveis em ir embora do pais e viver com minhas tias na Alemanha. Eu não poderia deixa-los. E também não poderia pedir que você e Harry deixassem a luta ou entendessem que eu prescisava me afastar. Se eu tivesse contado os teria desviado do objetivo. Estavam tão próximos...e depois eu...descobri que esperava um bebê e meu pai teve um enfarto. Ele estava péssimo, ficou meses em hospitais. Eu tive medo de me afastar e ele não resistir. Tudo que ele dizia era que não queria me perder de novo e...eu nunca havia percebido que eles sentiam-se dessa forma por eu viver no mundo bruxo. Tabby nasceu, meu pai melhorou e se apegou a ela e... cada dia que passava parecia mais difícil aparecer aqui do nada com um filha nos braços e pedir que entendesse. Eu...não sabia se havia refeito sua vida, se haveria alguém e...eu não pude. Sinto muito.
-Sente muito? – ele sorriu irônico – Sente ter me enganado ou querer afasta-la de mim, mesmo eu já sabendo do obvio? Ou sera que está com, muita pressa para ir para o “tio Vitor”? – ele ironizou.
-Na verdade estou – ela disse não gostando nada do tom dele – Meu trabalho como diplomata em Berlim me obriga a participar de reuniões com membros de toda a política internacional. Vitor Krum, como deve saber, atualmente faz parte do conselho esportivo de magia. Está sendo trabalhado novas normas sobre campeonatos internacionais. Vitor é figura significativa nessa negoaciação. E, se quer saber, ele faz parte da minha vida e de Tabby. Me apoiou bastante depois que ela nasceu. Ele e Mary, sua noiva. Ela é Indiana. Uma mulher de personalidade muito forte. Estão juntos desde que eu os apresentei numa reunião do ministério em Berlin. Você gostaria de Mary.
-Estou pouco me importando para eles! O que eu quero saber é como vai ficar as coisas agora? Acha que vou deixar que leve ela embora?
-Rony...
-Não quero ouvir desculpas esfarrapadas. Nem que sua vida é complicada. Se é difícil para você, vá embora. Mas Tabby fica.
-E você acha realmente que deixaria minha filha para trás? – ela ergueu-se ofendida.
-Eu não sei. Sinceramente eu não sei que tipo de pessoa você é.
Hermione se afastou por segundos, ficando de costas para ele. Aquilo doera terrivelmente dentro dela. Seus olhos doeiam pelas lágrimas que queria derramar mas tentava conter. Não iria mostrar-se fraca diante dele.
Rony não queria entender de qualquer forma. Ele a odiava. E com motivos.
-Vou mandar uma coruja para o Vitor. Pedindo afastamento por uns dias. – disse com voz mais frágil que o pretendido – Não posso ficar mais que isso. Uma semana talvez.
-É pouco. – ele disse sério.
-É o que posso conseguir agora. Me de tempo. Presciso falar com o ministro de Berlim e pedir que me transfira para cá. Sei como a lei bruxa é. O pai tem mais direitos que a mãe. Mesmo assim, eu sei que você notou como Tabata é. Quanto tempo acha que pode engana-la sobre mim? Quanto tempo poderia esconder dela que me afastou de sua vida? Gostando ou não, eu sou sua mãe e ela me ama, tanto quanto eu amo. E mesmo que tenha pessoas para cuidar dela, ainda assim ele sentira minha falta e precisara de mim. De uma mãe.
-Posso dar uma mãe para ela.
-Está sendo infantil. – ela dissi ficando furiosa – tente fazer isso e convercer uma menina de quatro anos capaz de dizer que o odeia em doze idiomas diferentes que a troca é boa para ela! Tabata é um amor, mas você ainda não a viu numa crise. Acha que pode tira-la de mim e simplesmente faze-la esquecer? É óbvio que não!
-Posso tentar. – ele sorriu irônico. –Fale com quem quiser e leve o tempo que levar. Não me importa. Mas ela não sai daqui.
Dizendo isso Rony saiu da sala e foi em direção a cozinha.
Ela sentou-se numa cadeira derrotada.
-Ele falou da boca para fora. – disse uma voz atrás dela. Era Harry. – Está de cabeça quente.
-Eu não sei, Harry...eu... – lágrimas correram por seu rosto e ela se odiou por isso.
-Peguei suas malas no carro. Vou leva-las para cima. – ele não parecia muito interessado em conversar.
Hermione apenas concordou com um movimento da cabeça entendendo sua indiferença.
Ficou ali sozinha por um bom tempo. Secou as lágrimas quando ouviu passos e o som de vozes.
Tabby saiu correndo da cozinha e jogou-se nos seus braços. Estava com o rosto corado e os cabelos cacheados numa bagunça.
-Mamae! Mamãe! Vó Molly fez bobo! – parou de falar quando olhou para Hermione. Estendeu a mão e tocou o rosto da mãe – Você chorou mamãe?
-Não, querida. Esta tudo bem.
-Mas você chorou, mamãe... – fez carinha triste, tão indefesa quanto qualquer menina de quatro anos vendo a mãe triste. – Se você quiser, mamãe, a gente vai embora. – ela disse empoleirando-se no colo dela. – vou ser boazinha, mamãe. Não precisa ficar triste, nem ficar obrigada. Eu vou quietinha para casa, prometo.
Hermione sentiu essas palavras como se fossem um punhal atingindo seu coração. Na porta da cozinha observgando-as estava Rony. Seus olhares se encontraram e ela fechou os olhos acuada.
-Eu não estou triste, Tabata. – a fez olhar para ela – e você nunca me deixa triste. Você é minha alagria. Entao como eu poderia ficar triste? – sorriu para ela – Vamos ficar sim. O que acha? Quer ficar alguns dias?
-Quero! – gritou emplogada. –Vô Molly, eu posso ficar!
A menina correu para a avó que nem sabia possuir. Ela amava aquelas pessoas que conhecera a tão pouco tempo. Ou talvez fosse apenas o sangue se reconhecendo. Wesleys se reconheceriam até numa multidão.
-Hermione? – Ginny tocou seu ombro e ela quase pulou de susto, tentando se recompor – Vou subir e arrumar um berso no quarto que foi de Percy, não quer subir e me ajudar?
Ela apenas concordou e subiram. O som da risada de Tabby doendo terrivelmente dentro dela enquanto subia a escada.

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