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1. A MENINA SEQÜESTRADA


Fic: A DESCOBERTA INESPERADA I


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 1
A MENINA SEQÜESTRADA


Harry e Rony estavam perseguindo comensais da morte desde a noite passada. Um grupo em especial, liderado por Draco Malfoy, que tomara para si o cargo de lider dos comensais desde a morte de seu pai e de Voldemort. Mesmo sabendo que pouco poderiam fazer sem a magia das trevas de Lord Voldemort, ainda assim havia varios grupos rebeldes por todo o mundo dando prosseguimento a desordem e o caos do pós guerra.
Atinguido por um feitiço realizado por Alan Drek, auror mais experiente que Harry e Rony, Malfoy cambaleou com sua vassoura em pleno ar. Foi um momento assustador. Sua vassoura começou a perder altitude, e mergulhou num vôo mortal em direção ao penhasco. A menina em seus braços foi arremessada em direção ao chão.
Harry, com o coração na boca, mergulhou na mesma direção. Chegou a encostar na roupa da criança, mas não conserguiu pega-la, antes de ser atinguido por um feitiço vindo de algum lugar. A dor foi demais para Harry, que sentiu o mundo girar e desaparecer sobre seus olhos.
Desmaiou antes de ver Rony apanhar a menina em pleno ar e num mergulho espetacular, apanhar o proprio Harry desmaiado pela gola da roupa e arrasta-lo de volta para o chao.



Harry havia acordado há algumas horas. Estava na enfermaria da sua antiga escola. Não dava para acreditar que haviam se formado há dois anos. Parecia que aquele ainda era o seu lar. Mesmo agora, morando num apartamento em Hosgmose, divido com Gina, há dois anos. Como o amigo sempre lhe dizia: precisava formar logo uma família, para se sentir completo.
Conselho esse que o próprio Rony não seguia. Desde que Hermione os abandonara no meio da Guerra a cinco anos atrás. Sem nem um adeus, sem nem uma explicação. Rony escondia muito bem seus sentimentos, mas Harry sabia bem o quanto isso o afetava.
Da sua cama, Harry observou a menina que salvaram. Ela brincava com sua gelatina dentro da tigela, sobre uma bandeja que madame Polfrey colocara a sua frente a uns dez minutos. Vestindo um vestido marrom, meio grande para ela.
Era uma menina bem bonitinha, ele pensou. Mirrada para a idade, cabelos cortados curtos, muito cacheados e castanhos. Olhos grandes, vivos e de um azul profundo.
Porém ela falava pouco. E olhava desgostosa para o seu lanche.
-Está gostosa a gelatina? – Harry resolveu puxar assunto.
-Sim... – disse com vozinha frágil, como se quisesse chorar. – Mamãe só me da gelatina quando eu estou doente. – ela disse – Eu estou doente?
-Bem, na verdade, não. – ele sorriu vendo seu olhar confuso – Você passou por um susto e Madame Polfrey quer que você se recupere logo.
-Eu queria a minha mãe. – ela disse bem baixinho e baixou a cabeça.
-Sua mamãe logo vai estar aqui. – ele tentou consola-la. – Como é o seu nome?
-Tabby.
-Tabby? –Harry sorriu. Que tipo de nome era aquele afinal?
-Eu gosto. – ela olhou para ele esquecida da gelatina – A mamãe odeia. Ela gosta de Tabata. Mas que tipo de menina tem esse nome? –ela falou como se fosse um grande drama.
-Tabata é um bonito nome. E Tabby também. O meu é Harry.
A menina olhou bem para ele então arregalou os olhos azuis até quase terem o tamanho de pires. Pela porta, Harry viu Rony e a Sra.Wesley entrarem e observarem a menina.
-Os óculos! – a menina disse rápida, quase eufórica – A cicatriz! Como eu não vi antes??!!! Você é Harry Potter!
Harry se pegou pensando que até uma criança de quatro anos o reconhecia. Era de certa forma meio deprimente.
-Sim, ele é Harry Potter. – disse a sra.Wesley, sentando-se na cama da menina que destinou toda sua atenção para ela – Meu nome é Molly Wesley e esse é Rony, meu filho.
-O-Oi.... – ela disse ficando bem tímida.
-Querida, nos estamos tentando encontrar sua mãe. Encontramos os pais das outras crianças em Berlin, eles já estão vindo busca-las. Mas não conseguimos saber nada sobre você. Você estudava na mesma escola que foram seqüestrados? Na escola de Bruxos?
-Não... – ela disse com lágrimas nos olhos – Eu estudo numa escola de trouxas perto de lá. Mamãe sempre me leva de carro e me deixa na porta. Aí...as vezes...eu fujo...e vou espiar...os outros alunos...no pátio...A mamãe não sabe...vocês vão contar para ela?
Pareceu horrorizada com essa hipótese.
-Você é trouxa, Tabata? – Harry perguntou surpreso.
-É...sou. A mamãe é bruxa. Mas meus avós são trouxas. Quer dizer, a mamãe era bruxa..mas não é mais...melhor não quer mais ser...eu acho que vou ser um dia...se receber a carta de Howart!
-E seu pai? É bruxo?
-Eu não sei...o papai mora longe. – disse como se não quisesse falar do assunto.
-Bem...é melhor mandarmos alguém até Berlin. – disse Rony – Gina e Neville vão acompanhar as crianças de volta, para garantir a segurança delas. Pensei em mandar o Alan junto para se dedicar na busca da mãe dela.
-É uma ótima idéia. – concordou Harry – Alan tem bastante experiência em procurar pessoas desaparecidas.
-A mamãe não está desaparecida – a menina disse franzindo as sobrancelhas – Eu posso dar o nosso endereço. Ela deve estar furiosa. – disse inconformada.
Harry sorriu. Ela parecia muito com Hermione. O jeitinho de falar. O tom mandão. Pelo olhar de Rony ele também pensava isso.
-sabe que isso seria uma ótima idéia? – a sra.Wesley disse – Então o que acha de terminar essa gelatina e irmos conversar com o tio Alan, heim? – fez um carinho nos cabelos da menina que riu e concordou.

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Comentários: 1

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Enviado por lilian silva pereira em 22/08/2011

linda! curti muuuuuuuuito!!!!!!!!

Nota: 5

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