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22. O reencontro


Fic: De forma inesperada RxHr Cap final on


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O reencontro

reencontro



A cada passo que Rony dava, sabendo o quão próximo estava de reencontrar Hermione, seu coração falhava uma batida. A saudade agora parecia querer sufocá-lo; sentiu o corpo tremer, um arrepio percorreu-lhe a espinha, e embora estivesse encharcado sabia que aquele arrepio nada tinha a ver com o frio.


 


Precisava ser realista, a recepção de Hermione não seria exatamente calorosa. Conhecia a morena bem o bastante para saber que ela ficaria furiosa quando o visse. “Ela chorou por semanas”, a voz de Harry ecoou em seus ouvidos e mais uma vez sentiu seu coração se comprimir dolorosamente dentro do peito.


 


Harry o olhou quando estavam a alguns passos da barraca, notando que os olhos do amigo haviam voltado ao normal, não pareciam mais injetados e desfocados, estavam apenas um pouco inchados e levemente vermelhos.


 


- Harry? – Rony segurou o braço do moreno antes que ele abrisse a barraca. – eu... er... a Hermione deve estar com muita raiva de mim. – Harry notou a apreensão no olhar de amigo, e sorriu para ele, tentando reconfortá-lo, mesmo sabendo que Hermione certamente tentaria estuporar Rony.


 


- É, ela deve sim, mas você ter salvado minha vida certamente vai abrandar o ódio dela.


 


- Eu não teria tanta certeza. – murmurou Rony, respirando pausadamente.




 


- Hermione!


 


A garota abriu os olhos com dificuldade, maneando a cabeça em direção a voz que lhe chamara.


 


- Harry? – ergueu-se debilmente do beliche, mirando o amigo sem parecer realmente enxergá-lo.


 


- Hermione! – voltou a chamá-la, Harry, eufórico.


 


- O que aconteceu? Está tudo bem? – perguntou agora levantando e indo em direção a ele.


 


- Sim, muito bem na verdade – disse o garoto, indicando com a cabeça a pessoa parada ao lado da entrada da barraca, e esquivando-se para o lado, tentando se fundir a lona da barraca. Rony estava escorado, segurando a espada. Seu rosto sério e os cabelos e as roupas pingando água.


 


Hermione virou a cabeça finalmente notando a presença do ruivo. Seus olhos ainda sonolentos se arregalaram, seus lábios crisparam, formando uma linha muito fina, e sua respiração parecia suspensa. Ela andou em direção a ele como uma sonâmbula. Rony permaneceu imóvel, mas deu um leve sorriso, parecendo esperançoso.


 


- Oi – disse sem saber se corria e a abraçava ou desaparatava imediatamente. A expressão no rosto dela era assustadora.


 


- Você?! – o rosto dela inflou como um balão, ficando muito vermelho, deixando-a ainda mais assustadora, na opinião de Rony. - Seu... seu.... ridículo, seu grande imbecil Ronald Weasley – Hermione pontuava cada palavra com um soco, agredindo todas as partes que alcançava do corpo de Rony.


 


- Ai... ui... para... para com isso Hermione – Rony se esquivou, tentando se proteger com a mão livre dos socos da garota.


 


- Como você ousa voltar aqui depois de semanas, SEMANAS – esganiçou-se batendo nele com ainda mais força.


 


- Ei... para... eu... eu...


 


- Você o quê? Seu maldito, seu absoluto imbecil. Harry, onde está minha varinha? Me dê a minha varinha – ela precipitou-se até Harry, fazendo o garoto recuar alguns passos. Ele realmente nunca virá a amiga tão furiosa.


 


- Não está comigo.


 


- Claro que está com você, me dê ela agora – vociferou a garota.


 


- Não, eu... não está comigo, estou falando sério. – mentiu Harry.


 


- Ah, se não está com você, então só pode estar com esse grande bestalhão – ela voltou a andar na direção de Rony, parecendo cada vez mais furiosa.


 


- Protego – bradou Harry antes que ela pudesse voltar a agredir Rony. Um escudo invisível se formou entre os dois. A violência foi tal que a jogou de costas no chão. Cuspindo os cabelos da boca, ela se levantou, colocando os fios que insistiam em cair sobre seu rosto para trás da orelha com fúria.


 


- Hermione... calma – tentou Harry, vendo-a respirar tão depressa que parecia que suas veias do pescoço explodiriam a qualquer momento.


 


- NÃO, EU NÃO VOU ME ACALMAR – ela berrou se jogando novamente contra o escudo; um baque surto ecoou quando ela bateu de frente contra a parede invisível que havia entre ela e Rony. – EU NÃO ESTOU BRINCANDO POTTER, DEVOLVA A MINHA VARINHA JÁ!


 


Rony a olhava parecendo atônito, ele realmente não esperava que Hermione fosse se jogar em seus braços quando o visse, mas nunca imaginara que ela o odiasse com tanto fervor.


 


- Hermione, por favor, tente se controlar.


 


- CALA A BOCA HARRY POTTER, NÃO ME DIGA O QUE FAZER! – a voz dela tremeu e Harry supôs que logo ela estaria entregue a um choro descontrolado. Mas ela manteve-se firme, segurando bravamente as lágrimas.


 


- E VOCÊ! – ela apontou o dedo em riste para Rony e respirou fundo, erguendo a cabeça, certamente tentando impedir que as lágrimas caíssem. O garoto recuou vários passos, mesmo sabendo que havia uma parede invisível entre eles; Hermione parecia fora de si. – Eu corri atrás de você, eu... – ela inspirou todo o ar possível para os pulmões – eu implorei para que voltasse.


 


- Eu sei... eu ouvi você me chamar. – Se Rony imaginasse que isso fosse a deixar ainda mais braba certamente teria se mantido calado.


 


- Ah, você ouviu?! – ela se aproximou mais uma vez do escudo, os olhos brilhando, o rosto se contorcendo em uma careta enfurecida.


 


- Hermione... eu... eu sinto muito, juro, eu realmente não queria...


 


- NÃO QUERIA, AH VOCÊ NÃO QUERIA! – ela o interrompeu, gesticulando e abanando as mãos no ar como se tivesse ficado completamente maluca. Sua voz estava carregada de ironia e rancor. Rony engoliu em seco, dando-se conta do tamanho da magoa que provocara nela ao ir embora.


 


- Não, e eu realmente lamento. – disse humilde, não querendo provocá-la ainda mais.
 


A voz dele a afetava tanto que ela sequer conseguia raciocinar. Mas a raiva que transbordava em seu peito a impedia de deixar que a voz dele a penetrasse o suficiente para acalmar todas as suas angustias, toda a sua fúria. No momento, ela agia por instinto, um instinto que a fazia irracional. Lamentar jamais compensaria tudo o que ela havia passado.
 


Lamentar não era definitivamente suficiente para que ela esquecesse o que acontecera. Nada poderia apagar as marcas da ausência dele, a dor que corria seu peito dia após dia, fazendo-a miserável e vazia.


 


- Ah você lamenta! – bradou olhando para ele e virando-se em seguida para Harry. - Ele LAMENTA Harry!


 


Ela deu uma gargalhada aguda, descontrolada. Rony olhou para Harry como se pedisse ajuda, o amigo apenas deu de ombros, deixando claro sua incapacidade diante da situação.


 


- Você realmente acha que depois de tudo, basta chegar aqui e dizer que lamenta?! Você só pode estar brincando, Weasley. – Hermione praticamente cuspiu as palavras.


 


- E o que mais eu posso dizer? – gritou Rony perdendo a paciência. Afinal, ela achava que era a única que tinha sofrido?!


 


- O que mais você pode dizer?!? Não sei, vasculhe esse cérebro imprestável, Ronald Weasley?


 


Rony direcionou um olhar irritado a ela. Hermione nunca perdia uma oportunidade de diminuí-lo!


 


- Hermione – interrompeu Harry ficando seriamente preocupado – ele acabou de salvar a minha vida.


 


- E eu com isso! – gritou ela - eu não quero saber o que ele fez! Semanas e mais SEMANAS... Poderíamos estar mortos! MORTOS! – berrou encarando Rony novamente. Os olhos dela pareciam querer saltar das órbitas, e nem mesmo ela reconhecia o tom agudo dos seus gritos.


 


Hermione realmente não se importava. O que quer que Rony tivesse feito não fazia a menor diferença para ela. Um ato heróico não amoleceria seu coração, afinal ela jamais duvidara da coragem e da capacidade dele. Ela o admirava por sua coragem desde o primeiro ano em Hogwarts, quando ele a salvara daquele trasgo e se sacrificara naquele jogo de xadrez bruxo para ajudar Harry, portanto os feitos heróicos de Rony definitivamente não importavam no momento.


 


- E você acha que eu não sofri, que não me penalizei todos os dias, todas as noites por ter sido um completo idiota? – urrou Rony, abafando a voz de Hermione e se aproximando pela primeira vez do escudo. – você não sabe o que passei...


 


- É mesmo? Nós não sabemos o que ele passou, Harry – ela se virou para Harry, cruzando os braços com força, e voltando a encarar Rony em seguida – então, Weasley, o que você passou? – a voz dela estava tão aguda que os garotos mal conseguiam entender o que ela dizia.


 


- Logo que desaparatei fui cercado por saqueadores, eles me bateram e roubaram o relógio que ganhei dos meus pais, fiquei inconsciente por horas. – Hermione mantinha os braços cruzados firmemente, olhando-o cheia de rancor, impassível, sem parecer nem um pouco sensibilizada com o fato dele ter sido espancado e roubado. – Eu quis voltar assim que acordei no dia seguinte, mas como iria encontrá-los? Seus feitiços de proteção jamais me permitiriam achá-los novamente. – concluiu olhando para ela.


 


- Então como nos achou agora? – perguntou num tom cheio de acusação. Harry pareceu intrigado também, olhando-o com expectativa.


 


- Com isto. – ele retirou um objeto que estava no bolso e o ergueu.


 


- O desiluminador? – perguntou admirada, esquecendo de demonstrar toda sua ferocidade com o garoto. – Mas... como...?
 


- Eu não sei exatamente como funciona... só sei que foi ele que me trouxe aqui. Eu estava escutando o rádio, e então de repente escutei a sua voz – ele olhou para Hermione.


 


- Você me ouviu pelo rádio? – perguntou confusa e incrédula.


 


- Não, eu ouvi sua voz saindo do meu bolso. – ele tornou a erguer o desiluminador.


 


- Mesmo? E o que foi que eu disse? – perguntou novamente irônica.


 


- Meu nome! “Rony” Como um sussurro. E... alguma coisa sobre varinhas. Então eu o tirei do bolso e uma luz prateada surgiu, e tive certeza de que aquela luz me levaria até vocês. Fui envolvido por ela, e senti meu peito se aquecer de uma forma boa e reconfortante e soube que aquela luz prateada saberia onde me levar. - Os olhos de Hermione estavam extremamente brilhantes agora e ela parecia fazer muito esforço para não piscar, pois sabia que se o fizesse as lágrimas escapariam e rolariam soltas pelo seu rosto, e ela definitivamente não queria dar o braço a torcer, não agora! Virou o rosto para o lado, evitando continuar encarando Rony. - Quando meus pés tocaram o chão, senti minha certeza se esmaecendo lentamente, mas continuei andando, mesmo sem saber para onde ir ou como encontrar vocês, foi quando vi a corsa.


 


- Viu o quê? – perguntou Hermione, voltando a olhar na direção de Rony e só agora vendo a espada de Gryffindor em sua mão, estivera tão cega pela raiva que sequer prestara atenção ao que ele carregava. – E o que vocês estão fazendo com a espada? Como... como a encontraram?


 


Os garotos se entreolharam e começaram a contar tudo que acontecerá desde o momento em que Harry viu a corsa prateada até o momento em que Rony perfurou o medalhão com a espada.
E Rony agradeceu intimamente por Harry ter omitido o que o medalhão lhe disse e mostrou antes dele destruí-lo.


 


Decidindo que era seguro, pois a expressão de Hermione havia abrandado consideravelmente, Harry removeu o feitiço escudo com um aceno de varinha.


 


Hermione, se levantou, fazendo Rony se encolher apreensivo, mas ela não disse mais nada, andou até a cama e se tapou com o cobertor até o topo da cabeça.


 


- Ei Harry, por que você está usando a varinha da Hermione? – perguntou Rony aos sussurros.


 


- Se você não tivesse ido embora saberia – alfinetou Hermione, com a voz abafada. Ela ainda parecia muito magoada, mas bem menos furiosa.


 


Rony lançou um olhar penalizado a ela, encarando Harry a seguir.


 


- Bem, é uma longa história. – Harry contou a Rony o que havia acontecido em Godric’s Hollow. O que pareceu deixar Rony terrivelmente abatido e infeliz.


 


- Cara, vocês poderiam ter morrido! – exclamou perplexo.


 


- Mas não morremos Rony, e bem... graças a Hermione.


 


Rony deu um longo suspiro, indo em direção a saída da barraca. Harry o seguiu.


 


Hermione escutou os passos, sabendo que os dois haviam se afastado o suficiente, pois as vozes se transformaram em sussurros distantes. Um soluço estrangulado escapou pela sua garganta e ela não pode mais se conter, deixou-se sucumbir num choro descontrolado, inundando o travesseiro com as lágrimas que rolavam descontroladamente pelo canto dos seus olhos.
 


O acesso de raiva havia culminado em uma sensação dolorosa e ao mesmo tempo reconfortante. Tentando abafar os soluços, se deixou chorar, sentindo seu peito ficar gradativamente mais leve.


 


- Sabe, Harry, agora eu sei por que o Dumbledore deixou esse desiluminador para mim. – Ele retirou o objeto do bolso mais uma vez, olhando-o concentradamente. Harry encarou o amigo intrigado, esperando que ele continuasse. – Dumbledore me deixou o desiluminador porque sabia que eu iria abandonar vocês. – disse Rony infeliz, limpando a garganta.


 


- Não, Rony, ele deixou o desiluminador para você porque sabia que você iria querer voltar. - Concluiu Harry pousando a mão sobre o ombro de Rony, feliz em ter seu melhor amigo de volta.


 


Rony o olhou ensaiando um sorriso de agradecimento, mas suspirou resignado virando a cabeça em direção a cama em que Hermione estava deitada, tapada até o topo da cabeça. O corpo dela parecia tremer. Um nó se formou em sua garganta imaginando se ela estaria chorando.


Será que Hermione iria lhe perdoar algum dia? Era incrível, mas se repassasse sua vida ao lado dela, poderia contar nos dedos de apenas uma mão as vezes em que não fizera alguma burrada.


 


 


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Como era de se esperar, Hermione o ignorou durante todo o dia, evitando até mesmo ficar no mesmo lugar em que ele estivesse. Se ela estava tentando puni-lo estava conseguindo. Rony sentia-se um cretino, embora precisasse admitir que o fato de estar perto dela era suficiente para fazer dele um cretino feliz.


 


- Será que ela vai me perdoar algum dia?


 


- Bem, podia ter sido pior, não podia? – tentou Harry erguendo as sobrancelhas.


 


- É, podia sim, ainda tenho algumas marcas daqueles passarinhos assassinos. – conclui sorrindo a lembrança.


 


 


...................................................


 


 


 


Rony estava de volta, estava vivo. Hermione sentiu seu peito inflar, o coração antes inquieto, batia agora calmo e ritmado. Observou-o dormir durante quase toda a noite. Fora difícil ignorá-lo durante todo o dia, era quase doloroso fingir que Rony não estava ali a apenas alguns passos dela. Sentira tanto medo, tanta saudade, e agora podia sentir seu cheiro, escutar sua respiração ritmada enquanto dormia tranquilamente, ouvir sua voz tentando ser gentil e amável com ela, mesmo sendo friamente ignorado.


 


Ela mal quisera ouvi-lo, fora tomada por uma euforia e uma raiva desmedidas, quando o viu parado ao lado da entrada da barraca; os cabelos e a roupa encharcados e aqueles malditos olhos azuis cravados nos dela. Uma contraditória vontade de abraçá-lo e esmurrá-lo a confundindo. Optou pela segunda opção.


Queria que Rony sentisse uma pequena parcela da intrínseca dor que ela sentira quando ele os abandonara.


Se fosse racional admitiria que Rony provavelmente sofrera tanto quanto eles, mas não podia ignorar o fato de que ele havia ido embora, ele havia os abandonado.


Ele havia ido embora e a deixado ali, sentindo-se fria, sozinha, vazia... Limpou uma lágrima que escapou pelo canto do olho e suspirou aliviada.


Rony voltara e por ora isso era a única coisa que importava.


 


 


 


 


 


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N/A: Agradecimentos especiais a todos os leitores que, além de deixarem comments maravilhosos, não abandonam a Fic mesmo os posts não sendo tão freqüentes quanto deveriam :)


 


Michelle M. Rossi


Hermione Higurashi


Tia Carolis


 Carolina Gomes 


the aninhaaaaaa 


 Viviane grint 


Beatriz Potter


Viviane Barreda


Sociedade Sul


Pitty Potter


 Pipoca Lissandra Alvarenga Swerts 


Letícia M. Klein


Priscilla Moreira


Michele Holanda


 


Muito obrigada de coração pelos comentários, e embora eu já tenha dito várias e várias vezes, é bom sempre ressaltar o quanto os comentários de vocês fazem toda a diferença na vida de uma FicWriter. Amo ler cada palavra que vcs escrevem.


Gente, esse capítulo é um momento para reviver essa cena do livro 7, mas é claro que inclui trechos com os pensamentos e sentimentos de Rony e Hermione :) 


Não farei promessas do próximo capítulo, porque não quero ficar com fama de político...hehehe... Mas tenho uma short NC18 quase pronta, em breve ela estará ON.


Bjs!


 

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