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32. Ala Hospitalar


Fic: Os sentimentos de Rony NC17 RxH - Cap final


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Capítulo 32


 


Ala hospitalar


OSR

 


 


O coração de Hermione batia tão rápido que, se não fosse pelo barulho dos seus passos apressados, ela poderia escutá-lo se arremessando furiosamente contra seu peito.


 


As lágrimas caíam sem trégua, e ela sequer se preocupou em ocultá-las.


 


“Ele poderia ter morrido. Ele poderia ter morrido!” Hermione apertou os olhos com força, sacudindo a cabeça desconsoladamente, e continuou andando desabalada em direção à enfermaria.


 


Era impressão sua ou as escadas e os corredores daquele castelo haviam se multiplicado magicamente?! Por que ela não chegava nunca?!


A angustia parecia querer sufocá-la.


 


Dobrou um último longo e escuro corredor, avistando finalmente a porta que tanta almejava alcançar. Limpou as lágrimas teimosas que manchavam seu rosto e empurrou a porta, respirando fundo, tentando acalmar seu coração.


 


A ala hospitalar estava silenciosa e as cortinas fechadas. Rony estava deitado na terceira cama, rodeado de Weasleys.


Molly parecia tão ou mais aflita que a própria Hermione. A mulher alisava carinhosamente os cabelos do filho, enquanto o marido dizia alguma coisa próximo a ela.


 


- Ah Mione – Gina se jogou em seus braços, assim que a viu, os olhos muito vermelhos e levemente inchados. – Se... se não fosse Harry, Rony estaria mo...


 


- Não pronuncie uma coisa dessas Ginevra – bradou Molly severa, em meio a um soluço.


 


- Er... acho que esse não foi um dos melhores aniversários do Rony, não é? – comentou Fred.


 


- Não foi bem assim que imaginamos entregar nosso presente. – disse Jorge, sério, deixando um embrulho na mesa de cabeceira de Rony.


 


Hermione se aproximou e ficou apenas observando Rony.  Estava pálido e adormecido. Uma contração desagradável fez seu estômago despencar dolorosamente. Queria tanto tocá-lo, ter certeza de que ele estava bem, de que estava vivo. Deu mais alguns passos incertos, suas pernas ainda tremiam, parando ao lado da cama e pegou a mão dele. Estava quente, ele estava vivo! Ele estava vivo! Fechou os olhos e suspirou, o pânico que sentira minutos atrás finalmente a abandonando.  


 


Depois de alguns minutos apreciando a sensação de alívio que sentiu ao tocá-lo, certificando-se de que ele realmente estava bem, se afastou do leito, indo de encontro a Harry e Gina que conversavam a um canto.


 


- Harry, como... como isso aconteceu? – perguntou um pouco mais calma.


 


Harry parecia abatido e cansado.



- Er... eu não sei direito, foi tudo muito rápido. – confessou suspirando pesadamente. Havia sido um tremendo susto, e Harry precisava admitir para si mesmo que por alguns instantes achou que perderia seu melhor amigo.


 


- Professor...



Dumbledore acabara de entrar na enfermaria, tinha um ar sério e preocupado.


 


- Molly, Arthur, queiram me acompanhar até minha sala, por favor. Devemos uma explicação a vocês. A Sra. e o Sr. Weasley concordaram com um aceno de cabeça. E seguiram o diretor. Arthur ainda tentava consolar uma informada Molly, que parecia relutante em deixar o filho.


 


- Ei, nós também queremos uma explicação. – Jorge e Fred seguiram os pais, uma expressão anormalmente séria.


 


Hermione também queria explicações, mas no momento seu coração lhe pedia encarecidamente para não sair do lado de Rony.


 


- O que aconteceu afinal, Harry? – perguntou quebrando o silêncio, que se abateu assim que os pais e os irmãos de Rony deixaram a enfermaria.


 


- Er...er...


 


- Lilá, Hermione – interrompeu Gina, impaciente.


 


- O quê? – perguntou Hermione confusa.


 


- Ela deu uma caixa de caldeirões de chocolates enfeitiçados para Rony.


 


- Lilá envenenou Rony? – seus olhos se estreitaram e sua boca se comprimiu numa linha muito fina.


 


- Não exatamente – disse Harry, tentando evitar o pior.


 


- Ela colocou uma poderosa poção do amor nos caldeirões de chocolate, e bem... assim que Harry percebeu – ela olhou para o namorado, querendo que ele explicasse o restante da história.


 


Harry explicou tudo o que havia acontecido, desde o momento em que Rony acordara e abrira seus presentes, até o momento em que brindaram na sala do professor Slughorn.


 


Hermione ouviu tudo, prestando atenção em cada palavra.


Quando Harry finalmente terminou, ela respirou fundo, lançando mais uma vez um olhar demorado a Rony. Voltou a encarar Harry e Gina, e ambos notaram a mudança na expressão da amiga.


 


Ela girou o corpo depressa, andando em direção à porta.



- Aonde você vai? – perguntou Gina ao vê-la andar a passos duros em direção à saída.


 


- Resolver algo que já deveria ter resolvido há muito tempo.


 


Quando o buraco do retrato se abriu, Hermione entrou esquadrinhando a sala lotada. Todos pareciam comentar o ocorrido, mas ela sequer notou.


 


- Vocês viram a Lilá em algum lugar? – interrogou Simas, que conversava aos cochichos com Dino.


 


- Acho que está no dormitório. – Simas respondeu depressa, temendo o olhar enfurecido de Hermione.


 


Hermione subiu as escadas, tentando controlar sua respiração e sua fúria. Lilá era fútil, boba e desprovida de qualquer senso do ridículo, por culpa dela Rony quase morrera.


 


“Como você conseguiu?” Hermione escutou Parvati perguntando impaciente, e parou antes de entrar no quarto. Ficou parada, sem fazer nenhum barulho, tentando escutar o que elas diziam.


 


“Minha irmã.” Fungou Lilá.



“Sua irmã? Como assim?”


 


Hermione se esforçava para ouvir cada palavra, tentando entender sobre o que afinal as duas estavam falando.


 


“Ela foi até a loja dos gêmeos, irmãos do Rony.” Explicou a loira.


 


Ao ouvir o nome de Rony, Hermione se aproximou um pouco mais, grudando seu ouvido na porta.


 


“Eu sei que os gêmeos são irmãos dele” disse a outra querendo acelerar o desenrolar da história.


 


“Pedi a ela que comprasse uma poção do amor, a melhor que encontrasse, e colocasse dos caldeirões de chocolate... e bem...  resto você já sabe...”


 


“Então esse era seu plano brilhante, Lilá?” Parvati tinha um tom de incredulidade na voz.


 


“Estava dando certo, não estava?” Rebateu a outra ofendida. “E Justino disse que sempre gostou de Hermione mesmo.”


 


“Lilá, por Merlin, eu não posso acreditar que você fez isso! Pedir ao Justino para dar em cima da Hermione!”


 


A porta do dormitório se abriu com um estrondo. Lilá e Parvati se viraram depressa para ver quem estava entrando.


 


- Você fez o quê? – a voz de Hermione deixou claro todo o desprezo, toda a raiva que sentia. Ela deu um passo, se aproximando perigosamente da colega.


 


Lilá ergueu os olhos, parecendo apreensiva. Parvati se afastou brevemente, imaginando o que estava por vir.


 


Hermione ergueu a mão, Parvati arregalou os olhos, esperando pela bofetada, mas Hermione deixou o braço pender ao lado do corpo.


 


- Me responde Lilá, o que você fez? – os olhos de Hermione faiscavam de uma forma assustadora.


 


- Eu... eu...


 


As lágrimas nos olhos de Lilá não comoveram Hermione.


 


- Você poderia tê-lo matado Lavander, Rony poderia estar MORTO! – O berro de Hermione fez Lilá tremer. Parvati olhava de uma para a outra apreensiva. – Sempre soube que você era fútil e boba, mas nunca imaginei que fosse tão burra e estúpida! – a têmpora de Hermione pulsava, evidenciando sua raiva. Ela se esforçava para manter a respiração amena. Aproximou bem seu rosto do de Lilá, a loira tentou se afastar, mas suas costas bateram contra a parede. - Você definitivamente não vale a pena, não vou sujar minhas mãos com você. Sabe por quê? Porque você não é nada mais do que a escória... e só vou dizer uma vez: se mantenha bem longe de Rony, está me ouvindo?! – disparou entre dentes, tentando aplacar o ódio que a consumia. Virou as costas, deixando Lilá com os olhos estalados e completamente muda.


 


Ela nunca pensou que poderia odiar Lilá Brown. Elas nunca haviam sido amigas, mesmo depois de seis anos dividindo o mesmo dormitório, e o fato da colega ter duvidado de Harry no ano anterior tinha contribuído substancialmente para que não simpatizasse com a garota, mas agora... Hermione odiava Lilá com cada fibra de seu corpo.


 


Seu lado racional lhe dizia que não era saudável odiar alguém daquela forma, mas ela simplesmente não podia evitar odiar Lilá com todas as suas forças. Fora tão burra, como pode ter sido enganada por Justino e Lilá!


 


Levou quase o dia todo para acalmar seus nervos. Quase no fim da tarde, Hermione sentiu seus pés a levando de volta para a ala hospitalar.


 


Ela se sentiu tão boba. Se deixara enganar por Justino e Lilá, como pudera ser tão ingênua? Sem falar que Rony quase morrera. Pensar nisso a fazia sentir um aperto desagradável na boca do estômago.


 


Quando estava prestes a abrir a porta da enfermaria, ela se abriu.


 


- Hermione? Onde você esteve? – perguntou Gina, que vinha saindo da enfermaria seguida de Harry.


 


- Estava apenas me... acalmando. Como ele está?


 


- Ansioso. – Gina olhou para Harry e ambos sorriram cúmplices.


 


Hermione sentiu o rosto esquentar, e, tentando ignorar o nervoso que estava sentindo, entrou, evitando olhá-lo, fechou a porta e finalmente se virou.


 


Rony estava sentado na cama, lendo (“lendo?” – admirou-se momentaneamente, até perceber que o que ele lia era um exemplar de VOANDO COM OS CANNONS).


 


Ele olhou por cima da revista quando ouviu a porta abrir se fechar.         



Hermione sentiu seu coração dar um salto quando seus olhos encontraram os azuis, finalmente abertos e cheios de vida.


 


O olhar penetrante de Rony a puxou até ele; não eram os pés dela a movendo, mas o olhar dele no dela. Nenhum deles parecia conseguir falar. Foi só quando ela parou, muito próxima a cama dele, que conseguiu piscar, pensar e encontrar sua voz.



- Oi. – sua voz saiu roca, quase inaudível.


 
Ele engoliu em seco. – Oi.
O nó na garganta de Hermione pareceu mais uma vez a impedir de continuar falando.


 


Não queria começar a chorar, mas tinha a impressão de que se tentasse dizer algo não poderia evitar o choro preso em sua garganta.


 


Respirou fundo, desviando os olhos dos dele.


 


- Como é que você está...er... se sentindo? – perguntou, sentindo-se profundamente estúpida.



Ele não disse nada por algum tempo, oferecendo a ela apenas um tímido sorriso.


 


Hermione voltou a encará-lo, esperando por alguma resposta.


 


- Er... acho que me sinto como se tivesse sido acertado por um balaço e caído da vassoura.


 


Hermione riu. Ele a acompanhou, feliz por ela não estar zangada.


 


Mas o riso de Hermione logo deu lugar a um choro descontrolado.


 


Rony a olhou, uma expressão aterrorizada no rosto.


 


- Eu sinto muito! - ele disse desesperadamente, erguendo uma mão em direção a ela. – Hermione, eu não...



- Ah Ron, eu tive tanto medo. – confessou, tentando esconder o rosto entre as mãos.


 


Rony alcançou o rosto dela, puxando suas mãos e acariciando seu rosto com os dedos.


 


Hermione suspirou, o toque de Rony a fazendo se sentir viva e feliz.


 


- Eu... eu não queria ter dito as coisas que disse para você. Eu... só fiquei maluco ao saber que você... bem que você e Justino estavam... er... estudando juntos... – admitiu sentindo-se bobo e imaturo.


 


- Ron... - ela soluçou, parecendo desesperada. – Você realmente foi muito grosso e ciumento... – ela franzia a testa, parecendo irritada ao lembra-se das ofensas do ruivo.


 


- Sim, mas é por que com você eu sempre faço tudo errado, enfio os pés pelas mãos... porque er... acho que ainda não aprendi a lidar com o que sinto por você.


 


Ela secou os olhos com as costas da mão.


Rony ficou a encarando, prendendo-a com o olhar, molhando os lábios, parecendo nervoso e ansioso.


 


- Você ainda gosta de mim? – perguntou de repente, suas orelhas vermelhas e os olhos cheios de expectativa.



- O quê?



- Você… você ainda… você sabe... gosta de mim?



Hermione olhou para o outro lado; seu estômago se revirou novamente.


- Sim.


- Por quê?


 


Ela olhou para ele parecendo incrédula. Não esperara que Rony perguntasse por quê.


 


Como diabos ela poderia responder? Como explicar sentimentos tão intensos?



Os olhos dele procuraram os dela. - Quero dizer...  Eu fui tão horrível com você... fui um completo idiota com você várias vezes...e não sou... não sou... brilhante, como o Harry, por exemplo.


 


Ele olhou para baixo, para suas mãos, as quais ele contorcia nervosamente.


 


– O que você está dizendo Ron? - Hermione o olhou aparvalhada. -  Sim, precisamos admitir que você é grosso e insensível algumas vezes, mas é maravilhoso também – as últimas palavras saíram contidas, num tom de voz muito baixo. - Você se preocupada com as pessoas de quem gosta, você é leal, engraçado... você é... é o garoto que faz meu coração bater de forma descompassada - as bochechas dela assumiram um tom rosado bastante intenso, e Ron pareceu hipnotizado, prestando atenção em cada palavra que ela dizia -, é o garoto por quem eu quebro as regras... é o melhor goleiro de quadribol que conheço, embora não conheça muitos – ela riu e ele a acompanhou, mas sua expressão de repente ficou muito séria.


 


- Hermione… - ele disse roucamente - você merece alguém especial, porque... porque é o que você é. Você especial, e... eu não sou.


 


- Merlin, qual a parte de tudo que acabei de falar você não entendeu? – impacientou-se, Hermione, a voz embargada devido às palavras de Rony.


 


Rony mantinha os olhos fixos nos dela, ainda incrédulo de sua sorte.


 


- Eu sinto muito por tudo que fiz você passar, Mione. – disse tentando fazê-la entender como se sentia estúpido por todas as coisas erradas que havia feito durante aquele ano e nos demais também.


 


- Eu também sinto muito, Ron. Também não fui legal com você algumas vezes – ela suspirou parecendo cansada, embora parecesse muito aliviada por terem finalmente esclarecido as coisas.


 


- Bem... você realmente foi assustadora algumas vezes. – ele sorriu nervoso.


 


Hermione o olhou extasiada, Rony ficava ainda mais bonito quando sorria de lado, tímido.


 


– Eu não fui assustadora, apenas... hum... enérgica quando você merecia! – defendeu-se cruzando os braços.


 


- Obrigado, Hermione. – Disse o ruivo de repente, a pegando de surpresa.


 


- Pelo quê? – perguntou ainda surpresa.


 


- Por estar aqui... e...er.... por.. gostar de mim.


 


Ambos se olharam, os rostos corados, os olhos revelando sentimentos ainda não ditos ou não entendidos.


 


- Acho melhor eu ir, você precisa descansar. – disse finalmente Hermione, após alguns minutos em silêncio.


 


- Mas já? – Fez sua melhor cara de cão abandonado, tomando a mão dela na sua.


 


- Amanhã bem cedo estarei aqui. – prometeu, retribuindo o carinho e alisando a mão dele com o polegar.


 


- Tudo bem – disse num muxoxo conformado. – Fiquei realmente feliz que tenha vindo.


 


- Rony, você achou mesmo que eu não viria?! – perguntou sem acreditar.


 


- Bem... você estava chateada comigo, não estava?!


 


- Você às vezes é impagável. – ela sorriu, deixando-o menos tenso. – Bem... vou indo.


 


- Boa noite, Mione. – Rony sentiu seu coração acelerar. O cheiro de Hermione estava o deixando tonto.


 


- Boa noite, Ron. – ela se aproximou beijando-o no rosto, mas antes que ela pudesse se afastar ele a puxou colando seus lábios nos dela de uma forma urgente e intensa, embora a surpresa momentânea, Hermione correspondeu, maravilhada com o gosto e o toque dos lábios de Rony.


 


 


 


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N/A: Queridos leitores e leitoras, como informei essa Fic está chegando ao fim, o próximo cap. será o último, e acreditem estou triste por isso, na verdade estou quase em crise... :(


Bom, eu quero novamente agradecer todos os comments e incentivos. Também quero deixar claro que essa Fic é um compilado de idéias extraídas de J.K. e de outras FicWriters. Alguns capítulos, no entanto, são criação minha.


Estou realmente trabalhando além do que um ser humano gostaria ou deveria trabalhar, e afim de não atrasar ainda mais a postagem do capítulo, os comments não serão comentados individualmente, mas saibam que leio todos e amo cada um deles. Alguns inclusive me emocionam muito. É realmente maravilhoso conhecer pessoas que, como eu, são apaixonadas por Ron e Mione; portanto, saibam que estou sempre aberta a críticas, em relação às minhas fics, assim como para conversar e discutir sobre Harry Potter, Ron e Mione, entre outras coisas.


Muito obrigada a todos que acompanharam a Fic durante um ano, muito obrigada pelos votos, pelos comentários e pela paciência.


Gostaria também de pedir desculpa pelos meus erros e pelas minhas falhas, mas sou humana!  


Um grande beijo a todos!


Dieimi Somers.

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