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11. So fine


Fic: De forma inesperada RxHr Cap final on


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CAPÍTULO 11


 
SO FINE





 

 


O toque quente dos lábios molhados, rosados e macios de Hermione contra os seus o deixavam extremamente excitado, e nem mesmo o desconforto que sentia por não poder libertar seu membro, que estava extremamente rijo e molhado pela lubrificação, poderia aplacar o prazer que o consumia por inteiro naquele momento.


 


Seu estômago, pulmões e coração chegavam a arder. Seu corpo estava sendo tomado pelas mais diversas e profundas sensações e todas elas eram maravilhosamente quentes e excitantes.


 


Hermione era incrivelmente quente e excitante.
Sentir o gosto um do outro daquela forma envolvente os deixavam tontos. Eram anos de sentimentos intensos e não revelados. Rony e Hermione pareciam tentar recuperar todo o tempo perdido, queriam consumir tudo que cada um podia dar ao outro.


 


Hermione teve a nítida sensação de que seu peito ia explodir e que seu ventre pegaria fogo a qualquer momento.


 


Embora os lábios protestassem, o ar se fez absurdamente necessário e tiveram que interromper o beijo. Seus corpos, entretanto, continuaram colados e ambos podiam sentir o calor que emanavam.


 


Rony temeu que Hermione de repente tivesse novamente uma crise de consciência, e apressou-se em continuar a beijando. Desceu os lábios lentamente, se deliciando ao sentir o gosto da pele dela; beijou o pescoço da garota com tanta vontade que foi impossível para ela conter os gemidos. Aquele som fez o seu membro pulsar dolorosamente; voltou a tomar os lábios de Hermione com urgência, deslizando sua língua de encontra a dela e explorando cada canto da boca macia e molhada que tocava a sua com tanta intensidade e ardor.


Hermione enfiou os dedos pelos cabelos macios de Rony numa tentativa de intensificar ainda mais o beijo, sem se dar conta que este já era demasiadamente intenso.



O ruivo estava chegando ao seu limite, não aguentaria por muito tempo, precisava de mais contato, precisava sentir Hermione por inteiro. Queria tocar cada pedacinho do corpo dela, queria sentir os mamilos rosados e rijos nos seus lábios mais uma vez. Assim como precisava sentir as mãos dela o tocando em sua região mais sensível. Cogitou por um breve momento pegar a mão da garota e a colocar dentro da sua calça, mas desistiu, não queria forçar nada, as coisas deveriam acontecer naturalmente.


 


Imaginando como seria ser tocado por Hermione lá e invadido por um desejo arrebatador, voltou a beijá-la de forma febril, as línguas se tocavam e se moviam cada vez com mais paixão e desespero.


 


Rony sugava o lábio inferior da garota, mordiscando e fazendo com que ela arfasse. Uma onda de prazer percorreu todo o seu corpo quando sentiu as mãos delicadas de Hermione invadindo sua roupa e apertando a pele desnuda com entusiasmo.


 


Motivado pela iniciativa da garota, puxou a outra perna dela e se posicionou melhor entre elas. Os dois agora se moviam num ritmo lento e preciso, um estimulando ao outro. Era realmente uma pena que as roupas estivessem os atrapalhando.


 


Hermione sentia sua calcinha ficar cada vez mais molhada. Queria que Rony a tocasse ali, queria sentir os lábios quentes e carnudos dele nos seus seios. Queria tomar em suas mãos seu membro, o qual ela podia sentir e estava extremamente rijo.


 


Quando Rony colocou as mãos sedentas por mais contato para dentro da blusa de Hermione, sem que ela protestasse, ouviram um forte estampido.


 


O ruivo levantou apressado, tropeçando em uma das almofadas que havia caído do sofá sem que eles percebessem, estava assustado e consequentemente muito atrapalhado, o rosto suado e corado.


 


- Seus imundos, emporcalhando a casa da minha senhora. Monstro não pode acreditar...não pode... se a minha senhora visse isso... - O elfo saiu andando inconformado, balançado a cabeça em sinal de desaprovação.


 


Hermione que havia sentado com uma rapidez incrível no sofá e tentava ajeitar a própria blusa, os dedos tremiam e ela mal conseguia fechar os botões que, embora fossem apenas três, pareciam ter se multiplicado magicamente. A respiração pesada, o coração palpitando descontrolado e suas bochechas estavam literalmente queimando.


 


Se ela não estivesse tão envergonhada e em estado de choque, certamente teria achado graça de Rony. Ele estava de joelhos no chão com os olhos arregalados e uma verdadeira expressão de horror. Sua cor não estava muito melhor do que a de Hermione. As orelhas se tingiram de um vermelho tão intenso que Hermione mal as viu, misturadas aos cabelos. Ela reparou que o ruivo estava suado, algumas mechas de cabelo coladas no rosto; deliberadamente lindo!


 


Ainda ofegante, ele olhou para a garota e disse rouco:


 


- Achei... achei que fosse o Harry. - Explicou se levantando e sentando ao lado dela, mas não sem antes chutar sem querer outra almofada que jazia esquecida no chão, o que quase precipitou outro tombo.


 


Ela deu um sorriso tímido e recolheu uma das almofadas, pressionando-a contra o peito, talvez numa tentativa de disfarçar a vergonha que estava sentindo.


 


Hermione sabia que dessa vez não teriam como ignorar os fatos. Não tinham agido impulsionados pelo excesso da bebida. Não haveria desculpas agora.


 


Um silêncio constrangedor se fez presente por um tempo incontável. Rony mexia nervosamente com as mãos. Hermione por sua vez continuava agarrada a almofada e a segurava com tanta força que os nós dos seus dedos estavam começando a ficar brancos. Ela tinha a estranha sensação de que sua voz a tinha abandonado.


 


Depois de muito tempo, pelo menos ela tinha impressão de que havia se passado muito tempo, no mais absoluto silêncio, Hermione pareceu despertar e se dar conta de que Monstro tinha voltado.


 


- Rony! - Ela parecia muito ansiosa agora, exatamente como ficava quando descobria algo importante em algum livro na biblioteca.


 


Ele apenas maneou a cabeça olhando para ela um pouco hesitante. Sabia que Hermione continuaria falando sem dar oportunidade para que dissesse nada mesmo, portanto nem se deu ao trabalho de abrir a boca, apenas esperou.


 


- O Monstro voltou. Isso significa que... bem que ele deve ter descoberto alguma coisa. O Harry deixou bem claro para ele que só deveria retornar quando conseguisse arrancar alguma informação do Mundungo. - Ela falava apressada e num tom muito categórico.


 


Rony a olhava meio espantado. Como ela conseguia ser assim? Num instante estava sentada com uma expressão de extremo constrangimento e no outro falava desprendidamente, como se nada tivesse acontecido entre eles.


 


Mas ela tinha razão Monstro devia ter alguma novidade.


 


- É, mas nem adianta perguntar nada para ele. Jamais diria alguma coisa para um de nós dois, ainda mais depois... (ele ia dizer ainda mais depois de tê-los vistos agarrados no meio da sala da Senhora dele, mas se calou, sentindo novamente um calor subir ao rosto)... hum... deixa para lá.


 


Hermione fingiu não entender ou escutar o que Rony disse a partir de “ainda mais depois...”. Naquele momento pareceu mais fácil fingir um súbito interesse nas novidades de Monstro. Bem, não era exatamente fingimento, estava mesmo curiosa e ansiosa para saber o que o elfo tinha descoberto.


 


- Droga, se o Harry estive aqui poderíamos saber de uma vez o que o Monstro descobriu sobre o Mundungo e o medalhão.


 


Rony não disse nada, mas pensou no quanto discordava de Hermione, afinal achava realmente maravilhoso o amigo não estar ali.


 


Harry não demorou muito a chegar. Trouxera pouca comida. E pela primeira vez na vida Rony não reclamou. Embora o ruivo soubesse que a tarefa de arranjar comida se tornava cada dia mais árdua, sempre praguejava quando não conseguiam arrumar muito o que comer.


 


Assim que Harry soube do retorno de Monstro, não se demorou a ir interrogar o elfo. Descobriram que o medalhão, assim como os demais objetos roubados da casa dos Black, haviam sido confiscados por uma bruxa baixinha, gorducha, irritante e dona de um sorrisinho afetado. O entendimento não demorou a perpassar pelos olhos dos três. Umbrigde.


 


Naquela noite, Harry notou que tanto Rony quanto Hermione pareciam particularmente felizes. Ele próprio se sentia um pouco mais animado, afinal tinham uma pista agora. No entanto, o moreno duvidava muito que aqueles dois estivessem tão radiantes apenas por causa do retorno de Monstro.


 


Assim que tivesse uma oportunidade perguntaria a Rony o que estava realmente acontecendo.


 



 


......................................................


 



 


O Largo Grimmauld se encontrava na mais profunda escuridão.


 


Depois do episódio com Monstro, Rony e Hermione não falaram absolutamente nada sobre o ocorrido durante a ausência de Harry, e nem poderiam, ficaram o resto do dia ocupados em ouvir tudo o que o elfo tinha a dizer. Após sentaram-se mais uma vez na grande mesa de madeira disposta na cozinha a fim de decidirem o que exatamente fariam para recuperar o verdadeiro medalhão.


 


Os olhares que Rony e Hermione vinham trocando descaradamente há algum tempo se tornaram muito mais intensos e penetrantes naquele dia.  Os dois estavam fazendo um esforço tremendo para focar suas atenções no plano que vinham desenvolvendo para encontrar Umbridge no ministério, mas o desejo insano que sentiam um pelo outro só fazia aumentar.


 


Agora, os três estavam deitados lado a lado na sala. Apesar da penumbra, era possível discernir os contornos de Hermione. Rony se perguntava se poderiam existir contornos mais belos do que os dela.


 


Sorriu para si mesmo. Estava de fato apaixonado, sempre estivera, ainda que tivesse negado essa verdade por tempo, e faria qualquer coisa para ficar com Hermione. Seu corpo ainda vibrava pelos acontecimentos de horas atrás.


 


Hermione o desejava, talvez tanto quanto ele a desejava. Ele, um trasgo inútil, um legume insensível desejado por Hermione Granger.


 


 


.....................................................


 


 


Ela se virou lentamente ficando de frente para o ruivo. Eles mal podiam se enxergar, mas ele sabia que Hermione estava acordada.


 


- Hermione? - Sua voz não foi mais que um sussurro. Não queria definitivamente acordar Harry.


 


- Oi. - Ela respondeu no mesmo tom de voz, baixo e rouco.


 


- Está sem sono? - Ele continuou sussurrando.


 


- É.


 


- Você...er... vamos até a cozinha? - A voz dele agora havia assumido um tom nervoso.


 


- Uhum.


 


Os dois se levantaram e andaram bem devagar, evitando que as tábuas de madeira da sala começassem a ranger.


 


Ao chegarem à cozinha Hermione acendeu algumas velas com um aceno de varinha.


 


- Você quer...hum... um chá?


 


- Não, obrigada. - Hermione olhava desconcertada para os lados, seu estômago estava dando voltas engraçadas e ela se sentia ligeiramente enjoada.


 


Ele precisava dizer algo, não precisava? Rony teria achado muito mais fácil beijá-la, mas eles já haviam adiado aquela conversa por tempo demais.


 


- Hermione... eu...er...hrumhrum  - ele pigarreou nervoso, Hermione teve vontade de rir ou de dizer para que ele se acalmasse, mas estava tão ou mais nervosa do que o ruivo - bem... acho que o que aconteceu hoje... - ele fez uma pausa e a olhou em busca de encorajamento, e encontrou, então voltou a falar um pouco menos tenso, embora ainda tropeçasse nas palavras e gaguejasse de vez em quando - Ah Hermione, isso é pior do que fazer teste para goleiro. - O ruivo passou as mãos nos cabelos exasperado.


- Tudo bem Ron, você n-não precisa fazer isso.


 


- É claro que preciso.  Na verdade já devia ter feito há um bom tempo. - O garoto se calou, desviou o olhar e ficou algum tempo parecendo extremamente interessado em algumas panelas velhas que flutuavam em cima de alguns armários.


 


De repente, as palavras pareciam tão diminutas, tão insignificantes perto de tudo que ele sentia. Como iria explicar?


 


As brigas, as queixas, as reclamações e os xingamentos eram, na verdade, apenas um disfarce, um pretexto para não dar o braço a torcer e admitir que por trás daquilo tudo havia um sentimento muito maior e incondicional. Tudo parecia fazer muito sentido agora para Rony. Mas como falar sobre isso com Hermione? Ele tinha a impressão de que iria engasgar, sufocar.


 


“De noite eu olhava para cima


E tudo o que eu via era escuridão


Agora vejo as estrelas


E eu quero alcançá-las


E pegar uma para você” *


 


O coração de Hermione nesse momento já batia descompassado e começara a se arremessar furiosamente contra seu peito. Sua garganta estava seca e ela se sentia ligeiramente tonta.


Não podia acreditar que Rony estava ali, tentando falar algo realmente importante. Ele parecia extremamente nervoso, e ela sentiu vontade de beijá-lo, dizer que entendia o que e como ele estava se sentindo, mas se calou. Ele parecia realmente querer fazer aquilo.


 

 










.........

*Nota: Resolvi colocar o trecho de uma música do Guns n’ Roses que gosto muito, So fine


Espero que tenham gostado.


Obrigada mais uma vez pelos comentários. Como sempre digo e continuarei dizendo, eles são muito importantes. Bjs

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Comentários: 3

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Enviado por FafisAmorim em 24/08/2011

ahhh eu amo guns'n'roses ! é muito bom! tambem amei a fic!

Nota: 5

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Enviado por K.s em 06/07/2011

Que lindo ele cantando Guns *-* adoro essa fanfic!

Nota: 1

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Enviado por fabiane lopes em 08/05/2011

ta lindo amore !!!!!!

maravilhosoooo

Nota: 1

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