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135. DE VOLTA PRA CASA...


Fic: O Acordo Perfeito RxHrm- Fic completa by marja


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Pessoal, tenho um convite para fazer a vocês! Entrem no Capitulo 0 da fic, que tem um poste sobre um concurso para a Capa da Nova fic que vou lançar depois dessa.


É o seguinte, eu precisava de uma capa de impacto. Mas não consegui me inspirar para fazer nada que valesse a pena...daí a minha super beta, sugeriu deixar que uma das leitoras fizesse a capa e escolheríamos a que mais agradar através de um concurso.


No começo achei a idéia doida, mas acabei me empolgando! Heheh...Quem tiver a fim, ou conheça alguém que  fique a fim de participar, basta ler o regulamento no Capitulo 0 e se inscrever!


Ok?


A fic será Dramione, mas antes que me linchem, tenho que explicar. É uma fic minha, e sou doente por Rony e Hermione. Sendo assim, apesar de Dramione o Rony ta na essência da fic...quando lerem, vão entender. E tem surpresa no fim. E surpresa das brabas!!!!!


Por isso a capa precisa ser sexy, porque tem NC e muitas cenas de perigo e tensão, até um pouquinho de sado...heheh...E embora tenha o Malfoy, o Rony tá tão presente, como se fosse um terceiro integrante na cama....não posso falar mais ou conto a historia.


Mas é isso, uma capa sexy para uma fic surpresa!


Quem tiver a fim, não perca tempo e se inscreva rapidinho!!!!


Beijos


 


 


 


 


 


CAPITLO 135 – DE VOLTA PRA CASA...


 


 


 


 


 


A temperatura estava bem mais amena. Foi a primeira impressão que Hermione teve ao sair do trem. Voltar para casa deveria lhe despertar uma emoção maior, pensou.


Hoje, com a mente mudada e o coração no lugar, ela teve certeza que a única emoção que poderia sentir ao voltar para casa era alegria.


Euforia por ver aqueles a quem tinha saudade e poder contar tantas novidades.


Não havia espaço para sofrimento, dor ou flagelação.


A estação estava às moscas quando eles desceram do trem. Não era uma novidade. Pela primeira vez em anos, Hermione não tomava a dianteira das decisões.


Deixou que Rony, o conde e Mathias decidissem como buscariam uma carruagem e onde esperariam.


Distraída, notou que o dia estava nublado e a brisa era fresca, então, o outono havia chegado a sua terra natal.


Escaparia do inverno, pensou. Teria seu bebê um pouco antes do inverno e com sorte, eles se recuperariam do parto, antes das primeiras chuvas e do frio.


-Harry não deveria estar aqui? – Gina perguntou angustiada.


-Não. Não deveria. Ele não poderia imaginar o dia que chegaríamos. – ela respondeu divertindo-se com sua apreensão.


-Talvez ele não quisesse me ver – ela disse pesarosa.


-Sim, e por isso abandonaria a todos nós. Harry é um homem adulto, Ginerva. Não uma criança. Sabe de suas responsabilidades. E uma delas e cuidar de sua esposa, por mais destrambelhada que ela seja – havia riso em sua voz – Diga-me, Lily, onde pretendem se hospedar?


A jovem sobrinha do Juiz Digory afastou os olhos dos homens que conversavam entre si, enquanto esperavam a carruagem que Adolph se incumbira de buscar não muito longe dali.


Tímida, respondeu:


-Titio espera que fiquemos com o Juiz Simmos. É sua obrigação receber outro juiz, quando este está em diligencia para avaliar seu trabalho.


-É mesmo? Que interessante – Hermione compadeceu-se da jovem ao imaginar que ela ficaria a mercê da mãe de Suzan, e da própria Suzan – Se for seu gosto e seu tio concordar, gostaria que ficasse conosco.


-Eu não poderia. Preciso acompanhar meu tio. Ficaria sentido se eu virasse as costas a ele – confidenciou.


-Se mudar de idéia, não hesite em vir até minha casa. A receberei como se fosse da família – garantiu.


A tímida Lily concordou, olhando para eles, enquanto esperavam.


-Estou tão nervosa – Gina exclamou, as mãos agarrando o leque como se sua vida dependesse disso. – Porque estou tão nervosa? Estou em casa. Deveria estar feliz.


-Está nervosa porque tem pendências a acertar com Harry.


-Deve ser isso. Meus pais devem estar desgostosos comigo.


-Gina, não me faça lembrar todos os problemas - ela pediu – Estou tentando não lembrar que terei de contar a Juanita sobre a nora que lhe arranjei, estou tentando esquecer que a amante do seu irmão ainda esta na cidade e provavelmente terei que vê-la em algum momento. Estou tentando esquecer todos os problemas.


Gina notou que Hermione também estava ansiosa.


Precisaram esperar quase uma hora. Hermione quase chorou de alívio quando sentou na carruagem.  Gina e Anna ao seu lado, enquanto Duran e Rony estavam a sua frente.


Olhava para fora, nervosa. Quanto mais perto chegavam, mais nervosa sentia-se.


Era como se o seu coração fosse escapar pela sua boca. Batidas descompassadas, uma vontade opressora de chorar. A cidade ficou para trás, e a medida que a carruagem cruzava as estrafas úmidas das recentes chuvas, o chão não mais batido pelo calor e o sol, Hermione reconhecia a paisagem, reconhecia cada centímetro de terra.


Quando cruzou o lugar onde o viu pela primeira vez, sentiu um estremecimento. Era como se houvesse passado mil anos e não apenas alguns anos.


A porteira da fazenda Wesley ficou para trás, pois tinham pressa em voltar para casa. Quando avistou a porteira da fazenda, Hermione achou que não conseguiria respirar.


Viu alguns trabalhadores e viu a movimentação. É claro, eles entrariam em alvoroço com o retorno do patrão.


A primeira pessoa que Hermione viu claramente foi Suarez. De pé, esperava por eles a uma curta distância. A carruagem passou pela porteira aberta e foi conduzida até a entrada da casa.


Uma pessoa saiu da casa no momento em que a porta da carruagem foi aberta. Era Harry. Logo atrás dele vinha Juanita.


Com a garganta apertada pela saudade, ela se apoiou em Rony.


Estava em casa.


Finalmente estava em sua casa, o lugar onde vivera toda sua vida e onde estava o seu futuro. Diante de seus olhos, Londres perdera toda a cor e beleza.


-Minha nossa! – o brado feliz de Juanita a fez voltar para a realidade e olhar para a mulher com olhos brilhantes – Menina! Olhe para você! 


Juanita correu ao seu encontro, parando antes de abraçá-la, para colocar a ambas as mãos em sua barriga.


-Está tão bonita, Hermione – havia tanta meiguice em sua voz que ela temeu chorar se tentasse falar – como fez falta nessa casa, Hermione. – uma das mãos acariciou seu rosto – Fez boa viagem? Estou curiosa para saber cada detalhe! Oras, vamos entrar, não deve ficar tanto tempo de pé, ainda mais depois de uma viagem tão longa!


Rony mantinha uma conversa com Suares, e olhou para Harry quando este se decidiu em se aproximar.


Só tinha olhos para Gina. Olhar acusador. Olhar de desejo. Olhar de saudade. Rony o interceptou antes que abordasse Gina.


-Harry! O que faz aqui? – um abraço de irmãos, e olhou em seus olhos, notando que ele estava mais tenso do que deveria.


-Seus pais acharam melhor, visto que Lavander se encontra naquela casa. Aliás, deve saber que sua mãe está furiosa com essa situação.


-Imagino – ele suspirou saudoso de sua mãe – É melhor entrarmos e conversarmos. Irmã, cumprimente seu marido – ele mandou.


-Como tem passado, Ginevra? – a voz de Harry era pesada.


-Muito bem, obrigada – ela respondeu friamente.


-Mentira – Rony desmentiu-a – Tem passado muito mal. Sua saúde está acabada por causa da gravidez.


Dizendo isso, afastou-se. Não tinha o direito de meter-se nos assuntos de sua irmã. Mas com o gênio que ela tinha, era capaz de esconder a novidade e alimentar os rancores entre eles.


Harry ficou imóvel sem compreender. Quando se deu conta, ela passou por ele como um raio em direção a casa. Fugia de um confronto.


Hermione quase gritou de alegria ao ser recepcionada pelos meninos de Juanita. Ruanzito puxou suas saias querendo colo.


-Não posso pegá-lo, meu amor - ela disse chorando.


Não havia notado que chorava. Os meninos foram se afastando, voltando a atenção aos seus brinquedos, e Juanita a levou até o sofá.


-A viagem foi maravilhosa – Hermione contou – A casa do conde é fantástica! Juanita, é fantástica! A casa de Harry, então? Parece um palácio! Não é Gina?


-Sim – respondeu de má vontade.


-Diga-me, o conde veio com vocês ou ficou em Londres? – Juanita mal se continha de empolgação.


-Veio conosco e trouxe uma acompanhante – a malícia na expressão de Juanita deixou claro que entendera – Seguiu para a cidade, ficará no hotel, apesar das minhas súplicas para que ficasse conosco!


-E o meu filho? Onde está?


Hermione notou enfim, que por trás da alegria de vê-los, havia a apreensão de ver Duran. Seu filho querido.


-Ele veio na outra carruagem. Deve estar ajudando com as malas – Foi Rony quem respondeu – Temos um novo empregado, Adolph. Vai cuidar da segurança pessoal de Hermione. E temos uma nova empregada também, Anna.


-Uma empregada? – Juanita olhou para ela com mágoa – Precisa de outra empregada?


-Quando nascer o bebe precisarei de mais ajuda, Juanita – ela defendeu-se.


-Não sou toda a ajuda que precisa?


-Não reclame, mulher – Suarez a fez se calar.


-Juanita... - Hermione corou, olhando para Rony, e então de volta para a empregada que tanto gostava – Não sei como lhe contar... Não cuidei como deveria do seu filho.


-O que tem ele? Está machucado? – como ela negou, ela indignou-se – Ele lhe deu trabalho, é isso? Arrumou confusão? Se eu pegar esse menino, vou...!


-Nada disso – Hermione ficou ainda mais encabulada – Deveria ter prestado mais atenção nele. Mas quando vi... – suspirou - Veja, essa é Anna – apontou para a menina que se mantinha quieta e envergonhada em um canto da sala.


Juanita olhou com pouco caso para a menina que a substituía. Era uma menina bem nova, usava com penteado modesto, a franginha encobrindo seus olhos faceiros e que naquele momento estavam apreensivos.


-Anna vai me ajudar com o bebê, mas não é a única razão para ter nos acompanhado – olhou para Rony como quem pede ajuda.


-O que Hermione quer dizer é que pegamos Anna e o seu filho na cama.


Quanto tato, pensou Hermione. Não havia muitos modos de contar uma coisa dessas, mas esse modo, com toda certeza era o pior deles!


-Eles terão que se casar – foi seu complemento.


-O meu filho...? - ela mediu a menina da cabeça aos pés – Ela não... Da vida, é?


-É claro que não, Juanita! – Hermione indignou-se.


-Se o menino aprontou deve redimir-se – Suarez disse calmamente.


-Eu não acredito nisso... – seguiu olhando de tal modo para a menina, que ela se encolheu em seu canto, querendo desaparecer.


-Em parte é minha culpa. – Hermione tentou consolá-la – Sabia do interesse dos dois e não os vigiei como deveria.


-Quando eu pegar esse menino, juro que lhe tiro o couro – Juanita disse engolindo essa ofensa mortal ao seu orgulho de mãe e tentando se recuperar – Tenho refrescos, tratarei para que se refresquem. Tenho bolinhos também.


-Anna, ajude Juanita e faça tudo que ela mandar – Hermione pediu com pena da criatura que seguia Juanita.


Esperava gritos e não calmaria. Prova que estava furiosa demais para se expressar.


-Há muitas novidades – Rony disse a Harry, jogando-se no sofá e descansando - Suarez, ajude Adolph a se acomodar. Mais tarde falo com você e me interesso do trabalho.


-Sim, senhor – ele disse saindo a seguir.


-Muitas novidades, Harry – ele continuou – Hermione já sabe da ex mulher do conde – contou.


-Por favor, não vamos falar disso afora – ela lamentou cansada – Harry, encontrei um dos meus irmãos. Um irmão que achei que estivesse morto! Pode acreditar nisso?


-Não, não posso. – Harry se aproximou e ela se levantou para receber seu abraço.


-Que bom vê-lo, Harry. Tem passado bem esses dias em que não nos vimos?


-Um mês conturbado – ele disse se afastando e sorrindo para ela. Era impossível não notar que estava redonda como uma leitoazinha.


-Gina tem muitas novidades para lhe contar. Mas antes, quero saber como está a fazenda. – Rony cortou o assunto, pois sempre desgostava ver os dois conversarem com tanta cumplicidade.


-Os negócios estão indo muito bem. Tanto aqui, quando na fazenda dos seus pais. Eu acabei de fechar negócio e comprei a fazenda dos Gueen. – era uma grande novidade – Seremos visinhos por um breve período.


-Espero que seja um longo período – Hermione contrariou-o – Já sabe que será pai, Harry? Por favor, Gina, não omita essa informação do seu marido!


-Não deveriam se meter na minha vida - ela disse nervosa – Harry não deve estar interessado. Eu... O abandonei.


-Me abandonou. – ele concordou – E mesmo assim, vim atrás da minha esposa fujona.


Gina olhou para aqueles olhos verdes sem saber o que esperar deles. Havia compreensão e carinho.


-Podemos conversar a sós, Gina? - ele estendeu a mão para ela, e Gina olhou para sua aliança em seu dedo.


Era eu marido. Com um sorriso cheio de saudade, ela aceitou seu toque e se deixou levar para a saleta, onde Harry usava para administrar os negócios na ausência de seu melhor amigo, Rony.


-Como foi que Harry virou um fazendeiro? – Rony brincou.


-Eu não tenho a mínima idéia – ela respondeu no mesmo tom, olhando em volta.


Sua casa. Havia mais cor, Juanita fizera alguns tapetes e havia uma cortina bonita na janela. Um quadro na parede.


-Mudaram minha decoração – disse surpresa, levantando-se e olhando os objetos de enfeite e gesso.


-Sabia que minha mãe não resistiria – ele confortou-a – São quinquilharias de uma avó que quer agradar – abraçou-a por trás, beijando seu pescoço.


-Estamos em casa. – ela disse com a voz embargada – Quanta falta senti da minha casa.


-Está em casa e está feliz? – ele sondou.


-Estou em casa e estou feliz – ela concordou, virando em seus braços, olhando em seus olhos – Porque será que não brigamos mais?


-Porque você está me aceitando como marido. – garantiu.


-Não diga um absurdo desses! Não posso aceitar aquilo que nunca desejei, e como já disse das outras vezes, me acostumei a sua presença. Não é mais um estranho na minha vida.


-Intruso, você quis dizer – provocou.


-Exatamente.


Os dois permaneceram um logo momento contemplando a casa, e falando sobre amenidades, enquanto Rony esperava que seu coraçãozinho se acalmasse.


Estava sorrindo para suas frivolidades a cerca de cortinas quando Duran entrou correndo.


-Patrão!


-O que foi? Porque está gritando desse jeito? – perguntou com a sombra de um sorriso diante da expressão do garoto.


-Aquela mulher está aqui, patrão! Adolph não a deixa passar sem sua autorização!


-Posso imaginar – ele quase podia imaginar a expressão de sua visita, fosse quem fosse, diante da muralha que era Adolph.


-Vá para a cozinha, sua mãe ficou de buscar refrescos e não voltou mais. Pobre Anna, ela deve estar acabando com a menina! – Hermione lamentou, enquanto saiam da casa.


A mulher vestia vermelho, e Hermione soltou a mão de Rony no instante que reconheceu a face pálida e os cabelos louros.


-Lilá - ele não pareceu crer no que via.


-Meu amor! Viram-no chegar em uma carruagem – ela tentou se aproximar, e Adolph deu passagem depois de um sinal de Rony.


Lilá correu ao seu alcance, completamente livre de qualquer seqüela do parto recente, as formas perfeitas.


-Minha vida, não acredita na loucura que aconteceu na sua ausência! Querem me prender, amor! Dizem que menti sobre nosso casamento! Ouve?  Querem nos separar...


Suas palavras morreram em sua boca, e ela estacou como se levasse um choque muito forte e suas pernas congelassem. Mirou a barriga de Hermione, como quem vê uma aparição. Seguiu olhando para cima, até encontrar seus olhos.


-Não é possível – ela disse horrorizada – Essa barriga é de mentira! – acusou ,completamente cheia da verdade – Não acredito no que vejo! Quando saiu daqui não havia barriga alguma!


-Não grite na minha casa – Rony mandou, afastando-a delicadamente – Hermione não lhe deve satisfações. Não é bem vinda nessa casa, Lavander. Sinto muito, mas não é bem vinda.


-Como não? Vai acreditar nas mentiras que contam sobre mim! Rony, pensei que uma ida a Londres pudesse fazê-lo se lembrar de como era maravilhoso entre nós dois! De como a vida civilizada é maravilhosa! Rony...


-O mal entendido entre nós se dissolveu, Lilá – sua voz era mansa, mas ele queria mesmo era tirá-la dali a pontapés – Não devemos ter assuntos entre nós. Quero que vá embora, e prepare-se para voltar a Londres. Deve saber que a hospitalidade dos meus pais chegou ao fim.


-Não – ela negou veemente – Não pode me expulsar. Nem expulsar sua filha!


-Ronald não tem filhos – Hermione disse indignada – E se tivessem, com certeza suas mães não seriam bem vindas!


-Não haverá discussões. Estou cansado, Hermione está exausta. Lilá, me ouça. Não vou assumir sua filha. Não vou assumi-la. Sou casado e feliz, e terei um filho com minha mulher. A lei está do meu lado e detestaria ter que expulsá-la a força, por outro lado, não posso permitir que cause dissabores a minha mulher.


-Sua mulher! – Lilá se afastou com nojo – Sua mulher! Não por muito tempo! Espero que morra no parto, sua bruxa! Mulher sem coração! Morra e apodreça ao lado de sua família!


Adolph segurou lilá pelos braços e a arrastou em direção a carroça que a trouxera.


-Vai morrer no parto, está ouvindo? Você e o seu filho imundo vão morrer!


Rony segurou Hermione para que ela não caísse, e tapou seus ouvidos, enquanto Adolph arrastava Lilá para longe.


-Não ouça – ele pediu - não ouça nenhuma dessas palavras!


Imóvel, não sabia o que lhe dizer. Eram palavras horríveis.


Uma praga de morte para alguém que temia morrer. Alguém que sempre desejou a morte, mas que agora, se apegava a vida com ardor.


-Não estou ouvindo – ela disse muito baixo, se recusando a ver aquela mulher ser tirada dali.


A carroça seguiu o mais rápido que pode, indo embora, mas ela não viu. Manteve o rosto enterrado em seu peito, ignorando tudo a sua volta.


-Lilá nunca mais vai importuná-la – ele garantiu – Juro isso.


-Hum-hum... – não queria falar.


Uma sensação horrível de perda no peito.


-Ouvimos gritos! – Juanita surgiu na porta, apressada olhando a carroça que se afastava. – Hermione! Está tão pálida! É melhor que entrem e... Oh, não!


Seu grito horrorizado fez Hermione erguer o rosto e esquecer a tonteira. Juanita parecia bambu verde, pálida e tremula, olhando para frente, como se estivesse possuída por algum demônio.


Seus olhos estavam fixos na imagem a frente. Seguindo seu olhar, se perguntou por que tanta surpresa em ver apenas um homem alto e grande. Adolph não era tão assustador assim.


Suarez havia se aproximado do outro, e ele não olhava para o franzino homem.


Hermione olhou de um para o outro e então lembrou-se de Duran e seus olhos estupendamente verdes.


-Pobre Juanita – ela sussurrou ao entender.


Se soubesse, jamais teria trazido Adolph! Jamais!


Seu lamentou atraiu atenção daquela sofrida mulher que olhou para eles, e então respirou fundo.


-Vou preparar sua cama, precisa descansar.


Apenas Hermione poderia entender ou compreender o que seu olhar úmido queria dizer. Juanita não chorava. Não mesmo!


-O que foi? – Rony perguntou em seu ouvido quando ela o abraçou, tocada pelo sofrimento de sua amiga.


-Ele é o pai de Duran... – falou tão baixinho que ele mal ouviu – O único amor da vida de Juanita... e eu o trouxe para cá.


Rony não respondeu nada. Só uma mulher para compreender a dor de outro coração feminino.


Como homem, não podia dizer nada. Sobretudo, quando o seu próprio coração estava acelerado depois das maldiçoes rogadas por Lilá.


Sentindo todo o brilho da volta se perder, tomou-a nos braços e levou sua mulher para dentro, para ao menos descansar o corpo. Pois tinha certeza, sua mente e seu coração estavam inquietos.


E assim ficariam por muito tempo.


E ele, arrancaria a língua de Lilá se ela ousasse atravessar seu caminho novamente!


 


 


 


 


Beta: Grandes revelações, tava esperando pra saber como a Juanita reagiria, pobre Juanita, eu gosto tanto dela, o que ela vai fazer da vida agora?


“Está cansado de ficar esperando a marja atualizar as fics?


Cansado de ela dar desculpas por não escrever


ou culpar sua beta por não betar a tempo?


Seus problemas acabaram!


Participe do concurso a capa: privação dos sentidos e ganhe inteiramente gratis a fic inteira de uma vez só, enquanto os outros estaram esperando arduamente, vc terá tudo, de uma vez só para seu deleite!


Participe e ganhe!


Essa promoção só vale para o primeiro colocado”


 


Autora: eu mereço essa beta, né? Alguém tem um gardenal para dar para ela? hehehehehehehehehehehhehehehehhe



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