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29. Os primeiros rompantes


Fic: Os sentimentos de Rony NC17 RxH - Cap final


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CAPÍTULO 29


 


Os primeiros rompantes...



Rony abriu os olhos lentamente e os esfregou para que pudesse enxergar melhor.


Maneou a cabeça para o lado e pôde ver que Harry ainda dormia profundamente. Um cheiro delicioso invadiu suas narinas o deixando levemente anestesiado. Era o cheiro dela. Estava ali, impregnado nos seus travesseiros, nos lençóis, na sua pele e na sua mente.


 


Não havia sido um sonho, Hermione realmente havia ido até ali no meio da noite apenas para ficar com ele.


 


Fechou os olhos novamente sorrindo bobamente e desfrutando da gostosa sensação que o tomava por inteiro ao saber que eles estavam efetivamente juntos e que Hermione o desejava, que ela sentia sua falta e que quebrava regras apenas para poder estar com ele.


Era definitivamente um cara de sorte!


 



Lembrou-se do exato momento em que tudo havia ficado claro, do exato momento em que admitira para si mesmo o quanto gostava, desejava e precisava de Hermione.


 


Ela beijou Vitor Krum” Ouviu nitidamente a voz irritada, esganiça e chorosa da irmã. Aquelas palavras ainda o feriam de forma cruel e impiedosa.


Bobagem, pensou tentando afastar a voz de Gina da cabeça.


Hermione estava com ele agora, era sua namorada, e havia sido por ele que havia se arriscado indo até ali naquela noite.


 


Rony sabia que aquele sentimento devastador e irracional que nutria por ela existia há muito mais tempo, provavelmente desde o primeiro ano deles em Hogwarts. Mas naquela época era apenas uma criança e não fazia a menor idéia de que aquele frio no estomago que sentia toda vez que a via ou que discutiam fervorosamente era gostar. Um gostar que crescia cada vez mais...


 


Pegou-se lembrando também de todas as vezes que sentira ciúmes dela. Ah sim era ciúmes, e hoje ele não podia mais negar essa verdade.


 


Você sabe qual é a solução então, da próxima vez que houver um baile me convide antes que outro garoto o faça e não como último recurso.” A voz magoada de Hermione reproduziu-se tão vividamente em seus ouvidos que ele abriu os olhos e maneou a cabeça para os lados assustado a procura dela.


 


Como pôde ter sido tão estúpido? Hermione deixara tudo tão claro com aquelas palavras e ele simplesmente não havia percebido.  


Ou talvez simplesmente não pudesse acreditar que ela realmente sentia alguma coisa por ele naquela época.


Afinal, ainda hoje era difícil acreditar que ela estava mesmo namorando ele. Ele, Ronald Weasley. O garoto pobre e sem talentos especiais. Sorriu novamente empurrando preguiçosamente as cobertas e sentando na beirada da cama.


 


Logo o ano letivo chegaria ao fim e teria que ficar dias, talvez semanas, sem vê-la.


Uma sensação de frio e vazio invadiu seu peito ao pensar nisso e ele tratou de afastar tais pensamentos, voltando a cair contra os travesseiros e afundando a cabeça neles. Aspirou demoradamente o perfume de Hermione que ainda estava impregnado ali e voltou a sorrir.


 


 


...................................................


 


 


 


- Hermione – o garoto se aproximou dela e de Rony com o rosto afogueado e com a respiração irregular. Devia ter corrido para alcançá-los antes que entrassem na sala de aula.


 


Hermione se virou e deu de cara com Justino Fletch sorrindo animado para ela.


- Oi – disse parando diante do garoto. Sua expressão interrogativa.


 


Rony havia parado também e se manteve calado ao lado dela com os braços cruzados. Ele olhava para Justino parecendo curioso e impaciente.


 


- Oi... finalmente te encontrei – disse o garoto de forma simpática, após recuperar o fôlego. – Ah oi Ronald – dirigiu-se educadamente a Rony.


 


- Oi – respondeu Rony sem vontade.


Hermione apenas lhe lançou um olhar desaprovador, o qual ele fez questão de ignorar.


 


- Hermione... bem... eu erm... queria saber se você pode... er.... bem se você pode me ajudar em Runas antigas. Você sabe, eu não sou muito bom nessa disciplina e bem... eu preciso ir bem nela nos N.O.M.s, por...


 


Rony interrompeu o garoto bruscamente.


 


- Se você não é muito bom em Runas é só não fazer essa disciplina no próximo ano – disse mal criado, arrancando um muxoxo irritado de Hermione.


 


Ele a olhou e teve vontade de perguntar “O que foi?”, mas resolveu ficar quieto, no entanto sua expressão permaneceu contrariada e mais emburrada do que antes.


 


- Não posso desistir, preciso ir bem para conseguir seguir a carreira que almejo. – explicou Justino pacientemente.


 


Rony mordeu a língua para não lhe dizer que mudasse de idéia quanto a carreira que gostaria de seguir. Oras, era só escolher outra.


 


- A professora Vetor disse que você certamente não se importaria em me ajudar, visto que é uma das melhores alunas nessa disciplina. Digo, não apenas nessa, em todas na verdade. – galanteou o garoto que parecia não se incomodar com as bufadas indignadas de Rony ao seu lado.


 


Hermione sentiu as bochechas corarem com o elogio de Justino e sorriu timidamente para ele.


 


- Nós podemos marcar um horário duas ou três vezes por semana na biblioteca. - Continuou o garoto que parecia muito animado com a possibilidade.


 


Rony havia torcido o pescoço com tanta rapidez para encarar Hermione que se ouviu um estalo. Ele a olhava como se a desafiasse a dizer que ajudaria Justino.


 


Ele ainda se lembrava de Justino elogiando Hermione enfaticamente no segundo ano deles e do quanto ela havia ficado envaidecida.



Como se ele não a elogiasse também naquela época. Estava sempre dizendo o quanto ela era esperta e inteligente, mas Hermione não dava a mínima.


 


Ela olhou para ele apenas com o canto dos olhos, havia o ouvido bufar deseducadamente o tempo inteiro. E agora a olhava de uma forma tão prepotente a autoritária que a irritou profundamente. O que ele estava pensando afinal?


 


Voltou a olhar na direção de Justino e dirigiu-se a ele com seu melhor sorriso.


 


- É claro que posso ajudá-lo. – disse sorrindo ainda mais abertamente para o garoto. Sabia que estava exagerando, não precisava ser assim tão simpática, mas a forma como Rony havia se comportado havia a deixado com muita raiva.


 


Reparou que ele estava inflando como um balão e o ignorou. Aquilo era ciúmes? Não podia acreditar que ele realmente estivesse agindo daquela forma porque estava com ciúmes!


 


No fundo, Hermione gostava de ver Rony se remoendo de ciúmes dela. Embora, sempre tivesse deixado bem claro que detestava as cenas que o ruivo fazia todas as vezes que recebia cartas de Krum no quinto ano, não podia negar o quanto aquilo a deixava esperançosa. Mas ter ciúmes agora era algo sem propósito, afinal eles estavam juntos, e ele sabia o quanto ela gostava dele.


 


- Nossa, Hermione nem sei como agradecer. - Justino lhe olhou de uma forma tão intensa que ela quase se arrependeu de ter dito que o ajudaria.


 


- Estamos atrasados para a aula Hermione. – resmungou Rony entre dentes ao seu lado. Seu rosto estava vermelho e contorcido numa careta indignada.


 


- Nós nos falamos mais tarde então para marcar o primeiro encontro. – disse Justino se afastando com um sorriso profundamente irritante na opinião de Rony.


 


- Certo, até mais. – despediu-se Hermione.


 


- Ah, então você vai ter encontros com Justino Fletch. na biblioteca duas ou três vezes na semana? – disse Rony ironicamente.


 


- Sim Rony, para estudarmos. – respondeu pedindo paciência a Merlim.


 


- Sei. – resmungou o ruivo em um tom jocoso e desconfiado, o qual a magôo.




Ele desconfiava dela? Não podia acreditar que depois de tudo ele desconfiava dela.


 


Os dois andaram em silêncio até a sala. E o silêncio entre eles perdurou por todo o dia.


 


Depois do jantar, os quatro sentaram-se perto da lareira para fazerem os deveres.


 


Harry e Gina olhavam de um para o outro, mas não se atreveram a perguntar o que estava acontecendo.


 


-Você acha que eles discutiram? – perguntou Gina baixinho perto do ouvido do namorado.


 


- Não sei, mas eles já chegaram com essas caras na aula de DCAT. – confidenciou Harry no mesmo tom de voz da ruiva.


 


- Merlim, será que esses dois nunca vão parar de implicar e brigar um com o outro? - perguntou a garota guardando seu material.


 


- Sinceramente, acho que não. – admitiu Harry, olhando mais uma vez para os dois melhores amigos, calados e emburrados. Ele e Gina riram, atraindo os olhares de Rony e Hermione.


 


- Ei Harry, vem... vamos dar uma volta. – convidou a ruiva maliciosa aos sussurros.


 


Harry, olhou dela para Rony, e ao notar que ele parecia muito interessado no dever, puxou a ruiva pela mão e os dois sumiram pelo buraco do retrato da mulher gorda.




....................................................... 




Em outros tempos, Rony não desperdiçaria um momento a sós
com ela e agora não se dignava nem mesmo a lhe dirigir uma palavra. Ela erguia os olhos ocasionalmente para espiá-lo.


O coração apertado, uma sensação angustiante e sufocante compria seus pulmões, fazendo o ar parecer pouco.


Mas o que Rony esperava afinal? Que ela deixasse de falar e ajudar as pessoas porque ele era ciumento e possessivo? Pois estava muito enganado?


E se não quisesse falar com ela o problema era dele!


 



Rony mantinha os olhos fixos no livro aberto sobre a mesa, mas não fazia idéia do que tinha escrito naquelas páginas.


Aquele sorriso besta de Justino para Hermione não saia da sua cabeça. Qualquer um poderia ter notado que aquele babaca estava se insinuando para ela, e ainda fizera isso na sua frente! Era uma afronta! E Hermione ao invés de dispensá-lo, aceitou ajudá-lo, e os dois teriam encontros na biblioteca.
A lembrança da noite em que Hermione o tinha levado para a biblioteca o fez sentir ainda mais raiva.



A voz de Hermione o tirou de seus devaneios, ergueu os olhos e a fitou friamente.


 


- Você não pretende mais falar comigo? – perguntou ela sem poder mais se conter. Aquela situação era ridícula, afinal ela não havia feito nada, então por que ele a estava tratando dessa forma?


 


Depois de todas as provas que ele dera de que estava amadurecendo, voltava a agir e se portar como uma criança birrenta?


 


- E por acaso você se importa? – perguntou sustentando o olhar acusador.


 


- Ah Ronald francamente! – exasperou-se Hermione abandonando definitivamente sua pena, e mantendo seu queixo erguido em sinal de desafio. – Se você vai continuar agindo como um imbecil, eu realmente não me importo. – seu tom de voz saiu mais alto do que ela pretendia.


 


Ele riu com sarcasmo. – Imbecil? É eu devo ser mesmo um imbecil, deve ser por isso que o Justino ficou dando em cima de você como se eu não existisse! - o rosto de Rony estava ficando extremamente vermelho e sua voz descontrolada.


 


- Você é louco Ronald? De onde tirou essa idéia idiota?! - sua voz esganiçada chamou atenção de alguns poucos alunos que ainda estavam ali.


 


- Não se faça de sonsa Hermione! - berrou Rony devolta, os dois estavam de pé agora se encarando furiosamente.


 


Ela se aproximou perigosamente dele. Teve ímpetos de lhe dar um belo tapa no meio do rosto. Mas a vontade de chorar a fez trancar a respiração para segurar as lágrimas. Recuou alguns passos e manteve o rosto erguido, tentando evitar que as lágrimas caíssem.


Virou as costas sem dizer nada. Quando estava subindo o segundo degrau da escada do dormitório feminino, escutou Rony gritar.



- A Lilá teria recusado, não teria aceitado se encontrar com aquele idiota!



Ela parou de chofre, sentindo suas pernas vacilarem, virou o rosto em direção a ele, os alunos que ainda estavam na sala comunal, inclusive Harry e Gina que acabavam de entrar pelo buraco do retrato da mulher gorda, olhavam para ela, esperando alguma reação explosiva, mas ela simplesmente voltou a virar-se e subir as escadas. As palavras de Rony a atingiram como um punhal afiado.









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N/A: Queridos leitores(as) desculpa pela demora para atualizar, mas infelizmente até junho será assim...

Mas para compessar a demora tenho postado umas shorts de vez enquando...e espero que vcs tenham gostado... e q n me abandonem...

Os comments de vcs me fazem muito feliz, então continuem dizendo o que estão achando...

Beijos a todos queridos!

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