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129. QUANTO MAIS, MELHOR


Fic: O Acordo Perfeito RxHrm- Fic completa by marja


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CAPITULO 129 – QUANTO MAIS, MELHOR


 


 


 


 


 


 


A casa estava fechada e vazia, e ao fechar a porta e trancar, Rony ficou aliviado. Ainda bem que todos estavam na festa, pois ele não pararia por nada do mundo, e seria muito constrangedor explicar-lhes a razão de tanta pressa em subir para o quarto com sua esposa.


Hermione deu um passo para trás quando ele passou por ela, rápido e ansioso, segurando sua mão e a puxando consigo. Até esqueceu do seu medo de subir ou descer escadas.


Acompanhou-o no mesmo ritmo.


O coração batia tão rápido  e tão forte que causava uma espécie de surdez momentânea, como se seus ouvidos estivessem tampados.


Dentro do quarto, ele trancou a porta e quase o indagou o porque, se a porta de casa estava fechada. Foi quando corou. Claro, ele mentira que ela não estava bem, e quando retornassem, a primeira coisa que Anna faria seria conferir se precisava de algo.


Aturdida pelo tamanho da sensação que queimava em seu corpo, virou-se de costas, querendo se recompor um pouco antes de enfrentá-lo.


Um som abafado, como se estivesse morrendo escapou de sua garganta quando Rony abraçou-a por trás. seus braços a mantiveram abraçada a ele, o corpo todo colado as suas costas.


-Eu te quero, Hermione.


Ela fechou os olhos, sentindo sua ereção roçando e pressionando suas costas. Sim, ela também queria.


Queria se curvar e apoiar as mãos na mesa de pentear, e deixá-lo tomá-la por trás. essa imagem foi tão forte dentro de sua mente que ela gemeu como se estivesse sendo tocada.


-Em que está pensando? - ele desceu beijos muito suaves por seu pescoço, depois de afastar os cabelos.


-Penso em... Hum... Me curvar - ela contou, sem notar o que fazia.


-Não, não poderia me controlar - ele discordou – Vamos fazer na cama, com cautela e cuidado.


A voz dentro do seu ouvido amoleceu seus joelhos e Hermione achou que desmaiaria.


-Vamos para a cama – ele mandou e ela girou em seus braços, beijando-o.


Rony não esperava, e por isso não correspondeu imediatamente, mas ela nem se importou. Colocou sua língua dentro daquela boca carnuda de Rony e sorveu seu gosto, seu calor, entregando-se completamente ao prazer de beijar.


Beijar. Apenas beijar. Os cabelos macios e ruivos em seus dedos, tão sedosos e macios quanto a pele do pescoço, arrepiada sob seus dedos. Ombros tão largos que Hermione desceu as mãos por eles, sentindo os contornos dentro daquele casaco pesado e elegante.


Ombros de homem. Homem. Peito de homem. Deus, como precisava de um homem.


Rony soltou-se dela, empurrando-a gentilmente.


No passo que iam, ele gozaria antes de tirar as roupas. Era homem, e o cheiro de fêmea estava no ar. Sua excitação entrando por suas narinas, seus poros, e causando uma onda completa de êxtase e expectativa em seu sexo.


-Tire a roupa – ele pediu, enquanto abriu o casaco.


Hermione não precisou de um segundo aviso.


Rony cravou os olhos azuis em sua mulher, despindo as roupas em tempo recorde. Ágil demais para alguém tão redonda. Sorriu sem que ela notasse, principalmente quando ela quase arrancou o vestido.


 De repente ela parou. Como se levasse um choque ela parou.


Vestia apenas a camisa intima. Um profundo suspiro avisou que algo estava errado, principalmente quando ela o viu completamente nu e se aproximando.


O quarto estava iluminado e ela pareceu se incomodar com isso.


-Hermione?


-Eu...


Um passo para trás, ela estava se afastando e não se aproximando.


-Diga – ele não a deixou ir muito longe, segurou-a pelo braço, correndo os dedos por sua pele, querendo seduzi-la


-Não vou tirar a camisa  intima – ela avisou num tom irredutível.


-Hermione – ele reclamou, mexendo na fita que prendia o decote amplo do diáfano tecido.


-Não – ela pareceu prestes a desistir, e Rony ponderou a situação.


Hermione estava corada. Seu desejo avassalador. Podia farejar, podia sentir o calor que emanava dela. Os bicos dos seios se sobressaiam pelo tecido quase transparente, e ele podia ver quase tudo que ela queria esconder por tola vaidade.


Não lhe negaria o prazer, fosse como fosse.


-Deite-se - ele pediu rouco.


Hermione andou até a cama, como se flutuasse. Estava nervosa, amedrontada e ao mesmo tempo louca por mais. Na rua, o som alto de vozes e de carruagens o fez hesitar, e se aproximar da janela espiando se era na casa ou nos vizinhos.


-Não! – Ela saiu da cama, apavorada achando que ele a deixaria por conta de visitas.


Abraçou-o e o puxou para um beijo.


Rony a pegou no colo e andou para a cama, carregando-a sem quebrar o beijo.


Hermione ficou sobre a cama, ansiosa, deitada contra os travesseiros, as pernas abertas, convidando-o a subir sobre ela.  Rony queria enlouquecê-la antes, e correu as mãos pelas suas pernas, até erguer a camisola pelas coxas, amontoando o tecido entre suas pernas.


Ela jogou a cabeça para trás, gemendo, esperando, querendo, e Rony não lhe deu o que esperava. Subiu as mãos para os seus seios, ainda sentado ao seu lado, agarrando os dois com as duas mãos e sentindo o peso.


-Aperte! Aperte-os!


Seu tom de ordem não ocultava o tom de quem implora, e ele fez o que pediu, imaginando se não seria doloroso. Mas se ela queria...


Seu profundo gemido de entrega o avisou que estava no caminho certo.


Estavam graúdos e inchados, e através do tecido pode ver os bicos durinhos pedindo por beijos. Curvou a cabeça e capturou um deles através do tecido, chupando com pericia.


Hermione gemia e gemia, e ele aumentou a intensidade, passando de seio a seio, até molhar a camisola, e poder ver os seios com quase total nitidez.


Desceu os beijos para baixo, sobre sua barriga arredondada, e ela pareceu incomodada. Insistiu, acariciando sobre o umbigo que estava proeminente.


Hermione tentou disfarçar esse gemido mas não  conseguiu. Fechou os olhos, desfrutando, e quase morreu de susto quando ele levantou a camisa até a altura dos seus seios.


-NÃO! – ela tentou se cobrir, saltando na cama – NÃO FAÇA ISSO! SEU... SEU...!


Rony segurou o tecido, quando ela tentou se cobrir.


-Solta! – ela esbravejou.


-Não! É meu filho, quero ver sua barriga!


-Eu não quero que veja! – ela disse exasperada.


-Porque não? É uma barriga linda! – ele ficou indignado.


-Não é não! Estou... Gorda. – ela disse com tanta veemência que Rony quase riu.


-Já falamos sobre isso. Eu não acho que esteja gorda. Está grávida!


-Meu umbigo saltou! – pronto, escapou.


Envergonhada, respirava com força. Arrancou o tecido das mãos dele e se cobriu completamente.


-O que quer dizer com isso?


-Está para fora. É horrível. – Havia raiva em sua voz por ter que contar isso. E lágrimas. Raiva e lágrimas.


Estava adorável. Tão adoravelmente sexy que sentiu uma punção de desejo castigar seu pênis.


-Hermione, com ou sem umbigo para fora, estou excitado. E a culpa é sua. Se tem algum problema com seu próprio umbigo, então não olhe para ele. Mas eu, como não tenho problema algum com ele, quero vê-lo – disse achando que tinha certa lógica no que dizia.


-Acha que é só isso? – ela cruzou os braços sobre os seios, erguendo-os graciosamente – Eles saltam quando ando. Já viu? Balançam. – reclamou, se referindo aos seios tão mais redondos.


-Sim, e estão graciosamente suculentos. Se me deixasse  tirar sua camisa eu... - tentou passar uma das mãos por um dos seios, mas ela se afastou. Virou-se de lado, emburrada.


Esfregou uma perna na outra, ele achou uma bobagem que se refreasse por causa disso.


-Certo, eu não mexo mais na sua camisa – ele  se conformou – Quero fazer amor Hermione, e tem que ser agora.


-Porque? – ela o olhou por sobre o ombro – Porque você quer fazer amor?


-Vamos ter essa conversa de novo? – ele perguntou, quase desistindo – poderia ter me dito que conversaríamos antes de me deixar excitado, não podia?


-Rony... – ela olhou para a cintura dele, e para sua ereção. Suspirou.


-Hermione, me deixe dizer uma coisa, olhe para mim, quero que veja que estou sendo sincero.


A contra gosto, ela virou-se em sua direção e olhou em seus olhos.


Como era pateticamente adorável a fragilidade feminina em relação a beleza, pensou.


-Espera o meu filho, e amo seu corpo por abrigá-lo. Amo as mudanças que ele está sofrendo. Seus seios estão fantásticos, e quero pegar neles, seus quadris estão mais largos, e quero agarrá-los também. Sua barriga é a única parte que não faz parte das mudanças positivas. Não vou mentir que é meu ideal. Mas faz parte da gravidez. E se você engordar algum dia, no futuro irei aprender a gostar da sua barriguinha do mesmo jeito que gosto das suas curvas bem feitas. Isso é o amor. Ou acha que um dia não terei barriga de vinho e pelancas, como todo mundo?


-Espero que não – ela disse infeliz.


-Eu também – ele fez graça para que sorrisse – Tire a camisa, Hermione. Não tenha vergonha de mim.


-Rony... - ela lamentou, com aquela expressão de sofrimento.


Não estava com vergonha do corpo, disse a si mesma, queria agradá-lo e sentia-se tão abaixo das outras mulheres com quem ele havia estado antes dela.


Insegura, deixou-o erguer sua camisa intima e revelar suas novas curvas. Rony ainda não a vira nua desde que a barriga havia saltado praticamente para fora. Ela podia jurar que havia ido dormir e acordado de outro jeito, pensou marota.


Rony olhou para ela com olhos apaixonados.


Quanto exagero, disse a si mesmo, estava toda magrinha, com exceção da barriga e dos seios mais cheios.


Uma barriga que lembrava uma bolinha de tão redonda. Teria dito isso se ela não estivesse tão pouco segura quando ao próprio corpo.


-Rony... – ela gemeu quando ele mordeu suavemente o mamilo.


Suas pernas se separaram instintivamente, e ele desceu a mão para lá, estimulando.


Nem precisava, estava encharcada.


-Oh, eu preciso, Rony... Preciso muito – estava muito corada pela necessidade, ou apenas vergonha de admitir.


Desesperado para fazer-lhe amor, ele atendeu seu pedido.


Se posicionou entre suas pernas, sorrindo quando ela se remexeu ficando mais perto. Rony optou por ficar de joelhos e não pesar sobre ela.


Olhou bem para sua vagina, tão atiçada, úmida e rosada, e se encaixou lentamente em sua fenda.


Hermione pousou suas mãos nas coxas musculosas, e apertou a carne quando começou a entrar.


Rony se ajeitou e investiu mais um pouco. Mordeu o lábio, esperando que a dor o acalmasse um pouco. Teria dado certo se Hermione não houvesse jogado o quadril para cima, e o obrigado a seguir para frente.


Hermione arranhou aquelas coxas tensas quando o sentiu entrar totalmente. Era o céu.


Revirou os olhos de prazer, achando que nunca estivera tão cheia como agora. Como sentira falta disso!


Parecia maior. Mais rijo. Mais quente.


Oh, ele parecia tão mais rápido, mais forte. Intenso.


Rony se esforçou para ser vagaroso. Calmo e vagaroso. Para ser franco, Hermione não estava muito participativa. Em seu próprio mundo ele era coadjuvante, e nunca mais em sua vida subestimaria os hormônios de uma mulher grávida.


Era uma  benção e ao mesmo tempo uma maldição. Excitada, porém emotiva demais. E quem lhe disse que o paraíso é perfeito, pensou.


-Hum... Hum... Hum... – Hermione se contorcia querendo que aprofundasse, mas ele não o fazia.


Estocadas lentas e suaves, muito calmas, para não machucá-la.


-Rony, forte, amor, mais forte – as palavras eram desconexas, e ela não tinha idéia do que estava dizendo.


Ele acelerou um pouquinho, e ela quase gritou de paixão, acelerando com ele. Rony sorriu quando Hermione jogou o quadril para cima, pedindo mais.


Acelerou mais um pouquinho e mais um pouquinho até ouvir seu grito de puro prazer. Ela diria se estivesse  machucando.


Rony agarrou seus seios, e Hermione achou que morreria. Estava tãoooooooooo sensível. Os bicos doloridos contra a mão calejada era uma verdadeira tortura.


-Amor, mais, mais, oh... - seus gemidos morreram quando ela viu luzes. Seu corpo foi apanhado de surpresa por uma onda de paixão e prazer, e ela quase sufocou. Rony entrava meio de ladinho, com medo de tocar em seu útero com todo seu cumprimento, e desse modo, tocava algo dentro dela que nunca antes fora tocado com tanta precisão.


Rony também notou, pois ela o ordenhava e soltava, enquanto gozava silenciosamente, surpresa e deliciada com aquele prazer repentino.


Quis dizer a ele que era muito, estava satisfeita, mas não teve coragem.


Aquele fogo dentro de si não aplacava, e ela continuou sem moendo contra ele.


-Me morde, Rony, amor, vem, me beija – ela tentou puxá-lo, sem se importar nem um pouquinho se estava confessando o quanto o queria.


Estava louca  e via tudo vermelho.


Como Rony não se curvava, ela sentou-se, arrancando dele um gemido profundo, pois o travava dentro de si naquela posição. A gravidez entre eles era novidade, era a primeira vez que faziam com uma barriga de seis meses entre eles.


Diga-se de passagem, uma super barriga de seis meses.


Apoiando as duas mãos no colchão embaixo de si, Hermione jogou a cabeça para trás gemendo muito a cada estocada. Era difícil, e a pequena dorzinha aumentava o seu desejo.


Tendo seus seios tão perto, Rony não agüentou e mordeu um dos bicos arrancando dela um gritinho de lamento.


Ele fechou os olhos, estava difícil controlar, estava tão molhada de seu gozo, tão escorregadia, tão fogosa....


Hermione choramingou quando ele cresceu e inchou um pouco mais dentro dela, e prevendo o inevitável, ela o abraçou com ambos os braços, confiando nele para não cair de volta contra a cama.


-Mais rápido – ela implorou – eu digo se doer, mas por favor amor, mais rápido!


Hermione implorando em seu ouvido, apertada contra ele, era demais para resistir, e mantendo-a grudada a si, fez o que pediu.


-Ahhhhhhhhhhhhhhhh................... – Hermione deixou a cabeça cair para trás, quando ele começou as penetrações rápidas e profundas. Seus cabelos balançavam e tocavam sobre suas costas, causando umas sensação de liberdade. Suas pernas estavam abertas em volta dele, e Rony mantinha-se de joelhos, o torço de pé equilibrando-os e ela mantinha os olhos fechados fortemente, sentindo aquele membro deliciosamente ereto partindo-a em duas.


Forte. Longo. Duro. Rápido. Forte. Longo. Duro. Rápido. Forte. Longo. Duro. Rápido. Forte. Longo. Duro. Rápido. Forte. Longo. Duro. Rápido. Forte. Longo. Duro. Rápido. Forte. Longo. Duro. Rápido. Forte. Longo. Duro. Rápido. Forte. Longo. Duro. Rápido... Rápido... Rápido... Rápido... Rápidoooooooo.


A sensação de queimor subiu por seu sexo e se espalhou em seu ventre, obrigando-a a respirar com força e gemer como se sua vida dependesse disso.


Seu quadril endureceu e trincou suas paredes vaginais em volta dele, quando a tensão do quase orgasmo a tomou. Ele insistiu, o quadril martelando contra sua fenda, e Hermione gritou como se estivesse sendo machucada.


Gritou e gozou como nunca. Aquilo não passava, e ela soltou-se do seu pescoço, caindo para trás, erguendo os peitos, pedindo mais. As mãos de Rony agarraram seus seios massageando-os enquanto dava tudo de si para satisfazê-la.


Deveria estar passando, mas não. O orgasmo continuava, e as estocadas fundas causaram outro orgasmo, tão intenso quanto o anterior.


Ele não pode segurar mais. Quando ela apertou novamente em volta de seu pênis, tremulando e ondulando com seu prazer, ele gozou. Não queria ejacular dentro, para não causar-lhe desconforto, mas era tarde.


Esvaziou-se dentro daquele corpo macio, saindo antes de amolecer, num último resquício de cuidado.


Queria tanto ter sido mais gentil.


Hermione olhava para ele, exausta e satisfeita. Parecia ter esquecido dos complexos com o próprio corpo, e Rony sorriu deitando-se ao seu lado.


Estava exausto, completamente sem forças para qualquer coisa. Pretendia deitar e dormir um pouco, recuperar as forças. Mas antes, beijou-a languidamente.


-Hum, Rony - ela chamou baixinho quando se separaram.


-Hum, fala – ele se ajeitou nos travesseiros, pronto para uma soneca merecida.


-Agora podíamos ir para a festa da Luna, não é?


Rony olhou para ela. Havia algo de adorável em sua face inocente.


Certo.


Acabou com ele, e estava ali, esbanjando energia.


Era bom que lembrasse disso da próxima vez que a engravidasse.


 


 


 


 


 


 


 


Beta: Hahahahaha, acabou com ele, auhdsuashduashduashduashdaush

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