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72. PROMESSAS PROVOCANTES


Fic: O Acordo Perfeito RxHrm- Fic completa by marja


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CAPITULO 72 – PROMESSAS PROVOCANTES


 


 


 


 


 


 


 


  Uma semana e três dias era seu limite. Hermione bateu o livro com força sobre o móvel da sala, e levantou-se. Achando que usaria as mãos para estrangulá-la apanhou novamente o pesado livro para ocupá-las, e saiu da sala.


Lilá e sua filha monopolizavam cada segundo do dia, cada atenção, cada segundo, desde que ela pudera sair do quarto livremente, sem dores do pós-parto.


Hoje, estava decidida a por um ponto final nisso. Nem que para isso tivesse que usar a arma que comprara e mantinha escondida de Rony.


Os pais de Gina acharam por bem mantê-la e a Harry por um tempo na casa dos Wesleys para que pudessem conhecer melhor o noivo da filha, e sem os dois, Lilá fazia da vida dela um inferno.


Longas noites de conversa com Rony. Risos e sorrisos. Piadas particulares, entre amantes. Assuntos que ambos sabiam que jamais poderia opinar, pois eram assuntos da corte.


Excluída, assistia de camarote.


Hermione passava boa parte das noites acordada tentando ouvir sinais que ele andava pela casa, e estivesse freqüentando seu quarto, visto que não tentara voltar a dormir com ela no quarto principal.


Havia sempre o risco de contagio, mas até mesmo o mais enfermo dos homens, havia sobrevivido e já dava sinas de voltar ao trabalho, então, a única explicação para seu afastamento, era ter achado outra distração e estar cansado dela.


Essa constatação vinha alimentando seu ressentimento, e tornando sua autoconfiança um nada. Sentia-se abandonada. Sentia-se sozinha e doente.


Sentia saudade. Por  mais terrível que fosse admitir, sentia saudades. Como era possível sentir saudade de uma pessoa a quem se vê todos os dias?


Com passos duros, ela marchou para a biblioteca, onde ele estava lendo alguns processos. Todas as noites sentavam-se para discutir e por o papel suas conclusões e documentar tudo que fosse necessário, mas nessa noite em especial, ele pedira tempo para se interar e ler com calma.


Pois calma, era o que Hermione não tinha mais!


 


 


 


 


 


Rony escorou a cabeça contra o assento da cadeira, tentando afastar as lembranças da vez em que a possuíra naquela mesa. Faziam poucos dais, mas pareciam anos.


Refreando o desejo a mais de uma semana dormia em um quarto separado, até descobrirem o que a magoava. Juanita estava confusa, ele também.


Hermione ficara menstruada, mas continuava com os mesmo sintomas.


Poderia ser algo pior. Talvez uma doença desconhecida...distraído, não ouviu a porta da sala abrir, e não olhou na direção de Hermione, para notar sua consternação.


Estava perdido em auto-piedade, e frustração. Queria tanto aquela mulher que a dor era física!


Acordava todas as manhãs com a sensação de solidão e vazio, descia para o primeiro andar, espiava Hermione dormindo, mas não tinha coragem de se aproximar. Iria abusar dela, sem saber ainda, se lhe fazia mal ou não!


-Juanita foi à casa de seus pais.


A voz macia não o sobressaltou, apenas chamou sua atenção. Era uma imagem que agradável seus olhos. Hermione vestida de lilás, os cabelos emoldurando o rosto saudável, as bochechas coradas e os olhos brilhantes. Carregava um pesado livro, mas isso era habito.


-Sim, ela me contou mais cedo – aprumou-se na cadeira, tentando esconder seus sentimentos.


Juanita tinha duvidas. Nunca soubera de uma mulher grávida que menstruasse. Por isso, procurava na ex-patroa, experiente, respostas para esse impasse.


-Acho que ela está grávida e não quer nos contar ainda – Hermione se aproximou, adorando ter uns momentos a sós.


Poder sentar-se ao seu lado, e simplesmente conversar. Ouvir sua voz rouca e máscula, e mais que isso, ouvir seu riso. Alegre e espontâneo, trazendo  cor e graça para sua vida triste...


-Se assim o for, logo saberemos – deu de ombros, engolindo em seco, temendo ser pego – Sente ao meu lado, Hermione. – convidou deixando a cadeira e sentando no pequeno sofá que colocara ali, para lhes dar conforto enquanto estivessem trabalhando.


Poderia negar, e se rebelar, tocando logo no assunto que a trazia a sua presença, mas algo dentro de Hermione a fez se calar. Sentou-se ao seu lado, colocando o livro sobre os joelhos.


Ao sentar, moveu-se desconfortável, sentindo uma das costuras do vestido apertando.


-Como tem se sentido pela manhã?  -ele perguntou os olhos fixos nela.


-Ontem não tive indisposição, nem hoje. Creio que o que tive, passou finalmente – foi sincera.


-Que bom – ficava feliz em ver sua saúde restabelecida, mas triste, por não ter o filho que tanto desejava.


-Ronald...


-Hermione...


Ambos pararam, se olhando. Hermione se calou, pois não queria brigar. Ele se calou, pois ela não estava pronta para a sua desilusão em não ser pai.


-Sinto sua falta ao meu lado na cama – ele contou, acariciando sua face. – Sente minha falta também?


-Porque sentiria? –afastou o rosto, achando que estava subitamente louco.


-Porque lhe faço companhia e aqueço seus pés gelados no meio da noite... – brincou.


-Não tenho os pés gelados – foi sua débil defesa.


-Tem sim. Toda quente, mas com os pezinhos gelados – provocou, beijando atrás de sua orelha.


-Não foi para isso que vim até aqui!  -ela se afastou se recusando a cair em sua sedução. Ainda mais naquela biblioteca, onde tinha lembranças desconcertantes...


-E porque veio me procurar? Afinal, sabemos o quanto minha presença a incomoda. – ele cruzou as pernas desafiador, elegante e ao mesmo tempo másculo, como um predador.


-Sua amante.


Hermione havia se erguido e o encarava de pé, os olhos fixos nos seus.


-Fala de Lilá?


-E acaso tem outro amante sua nessa  casa?


-Sim, minha esposa é também minha amante. A única que possuo, alias – notando seu rubor, tentou não sorrir.


-Para você é tudo uma grande brincadeira! Tem coragem de rir! Vivo um inferno dentro dessa casa por sua causa, e ousa achar graça?


-Inferno?  -ele perdeu o sorriso – e posso saber a causa de tanta raiva?


-E ainda me pergunta! Sabe o que tem se passado aqui dentro? É claro que não! Está ocupado demais com seus próprios interesses! Sua amante tem me levado a loucura! Anda pela casa como se fosse dona, dá ordens em mim e em todas as pessoas que encontra! Me critica e ofende a todo instante! Ousa gritar comigo! Grita com Juanita, com seus filhos!


-E porque você permite isso?  -ele respondeu no mesmo tom furioso – Porque não se defende? Não precisa ser protegida de alguém como Lilá é mais forte e totalmente capaz de   colocá-la em seu lugar! – jogou em sua cara.


-É o que faria se não passasse  o dia todo...doente. – sentia-se fraca em admitir a própria instabilidade. Lágrimas de ódio molhavam seus olhos, mas ela se recusava a chorar!


A culpa o assolou por não ter pensado nisso. É claro que Hermione não tinha tanta disposição para estar sempre na defensiva, inclusive estava sempre fugindo de brigas com ele, fato atípico.


-Hermione, eu sinto muito...


-Sente? Tem certeza? Ela fala aos quatro ventos que você aprecia sua presença nessa casa! Fica contando dos planos que tem de vender essa fazenda, para comprarem um lindo sobrado em Londres, para criarem a filha de vocês dois longe daqui! Conta como será maravilhoso gastar o dinheiro com vestidos e jóias! – ela gritou com ódio  - ela fala para mim, e para quem quisere ouvir! Não me importo que sejam imensamente felizes juntos – esbravejou – mas não com o que me pertence! Não rindo da minha cara!


-Hermione, eu não achei que Lilá pudesse agir assim, acabou de ter um filho e...


-E? Ela esta melhor que eu!Anda pela casa toda, passeia pela fazenda, esfregando na cara de todos a filha do patrão! Seus empregados devem estar as gargalhadas pelas minhas costas! – acusou.


-Lilá fala com os empregados? – perguntou intrigado.


-Isso o surpreende? – pôs uma das mãos na cintura, venenosa, invejosa e ciumenta – O celeiro anda bem movimentado desde que a criança nasceu...


-Isso explica tudo – disse aliviado.


-É bom saber que alguém tem respostas! – não conseguiu mais olhar para aquele homem estúpido.


-há pouco tempo um empregado veio me contar que você e Harry tinham um caso. Que era testemunha. Achei estranho e não lhe dei crédito. Agora sei a origem dessa mentira. Provavelmente Lilá o pagou com promessas.


-Está me dizendo com essa cara sorridente, que sua amante espalha boatos sobre minha índole e moral enquanto se deita com os homens dessa fazenda?  Talvez não devesse ficar surpresa com sua súbita vontade de dormir sozinho!


Não pretendia gritar ou praguejar, mas a raiva era maior que o bom senso!


-Está ressentida pela minha ausência? – ele sentiu ganas de pular e gritar, comemorando.


-Não! É claro que não! – se afastou um pouco mais, querendo desesperada achar algo para jogar nele e apagar aquele olhar de contentamento.


-Está com ciúmes de Lilá e com raiva porque não a procurei mais. – concluiu.


-Meus Deus, é completamente louco! Insano! Fora de si! – acusou, sentindo aquela horrível vontade de chorar diante dessas verdades.


-Hermione, admita, sente minha falta – provocou, segurando-a pela cintura, e abraçando-a, por mais que ela virasse o rosto e tentasse fugir – Pois saiba,apenas me afastei com medo de contaminá-la com a enfermidade que assolou nossos empregados...


-É mentira! – acusou, tentando se soltar – há vários dias sabemos que não é contagioso...!


-Sim, é verdade – como contar a ela, que temia machucá-la enquanto não soubesse se estava grávida ou doente? – mesmo assim senti medo. Pode me condenar por não querer-la ferir?


-Posso condená-lo por muitas outras coisas! – empurrou-o com as duas mãos espalmadas em seu peito.


Livre, irritada, e magoada com seu pouco caso, marchou para fora, com Rony em seu encalço.


No corredor ouviu a voz de Lilá, falando com a filha na sala. Ela ergueu o olhar para Hermione e aquela troca de olhares a fez tremer. Tinha medo daquela mulher, um medo irracional.


Inconsciente as razoes, sentiu um embrulho no estômago e pousou uma das mãos sobre  o vente, como se estivesse se  protegendo.


Rony logo atrás de Hermione se comoveu com seu problema e estava prestes a dizer que levaria Lilá embora naquele mesmo minuto, quando ela se virou em sua direção, os olhos brilhantes em decisão ferrenha.


-Mande-a embora – sua voz era dura e certeira, como o gole de um vinho intoxicante – mande-a para longe dessa casa e lhe dou tudo que quiser!


-Hermione? – estranhou, achando não ter entendido.


-Diz que sente minha falta, se é verdade, tem que aceitar. Uma noite como tenha sonhado. Farei e deixarei que faça o que quiser, desde que ela vá embora!


-Tem idéia do que está me oferecendo, Hermione? – ele ficou a centímetros dela.


Lilá não podia ouvi-los, mas podia ver, e Hermione o beijou. Segurou seu rosto másculo e grudou seus lábios úmidos nos dele, sorvendo o gosto de sua boca e o calor de sua língua. Um beijo apaixonado, mas também vingativo.


-Será tudo seu. Mande-a embora. – era uma serpente tentando no paraíso.


Intoxicado com as promessas de amor, desejo e prazer em seu olhar, ele se deixou manipular como um menino tolo. Concordou com um aceno, incapaz de falar.


Desejo corria em suas veias. Grosso e pulsante, e ele olhou acima da cabeça de Hermione, mirado Lilá como se mira um inseto asqueroso.


-E onde será?


Não era uma conversa muito inteligente, mas Hermione entendia exatamente o que dizia!


-Na sala, no quarto, na biblioteca...no chão, na mesa, na cama...onde quiser , quantas vezes quiser. Mande-a embora!


Sua voz era tão decidida, que Rony quase ergueu suas saias e a possuiu ali mesmo, no corredor, entre a cozinha e a sala, na frente de lilá e sua filha recém nascida.


-Estarei de volta em poucas horas – ele disse no mesmo tom, algo no ar entre eles, algo tão forte e intenso que era impossível desgrudarem os olhos um do outro.


Hermione deu um passo para  lado para que ele passasse. Parada, observou satisfeita a expressão de horror na face de Lavander. Choque e horror enquanto ouvia atentamente.


 


 


 


 


 


 


 


Positivamente era o dia mais feliz de sua vida, pensou Hermione, observando a charrete ser preenchida com as malas de sua rival.


Lilá estava de pé, com a elegância de quando a vira pela primeira vez e olhava com asco para a menina que jazia em seus braços. Seus olhos alcançaram a imagem de Hermione na varanda da casa, e esta sorria.


Lilá a faria pagar por esse sorriso. A faria pagar! Abafando o choro, ela entregou a menina a um dos empregados, para poder subir naquela charrete horrível. Então, a criança foi novamente colocada em seus braços. O fardo que carregaria para toda sua vida, pensou, amargando essa verdade.


Rony havia estado na casa de seus pais e pedido que a recebessem por uns dias, até poder seguir viagem. A despeito dos gritos indignados de sua mãe, Artur ouvira a voz da razão e aceitara abrigá-la.


Parado de pé, em frente a carroça, ele falou rapidamente com um dos empregados, que a levaria.


-Rony, meu único amor, não me mande embora – ela tentou uma ultima vez, chorando  - Estou aqui por sua causa, pelo amor que temos! Por favor, suplico, não me mande embora!


-Verá que é a melhor decisão para todos nós, Lilá- ele tentou ser gentil.


-Não! É  a melhor a decisão para essa mulher monstruosa! Meu amor, livre-se dela! Vai destruí-lo, meu amor!


Seus gritos histéricos, fizeram Hermione apertar as mãos, para se impedir de perder a compostura, aproximar-se, e arrastá-la pelo chão pelos cabelos.


-Lilá – mais perto, Rony apanhou sua mão enluvada em seda, e beijou os dedos galante – Eu a conheço muito bem para me deixar encantar por seu olhar, seu sorriso e suas falsas palavras. Mas há muitos outros homens que se deixaram levar. Encontre um deles e se case. Dê um lar a sua filha. E seja feliz.


-Como posso ser feliz sem você? – ela chorou, desesperada, pela eminente perca.


-Sempre foi feliz, e sem mim – ele garantiu, sem se comover.


-Está enganado – havia tanta verdade em seu olhar, que quase o convenceu.  – Descobri a felicidade apenas quando o conheci. Não é mentira. Pela primeira vez em minha vida, não é mentira.


Sua frase terminou em um fio de voz, e ele soltou sua mão, dando ordens para o rapaz seguir o caminho com a carroça.


Os soluços de Lilá cortaram o silêncio da fazenda, e pode se ouvir por vários minutos, enquanto a charrete se afastava.


Rony subiu os degraus até a varanda e encarou sua mulher, os olhos brilhantes.


-Cumpriu sua promessa – ela disse tocando seu peito, onde o coração de Rony batia descompassado. – Deseja que cumpra a minha promessa agora? – havia expectativa em sua voz e seu olhar.


Afinal, sentia saudades dele. Tanta que estava perto de chorar.


-Está tão pálida – ele tocou seu rosto. – Tem certeza que a indisposição passou? – ficou na duvida.


-É apenas um pequeno enjôo. Achei que tinha passado....- confessou.


Rony sentiu vontade de gritar de alegria, tomando sua mão entre as suas.


-Deite um pouco. Posso esperar.


-Mas... – era ela quem não queria e não podia esperar! Obvio, não diria isso a ele!


-Quero que participe e aprecie.  A única vertigem que deve sentir em meus braços, é de prazer – ameaçou, se afastando quando o calor entre eles aumentou demais. – Pedirei a Juanita que lhe faça um chá.


Longe dela, recuperou o  controle. Entraram na casa, e ela foi para o quarto, dando boas vindas a sua cama, a estabilidade que lhe trazia.


Rony, seguiu para a cozinha, encontrando Juanita preparando o almoço.


-Finalmente teve lucidez – ela disse apreciativa – Aquela mulher me dá nos nervos.


Falava de Lilá.


-O que minha mãe lhe disse?  -perguntou ansioso – Hermione voltou a sentir os enjôos essa manhã!


-Era de esperar – Juanita sorriu para ele, notando sua tensão, sua ancia e sobretudo, sua esperança – Nunca aconteceu comigo ou outra mulher que tenha visto grávida, mas Molly me garantiu que pode acontecer. Que demorou a saber que esperava sua irmã, Gina, pois sangrou dois meses seguidos antes de parar. Sendo assim...


-Hermione está mesmo grávida – ele sorriu – Eu vou ser pai!


Em sua euforia, ele abraçou a mulher, que lhe deu tapinhas nas costas, felicitando-o.


-Sim, e vai ser um pai morto se ela o ouvir! – riu – Conte a ela com cuidado.


-É o que farei. Amanhã. – lembrou-se da noite que teriam e sorriu ainda mais – Amanhã eu contatei que teremos um filho!


Juanita voltou à atenção ao serviço ignorando o rapaz. Era o contentamento do primeiro grande amor. Um sentimento único, que  nunca mais se repetiria em sua vida, pensou.


A alegria incomum e desconhecida pelo primeiro filho. A felicidade desconhecida nos braços da primeira mulher a amar. Essas sensações jamais se repetiriam, pois quando voltassem a acontecer, não seriam mais novidade.


Se é que voltassem a acontecer. Melancólica, Juanita lembrou-se que nunca mais amara depois de ter pertencido ao pai de Duran.


Mas com sorte, esse fato não se repetiria com o casal Granger-Wesley.


 


 


 


 


AUTORA: Estou super cheia de coisas para fazer, mas estou escrevendo muito! Não posso mais garantir a hora das postagens, porque me atraso betando, mas o que importa é que a fic é atualizada, certo?


Bem, queria falar da fic, do meu entusiasmo, das cosias que estão acontecendo nos capítulos que estou escrevendo, mas quando chego nessa parte, estou tão cansada, que só quero postar e descansar....heheheheheheheh....


 


Mi, volta!


Mi, volta!


Mi, volta!


 


Estou quase implorando...não seja cruel. Acostumei-me a vida fácil.


Heheheheheheheheheh


 


 


Beijos a todas!!!!!


 


P.S: alguém queria NC? Bem, tem NC no próximo capítulos!!!!


 

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