CAPITULO 63 – CIÚMES
Rony ficou um bom tempo no corredor do segundo andar, depois de ter visto com seus próprios olhos que tanto Harry, quanto Gina estavam deitados e dormindo.
Sabia que vinham trocando beijos pelas suas costas, e os beijos são o primeiro passo para o sexo. E se isso acontecesse jamais se perdoaria.
Quando achou seguro, desceu as escadas e se aproximou do quarto que Lilá usava. Entreabriu a porta e espiou. Ela dormia de lado, as costas voltadas em sua direção.
Menos mal. Juanita o alertara mais cedo que estava prestes a dar a luz, e Rony tinha que confessar que estava nervoso com a possibilidade dela morrer dentro de sua casa.
Ele sorriu ao pensar em Juanita. Nesses últimos dias vinha mostrando que poderia ser leal a ele também. Sua amizade a Hermione, a fazia afável e dedicada quando direcionado a patroa. Pelo bem de Hermione, até se aliava a ele!
Manter uma gravidez em segredo é algo complicado, ainda mais ao tentar esconder da própria grávida! Esperava conseguir confirmar o fato, antes que Hermione suspeitasse.
Ao entrar no quarto encontrou-a desembaraçando as pontas dos cabelos crespos. Vestia a camisola que Rony mais gostava. Era feita de uma seda muito leve, o colo recoberto por uma renda que permitia ver sua pele. Como os seios de Hermione eram de tamanho médio, a seda não cobria os mamilos, e a renda permitia que visse os montículos rosados.
Rony lembrou-se de seu pedido por ser mais delicado, e menos enfático, e conteve o impulso de tomá-la nos braços e fazer-lhe amor desesperadamente apaixonado.
-Precisa de ajuda? – se aproximou da penteadeira, ficando por trás, olhando a imagem dos dois refletidos no espelho.
-Terminei de penteá-los – ela pousou a escova sobre o móvel e olhou para ele. – Além disso, vou cortá-los amanhã cedo.
Hermione sentia-se boba falando dessas amenidades com Rony. Nunca antes tivera apenas assuntos tolos, e agora as grandes novidades de sua vida eram os cabelos que cortaria, e a evolução quase nula de Gina em seus bordados caóticos!
-Por quê? – ele tocou os fios, com reverência – gosto deles assim como estão!
-Dão muito trabalho – apesar de o coração ter acelerado, ela tinha que contrariá-lo.
No fundo não desejava cortar, mas ao ver as madeixas artificialmente enroladas de Lilá, chegara à conclusão que teria que cortá-los se quisesse penteá-los de modo mais apropriado.
Gina mantinha os cabelos num comprimento que permitia penteados mais sofisticados, e achava que era hora de fazer o mesmo.
-Não corte os cabelos Hermione – ele pediu, colocando as mãos em seus ombro e acariciando a pele.
-E porque não? - rebelou-se, esperando uma justificativa que valesse a pena!
-Porque adoro o modo como eles emolduram seu rosto. Adoro como caem sobre mim, ou como se espalham no travesseiro quando fazemos amor... Não me faça essa desfeita Hermione!
-É apenas cabelo – ela deu de ombros, deixando na dúvida se cortaria ou não.
-É o seu cabelo – ele contrariou, sorrindo – Me faça esse gosto, e deixe-os como estão.
-Estão todos dormindo? - ela mudou de assunto se recusando a prosseguir.
Não sabia como agir quando Rony se dispunha a fazer elogios, ou falar de sentimentos.
-Sim – respondeu, seguindo com as carícias em seus ombros. – Dispa-se para mim Hermione.
-Não – ela negou – Concordei apenas para que deixe Harry e Gina em paz. Não ouse me dar ordens!
-Certo, será do jeito que desejar – disse malicioso.
-Pois eu desejo que deite e durma, e me deixe dormir também - resmungou, enquanto se livrava de suas mãos e subia na cama, virando-se em direção a parede, coberta até a cintura.
Ficou quieta, escutando seus movimentos no quarto, e estranhou que não argumentasse. Confusa com tantos sentimentos dúbios fitou a parede a sua frente, enquanto ele se despia e esperava que se vestisse para dormir.
Rony entrou na cama e se cobriu, estendendo os braços para abraçá-la e a trazer para perto. Hermione se virou em sua direção instintivamente.
-Prometo ser gentil e suave. – ele disse muito baixo - Nem vai perceber que estou aqui – era uma brincadeira, e Hermione sorriu.
-Só não me deixe com mordidas e roxos de novo – ela sugeriu, tão graciosamente corada que ele ergueu seu queixo para um beijo de anjo, muito leve.
Hermione sentiu aquele beijo molhado tocar sua alma, e pousou uma das mãos em seu peito, acariciando a pele nua.
-Faça de novo – ele pediu, reiniciando o beijo com mais fervor.
Hermione descobrira o que esse homem gostava e espalmou as mãos em seu peito, enquanto era mantida entre seus braços. Alisou a pele do peito, alisando e provocando os mamilos masculinos, separou os lábios e desceu-os pelo pescoço forte, descendo mais, até abocanhar um deles com a língua e os dentes.
Rony gemeu, acariciando seus cabelos e sentindo a tortura que era ter essa mulher tão cordata apenas para ele.
-Me toque lá Hermione - ele pediu, mordendo o lábio de paixão.
Ela obedeceu, procurando caminho pela colcha fina até achar sua ereção.
Estava a meio caminho e seus olhos fizeram perguntas.
-Faça carinho, e ele estará pronto em um minuto – esclareceu.
-Porque tenho que fazer isso? – ela questionou num impulso de rebeldia.
-Porque gosta de fazer? – ele provocou. – Porque é assim ser casada, Hermione. Dar e receber carinho e prazer. Não precisa se defender e brigar o tempo todo. Eu adoro ficar assim, e você não gosta?
Ela não respondeu, e Rony não se surpreendeu por isso. Suas mãos delicadas fizeram carinhos apaixonados embaixo do lençol e Rony fechou os olhos, incentivando-a com palavras de amor.
Hermione beijou seu pescoço, e Rony não pode deixar de sorrir ao lembrar que ela achava mesmo que passaria uma vida toda celibatária! Não com toda essa paixão!
Incentivado, ele virou-a na cama, e ficou com por cima de seu corpo, afastando suas pernas e erguendo sua camisola com um movimento rápido.
-Hei! – ela reclamou quando ele deixou a camisola sobre seu rosto, sem tirá-la totalmente.
-Desculpe – ele riu, enquanto gentilmente ajudava a tirar o tecido do no que formou em seus cabelos, ainda rindo ele beijou-a – Me faz agir como um adolescente Hermione – comunicou, olhando seu corpo miúdo com olhos de fome. – Um adolescente muito apaixonado...
-Sei – ela ergueu um pouco o quadril, pois ele a apertava contra o colchão.
-Deliciosa - ele apoiou as mãos ao seu redor, atacando seu pescoço com beijos e chupões.
Hermione deixou o desejo fazendo dela uma mulher maleável e boba, gemendo e incentivando seu inimigo a usufruir de seu corpo vergonhosamente!
-Ainda doem? – ele perguntou tocando um seio com a mão, roçando o mamilo na palma da mão.
-Um pouco – ela foi sincera, e ele baixou o rosto, substituindo as mãos pela boca. Nada de sugar ou morder, apenas a língua, traçando círculos em volta e provocando a pele eriçada. – Isso é...
-Fale não se acanhe – pediu insistindo nos carinhos que arrancavam suspiros e gemidos baixos.
Hermione agarrou em seus ombros, esfregando a perna em sua coxa, pedindo por mais.
-... É muito bom. Sinto... Um calor aqui dentro – tocou sobre o ventre e ele desceu os lábios para seu umbigo.
-Isso se chama tesão – adorou ouvir seus gemidos ficarem mais altos – e chama-se também amor. Você me ama Hermione.
Hoje ela ouviu e não retrucou. Não concordou, mas também não negou.
-Diga Hermione – ele ergueu o torço olhando em seus olhos, analisando seu rosto enquanto pedia – Diga que me ama – se ajeitou entre suas pernas, sentindo os movimentos ansiosos que ela fazia com o quadril pedindo por mais. – Diga: Eu te amo.
-Porque diria? - ela virou o rosto para o outro lado, acariciando seu peito e pedindo por mais – Faça. – pediu com a respiração arfante.
-Diga que me ama – ele insistiu e ela negou com a cabeça. - Diga Hermione, uma vez só, mas diga!
-Porque, se é mentira? – perguntou desesperada, pelo tamanho do sentimento que nasceu dentro dela diante desse pedido.
Rony avançou, penetrando-a lentamente enquanto fitava seus olhos profundamente, os braços de Hermione se erguendo para enlaçar seu pescoço e grudar os corpos.
Ela soluçou, as pernas o mais afastadas possível, as coxas tremulas.
-Não importa, minta! Mas diga! – ficou imóvel, o corpo tenso e dolorido pela espera – Diga que me ama, mesmo que seja mentira.
-Não. – ela desafiou, olhando para baixo, entre eles.
O lençol havia escorregado totalmente, e estavam nus sobre a cama, entrosados, entrelaçados e tão íntimos que causava uma dor aguda em seu ventre.
-Não pare... Rony, por favor, prometeu que seria gentil comigo – ela apelou desesperada para continuar.
-Eu quero ouvir – ele baixou o rosto para beijá-la – Uma vez apenas, mentira ou não, quero ouvir que me ama.
Hermione gemeu quando ele começou a se mover lentamente. Muito devagar, deixando uma sensação absurda de vazio, apenas para voltar, preenchendo cada centímetro de seu interior com sua presença pulsante e quente.
-Isso é tão bom - Hermione lamentou, sentindo os beijos molhados que ele distribuía em seus mamilos, sentindo aqueles dedos habilidosos roçando sobre seu ponto mais sensível, esfregando o clitóris com tanta precisão que a deixou em chamas.
-Diga – ele pediu novamente, penetrando mais fundo e mais lento – Diga Hermione.
-É mentira – ela avisou, acompanhando suas fundas e intensas penetrações.
Quase não se moviam; um amor lento e torturante.
Uma das mãos de Hermione agarrou seus cabelos, fazendo-o jogar a cabeça para trás, como uma fera acarinhada e domesticada, enquanto os sexos se bolinavam e se encaixavam numa dança própria.
Hermione desceu as mãos para suas coxas masculinas, acariciando a pele rude, e agarrando seu traseiro, apertando a carne musculosa e gemendo quando Rony avançou mais rápido. Sua perna subiu e enlaçou a coxa firme de Rony, se moendo e se entregando.
Dentro e fora, o movimento aumentou e os gemidos acompanhavam aquela cavalgada, Hermione perdendo o senso de direção a cada funda entrada, e a cada torturante retirada.
Esfregando com dedos urgentes, ele a levou a um ponto onde as luzes piscaram sob suas pupilas, e o calor era tão forte que precisou se agarrar a Rony, abraçando-o com braços e pernas, convulsionando a seu redor.
Com as pernas ao redor de sua cintura, sentiu-a tão aberta que avançou mais rápido, se perdendo naquele calor úmido, aveludado e ondulante. O ritmo não era mais calmo, era forte, e o suor corria nas costas de Rony, sob os dedos de Hermione que acariciavam desesperadamente cada polegada que pudessem alcançar, perdida num beijo de puro desejo e tesão.
As línguas se misturavam e se caçavam, imitavam os movimentos de seus sexos, o corpo de Hermione ficou absurdamente tenso, apesar de ele ter tirado os dedos, sentindo aquele majestoso membro estufar cada polegada de espaço que havia dentro de seu pequeno corpo. Rony afastou os lábios, gemendo e respirando com dificuldade enquanto acariciava seu rosto vermelho pelo esforço de acompanhá-lo naquele arrombo de prazer.
-Diga – ele pediu com as palavras entrecortadas – uma única vez, diga.
-É mentira – ela disse desesperada, um mundo de cores saltando diante de seus olhos abertos, enquanto o orgasmo a fazia prisioneira – é mentira... Oh Rony, é mentira, mas eu te amo!
Um explosão aconteceu dentro dela, e precisou soltar as pernas e ergue-las alto e afastadas quando ele inchou dentro de seu corpo a ponto de provocar uma dor sufocante. Ele gozava com a mesma vontade que ela, o mundo real desaparecendo ao redor dos dois, como se não existisse mais nada além dos corpos e das almas entrelaçadas.
Hermione foi a primeira a voltar a si, o corpo mole, sendo sacudido pelos movimentos que Rony ainda insistia em continuar.
Olhando aquele rosto tão adorado, úmido de suor, avermelhado e contorcido pelo prazer, os olhos azuis límpidos como um céu de verão, ela acariciou seus cabelos e procurou seus lábios, oferecendo a ele o conforto que faltava para aquietar seu corpo.
Era um beijo meigo e suave, e os corpos pararam. Hermione o empurrou gentilmente para libertar sua intimidade um pouco dolorida, e ao retirar o membro, sentiu nos dedos a umidade e viscosidade que estava espalhada entre os dois, principalmente nos lençóis.
Era o gozo de seus corpos e sem ter vergonha alguma, ela apenas se alinhou e o deixou tombado sobre seu corpo.
-Você é perfeita – ele disse baixo, para não quebrar clima entre eles – Juro, é perfeita para mim como mulher alguma nunca foi.
-Durma – ela pediu no mesmo tom, não querendo falar.
-Mas eu te amo Hermione – ele beijou seu queixo e o canto de sua boca, sorrindo como uma criança feliz ao ganhar um presente de Natal.
-Durma Rony – ela insistiu, não querendo falar disso.
-Era mesmo mentira? - ele ergueu forças para se mover e a trazer para seus braços sobre seu peito.
Hermione tinha fechado os olhos e o abraçado com força, o corpo relaxado como sempre acontecia após o amor.
-Hermione?
-Durma, ou vá para o sofá da sala – ela disse começando a se irritar.
Seu corpo estava mole, mas ainda poderia arrumar alguma força para fazê-lo se calar.
-Você me ama – ele concluiu sorrindo.
-Se você acha... – deu de ombros, esfregando o rosto em seu peito.
-Eu te amo Hermione – ele ainda sorria e ela ergueu os olhos em sua direção.
-Rony, eu sinto muito, mas não amo ninguém. – ela disse séria – Nunca mais vou amar na minha vida. Por isso não quero um marido. Para não ser obrigada a mentir.
Essas palavras apagaram seu sorriso e ela baixou os olhos, mortificada.
-Sinto muito – insistiu sentindo sua mágoa.
-Não peça desculpas – ele beijou o topo de sua cabeça.
Hermione não demorou muito a adormecer, exausta, mas ele ainda ficou acordado um bom tempo, pensando na sensação maravilhosa de saber que era amado. Hermione dizia não, mas seus olhos gritavam sim.
E ele estava disposto a acreditar em seus olhos.
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Era noite quando Rony acordou com um ruído de passos. Hermione dormia em seus braços profundamente, e não moveu um músculo sequer quando se soltou e saiu da cama.
Em pânico momentamente ao pensar que poderia ser Harry e Gina, ele se apressou a checar.
Aliviado, viu na sala Lilá sentada no sofá com uma expressão abatida. Vestia a camisola e os seios estavam praticamente nus, seu ventre dilatado evidente. Era uma linda mulher, não fosse o péssimo caráter. Numa poltrona, Harry estava sentado, ainda vestido, com expressão desolada.
-Me deixe em paz Lavander - ele dizia em voz baixa e abafada, um pouco enrolada.
Rony notou que havia uma garrafa de vinho ao seu lado.
-É uma linda menina, sua noiva – ela dizia com a voz de uma serpente.
-Não fale de Ginerva. Não ouse pôr seu nome em suas conversas promiscuas.
-Harry, Harry... Não pode me enganar. Está apaixonado pela pequena Gina – ela sorriu esperta – Mas é um sentimento fugaz. Vejo em seus olhos o amor verdadeiro, como poucas vezes vi antes. E esse amor, é dedicado a outra mulher.
-Porque está acordada? – ele disse ríspido, afastando o olhar.
-Porque não consigo dormir. Sinto dor - ela sorriu – Porque não desabafa Harry. Já fomos tão amigos, além de amantes. Está completamente enlouquecido por aquela mulher insignificante, não é?
-Você é louca – ele se apressou a dizer.
-Não entendo o que tem nessa mulher. Rony... Parece querê-la e você... Também.
-Não fale de Hermione. Não tem esse direito. Não fale de mim, ou dela. Não se atreva a tecer mentiras e insinuações – ele ameaçou furioso. – Respeito meu amigo e respeito sua esposa. O resto é invenção sua!
-Respeito não tem a ver com amor ou paixão. – Lilá alfinetou – Se ela quiser ficar com você, teria respeito?
-Sim – havia verdade em seus olhos.
-Mesmo queimando de paixão? – ela instigou.
-Para que serve minha paixão para uma mulher que tem um marido?
-Isso nunca foi um empecilho para um homem e uma mulher apaixonados Harry!
-Hermione é decente e respeita o casamento. Pare com suas insinuações. O que sinto... Não é da conta de ninguém!
-Harry, eu estou falando como uma amiga – se não houvesse bebido o bastante para ter a mente turva, Harry teria notado o brilho dissimulado em seu olhar – Me conte como se sente. De verdade.
-Sinto-me confuso - ele confessou – Meu coração dispara quando estou com Gina. Sinto como se o dia se ascendesse e ficasse colorido como nunca antes esteve. Penso ser capaz de sentir felicidade. Mas quando olho para Hermione... O que sinto por Gina parece pequeno. Pequeno diante do sentimento que me ataca. Quero...
-O que você quer quando vê Hermione? – ela instigou.
-Quero abraçá-la e confortá-la. Nunca antes me senti assim por mulher alguma.
-Isso é amor Harry – ela sorriu – Amor verdadeiro.
-Quando a vejo com Rony parece tão errado me sentir desse modo. Seu lugar é aqui, com ele. Os dois combinam.
-Não, eles não combinam, vivem um inferno! Como poderiam combinar?
-Nem sempre o amor é fácil – ele respondeu.
-Porque não conta a ela como se sente e espera para ver sua reação? Talvez ela o ame em segredo!
“E todos os meus problemas estariam resolvidos”, pensou Lilá.
-Eu já disse como me sinto. Hermione não deu importância, diz que a quero como irmã.
-Bobagem. – Lilá riu suavemente – Entendo de homens e de mulheres. Rony está sendo enganado, ela está apaixonada por você Harry. E você por ela. Faça um favor a todos nós, seja sincero e a leve daqui.
-Está louca – ele levantou-se e cambaleou – Louca e errada!
Lilá observou-o sair e sorriu consigo mesma. Sentia dor, por isso não conseguia dormir. Grande sorte encontrar Harry também acordado, se remoendo em culpas.
Acariciando o ventre, chegou à conclusão que estava no caminho certo.
Rony, aquela fazenda, e todo o dinheiro que viesse dali seria dela! Só dela!
Rony esperou Harry ir dormir para voltar ao quarto. Pouco lhe importava se Lilá ficaria acordada a noite toda ou não.
Sentia sobre os ombros o peso das confissões de Harry.
Ele estava apaixonado por Hermione.
De volta ao quarto, trancou a porta e ficou observando a mulher que dormia inocentemente. Não lhe contara que Harry lhe falara sobre seus sentimentos.
Mentira!
Porque Hermione mentira?
Seria por amor a Harry?
AUTORA: Ah, o ciúme. O que ele não faz com a gente, né ?
Recadinho especial para a Disomers: vc não precisa de um celular caro, ou muito moderno. Qualquer um que tenha cartão de memória de pelo menos 1G dá para guardar ebooks.
O meu é da Nokia, e é um da linha básica, sem muitos apetrechos e leio normalmente. Precisa apenas do cartão de memória (que todos vem hoje em dia...), do seu computador para formatar o ebook, de um aplicativo que tem gratuito na internert para converter e ficar compatível, e ter instalado no computador o programinha compatível do seu celular (tem no site das marcas de celular...). daí é só aproveitar!!! Se quiser te passo o passo a passo de como fiz no meu!!!! Beijos!!!!
Beta: O negócio entre esses dois está esquentando, e daqui a pouco a bomba estoura.
P.S.: Perdoem pelo atraso na betagem, é que tenho prova sábado e domingo, então me atrasei um pouco, mas com certeza a partir de amanhã eu estarei certinha nas betagem ok! Bjos meninas!!!