CAPITULO 57 – PRESENTE INESQUECIVEL...
Rony sentiu uma corrente de adrenalina correr seu corpo. Era assim que Hermione aparecia em seus sonhos. Feliz em amá-lo e servir-lhe.
Mas sonhos, são sonhos, não é verdade? A realidade pode ser ainda melhor, pensou.
-O que deseja fazer, Hermione? – tentou manter a calma e não saltar sobre ela como um homem faminto.
-Eu...- seus olhos baixaram, e ela corou um tanto, antes de reunir coragem - ...não posso decidir sozinha. Pensei que pudesse, pois Juanita foi bem detalhista, mas não posso! Eu...- sentia-se tão nervosa que achou melhor desistir.
-Pediu conselhos a Juanita para me agradar? – apenas a surpresa por essa constatação já era o suficiente para garantir sua satisfação e plenitude.
Um sorriso malicioso e sensual em sua face, a fez corar violentamente.
-Pedi conselhos, para não ser tão boba e assustada o tempo todo – desmentiu. – se é para acontecer, que ao menos, saiba o que estou fazendo!
Rony fingiu acreditar, e se aproximou um pouco mais.
-Diga a mim o que deseja aprender e ensinarei, Hermione. Não deve jamais ter vergonha de perguntar o que lhe cause incerteza. Sou seu marido, seu amante e seu amigo. Não um inimigo.
Essas palavras a deixaram muda.
-Sempre me pergunto o que pensa, quando se cala – ele disse, tocando seu rosto, para olhar em seus olhos.
-Nem mesmo eu sei o que penso quando me deixa sem palavras – confessou, sem saber porque as palavras saiam de sua boca com tanta facilidade.
Sorrindo diante de sua entrega, ele se afastou e olhou para ela, abrindo os braços num convite.
-Diga exatamente o que deseja que lhe mostre, Hermione.
-apenas desejo que goste –ela disse humilde, sem ocultar um pequeno sorriso satisfeito.
No fundo de sua consciência, Rony sabia que havia algum intento por trás de tamanha doçura, mas a satisfação de ser agradado por ela era tão grande, que subjugou essa voz, e estendeu a mão em sua direção:
-Tire minha roupa, Hermione – pediu, engolindo sem seco.
Contendo o impulso de ralhar e argumentar que poderia muito bem despir a si mesmo, e que não entendia de onde tiraria prazer com isso, ela obedeceu.
Seus dedos tocaram os botões da camisa com obstinação, mas antes que pudesse terminar seu trabalho, eles começaram a tremer de antecipação. Era um estranho prazer em sua entranha, vindo do simples ato de intimidade que era despir seu marido.
A camisa se abriu, e com as mãos tremulas, tocou seus ombros, mantendo-as ali mais que o necessário, até derrubar o tecido por seus ombros e retira-la por seu braços. Imóvel, Rony deixou-se cuidar. Não ofereceu ajuda, mas também não resistiu em momento algum. Apenas ficou olhando seus gestos decididos e inocentes. Nada afetados, como os gestos de outras mulheres que tivera em seu passado.
Hermione era autentica e explosiva. Uma combinação difícil, e ao mesmo tempo empolgante.
Com o peito desnudo, Hermione desceu as mãos para seus quadris estreitos, sem notar que deslizava as mãos pelo peito e barriga, sobre o umbigo, se embrenhado nos suaves pelos ruivos que nasciam ali em direção as virilhas.
Por trás da calma, havia um vulcão, e ela respirava difícil, as mãos quase não a obedecendo, por mais que achasse tolo tanto calor e aqueles arrepios, apenas por um gesto tão simples quanto tirar as roupas de um homem!
Suas mãos tocaram o cinto de couro, e ele disse baixo e rouco:
-Primeiro os sapatos, Hermione.
Ela lhe lançou um olhar sujo, que contribuiu para o frisson que apertava sua garganta e seus testículos. É claro, não estava feliz em ser submissa, por mais que resolvesse ser bozinha por alguma razão misteriosa!
Se ajoelhando, ela retirou um dos sapatos, e então o outro, não esquecendo as meias. Erguendo-se de volta, ela retomou seu lugar, antes, colocando os cabelos soltos para trás, concentrada em sua tarefa.
Os dedos quase não conseguiram puxar o cinto, e solta-lo. Deixou-o pender, solto em volta de sua cintura, e abriu o primeiro botão da calça. Por um segundo achou que suas mãos não obedeceriam a continuar, pois sentia um estranho frio nas entranhas. Essa noite faria coisas, que jamais sonhara existir e tinha certeza que não esqueceria enquanto vivesse!
Sem saber que esse súbito frio, era expectativa, ela puxou o zíper com cuidado, pois seria terrível feri-lo. A calça ficou frouxa em seus quadris e ela pôs as mãos nos dois lados, puxando para baixo.
Ajoelhou-se novamente, para tirar as calças perna a perna, sem presa. Para ela, os movimentos eram rápidos, mas para Rony era lenta tortura.
Contendo o embaraço tolo que a fez corar, tirou-lhe a roupa de baixo, antes que perdesse a coragem. Havia notado, que desde o momento em que se pusera a abrir os botões de sua camisa, ele havia ficado excitado, como se o mais sutil dos toques pudesse causar o efeito de um tufão em seu corpo, e agora, perto, ela olhava para a comprovação desse efeito.
Ergueu os olhos para ele, e Rony engoliu em seco, antes de sentar-se na beira da cama, e dizer com a voz ainda mais pastosa que antes:
-Tire sua roupa.
Hermione respirou fundo e levou as mãos aos botões do vestido, na parte de trás. não demorou muito, pois eram fáceis de soltar. Sem prestar muita atenção em si mesma, tirou-o, e então, repetiu o mesmo ato de abrir os botões do colete intimo.
Rony olhou para seus movimentos comuns, movimentos de rotinha e não achou que houvessem movimentos mais sensuais que esses. Hermione não tentara despi-lo com gestos afetados ou falsos, muitos menos se expunha com a arrogância que as outras mulheres faziam.
E essa simplicidade, era erótica e estimulante. Tanto, que Rony fechou os olhos por um segundo para não se revelar e gozar como um adolescente excitado com a primeira mulher que possui!
Quando o colete caiu ao chão, ele admirou os seios perfeitos, do tamanho certo para suas mãos, corados, os mamilos ainda suaves, dois pontos de algodão rosado esperando por suas caricias. Eram deliciosos e quando ela ficou de perfil, para baixar a calça intima, ele admirou o contorno de meia lua que eles formaram em seu torso.
Quando a ultima peça foi descartada, ela mexeu os cabelos, que atrapalhavam e não seria capaz de notar que àquelas madeixas longas caindo sobre o peito eram uma imagem devastadora para seu auto controle.
-Venha até aqui, Hermione –ele mandou calmamente, contrariando a própria presa, levantando-se e esperando por ela. – e me beije.
nua, andou decidida até seu marido, enlaçando seu pescoço com as mãos, sem no entanto ter maior contato com seu corpo. Rony deixou, e esperou pacientemente.
Hermione sempre perdia as reservas no calor do desejo e foi exatamente isso que aconteceu. Encostou os lábios nos dele, aprofundamento o beijo e se deixando apertar, quando ele enlaçou sua cintura, grudando os corpos.
Gemeu suavemente, ao contato delicioso do corpo quente contra o seu. Ter aquele corpo tímido, cheio de curvas certas, grudado ao seu era tentador, e Rony apanhou-a no colo, antes que Hermione pudesse protestar.
Curvou-a sobre o meio da cama, e quando pretendia deitar-se sobre ela, Hermione colocou ambas as mãos sobre seu peito, para afastá-lo.
-Disse que me ensinaria... – ela falou baixo, com a voz presa, pela mesma razão que ele sentia-se incapaz de falar.
Aquela mulher nua, pernas entreabertas, cheirando a desejo, disposta a aprender com ele, era o fim e o começo para qualquer homem de sangue quente!
-Tem certeza que não corro o risco de levar um tiro? – brincou e ela riu suave, mas riu.
-Depende do quanto me fará perder as estribeiras – ela brincou de volta, e ele sentiu o pênis palpitar de expectativa.
-Diabinha, venha cá.
Empolgada, e esquecida da sua estratégia de vingar-se de Lilá, se ajoelhou aos pés da cama, olhando para ele, de pé a sua frente. Estava mais do que disposta a colaborar com a carreira de professor de Rony! Mais que disposta!
Tendo –a seu alcance, Rony acariciou seu rosto, afastando seus cabelos de sua face, admirando os olhos castanhos que o fitavam em expectativa.
-Já fizemos isso, Hermione, mas não da forma delicada como deveria ter lhe mostrado. – com as mãos ele se acariciou, atraindo toda a atenção de Hermione – Toque-o como fez na outra noite...
Excitada, ela fechou uma das mãos em volta do membro, sentindo o volume, o peso e a textura. Noite passada fizera isso, mas sem intenção, fora apenas instinto, mas nessa noite, teria tempo para analisar o que faria.
-As duas mãos, Hermione- ele pediu, mordendo o lábio, para sufocar o prazer, e deixá-la ter todo tempo necessário para matar sua curiosidade, esperava, que antes que isso o matasse!
Com as duas mãos em volta do membro pulsante, Hermione olhou para ele. Era um homem lindo. Seus olhos brilhavam ao dizer:
-É um homem bonito – disse a revelia de sua própria vontade.
Não queria dizer! não queria elogiá-lo!
-E você, é a criatura mais sexy que já conheci – ele segurou seus cabelos, e acariciou seu rosto, enquanto sentia seu toque tímido – sua resistência, me excita. Sua agressividade me deixa louco, suas negativas me fazem querer mais, por alguma razão, quanto mais tenta me afastar, mais perto quero estar!
Diante desse desabafo, ela não respondeu nada.
Era desconcertante. Profundo demais. Rony confundia sua dedicação com rendição, e ela sentiu uma pontada de dor ao pensar em como ficaria magoado se soubesse de seus planos.
Talvez, como um pedido de desculpas, ela intensificou os carinhos. Beijando seu umbigo, e refazendo uma trilha de beijos por seu peito, e barriga, ela seguiu masturbado aquele monumento ao desejo feminino.
Longo, grosso, e rijo, avermelhado na larga ponta triangular, despertou o desejo de Hermione em provar tudo aquilo que Juanita a recomendará.
Jamais saberia de onde saíra à vontade e a coragem, mas ela aproximou o rosto, passando a língua suavemente sobre a ponta, onde brilhava úmido por aquele mesmo liquido salgado que provara a um mês atrás.
Rony fechou os olhos, gemendo, e ela fez de novo. Deslizou a língua pelo comprimento todo, sentindo o gosto e o calor, depois, muito suave, beijou a glade, beijos curtos, e tímidos, pois era a primeira vez em sua vida que vazia isso.
-Dentro, Hermione, coloque dentro da sua boca – ele pediu, a beira de uma convulsão de prazer. Seus dentes estavam trincados pela força que fazia em se controlar.
A pequena diabinha estava adorando descobrir e conhecer, e isso estava matando-o! Era tão bom e ao mesmo tempo torturante. Sua inocência era o mais poderoso afrodisíaco existente!
Incentivada, ela entreabriu os lábios, e colocou um pedaço.
-Chupe! – ele mandou, perdendo a compostura – Coloque todo em sua boca e chupe!
Pretendia lhe dar oportunidade de conhecer e descobrir, mas não dava mais para conter.
Um pouco assustada com onde estava se metendo, ela fez. Colocou o membro o mais fundo que conseguiu, sem engasgar e chupou. Como quando era criança e sugava um doce, ansiosa pelo sabor adocicado.
Rony grunhiu uma espécie de grito e ela fez de novo.
-Hermione – ele puxou os cabelos, mostrando-lhe como queria. Os quadris estreitos se movimentavam contra sua boca ditando o ritmo, e ela adorou sentir aquilo tudo, aquele descontrole todo, sendo só por sua causa.
Juanita lhe dissera que era suportável, mas ela estava enganada. Era delicioso! Sentia entre as pernas, uma viscosidade, que escorria pelas coxas, e sequer havia sido tocada. Um pulsar doloroso, de ser possuída, um vazio que apenas ele poderia preencher!
Mesmo querendo mais para si mesma, continuou, os sons de sucção inconfundíveis, assim como os gemidos de Rony que preenchiam todo o quarto, e possivelmente poderiam ser ouvidos no outro quarto, onde Lilá estava.
Querendo ouvir seus gritos, não por causa de Lilá, mas pela satisfação de ser ela a causadora, aprofundou os movimentos, chupando rápido e voraz, levando uma das mãos que antes seguravam a base do pênis, para baixo, e tocando os testículos, apertando-os entre os dedos, como Juanita dissera para fazer.
-Diabos...não faça isso! –ele gritou, puxando seus cabelos a ponto dela reclamar de dor, mas não parar.
Rony olhou para aquela mulher decidida e gemeu antes de ter coragem suficiente para pará-la. Hermione não gostou nada, principalmente quando ele a empurrou na cama, deitando-a com as pernas para fora da cama.
-Quero vê-la -ele disse urgente, afastando suas pernas, e Hermione as dobrou apoiando os pés na beirada de madeira da cama. Os braços se apoiaram nos cotovelos e ofegou quando Rony encaixou-se entre suas coxas, e deslizou uma das mãos sobre sua intimidade, afagando, excitando e bulinando com os dedos. O ápice, que a fez gemer e jogar a cabeça para trás, em êxtase, foi quando deslizou o dedão para dentro. Ele riu suavemente quando ela rebolou contra ele, pedindo por mais.
-O que você quer? - ele perguntou lambendo seu pescoço, como um gato.
-Mais... – gemeu quando ele obedeceu, rindo ao substituir do dedão por dois dedos mais longos – Oh...mais...
Não era exatamente seus dedos a que se referia, mas ele estava apenas lhe devolvendo o tesão de antes.
-Acha que agüenta mais...? – ele brincou, lambiscando seus lábios com a língua e Hermione o catou para um profundo beijo, segurando seu rosto, enquanto uma das mãos correram para baixo, e se ele não a estivesse segurando teria caído contra o colchão, mas Rony tinha total controle sobre os corpos, e quase o perdeu, quando as mão atrevida, apertou sua ereção, levando-a ao local desejado.
-Agüento tudo que puder me dar – ela disse ao soltar seu lábios, e também seu pênis.
Ofegante, voltou a posção anterior, se oferecendo para aquele ‘mais’ que a desconcertava.
Preisou morder os lábios para não gritar quando ele a penetrou. Longa, e angustiantemente fundo. Apesar de conter os gemidos, Rony não os evitava e ela tornou-se hiper sensível prestando atenção aqueles sons eróticos.
As mãos fortes subiram por seu corpo e seguraram em seu pescoço, segunrando sua face, enquanto começava a se mover, com velocidade e profundidade. Desse modo, foi impossuvel para Hermione se mober, apenas tinha o corpo sacodido e empurrado para frente para ttas, enquanto a impressionante ereção a partir a em duas, e produzia sensações inconfesaveis.
Era sua culpa,pensou,se contorcendo de prazer, despertara aquela fera e agora, ele a subjulgaava. E que forma de ser subjulgada!
-Ah...ah...ahahahahahahahahahaha.....ai...Rony...Ahhhhhhh.....
Seus olhos se fecharam com força, o prazer tão evidente, e vindo tão rápido e tão intenso que Hermione achou que morreria. Suas costeças doíam pela pressão e pela posição, mas a pequena dor não conseguia apagar a intensidade do prazer.
-Oh......... – não deveria ser ela a estar gritando. Mas não xonseguia mais contecer-se.
Suas mãos agarravam a beira da cama com desespero, o rosto de Rony a polegadas do seu,e tentou beija-lo,mas ele não deixou, perdido nawuele mundo só dele, penetrando seu corpo como se pertencesse apenas e somente a ele, e ela não tivesse direto a lamentar a força exagerada! Olhando em seu rosto, ele lambeu seus lábios, soltando seu rosto, e ela caiu para treas na cama, exatasiada./Rony agarrou ambos os seios, apertando-os emqunro se empurrava fundo dentro daquele corpo estreito e molhado.
Hermione choramingou, e gemeu, sempre agitando os quadris, oferencendo a ele a libertação que ambos precisavam, e quando os quadris pequenos pararam de se mover e ela tenmtou segura-lo, empurra-lo ou chuta-lo, Rony soube que era o momento do gozo, por isso parou, e saiu por alguns segundos.
Arrancada daquele mundo particular, olhando para ele zangada e sua zanga não durou muito. Rony estava vermelho, o peito arfante, passando as mãos em seu rosto para afastar o suor e os cabelos. O pênis balança em sua direção tão perto de onde o precisava, e Hermione apenas esperou pacientemente que voltasse.
Ou não tão paciente, visto que estava inquieta e ansiosa para retornar àquela sensação maravilhosamente única!
Rony não olhou para ela, apenas para aquele recanto avermelhado, úmido e palpitante e achando ter controle bastante para enlouquecê-la novamente, voltou a penetrar aquele corpo tão adorado.
Pousos movimentos, um entra e sai leve e adorado, com os olhos de Hermione atentos aquela imagem única. Isso, até a grande mão calejada ser colocada sobre sua vulga, o dedo atrevido pressionado o clitóris e o ritmo aumentar.
Ela caiu novamente para trás, a cabeça rodado de um lado para o outro quando o prazer a feriu.
-Oh.... – aquela onda subiu por suas virilhas em direção ao seios e então, queimou suas faces pela agonia e o esforço físico.
-Oh....... – aquele dedo rodando sobre seu clitóris mandava uma descarga bombástica para seu centro e os movimentos rítmicos daquele pênis inchando dentro dela era mais que poderia suportar.
-Ohhhhhhh...... –ele forçava mais e mais, pois ela estava absurdamente tensa, o corpo travado, molhado, mas travado em volta de seu pênis enquanto o orgasmo a consumia. Rony teve que parar, não dava mais para mexer, ela estava apertada demais para não se machucar.
Observou apaixonadamente aquela barriga lisinha se contorcendo, o corpo convulsionando, enquanto ela rebolava pedindo mais, apesar do prazer recebido.
Dedilhando com empenho, ele dobrou o corpo, Agarrando um seio e o erguendo em direção a sua boca. O mamilo se encaixou em seus lábios e ele o sugou com força, lambeu e mordeu, voltando a se mexer, quando o gozo a deixou mais suave, e tão molhada que sentia escorrer pelas coxas dele também. Movimentos leves, suaves, profundos e enlouquecedores e Hermione tentou abraçá-lo, tentou explicar que não podia sentir mais anda, mas era mentira, podia sim!
Aquela onda voltou mais forte, mais cruel, e Hermione sentiu o mundo tremer, enquanto seu corpo tremia junto, entendeu o braço e agarrando os cabelos ruivos, a ponto dele gritar, pela dor e pelo tesão, enterrando-se tão fundo e tão forte que ela gritou. Gritou de dor, gritou de prazer, gritou de raiva por sentir tanto prazer, contorceu-se em seus braços, enlaçando sua língua na dele quando a beijou faminto.
Mais um movimento, e ele gozaria, tinha certeza disso, e Hermione o empurrou quando percebeu isso também.
-Hermione... – reclamou, mas ela tentava tira-lo de sobre si, de dentro do seu corpo.
-deita na cama – ela pediu tremendo e gaguejando – Deita....
Sem saber o que pretendia, e com as pernas tremendo, ele saiu de dentro dela, ouvindo seu choramingo, pois estava muito inchado.
Engatinhando na cama, ele deitou-se nos travesseiro, observando-a se mover arte ele, apesar de tremer muito. Ela parou na altura da sua cintura e os cabelos macios cobriram sua virilha quando baixou a cabeça e o tomou na boca.
-Oh, Deus... – foi a única coisa que pode dizer antes de se perder.
Ela não se fez de rogada, chupou e lambeu com força e intento, arrancando dele gritos furiosos e um gozo intenso, que derramou dentro de sua boca grande quantidade de sêmen.
Hermione engoliu tudo, cada gota, desfrutando tanto disso que estava novamente palpitante e quente.
Continuou chupando, mesmo quando ele amoleceu em suas mãos.
-Hermione, chega, não posso mais – ele implorou, sorrindo cafajeste, quando ela parou.
Ela fechou os olhos com força sentindo a palpitação crescer e Rony sentou-se pondo uma das mãos entre suas pernas ao entender qual era o problema.
Ela agarrou seus ombros, colando o corpo ao dele quando os dedos longos acharam o lugar certo, e a trouxeram novamente ao clímax.
Não precisou muito, ela estava hiper sensível, e bastou um dedo longo dentro em uma massagem firme e movimentos sobre o clitóris inchado e ela quebrou em seus braços, mordendo, gemente, xingando e lamentando a má sorte em deixar-se levar.
Ele riu quando ela se acalmou, abraçando-a contra ele.
-Não ria de mim – ela pediu a cabeça escondida em seu ombro, os cabelos escondendo sua expressão exausta.
-Não estou rindo de você, embora, não deva xingar seu marido desses nomes feios, não na cama. – debochou e ela se encolheu em seus braços, talvez sem lhe dar atenção. – Vem, deita comigo.
Num misto de verginha tardia e sentimento de culpa, ela manteve o rosto escondido em seu peito.
-Ao menos uma vez, tenho que ser grato a Juanita -ele disse pensativo, ainda com humor na voz, enquanto seu coração tentava se conter, e voltar ao normal o corpo morto para qualquer atividade que exigisse esforço físico.
-Não diga isso. – ela fugiu de seus braços,se virando para o outro lado, e ele acompanhou-a, abraçando-a por trás, beijando seu ombro.
-Não fique com vergonha de mim Hermione. – provocou.
-Não estou com vergonha de você – era verdade. – Acaso não sabe como essas paredes são finas.... – agora que seu plano dera certo, estava envergonhada, pois áqüea mulher nojenta saberia o quanto gostava de fazer amor com seu marido!
-Fala de Lilá estar nos ouvido?
-Essa mulher tem nome. – cortou, rangendo os dentes – Lavander Brown. Porque insiste em referir-se a ela com tanta intimidade?
-Esqueceu, que fomos íntimos? – respondeu, não gostando nada do seu tom.
-Como poderia se continua no quarto ao lado do meu?
-É uma estadia curta, por pena, Hermione. Pensei ter deixado isso bem claro. – irritado, sentou-se na cama, coberto pelo lençol fino.
-Claro, que sim, de qualquer forma, me tira a privacidade dentro de minha própria casa! Ela dá ordens em minha empregada, me humilha, tenta dar conselhos libidinosos a minha cunhada, flerta com o futuro noivo de minha cunhada e ainda como não bastasse, acha que pode ensinar o que meu marido gosta ou não gosta! – deixou escapar, e meio a raiva incontida.
-Lilá fez isso? – não era uma surpresa.
-Não deveria ter dito isso – ela lamentou.
Rony começou a pensar no súbito comportamento doce de sua mulher. Afável, meiga, disposta a agradá-lo em publico...tudo para devolver a Lilá a humilhação que lhe ira imposta. Talvez...sentou um gosto amargo na boca, ao lembrar de seu olhar de triunfo ao vê-lo gritando de prazer ainda a pouco.
Afastou-se dela, olhando para o teto.
Não fora desejo. Muito menos rendição. Apenas vingança. Usado justamente por Hermione.
-Sente-se vingada? – perguntou seco.
Hermione, virou-se em sua direção segurando o lençol para se proteger de seu olhar, e ao notar o olhar duro e frio, sentou-se, numa tentativa de não parecer tão frágil e desprotegida.
-Sim – confessou.
Rony saiu da cama, imediatamente após a resposta. Vestiu as calças e a camisa, assim como os sapatos.
-Onde vai? É madrugada! –ela ficou incrédula com seu comportamento.
-Vou para qualquer lugar onde não esteja.
-Porque não tenta o quarto da sua amante? -ela retrucou, sentindo o peito doer diante da rejeição. Era a primeira vez desde que o conhecerá que não desejava ficar ao seu lado!
-Talvez faça isso – ele não explodiu, como sentiu vontade, mas a dor era inevitável.
-Não, não vai fazer!!!! – ela se moveu, ajoelhada na cama, jogando um travesseiro em sua direção, lamentando não ser uma pedra – VAI FICAR NESSE QUARTO!!!!
-Não, eu não vou! Já teve sua vingança, Hermione. Fique feliz com o que tem!
-Não! não admito que faça isso! – seu rosto estava contorcido, com a idéia de ter provocado tanto ódio a ponto de ser traída – Se fizer isso, juro, amanha mesmo, me deito com o primeiro empregado que demonstrar interesse! –ameaçou – e não estou brincando!
-Faça isso! -ele desdenhou, olhando para ela com desafio – Que seja esse o fim do nosso casamento!
Ele saiu e bateu a porta com força atrás de si. Sem pensar no que fazia, Hermione enrolou-se no lençol e seguiu-o. encontrou Rony na sala, se preparando para tomar a grande decisão que mudaria sua vida. A raiva o mandava ir atrás de Lilá, mas o medo de terminar mesmo com o casamento, o detia.
-Tem coragem de me virar as costas? -ela indagou, magoada.
Rony ficou surpreso em vê-la atrás dele. Hermione nunca lançava um segundo olhar em sua direção. Sempre o deixava ir!
-Me enganou. Me usou para medir forças com Lilá! Como quer me sinta a seu respeito? – ele se aproximou magoado e espezinhado.
-Eu só queria que ela desistisse e fosse embora de uma vez! Que nos deixasse em paz! -ela respondeu, ficando desesperada. Não percebeu que elevava a voz, a ponto de gritar, até ouvir passos.
Rony olhou para o lato da escada, e avistou Harry de pé surpreso, usando as roupas de dormir, ele olhava para os dois, ainda mais surpreso.
Ciumento, ele se pôs entre a imagem semi-nua de Hermione e os olhos maliciosos de seu melhor amigo.
-Volte a dormir, Harry -ele mandou exasperado – Estamos...conversando.
-Está tudo bem? Tem certeza? – Harry parecia incerto, talvez temendo a segurança do amigo. Hermione parecia ser do tipo capaz de fazer grande estrago quando furiosa.
-Sim, apenas estamos tentando nos entender. Hermione é louca, e não posso mudar isso! – a raiva era maior que a prudência.
-Seu infeliz! – ela disse atrás dele, se movendo, mas Rony a segurou.
-Suba, Harry, não quero nenhum homem olhando para minha mulher sem roupas!
-Não estou sem roupas! – protestou, quando Harry se afastou e ficaram sozinhos.
-Volte para a cama, Hermione – ele mandou em tom baixo, rouco – Volte para a cama, cale sua boca e durma antes que eu perca a cabeça com você!
-Ao diabo que vou me calar por sua causa e...RONALD!!!!
Rony cansou de sua histeria. Com um movimento ágil e não esperado, ergueu-a nos braços e jogou sobre o ombro. Chocada, ela não teve reação, até ser jogada sobre a cama, em seu quarto.
-Deite e cale essa maldita boca. – ele avisou, tentando não olhar para seu corpo nu, onde o lençol escorregara revelando os seios empinados e tentadores.
Ela se calou, não pela ordem, mas sim, pela surpresa. Ele trancou a porta, e enfiou-se na cama, de costas para ela. Ofendida, por ser capaz de deixá-la falando sozinha, Hermione levantou-se, soltou o lençol e vestiu a camisola, entrando embaixo das cobertas para tentar dormir. De lado, a cabeça apoiada no travesseiro, não achou maneiras de se aquietar.
Depois de uma eternidade, ela ouviu os inconfundíveis roncos e Rony e respirou aliviada. Sem nem se dar conta do que fazia, virou-se, de frente para as costas musculosas e se aproximou. Ele não saberia, então, que mal havia sentir um pouco de calor humano....?
Na penumbra, enlaçou o braço sobre a cintura masculina, e aconchegou os seios contra as costas dele. Segundos depois, também adormeceu...
Autora: Nossa, Hermione é muito boba!!!!! Rony, me pega, me joga, me arranha...nossa...eu quero ele para mim!
Felizes com 2 capítulos?
Estou curtindo o descanso, e vocês?
Próxima atualização dia 02/01.
Pessoal, desejo tudo de bom nesse fim de ano, e que 2010 venha ainda mais animado e cheio de novidades e sussesso para todos nós!!!!!!
FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
P.S: capitulo precariamene betado por mim e não revisado. Finjam que não notaram os erros, ok?