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54. TANTO SACRIFICIO


Fic: O Acordo Perfeito RxHrm- Fic completa by marja


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 54 – TANTO SACRIFICIO


 


 


 


 


 


Havia uma ruga em sua testa, uma ruga que indicava seu estado de preocupação. Durante toda aquela refeição, Hermione não falara. Sobretudo, o silêncio de Harry era gritante.


Talvez cumprindo seu pedido, ou apenas ansiosa para fugir daquela situação desconfortável, ela arrumou uma desculpa e se recolheu mais cedo.


Embora tentasse pensar de forma positiva, que estava ansiosa pela noite que teriam, uma vosinha interna o alertava que era imaginação e esperança tola. Hermione estava escondendo algo.


Talvez o mesmo segredo que Harry lhe escondia. Não era cego. Podia ver claramente o arrependimento de Harry. O nervoso.


Uma súbita imagem dele se declarando a sua mulher, o fez levantar-se da mesa e encerar o jantar. Se fosse isso, ele jamais perdoaria Harry.


Não poderia imaginar a própria reação diante de Hermione, mas sabia que nunca mais seria capaz de confiar e amar alguém. Talvez a perdoasse, não sabia. A simples idéia era sufocante demais para pensar no assunto.


Precisando urgentemente aliviar essa sensação, apressou o passo para o quarto. Entrou, e fechou a porta, a tempo de vê-la desabotoando o vestido.


Surpresa, fitou-o, pois esperava que demorasse um pouco mais.


-O que fez durante toda a manhã em que estive fora?


A pergunta era direta. Essa fora a primeira oportunidade que teriam a sós desde que Harry chegara, nos demais dias sempre estivera próximo.


-Como assim? – parou o que fazia o vestido esquecido.


-quero saber exatamente o que fez durante toda a manhã e não minta, ou saberei! – exigiu furioso com a idéia de traição.


-O que acha que fiz? – ficou na defensiva – Acordei, tomei café da manhã, conversei com sua irmã, preparei sua torta...arrumei o quarto, hã...me livrei de sua amante por algumas horas...e...


-E?  -ele se aproximou os olhos nublados pela desconfiança.


-Descasquei batatas para o almoço! – afastou-se irritada – Isso, até aparecer e me levar à força para ver seus pais! Porque esse interrogatório? O que pensa que fiz?


-Está falando a verdade? – agarrou seu braço com força e ela ficou assustada.


-Pergunte a Ginerva, esteve comigo a manhã toda – era algo sério, o bastante para deixá-lo fora de si. – Porque está tão furioso?


-Acaso não sabe?  -ele não conseguiu afastar a imagem dos dois juntos, pelas suas costas – Acaso não notou o olhar de Harry sobre você?


-O que...do que está falando? – confusa, não tentou se soltar.


Sua expressão era tão sincera, que ele soltou seu braço, segurando seu pulso, e acariciando onde a pele avermelhara.


-Tenho reparado no modo como Harry a olha. Com tanto interesse, tanta admiração...ele tentou uma aproximação? Disse-lhe como se sente? Fez-lhe elogios? Prometeu-lhe algo em troca de seus carinhos?Diga a verdade, Hermione!


Chocada, ela se afastou.


-Está falando do seu melhor amigo – ela lembrou-o – o mesmo homem que está fazendo a corte para sua irmã! Como pode achar que estaria me falando coisas românticas pelas suas costas? Ou pior, que eu estivesse ouvindo?


-Não é segredo para ninguém que me detesta – ele lembrou-a.


-Tem razão – concordou, ofendida.


Ofendida demais para brigar. Com raiva sufocando, ela terminou de desabotoar o vestido, e desceu-o, ficando só com as roupas de baixo.


-Hermione – ele chamou, achando que a conversa não podia acabar ali.


Ela não respondeu. Como aquele homem poderia achar que era tão fútil e falsa a ponto de envolver seu melhor amigo em uma trama de sedução?!!!!!!


A magoa cresceu tão rápido, que ela não se deteve. Tirou a roupa sem se importar se era observada ou não. Soltou os cabelos, com ódio, quase arrancando os fios, e enfiou-se embaixo do lençol, dizendo com voz amarga:


-Quero dormir, então, por favor, se apresse.


Seu tom, sua petulância, contribuíram para que a fogueira que o queimava em ciúme e duvida aumentasse e extrapolasse.


-Abra as pernas – ele mandou quando ficou nu e subiu na cama.


Furiosa, ela ergueu o lençol revelando as pernas, e somente elas, e entreabriu-as.


-Abra mais – ele mandou sufocado pelo desejo e ódio.


A imagem de Harry vendo-a desse modo, conhecendo-a tão intimamente, o fazendo cego para a realidade.


E a realidade, era Hermione de braços cruzados sobre o peito, mantendo o lençol no lugar, tensa, e rija, incapaz de olhar para ele sem querer arrancar sua cabeça e colocar na parede, como um adorno!


Deveria gritar aos quatro ventos que fora incapaz de guardar a honra da irmã, e garantir assim sua completa humilhação diante de toda a sua família,  apenas não o faria pelo bem de Gina. Jamais por causa dele!


-Olhe para mim – mandou, enquanto se ajeitava entre suas pernas, de joelhos.


-Para que, se estarei pensando em Harry? – provocou.


-Eu mandei olhar para mim – ele disse entre dentes, o desejo correndo em suas veias, as mãos tentando arrancar o lençol, mas ela segurando com ambas as mãos. – Pare com isso, Hermione!


-Não ouse gritar comigo!  -ela gritou de volta – Quer que sua amante saiba do pouco respeito que tem por mim? – fez referência a Lilá que dormia no quarto ao lado.


-É por isso que quer me dar o troco usando Harry? Esperava mais de você! – ele jogou o lençol do outro lado do quarto, agarrando seus braços e segurando-os contra o lençol.


-Esperava mais o que? Como poderia traí-lo se não me deixa respirar? Não consigo dar um passo sem que esteja atrás de mim como uma sombra! – ela reclamou, sentindo os olhos se enxerem de lágrimas – Não me acuse de cosias que sabe que não sou capaz de fazer! Não me julgue pelo seu próprio comportamento! Muito menos me culpe pelas suas fantasias! Pelas suas desconfianças!


Essas palavras o fizeram parar e fita-la com amargura. Hermione tinha toda a razão. Estava cego de ciúmes, por isso não via que Harry seria incapaz de traí-lo, assim como Hermione seria incapaz de ser amoral.


-Não consigo tirar essa imagem da minha mente –ele tentou explicar.


-Que imagem? – ela perguntou com a voz tremula, apesar de não querer chorar. Vinha tendo esses rompantes de choro por qualquer coisa e detestava isso!


-Vocês dois sozinhos, trocando carinhos...beijos. – ele falou olhando para seus olhos, sem saber se ela poderia entendê-lo.


-Está me culpando por algo que está apenas na sua cabeça? – perguntou incrédula.


-Estou louco  - ele concordou.


-Pois acho que deve pedir perdão a Harry por pensar tão mal dele!


-E a você? Não devo perdão? – perguntou sem compreender.


-Não. Não me deve nada, nem eu lhe devo algo. Não somos nada um do outro. Não me importo com você! E ficaria feliz se me deixasse em paz!


Estava ferida por sua desconfiança. Mortalmente ferida.


Rony soltou seus braços e se afastou, apesar da ereção. Apanhou o lençol e colocou sobre ela. Deitou-se ao seu lado embaixo do lençol.


Surpresa, ela esperou algum movimento.


-Quando estiver mais calma, continuaremos – ele disse pensativo e Hermione olhou para seu baixo ventre, e ele pegou esse olhar – Não se preocupe, estarei aqui, esperando por você. – tentou uma brincadeira.


-Pensei que os homens não pudessem se conter quando....- calou-se antes de expressar sua curiosidade.


Não era mais uma virgem boba, sabia muito bem o que era desejo e como se consumava tal sentimento. Conhecia melhor o sexo que muitas mulheres casadas que nunca tiveram um marido tão entregue a paixão. Mas em alguns aspectos ainda era ignorante.


-É doloroso conter o desejo, Hermione – ele apoiou-se em um dos braços, para olhar para ela, se perguntando se notava que a raiva havia ido embora. – Para um homem, é além de tudo doloroso fisicamente, mas não é desculpa para se cometer desatinos contra uma mulher, além do mais, sempre é possível se aliviar sozinho. Mesmo porque, a dias do mês, que uma mulher não pode satisfazer o marido.  – sorriu para ela – quando tivermos uma relação todos os dias, Hermione, haverá o período de sua menstruação, em que teremos que achar outra forma de satisfazer o desejo. Aliás, me diga quantos dias do mês, terei que esperar.


-Não falarei com você sobre isso!  -ela disse chocada.


-Porque não? Sou seu marido.


-Um marido que  me acha capaz de ter amantes? – alfinetou.


-Um marido que sente ciúmes. Hermione, nunca fui assim, está sendo difícil lidar com um sentimento tão novo. – desculpou-se.


-Três dias – ela disse de repente, envergonhada.


-três dias é uma eternidade. Teremos que achar um meio de passar o tempo nesse período – sorriu malicioso.


-Se esquece que não pretendo dormir com você quando acabar os sete dias?


-Se esquece que ficaremos casados para o resto da vida?  -ele devolveu no mesmo tom, menos tenso. – Não seja má, Hermione, me toque. Deixe-me mostrá-la os outros modos de fazer amor que existem.


-Para que? – perguntou, tentando acalmar o acelerado coração que batia alucinado dentro do peito.


-Para que possa desmaiar de prazer nos meus braços – prometeu. – Além disso,  devemos aproveitar essa semana, visto que não haverá outras. – argumentou, para confundi-la e conseguir o que desejava.


-Eu...- engoliu em seco – não quero conhecer nada disso. Por favor, acabe logo com isso para que possa dormir!  -pediu, com um tom de desespero na voz.


Rony olhou para ela agredido em seu ego. Por mais que dissesse a si mesmo, que Hermione tinha medo do amor, de se apegar, ainda assim, doía ser rejeitado.


-Deite-se contra os travesseiros – ele mandou, cansado desse jogo de tentar agradá-la. Era hora de pensar só em si mesmo. Teria o prazer que buscava, e se ela gozasse bom para ela, pois não se esforçaria muito para agradá-la!


Um pouco incrédula por seu tom, ela puxou os travesseiros e recostou as costas contra eles, mantendo os braços cruzados sobre o peito.


Rony afastou o lençol, e a descobriu novamente. Ela cerrou as pernas, bem fechadas, mas ele não estava mais se importando.


Excitado, ajoelhou-se e apanhou o pênis manipulando, enquanto a forçava a abrir as pernas. Dessa noite ela tiraria uma lição. Somente a possuiria quando estivesse perto do fim, para deixar-lhe com  o gosto do desejo. O mesmo gosto amargo que carregava consigo em cada minuto do seu dia.


Mantendo os olhos fixos em seus seios médios, empinados e túrgidos, continuou se masturbando, enquanto devorava com os olhos os mamilos rosados, eriçados e pontiagudos, que se enrugavam diante do seu olhar. Seguiu o olhar para sua barriga lisinha, o umbigo côncavo e diminuto, que parecia pedir um beijo.


As coxas firmes, pelo habito de montar, as pernas curtas, porém bem desenhadas, o vale escorregadio, rosado e úmido entre suas pernas parcialmente separadas...precisou empurrar seu joelho e segura-lo com uma das  mãos para abri-la a seu olhar.


Tão pequena, tão suave...cheirava tão bem, e ele quase sucumbiu. Jogou a cabeça para trás, quando sentiu àquele familiar calor subir por sua espinha, e seu pênis enrijecer ainda mais em sua mão, enquanto os movimentos aumentavam a ponto de gemer, e fechar os olhos, mas não por muito tempo, se tinha a viva imagem do seu tesão diante de si.


Inquieta, Hermione estava sem fôlego, observando a beleza do homem que estava diante de si. Selvagem e totalmente sem pudor, mostrando a ela uma face nova do amor. Ingênua, não sabia de seus planos em frustrá-la.


Ela tentou fechar as pernas, mas Rony não deixou, não sabia que não era de vergonha, era apenas para tentar aplacar a sensação que crescia em sua intimidade, uma necessidade tão grande que achava que explodiria se não fosse tocada. Sentia o corpo em brasas e o ar faltando, como se ele estivesse junto dela, possuindo-a.


Era tão erótico olhar, tão intenso, que o aquela sensação em seu ventre a fez desejar se tocar. Como na noite passada, por os dedos lá embaixo e aliviar aquela dor. Mas não faria. Não tinha coragem!


Irrequieta, molhou os lábios quando ele gemeu mais forte, e se aproximou. Ansiosa, ergueu o quadril, para recebê-lo. As pernas trincaram em volta dele, e sufocou um grito quando foi profundamente penetrada. Uma das mãos agarrou o travesseiro enquanto a outra agarrou o ombro de Rony, desejando que não se movesse ainda. A sensação de abundância era tão grande, o pulsar no fundo do seu corpo tão excitante, o calor tão inacreditável, que ela fechou os olhos, sentindo o prazer tremer tudo dentro dela. Ele tentou se erguer e começar a se mover, quando roçou sem querer sobre  o ponto mais sensível, e ela dobrou uma das pernas, contra sua coxa masculina, se contorcendo sob ele.


-Hummmm.....oh......hummmmmmmmmm- os gemidos dela o surpreenderam, e parou no mesmo instante.


Não era isso que planejava!


Refreando o impulso de investir, ele saiu. Hermione ergueu o quadril desesperada ao sentir todo aquele comprimento inchado saindo de dentro de seu corpo.


-Ronnnnnnnnnnnny........... – era um profundo gemido de lamento e ele tremeu da cabeça aos pés pelo esforço de se conter.


Masturbou-se como um louco, o desejo tão intenso que ameaçava consumi-lo.


De olhos bem fechados, estava quase acabado, quando sentiu. Um suave toque sobre sua mão, que o fez parar e abrir os olhos.


Hermione estava sentada, longe dos travesseiros e tentava tirar sua mão e substituir pela dela. Achando que não sobreviria a isso, ele deixou.


A mão pequena se fechou com a pressão certa em volta da carne sensível, e ele se pegou gemendo completamente entregue.


Poucos movimentos, não precisou de muitos, por mais que ela estivesse curiosa e quisesse que demorasse mais, ele apertou a face numa dor desesperada, e gozou aos gritos.


Hermione estava incrédula e fascinada, observando a forma como ele reagia, e olhou para si mesma, onde o liquido branco escorria, por seu pescoço e seios,e achou que não estava certo que diminuísse em sua mão.


Soltando-o, se deitou novamente, com as pernas separadas e mal conseguiu falar:


-Rony...?


Ele olhou para sua mulher que o esperava, e achou que morreria.  Hermione não percebera seu intento em frustrá-la. Achava que fazia parte do ato. Passando uma das mãos pela face, ele limpou o suor e se preparou para o combate.


Não a deixaria frustrada, não assim, tão exposta e pedinchona.


Era uma evolução incrível, e sentia-se na obrigação de cumprir seu dever...esse pensamento o fez sentir-se o homem mais viril desse mundo!


Deitando-se entre suas pernas, ele deixou a cabeça pousar em seus seios, e abocanhou um deles, sugando e mordendo, enquanto ela se mexia embaixo dele, urgente por mais.


Sentindo que enrijecia rapidamente, esfregou-se contra seus grandes lábios, ajudando-a a ter algum alivio enquanto a natureza o fazia pronto novamente.


Chupou, lambeu e mordeu seus seios, quase com reverencia, adorando o modo como ela estava presa sob ele. Seu peso, deveria sufocá-la, mas o modo como ela se esfregava e se oferecia dizia o contrario.


-Hermione, seu corpo é tão quente...tão macio – ele disse, erguendo o dorso para beijá-la. Um beijo que Hermione correspondeu, quase arrancando seus cabelos, em puxões que não deixavam duvida sobre sua vontade.


Torturador, esfregou o pênis sobre seu clitóris, até sentir que ela abandonava seus lábios a beira de se confrontar com apenas isso. Só que agora, era ele quem queria mais!


Ao inferno com vingança!


Olhando para baixo, se encaixou e escorregou lentamente para o interior aveludado. Saboreou todo o caminho, surpreso, ao sentir os beijos que ela lhe dava no pescoço. Ergueu a face, deixando que os lábios macios subissem por seu queixo, contornando o maxilar, as bochechas até achar os lábios. Seus carinhos tímidos, eram quase mais eróticos que a sensação de estar dentro de sua carne tenra.


-Continue com os beijos, Hermione – ele pediu, suando, e se movendo lento e pausadamente, rodando os quadris para enlouquecê-la.


Ela obedeceu, descendo os lábios pelo pescoço, chupando a pele, sem saber que isso garantiria marcas no dia seguinte. Desceu os lábios para seu ombro, tento que parar para gemer e se contorcer, pois o prazer era devastador. Com uma missão, seguiu beijando  a pele retesada, depositando beijos úmidos, pelo peito amplo, sem saber de onde tirara a ousadia para lamber os mamilos masculinos, mas sentindo que era exatamente isso que deveria fazer.


Os grunhidos de Rony a incentivaram, e ela precisou parar quando num arremesso mais fundo, perdeu a capacidade de pensar. Agarrada a ele, se rendeu aos gemidos, de olhos fechados, forçado os quadris a acompanhar o vai e vim forte.


Hermione passou aos braços pela cintura de Rony, e trancou as pernas em suas costas, no momento em que ele alcançou a maior penetração possível, e  o prensou ali, tão fundo quando era possível ir. Ele não deixou, pois tinha planos para ela, e num movimento brusco, soltou-se, empurrando-a, na cama, até estar de costas. Seu rosto contra o travesseiro, e antes que reclamasse, ele voltou.


Hermione choramingou, pela brusca entrada, mas não reclamou.  Deitada de bruços, sentia-se sendo empurrada contra o lençol a cada funda investida. Rony manteve suas pernas bem separadas enquanto ia e vinha, entre suas nadegas roliças. Não estava de quatro, estava deitada, e desse modo tornava-se ainda mais apertada, e Rony cerrou os dentes, sem agüentar tamanha pressão devastadora.


Hermione sentia o corpo todo espremido, roçando nos lençóis, e de repente, em sua pele hiper sensível essa fricção foi tão prazerosa e se entregou novamente. Ele batia com força, contra ela, enchendo o quarto com o cheiro do sexo, e os gemidos e aquela onda de prazer crescia de tal modo que a sufocava. Hermione estava mordendo o tecido do lençol, quando ele baixou a cabeça e deu uma forte mordida em sua nadega direita.


Ela gritou contra o travesseiro, sua bunda se erguendo com força e se chocando contra ele, enquanto gozava profundamente.


Rony também gozou no instante em que ela se tornou uma prisão firmemente fechada em volta do seu pênis, levando tudo dele. Suas pernas estavam retesadas,  esticadas e tensas, e ele saiu, para aliviar sua tensão.


-Não faça isso! –ela reclamou, e ele voltou.


-Não posso mais. Foi demais para mim, me dê um instante – ele sussurrou, caindo sobre ela. Estava profundamente fincado, mas imóvel.


Por uns cinco minutos, ele esperou se recuperar, antes de se afastar. Hermione não reclamou dessa vez, agradecida por ele ter lucidez o bastante para deixá-la descansar.


-Você é maravilhosa – ele beijou seu ombro, deitando ao seu lado, acariciado suas costas nuas e seus cabelos – Me diz se te fiz feliz, Hermione. – pediu, insistindo na caricia em seu ombro.


-Porque acha que o seu amigo se interessa por mim?


Ele ficou tenso diante da pergunta. Estava completamente fora de área diante das emoções divididas com ela, e Hermione estava pensando em Harry? Seria isso?


-Estava tentando lembrar se alguma vez ele foi desrespeitoso e não tenha notado – ela franziu as sobrancelhas e Rony percebeu que ela tinha pensamentos preocupados e não românticos.


-Esqueça esse assunto, Hermione, sou um homem louco de ciúmes. – ele aconselhou, sorrindo para que ela se acalmasse.


Hermione sorriu de volta, tão relaxada que poderia levitar. A principio, durante todo o ato seus músculos pareciam rijos e de pedra, tensos ao extremo, mas ao terminar, sentia-se mole e sem forças. Um profundo suspiro escapou de seus lábios e Rony adorou saber que era a razão de seus suspiros.


-Amanhã à noite, quero sentir seus lábios por todo meu corpo – ele avisou, beijando-a por vários minutos.


Quando se separaram, ele a fez rolar em seu peito, e descansar a cabeça sobre seu coração.


-Disse que me morderia – ela lembrou, do dia anterior, quando prometera isso.


Sua mão grande correu sobre a bunda de Hermione até ouvir seu gemido de dor, e lamentou a própria imprudência.


-Não era para ter sido com força. Desculpe.


-Não peça desculpas a mim, mas a suas visitas, quando não puder me sentar a mesa.  –ela retrucou e ele soltou uma gostosa gargalhada.


-Você é a alegria da minha vida, Hermione  -ele disse ainda rindo, e roubando-lhe um ultimo beijo, antes de se ajeitarem para dormir.


Com o lampião apagado e o mais completo silencio, algum tempo depois, ouvindo os roncos de Rony, Hermione ergueu a cabeça ao ouvir passos no segundo andar. Passos muito leves e o som de uma porta sendo aberta e fechada.


Gina não tinha juízo! Se não estivesse tão cansada, e languida, teria lhes dado um flagrante, mas não nessa noite, pensou, se aninhando novamente aquele peito forte.


Adormeceu ao som dos roncos de Rony, inebriada pelo cheiro de sua pele e pelo calor do seu corpo....


 


 


 


 


AUTORA: Sobre a Gina: que menina mais burra e irresponsável!


Quanto a Hermione, bem, parece que ela está se divertindo mais do que ele com essa chantagem...hehe...!!!!!!


 


Estou aproveitando minha folga para escrever! E vocês tiveram um bom Natal? Espero que sim!


 


P.S: beta, estou postando pela manhã, então, precisa mandar os capítulos no dia anterior, ok?


P.S: próximo capitulo dia 29!


 


Beijos


 


 


 


 


 

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