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51. DO JEITO QUE ME PEGA


Fic: O Acordo Perfeito RxHrm- Fic completa by marja


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 51 –DO JEITO QUE ME PEGA


 


 


 


 


A noite chegou antes que Hermione estivesse preparada para isso. dessa vez, abriu uma garrafa de vinho antes que um dos homens manifestasse vontade, e era claro seu intento. Manter Rony preso a uma conversa com Harry noite adentro.


Tão obvio, que Rony não tocou no vinho.


Resignada com a própria má sorte, Hermione despediu-se cedo, sabendo que ele ficaria preso a Harry por algum tempo. E aproveitou essa liberdade, para banhar-se e preparar o cenário certo para o que tinha em mente.


Usando a roupa de baixo, ela apanhou o pó de arroz de sua mãe, e passou fartamente em suas faces, até ficar mortalmente pálida.  Sorrindo, ela mirou-se com satisfação.


Assim, com os cabelos soltos, ela parecia cansada e doente. Subindo na cama, ela se cobriu, e fechou os olhos, esperando.


Rony tinha um histórico de proteção que atestava contra ele e se tudo corresse bem, seria uma noite a menos!


Contendo um sorriso pela própria esperteza, ela esperou.


Não precisou esperar muito. Depois de dois alarmes falsos desde o dia anterior, Rony se apressou a despachar Harry, certificar-se que ele estava em seu quarto e Gina adormecida, para passar em frente à porta de Lilá, sem um único olhar e entrar no quarto de casal.


Trancou-o e virou-se  cheio de expectativa em direção a mulher que o esperava na cama.


Sua expectativa de exauriu no segundo em que seus olhos se pousaram sobre ela. Outro marido jamais se daria ao trabalho de notar ou se importar, mas ele via claramente sua palidez excessiva e sua placidez, que era incomum.


Deitava, ela estava passando mal.


-Está tão pálida- ele disse se aproximando – O que tem?


-Não sei....minhas costas doem – disse baixo e fingida.


Um soco o acertou no estômago ao ouvir isso. Hermione vinha fazendo muito esforço. Nadaram algumas horas no lago. E andara a cavalo, quando deveria repousar!


-Doem as costelas? – precisava perguntar, o desespero vindo rapidamente, e deixando sua face igualmente pálida.


-Não – ela começou a se arrepender quando notou sua preocupação. – Talvez...fosse melhor dormir...uma noite tranqüila, para a dor passar.


Algo no fundo dos olhos castanho o confundiu.


Havia uma espécie de ânsia, talvez de ser descoberta a tempo em alguma loucura impensada.


Um rápido olhar em volta e notou o pequeno estojo de pó de arroz branco aberto, o mesmo que as moças mais coradas, usavam abundantemente em Londres para parecerem pálidas e inocentes. De costas para ela, retirou a camisa e os sapatos e então a calça, falando calmamente:


-Tem razão, Hermione, uma noite tranqüila fará bem a sua saúde.


Seria decepção em sua face?


Achando ter entendido, ele ocultou um sorriso, sentindo um calor se espalhar por seu corpo. Pobre, Hermione, essa noite, ele a reviraria ao avesso, como punição a sua tentativa de enganá-lo!


-Vire-se – ele pediu se aproximando.


-O que?  -ela ficou tensa.


-Vou fazer uma massagem em suas costas para aliviar a dor – ele passou uma das mãos em sua bochecha em um carinho, que na verdade apenas tencionava confirmar a verdade.


Hermione deixou escapar um suspiro, e ele não soube se era de arrependimento pela atitude infantil, de expectativa, ou de frustração. Era uma incógnita para Rony o que passava naquela cabecinha linda!


Virando-se de costas, ele olhou a mão suja de pó de arroz e sorriu, maneando a cabeça incrédulo. Voltou-se para ela, os olhos estreitos, enquanto a observava afastar o lençol e ficar de lado.


-Vire-se de costas, Hermione – ele mandou novamente.


Podia jurar que ela estava se lembrando da segunda vez em que a amou, numa posição muito parecida, e parte dele se aqueceu a essa lembrança. Mas hoje, não haveria lembranças. Haveria realidade!


Rony subiu na cama, e passou uma das mãos em seus cabelos, afastado-os de suas costas.


-Vou tirar sua roupa, para que fique mais confortável  - ele avisou, notando o brilho que surgiu em seu olhar.


-Estou sempre nua na sua frente – ela disse em tom de acusação e ele sorriu.


-Isso mostra como sou um homem esperto – brincou, mas ela não sorriu.


-Ou aproveitador – ela retrucou, ofendida – Está tirando proveito de meu carinho por Juanita.


Rony parou de desabotoar o colete da roupa intima e afastou as duas partes, ajudando-a a erguer a barriga e poder tirá-lo.  Hermione não tinha idéia de como o magoava ouvir que tinha carinho por outras pessoas. Era um homem cego de egoísmo, a ponto de sentir ciúmes de qualquer ser capaz de despertar-lhe afeto.


Ainda mais que ele, apesar de fazer-lhe amor com tanto carinho e dedicação, era incapaz de achar os caminhos para seu coração!


-Está mais encorpada, Hermione  -ele disse zombeteiro, ao tirar a última peça e fitar gulosamente suas costas, suas nadegas e suas pernas. – Ainda muito magra, porém, mais saudável.


-Mamãe era uma mulher pequena – ela justificou, sentindo ternura ao lembrar-se de sua mãe.


Dobrou os braços e acomodou a cabeça sobre eles, olhando para ele de lado, e nem parecia tão constrangida ou contrariada quanto gostaria de fazer parecer!


-Pequena como você? – ele perguntou espalhados seus cabelos sobre as costas nuas, e sentindo o desejo incontrolável por todo o corpo. Fazia força para não avançar, pois gostava de ter momentos de conversa com sua retraída e escorregadia esposa!


-Acho que era menor, tinha a altura da minha irmã...e era muito magra também...Acredite, sempre fui a mais alta da minha família. Meu pai também era um homem franzino.


-Alta? Você é pequenina como uma fada, Hermione  -ele sorriu, passando os dedos por sua coxa, num carinho despretensioso.


-E como pode saber o tamanho de uma fada? – perguntou intransigente.


-Molly, minha mãe, me contava historias de fadas quando era bem pequeno, e ainda vivia com minha família. As fadas são pequenas, cabem na palma das mãos, e são rápidas, sagazes e espertas. Alem de terem lindas asas coloridas, para voarem por todo o céu!


-É uma visão romântica  - ela fez pouco caso, tentando não se emocionar por ser comparada a pequenas fadas, que em seu conceito eram  seres tão especiais.


-Sou um homem romântico – ele disse, o hálito quente soprando em sua pele, quando ele beijou seu ombro.


Decidindo que era hora de fazê-la cumprir suas obrigações para com ele, Rony deslizou as mãos por suas costas lisas e sentiu o momento exato em que ela enrijeceu cada músculo do corpo.


-Achei que me pouparia essa noite...- ela deixou escapar e ele respondeu de imediato:


-Por causa de um pouco de pó de arroz nas faces? Nem pensar, Hermione. Vai ter que se esforçar mais para me enganar!


Pega-la no flagra era delicioso, pois Hermione parecia dividida entre o choque de se ver sendo apanhada em flagrante, e sentimentos que ele não seria capaz de compreender.


-Como pode obrigar uma mulher a isso? – acusou enraivecida por seu sorriso satisfeito e prudentemente achando melhor não retrucar sobre seu flagrante!


-Não estou obrigando  -ele justificou-se – Fizemos um trato. Honrei a minha parte, agora, honrara a sua! A menos que queira quebrar nosso trato...


-Não, não quero perder a companhia de Juanita – ela disse rapidamente.


-Então, pare de reclamar – ele respondeu, decidindo que seu auto controle havia realmente chegado ao fim.


Ver seu corpo nu, ao alcance de seus dedos e ficar apenas conversando, era além de uma tortura, uma grande maldade consigo mesmo!


-Quero um abraço, Hermione – ele mandou, e ela olhou-o sem crer.


Fechando os olhos para sufocar um comentário áspero, sentou-se na cama, puxando o lençol na tentativa de se cobrir, mas ele arrastou o tecido de suas mãos, e se viu nua. Rony estava sentado, de lado, numa posição que a permitia admitir o trabalho de suas coxas musculosas e de sua intimidade pronta.


Sua má vontade fez a excitação de Rony aumentar e Hermione pode contatar o fato, quase hipnotizada. Seu membro se movia no ar, enrijecido e pulsante, e pensou em, como abraçá-lo sem tocar ‘naquilo’.


Sentia nos lábios o gosto, mas era apenas uma lembrança, que deveria ser desagradável. Mas não era. Subitamente, o pensamento, de que aquela pele coberta por pelos ruivos, poderia ser tão saborosa quanto àquela parte em especial, a fez engolir em seco.


-Hermione? – ele chamou, passando uma das mãos em seus cabelos crespos.


Esse toque a fez conter um gemido e se mover.


De cara virada, achando que assim poderia esconder o prazer que sentia, se aproximou. Manteve-se de joelhos na cama, pois ele era alto, enlaçou os braços em seu pescoço e aproximou o corpo.


Manteve o rosto baixo, e ele enlaçou sua cintura, para estreitar o carinho. Não era um abraço de verdade, um que pudesse falar sobre sentimentos. Era apenas uma obrigação.


Tensa, ela não desfrutava, ao contrario dele. Aspirando profundamente o perfume de seus cabelos, ele deslizou as mãos por suas costas, sentindo a fragilidade, perdendo os dedos nos cachos castanhos, e achando deliciosa a sensação de estar pele com pele.


Hermione se arrepiou da cabeça aos pés e se detestou ao sentir um tremor a percorrer da cabeça aos pés ao ser abraçada daquele modo. Estava imóvel, com medo de se mover.  Cada movimento das mãos de Rony distribuía novos arrepios por sua pele, e sentiu os seios pesarem, os mamilos apertados e dolorosos contra o peito largo.


Rony a trouxe mais perto, e os copos se roçaram, deliciosamente e por mais que ela tentasse esconder, ao olhar para cima, para o rosto de Rony, se entregou.


Toda a vontade, estava ali, em sua face. Em seus olhos, em seus lábios entreabertos pedindo por um beijo.


-Me beije  -ele mandou novamente, as graúdas mãos descendo e segurando as nadegas, ao que ela se sobressaltou, ondulando contra o corpo que a sustentava.


Ao se mover, ela ergueu o rosto em sua direção, mas não era suficiente.  Era muito alto! Ô, homem, irritante!


O sentimento de irritação misturado as sensações que a percorriam, trouxeram um corado inconfundível a seu rosto, e um brilho perolado em seus olhos, mais escuros pela paixão.


Com a  mão, ela segurou seu rosto e baixou-o, pois ele não facilitava para ela! Tendo-o onde precisava, aproximou os lábios, para um suave contato.


Um roque quase inocente, não fosse a presença entre eles, se fazendo notar, Hermione arfou ao contato úmido dele contra sua barriga. O beijo, que pretendia ser inocente, cresceu, por culpa dela.


Sem nem perceber a própria urgência, Hermione passou a língua nos lábios cerrados de Rony, até que ele os entreabriu e a deixou passar. Faminta, ela aprofundou o beijo, e ele correspondeu.


As mãos em suas nadegas apertaram e a fizeram subir o corpo, e Hermione nem percebeu, ocupada em corresponder  ao beijo com o mesmo empenho que ele, uma das mãos acariciando o rosto bonito e sempre tão vivo e alegre, a  outra mão, passando por seu braço, sentindo os músculos, apertando a carne tenra com indiscutível prazer.


Todo o corpo masculino era talhado para impressionar, tanto, que ela estava impressionada, sobretudo com sua força, ao agarrá-la e a colocar sobre ele. Ainda sentado, Rony a fez abrir as pernas e montá-lo.


Hermione se afastou, gemendo, e um pouco chocada.


Ambos olharam para baixo, e Hermione, agilmente, apanhou o lençol e o colocou sobre eles.  Corada, a ponto da pele estar quente e o coração palpitante, esperou alguns segundos antes de olhar para ele.


-Eu quero ver  -ele disse, adorando a forma como ela pareceu implorar para que não fizesse isso.


-Eu... – queria pedir para ser poupada, mas não o fez. Seria mostrar fraqueza, e não admitia isso, por isso, fez o que queria, tirou o lençol e olhou para ‘aquilo’.


Ela estava montada sobre seu quadril e seu membro repousava entre ambos, e Hermione não conseguiu para de olhar.


-Diga que me deseja agora – ele pediu, os dentes travados pelo desejo, o sangue corria nele mais forte e denso, e estava no limite, mais um segundo e perderia a cabeça!


-Se o disser será uma mentira  -ela desafiou.


-Não minta,Hermione – ele mandou, apanhando um seio na palma de suas mãos – Seu seio está inchado – ele desceu a boca para sua orelha, mordiscando a pele e arrancando um suspiro involuntário – o bico está durinho em minhas mãos, a pele arrepiada...sinto seu perfume, o cheiro do seu sexo, e aposto como está úmido, esperando por mim...


-Oh, não diga essas coisas... – ela quase implorou, fechando os olhos e desfrutando dos beijos que desciam para seu seio, a língua atrevida molhando um dos mamilos rosados, chupando-o para dentro de sua boca, sugando e tirando sua capacidade de raciocínio.


-Me mostre, Hermione, me mostre o quanto está molhada – ele pediu e como não houve respostas, ele apanhou sua mão direita e levou-a até abaixo, mas Hermione ficou assustada, quando seus próprios dedos roçaram em seu recanto mais intimo.


A sensação a fez queimar e quase saltou, perante a onda de prazer que a queimou. Nunca havia se tocado daquele modo, muito menos ao sentir um queimor tão grande!


-Toque-se do mesmo modo que eu a toquei das outras vezes –ele pediu, mas ela tirou a mão apressada, olhando para os dedos molhados.


Rony sorriu de sua inocência, e segurou seu pulso levando os dedos úmidos a boca, sorvendo aquele delicioso gosto.


-Você tem gosto de mel, Hermione – ele assegurou e amparou suas costas, quando ela tremeu da cabeça aos pés diante daquela sensação.


Seus lábios estavam entreabertos, ela precisava de ar, e não conseguia lembrar como era respirar!


Esse homem era completamente louco! Insano! Apesar disso, se pegou deslizando uma das mãos por seu peito, sentindo os músculos de sua barriga tremularem sob seus dedos ingênuos e arfou quando ele a puxou para mais perto.


-Desça sobre mim – ele mandou.


Poderia acabar com a tortura e o fazer, mas queria vê-la ceder.


-Não posso fazer isso  -ela disse em pânico, ao notar o que dizia.


-Já estive dentro de você antes, hoje mesmo, lembra-se? Não precisa ter medo! Nos encaixamos perfeitamente...


Seu beijo em sua face arrancou um gemido baixo,pois a pele estava incrivelmente sensível.


-Eu o odeio – ela lamentou e ele sorriu.


-Não, não me odeia.  –ele garantiu, beijando seu ombro, enquanto acariciava seus seios – me ama, Hermione. Ainda não sabe, mas me ama.


-Ao inferno que o amo!  -ela queimou, quando se moveu, para ao menos acabar logo com isso. Choramingou quando seu centro entrou em contato com ‘aquilo’.


Um soluço de prazer escapou quando desceu, sentindo-se ser penetrada.  Rony achou que seria devagar, mas Hermione  o surpreendeu.


Tão logo o sentiu entrar, ela forçou o quadril, até o ter no mais fundo de seu corpo, partindo-a em milhares de pedacinhos.


-Oh.  –ela gemeu, afundando o rosto em seu peito.


Rony a amparou sentindo seu gozo. As coxas sensíveis, tremularam ao seu redor, e ele a fez erguer o rosto, para um longo beijo.


Hermione não queria um beijo, queria respirar, por isso o empurrou com ambas as mãos, e Rony soltou seus lábios, notando a forma como ela olhou para baixo.


Estava todo dentro dela, e Hermione olhava a forma como estava apoiada em seu quadril, os poucos pêlos castanhos em contato direto com os pêlos públicos ruivos. Ela gemeu, e se moveu, ainda sensível, pois o prazer a deixara muda, e surda para tudo a sua volta.


Seus gemidinhos baixos o maltrataram e Rony afundou o rosto em seu pescoço, entre os cabelos, numa tentativa de se controlar.


-Rony... – ela mordeu o lábio, ao descer novamente, e abraçá-lo pela cintura, apertando suas costas -...não posso fazer sozinha....


-Pode, é claro que pode  -ele disse em seu ouvido, beijando-a a seguir.


Hermione o amaldiçôo por se afastar, antes do beijo se aprofundar, e ficou surpresa, quando ele se deitou. Sentiu-se abandonada, montada sobre seu quadril, sem ter onde se agarrar.


Rony segurou suas mãos, e as colocou em seu peito, erguendo seu quadril com as mãos, e ensinando-a o ritmo certo.


-Assim, Hermione, assim... – ele fechou os olhos, gemendo.


Hermione não acreditou que estivesse participando disso!


Aquele homem a fazia abrir mão de tudo em que acreditava e jogava no lixo sua força de vontade. Tanto, que ao ver de olhos fechados, sentiu falta daquele olhar azul sobre ela, e querendo sua atenção novamente, dobrou o corpo para frente, nivelando os corpos e roçando o seios sobre o peito masculino. Ele gemeu mais forte, segurando sua bunda e apertando a carne, enquanto a puxava para frente e para trás.


Ela se deixou penetrar com força, cada vez mais rápido e gemia, sem se importar se estava se revelando ou não. Esqueceu do mundo!


Ele inchou de tal modo que Hermione quase gritou, pois a posição era ingrata para ela, e precisou se mover, achando que sentada incomodaria menos, e esse foi seu erro, pois ao voltar  à posição anterior, ele grunhiu, ficando ainda mais violento.


As mãos pequenas se mantiveram sobre a barriga de Rony, enquanto ela ia à vinha, o quadril pequeno se empurrando e retirando com a mesma presa e rapidez que ele o fazia. Era escorregadia, e molhada e Rony precisou de muita coragem para encarar o ato sem gozar imediatamente após ela começar a se mover.


Olhou para ela, tão dominadora, e ao mesmo tempo tão frágil olhando para ele enquanto ficava cada vez mais desamparada, na eminência do orgasmo e  Rony decidiu acabar com seu sofrimento, porem antes que a tocasse sobre o clitóris, ela lançou a cabeça para trás, olhos apertados, os cabelos acariciando as panturrilhas de Rony a cada movimento de sua cabeça e os seios pedindo por beijos, de seus lábios gemidos angustiados que culminaram em um pequeno grito, quando ela tremeu da cabeça aos pés, gozando.


Ele agarrou sua mão, quando ela abriu os olhos, e tornou a fechá-los, o prazer se mostrando forte demais para que pudesse falar.


Seu interior tornou-se tão apertado que quase o impediu de voltar, quando saiu brevemente, para lhe dar a oportunidade de respirar. Infelizmente, não podia esperar, e segurando o pênis com força, ele empurrou para dentro, forçando.


Hermione lamentou, mas não impediu. Rony cerrou os dentes, gemendo e falando besteiras, se deixando levar para o cume, onde ela estivera até um segundo atrás. Não sabia que seus gemidos, e suas palavras rudes, podiam reacender a paixão, e quando ela tombou o corpo para frente novamente, se movendo com a mesma presa, ele trincou os braços em suas costas, segurando-a exatamente do jeito que desejava.


Bombou como um desesperado, percebendo que ela não correspondia mais, apenas se deixava sacudir pelos movimentos pesados.  Sua face estava suada e irreconhecível, naquela entrega que apenas ele poderia despertar em Hermione e num beijo forte, ele gozou.


Como um animal enfurecido, ele a castigou, arrancando de seu corpo pequeno tudo que podia lhe ofertar.


-Não pare... – ela disse baixo, em seu ouvido, e Rony, ainda não recuperado de seu gozo, gemeu ao entender que teria de continuar.


Não que estivesse reclamando, mas Hermione lhe arrancava todas as forças!!!!!


Num ato heróico, ele a beijou, molhando sua pele com língua, saliva e desejo, num beijo arrebatador, enquanto se movia mais lentamente.


Hermione sentiu as pernas tremerem quando começou o atrito direto entre aquela parte sensível, o clitóris, com a base do pênis. Cada movimento a fazia roçar em seu púbis, e os pêlos e a pele masculina a afagada de um jeito enlouquecedor, enquanto aquele membro mantinha-se dentro dela, sem se mover mais que o suficiente para enlouquecê-la. Seus seios estavam espremidos contra ele, e o atrito era bom demais!


Nesses movimentos lentos e constantes, ela sentiu àquele calou crescer e transbordar em um orgasmo que fez os dedos de seus pés se enrolarem e deixou sua boca seca, e a fez se afastar, enterrando o rosto no peito de Rony, gemendo seu nome, quando o mundo escureceu e então se iluminou em muitas cores vibrantes....


Rony acariciou suas costas, até senti-la mais calma e sorriu ao pensar que a fizera gozar três vezes num único ato. Era seu Recorde sobre uma cama, mas não diria isso. Hermione era muito apaixonada, e era uma das razoes que o deixava tão enciumado sempre que pegava um olhar mais comprido de Harry em sua direção!


-Rony... – ela disse baixinho, erguendo o rosto de seu peito –...preciso me mexer...


Rony a girou na cama, e a colocou no colchão com todo cuidado que seria destinado a uma rainha. Hermione fechou os olhos, aproveitando os sentimentos que a faziam tão fraca e entregue. Ele fez carinhos em seus cabelos, seu rosto, seus seios, mas não eram carinhos para excitar, e sim, acarinhar.


-Amanha eu a quero na cama, quando acordarmos  -ele recomendou baixinho para não sobressaltá-la – quero um beijo de bom dia, e uma abraço.


-Odeio você... – ela disse sonolenta, se virando para o outro lado, mas dessa vez ele soube que não era uma recusa, descobrira que sua fadinha gostava de dormir de lado. E descobrira também que quando dizia o quanto o odiava, era para não dar o braço a torcer, por isso ignorou-a, e deitou-se atrás dela, abraçando-a e adormecendo também, a face acomodada naquele ninho de cabelos macios, aspirando seu perfume e sentindo seu corpo quente, e acolhedor....


 


 


Autora: Ai ai ai...estou suspirando....


Tirei a mordida, e mudei tudo na ultima hora. A mordida virá, mas não hj.


Primeira das 7 noites. Que coisa.


Radinhos: Não está bem betada, porque eu betei, hehe, e não tenho a paciência da minha beta...Alias, beijos, Mi. Te espero com o 52.


Segundo recadinho já preparei uma short de Natal, como fiz ano passado. Vai ser lançada no dia 23/12. por isso, não esqueçam!!!!


 


A todas, mil beijos.


 


 


 


 

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