CAPITULO 33 – LIMITE!
Hermione não pretendia fugir, mas se pretendesse, ele não daria chances, muito menos oportunidade, ao agarrá-la pelas nádegas firmes, e subir seu corpo delicado. Ela enlaçou as pernas em seu quadril, e ele quase riu de alivio, pois ela queria tanto quanto ele!
Nesse enlevo, correu as mãos em suas coxas, expostas pela camisola que subira e estava cobrindo apenas o essencial, e encaixou-se ali, sem esperar permissão, ou sem temer machucá-la, já não se importava.
Cerrando os dentes, ele penetrou-a.
Longo, profundo e direto.
Jogou a cabeça para trás gritando como um homem a beira da loucura. Estava morto, e indo diretamente para o paraíso.
Hermione agarrou-se a ele, recebendo seu descontrole no mais intimo de seus recantos, segurando-se a ele para não cair.
Tão forte, ela pensou, sentindo-se pulsar ao redor dele. As coxas apertando seus quadris e desejando mais, muito mais.
-Rony... – ela gemeu quando ele se moveu indo e voltando lentamente, a princípio.
Ele abriu os olhos e olhou para ela, mas não lhe deu atenção.
Sentia muito, mas não poderia lhe dar atenção.
Não mesmo!
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Um som o havia acordado e um pouco amedrontado o velho Ford saíra atrás da razão do barulho. Uma espiada e notara o quarto do casal vazio. A porta da cozinha estava aberta, e ele baixou a luz do lampião, e espiou. Arregalando os olhos e contendo o ar.
Via uma imagem que nunca achara possível!
Seu anfitrião fazia amor com a esposa, sob as estrelas para quem quisesse ver! O rapaz parecia desesperado e o velho homem não o pode culpar.
Sua jovem esposa estava em seus braços, vestindo nada além da camisola transparente pela água, os seios jovens e empinados, jogados para frente, implorando carinhos enquanto ela tinha a face jogada para cima, banhada pela lua, enquanto gemia e se contorcia.
Rony golpeava seu pequeno corpo como um homem ensandecido, e as coxas frágeis se retesavam a cada ida e vinda, como se ela fosse se quebrar a qualquer momento.
Ou não. Ford perdeu o ar quando Rony desceu o rosto, e abocanhando o seio com sua boca aflita, através do tecido molhado, ele sugou o seio todo, levando tudo que podia em sua boca e ela segurou sua cabeça, mantendo-o ali, enquanto se empurrava contra ele. Não era apenas o Wesley quem tinha perdido o juízo!
A calada e hostil Hermione, o levava em seu corpo com a mesma ousadia que a mais faceira das cortesãs, e Ford engoliu em seco quando ela começou a se empurrar mais rápido e mais forte, a ponto dele gemer forte e se descontrolar jogando seu corpo contra o seu, ambos se chocando com pressa.
Havia fogo no ar, e Ford poderia sentir o calor e o desejo pairando sobre ele como uma onda insuportavelmente forte.
Quando Rony ergueu o rosto e a beijou, os corpo ficaram ainda mais aflitos, mais apaixonados, e a mão delicada de Hermione agarrou a calha por onde corria a água e segurou-se a isso, enquanto sua outra mão amassava seus cabelos ruivos entre seus dedos, os lábios devorando os dele, com o mesmo desejo e tesão que Rony, com a diferença que ela não estava sob efeito de nenhum poderoso afrodisíaco.
O beijo não se interrompeu por vários segundos e quem o quebrou foi Hermione ao precisar de ar, o corpo convulsionando, as coxas retesadas, trincadas em volta do quadril másculo, obrigando-o a dar tudo de si.
A boca de Rony devorava seu pescoço, sugava seus seios, a mantinha cativa de seus toques enlouquecedores e Ford achou que perdera realmente uma oportunidade e tanto quando ameaçara a jovem. Poderia ter uma esposa prendada e apaixonada, ou não, visto que jamais daria conta de tanta libido!
Assustado com o gemido profundo de Rony, chegando finalmente ao ápice, ele correu de volta para dentro da casa e entrou em seu quarto fechando a porta, achando que estava velho demais para esses sobressaltos!
Rony sentiu-se sugado dentro da cavidade molhada e quente que Hermione lhe oferecia, e quase desfaleceu quando ela gozou, moendo-se contra ele e levando tudo de si.
Ela escondeu o rosto na curva do pescoço masculino, quando o prazer a cegou e tudo que pode fazer foi deixar-se ficar em suas mãos, sem se importar em estar segura ou não, se cairia ou não.
Em seus braços, ela gemeu uma reclamação quando ele saiu de dentro dela, e conseguiu reunir coragem para levantar a alavanca e acabar com água.
Ela não ergueu o rosto, enquanto ele a carregava para a casa, sem se afastarem, as pernas delicadas em volta dele, e seus braços também.
Soltou-o apenas quando foi colocada sobre a cama. Languidamente, olhou para ele, que colocou um dedo sobre seus lábios calando qualquer palavra.
Ele saiu, e ela ouviu o som da porta dos fundos sendo trancada, e seus passos de volta, assistiu placidamente a porta do quarto sendo fechada e escorada pelo móvel, e olhou para ele, ainda excitado, e engoliu em seco.
Oh Deus, foi só o que pode pensar. Estava languida e satisfeita, mas ele... Estava apenas começando!
Andando em sua direção com uma expressão animalesca, ele subiu na cama, e ela tentou se afastar, ao que ele sorriu:
-Isso, sinta medo - ele incentivou e ela sorriu, mesmo sem querer.
Era um sorriso malicioso, e ela nem sabia disso, mas ele sabia, e correspondeu, subindo as mãos por suas pernas, seus tornozelos, suas panturrilhas, suas coxas, levando a camisola com elas.
O tecido subiu e sumiu antes que protestasse, embora, ela sabia que não o faria. Aquele sorriso era seu, ele pensou. Um sorriso só seu!
Incentivado, ele olhou aquele corpo todo, com atenção redobrada para sua barriga. Tão lisa! Tão pequena!
Como um alucinado, ele agarrou aquela pequena cintura, e começou a lamber a pele, o umbigo, esfregou o rosto na pele, sentindo o estômago dela tremular com mil borboletas que brincavam ali dentro, deixando-a fraca e instável.
Apoiada nos cotovelos ela jogou a cabeça para trás, sentindo e sentindo, sem controle de suas emoções. Ele subiu a face e abocanhou um mamilo, e ela gemeu mais forte, pois ele a amamentava vorazmente, diferente da primeira vez que a acarinhara daquele mesmo modo. Passava de um seio ao outro, apertando, mordendo, sugando, afrontando sua resolução de não permiti-lo fazer isso.
Rony agarrou seus cabelos molhados, enroscando os dedos nos fios enquanto a beijava, roçando o quadril entre suas pernas, e a atormentando, a ponto dela erguer o quadril sem notar, convidando-o a mais.
Ela também ardia, e ele quebrou o beijo, sem aviso, descendo entre suas pernas.
-Não... – ela tentou protestar, mas ele a empurrou na cama, deitada, e se colocou ali, a cabeça cheirando seu odor natural, misturado ao cheiro do desejo e do sexo.
Hermione achou que fosse morrer de vergonha, quando ele deslizou os dedos por sua intimidade e roçou o clitóris, penetrando-a com dois longos dedos.
-Oh... – ela fechou os olhos, sem perceber que se movia contra ele, indo e vindo em seus dedos atrevidos.
-Quer mais? - ele perguntou beijando sua virilha, acima dos pelos claros, sua barriga, e suas coxas – peça mais...
-Não... – ela protestou, mas o modo como se mexia a contradizia vergonhosamente. – Oh...
Ele a viu entrar naquele mundo de antecipação e achou que valia o sacrifício de não ouvi-la implorar, mesmo porque, estava impossível conter o desejo avassalador que o acometia naquele momento.
Vorazmente, ele a beijou intimamente. Lambeu ao redor de seus dedos, sobre o clitóris e ela arregalou os olhos olhando o que ele fazia. A pequena diabinha era além de pragmática, curiosa. Assustada, olhou tudo, desde o modo que ele passava a língua sobre o pequeno caroço intumescido, até quando retirou os dedos e começou a chupar o mel que escorria ali.
Foi demais para ela, que tombou na cama, fechando os olhos e se entregando ao desconhecido. Rony lambeu e chupou, desfrutando daquele gosto incomum, gosto de paixão, e pensando freneticamente que era a mais saborosa das mulheres que já tivera o prazer de provar.
Era um gosto de desejo, amor e inocência.
Embora não houvesse muita inocência na forma como ela se contorcia e se empurrava contra sua língua. Alucinado, pôs-se a chupar com força, fazendo-a se contorcer, as pernas tentando chutá-lo, sem, no entanto abalá-lo ou fazê-lo parar. Ela ergueu o torço da cama, os braços agarrando os travesseiros quando o prazer a corroeu por dentro.
Era doentio, era selvagem e ela se contorcia desesperadamente, levada ao extremo, e Rony não pode mais esperar, parou e se ajeitou, colocando a ponta de seu pênis na entrada molhada e brilhante. Estava levemente entreaberta por seus dedos e ele passou a mão ali, sentindo a quentura e lhe dando um suave afago, antes de mergulhar um pouco de seu membro.
Hermione choramingou, pedindo mais, e ele avançou, até estar todo dentro.
Os braços apoiados ao lado de sua cintura, ele mantinha-se longe, investindo rapidamente, e levando-a a um lugar desconhecido até poucos dias atrás. Ainda não se recuperara dos dois orgasmos anteriores e sentia-se em brasa, sendo arremessada sem dó de um lado para o outro!
Rony retesou o quadril, tenso como o inferno, sem achar paz ou satisfação. Havia gozado embaixo do chuveiro, mas seu corpo não dava pistas de se acalmar, ou sua ereção amenizar, iria levar a noite toda para conseguir aplacar aquele desejo todo!
E pobre Hermione, era a vítima de seu arrombo. Suas pernas macias estavam irrequietas, uma delas trincada em seu quadril, enquanto a outra corria pelo lençol sem parar, assim como suas mãos, era como se quisesse se agarrar a algo e fugir.
Ele lembrou-se da arma, e pensou em segurar suas mãos, mas naquele exato momento não pode pensar em nada, o corpo mergulhando profunda e irreversivelmente nela. Era o inferno e o paraíso, e quando seu braço fino voou em sua direção, Rony teve certeza que era seu fim!
Ela iria matá-lo!
Em vez de se afastar, ele cerrou os dentes para não gritar e avançou, quase erguendo seu quadril, selvagem e descontrolado.
Mas o tiro não veio, ela sequer segurava uma arma. A única arma eram seus dedos impacientes, que quase arrancaram seus cabelos em apertos fortes e ele gritou bombando alucinadamente naquele corpo macio.
Hermione se contorceu, achando que perdera completamente os sentidos e aquela não era ela! A sensação era tão forte, tão maravilhosamente selvagem que ela sentia-se sair do colchão e tentava parar, tentava continuar, tentava qualquer coisa que pudesse aplacar e acabar com tudo!
Tentava inutilmente voltar à vida real, aos sentidos reais, mas não conseguia, não enquanto aquela fogueira estivesse dentro dela, consumindo-a e deixando-a tensa e loucamente envolvida por aquele homem.
Rony jogou os quadris, investindo intensamente, e no momento que a sentiu endurecer embaixo dele, soube que era o momento que tanto esperava. Ela se retesou da cabeça aos pés. Os dedos dos pés se enrolaram e suas coxas tremeram, o membro que a rasgava inchou e bateu furiosamente em seu útero e ela rachou. Quebrou em mil pedacinhos, deixando-se levar pelo prazer e sua fúria incondicional.
Rony não pode parar, mesmo quando ela se acalmou, não pode parar ainda estava ereto e pronto, e apesar de gozar junto com ela, ainda era pouco! Maldito desejo!
Olhando para ela, quase desfalecida sobre ele, olhou mais abaixo, e parou. Sua pélvis estava vermelha e inchada e estava castigando sua mulher com tanta brutalidade!
Retirou-se delicadamente e ela gemeu, e gemeu dolorosamente quando ele tentou acariciar seu clitóris. Estava completamente satisfeita e olhou em seus olhos tão adoravelmente sua, que o desejo o sufocou doloroso nele também.
Incontrolável a sensação que o fez subir, puxando-a para baixo, e como uma boneca de pano ela se deixou levar, e Rony em um momento de insanidade, segurou sua cabeça, encostando seu membro em seus lábios.
Ela tentou dizer algo, mas ele não ouviu, forçou caminho e cansada, ela entreabriu os lábios, sem saber exatamente o que ele pretendia até sentir aquilo em sua garganta.
-Hummmmmmmmmm – ela tentou falar, mas não conseguiu e ele fechou os olhos, gemendo.
Empurrou sua cabeça, fazendo-a conhecer o ritmo, e manteve-se assim por pouco tempo. Não dava mais, pensou. Não conseguia pensar, o raciocínio o abandonou e ele deixou-se penetrar aqueles lábios doces, usufruindo do calor de sua boca, como um veludo líquido que o levou ao completo delírio!
Hermione fechou os olhos, desconsertada, apenas fazendo o que Rony queria, pois não tinha escolha, estava presa.
Apavorada, ela sentiu algo acontecer e segurou na base do pênis, ajudando assim a controlar o ir e vir, e em dado momento, ele ficou todo dentro de sua garganta, parado e pulsando e ela preparou-se, sem saber para que, até que os jorros de um líquido grosso, salgado e estranho inundou sua boca.
Achou que sufocaria, até descobrir que podia engolir aquilo, e não parava! Era tanto e tão intenso que estava sufocada quando parou.
Rony caiu em si quando a nuvem de prazer passou e o deixou zonzo. Hermione estava presa na cama, entre ele e o colchão, seu corpo em sua boca, e ela tentava tossir e respirar.
Culpado, afastou-se, deixando-a respirar, e ela tossiu, buscando ar, deitada de lado, estava vermelha e suja.
Suja não. Estava coberta por seu gozo e isso não era algo sujo!
Cuidadoso, ele a abraçou, puxando o lençol para limpá-la e ela nem se mexeu, deixando. Quando terminou, ele a beijou, lento e calmamente.
Segura em seus braços ela tinha os olhos semicerrados e exausta não protestou quando ele a colocou sobre ele, como um delicioso cobertor.
Era só disso que precisava, ele pensou.
Antes de praticamente desmaiar de cansaço, ela olhou para Rony, e o viu adormecido. Uma pena, pois ele não a viu sorrir.
O mais lindo dos seus sorrisos.
E apenas para ele, e por ele.
AUTORA: mereço comentários?
(hehehehehehehehehehehehehehehehehehe). Vejam só que beta assanhada que tenho!!!!
Beta: Confesso que a única coisa que consegui pensar quando terminei de ler isso foi “gozei”, e juro que até hoje não consegui pensar em algo mais bem articulado que isso, bem eu deixo a vontade pra alguém tipo assim, falar algo melhor que isso.