Naquela manhã gostosa de fevereiro, inicio da primaveira, seis rapazes brincavam numa praçinha com seus filhos mais velhos.
As esposas haviam ficado em casa devido ao estado avançado de gestação.
_ Você não me pega! – o garotinho ruivo de aproximadamente quatro anos, fazia pouco caso do mais novo.
_ Volta aqui Tiago! – gritava Alvo, moreno de olhos verdes.
_ Vamos parar os dois! – disse Harry, pegando os dois e pondo sobre os ombros, sentando-se junto dos amigos na sombra.
_ Cala a boca! – disse Sarah.
_ Não cala você! – disse Luca, mostrando a lingua.
_ Calem os dois! – disse Simas, fazendo cocegas neles, e acabando com a briga entre eles, para começar a briga com ele.
_ Ataque ao Simas! – disse Draco, enquanto ele e o filho começavam a fazer cocegas no rapaz.
_ Ae! – disse Neville, enquanto todos começavam a fazer cocegas no rapaz, que ria descomunalmente.
_ Tá bom, tá bom! Eu me rendo! Voces venceram! – disse ele por fim, e parou-se o ataque.
_ Pai! Conta uma historia! – pediu Rose.
_ Qual princesa? – disse Rony.
_ A das Reliquias da Morte! – disse Mellyssa, pulando no colo de Neville – E a mais legal.
_ Então tá! – disse Rony – Era uma vez...
Mas antes que ele continuasse, a arvore pegou fogo.
_ AAAAAHH!! – as crianças gritaram, enquanto os pais as afastavam da arvore.
_ Tiago, leve eles pra dentro! – gritou Harry, enquanto o filho mais velho pegava o irmão e os primos e se aproximava das mães e das tias, que apareceram na porta.
_ Dino, o que voce tá fazendo? – berrou Cho, enquanto abraçava as duas filhas e via o marido e os amigos pegando as varinhas.
Mas a resposta nunca veio, por que um feitiço vindo sabe-se lá de onde os acertou.
_ HARRY/ RONY/ SIMAS/ NEVILLE/ DRACO/ DINO! – o grito das esposas deles ressoou no ar, enquanto eles caiam para o lado, inconscientes.
As varinhas voaram para longe, e eles ficaram lá, estatelados.
Apareceram uma duzia de homens de capa azul marinho, com um lenço amarrado na cabeça e varinha em mãos.
Eles pegaram os meninos e aparataram.
_ NNÃÃÃÃÃOOOO!!! – o grito de Mione, Gina, Luna, Pansy, Lilá e Cho enquanto soltavam os filhos e corriam até onde a varinha deles tinha caido, foi de cortar o coração.
_ Filha! Tá tudo bem? – perguntou Mary, aparecendo com os outros pais.
Ao se depararem com a cena (arvore incendiada, elas desesperadas e as crianças chocadas) perceberam cagada.
_ Tiago o que ouve? – perguntou o avô.
_ A arvore pegou fogo, lançaram um feitiço no papai e ele e os tios desmaiaram! Ai apareceram e sumiram com eles! – disse o menino, chorando.
_ NNÃÃÃÃÃOOOO!!! – dessa vez quem gritou foram Lily, Molly, Alice, Cissa, Joanne e Carol.
Elas cairam ao lado das noras, e as abraçaram.
As crianças olhavam para os avôs desesperadas, procurando respostas.
Mike havia conjurado um patrono, e em pouco tempo, o resto das familias havia chegado.
_ O que aconteceu? – perguntou Teo.
_ Harry, Rony, Neville, Draco, Simas e Dino foram atacados. E sequestrados! – disse Carlos.
_ O Rony? – perguntou Fred, num fio de voz.
_ M-m-m-mas... – tentou dizer Liam, mas a voz sumiu, enquanto Nayara o abraçava, chorando.
_ Ai! – o gritinhos das seis veio junto com um chute muito forte.
_ Ai meu Deus! Os bebês vão nascer! – disse Mary, se aproximando da filha.
_ Vamos pro hospital! – disse Tony, enquanto pegava Mione no colo.
_ Crianças! Vamos! – disse Xeno Jr, pegando Mel no colo.
E aparataram.
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A noticia do desaparecimento dos seis rapazes da banda Edwiges (leia nota no fim do capitulo) foi um choque em todo o mundo magico.
Sirius quando informado do sumiço do afilhado, ficará inconsolavel. Quase tão mal quando Dimitri morrerá.
Remo e Tonks também ficaram muito mal, mas principamente Teddy, pelo desaparecimento do padrinho.
Os pais e sogros deles ficaram inconsolaveis, se mantendo firme apenas por causa dos netos, que precisavam deles.
E as meninas... Bom, as meninas entraram em depressão.
Foram quase três horas de trabalho de parto até que Hugo R. Wealsey, Lilian G. Potter, Corbin N. Longbotton, Ashely P. Malfoy, Filipe D. Thomas e Gabrielle V. Finnigan nascessem.
Depois disso, as meninas só ficavam o tempo nescessário com eles, e quse nenhum com os mais velhos, o que fazia com que os avos se desdobrassem.
E assim foi se seguindo, até aquela manhã...
As crianças entraram no quarto que as seis diviadiam na Toca decididas.
_ Levanta daí agora! – disse Scorpious.
_ Que? – perguntou Pansy.
_ Canso disso! – disse Sarah – O papai sumiu e vocês agem como se tivessem morrido, como se tudo tivesse acabado!
_ Não acabo! Ainda tem a gente, os bebês, a vovó, o vovô, os nossos tios... Esse monte de gente! – disse Katie, contando nos dedinhos.
_ Então façam o favor de colocar uma roupa legal e vir passear com a gente, que está um dia lindo lá fora! E depressão é esquisitice de malucos americanos! – disse Taylor, enquanto abria as cortinas.
As meninas olhavam pasmas os filhos mais velhos.
_ Então... Pode ser ou tá dificil? – disse Tiago, que já havia pegado o vestido favorito de Gina no armario.
Elas riram, pela primeira vez em semanas, enquanto se levantavam da cama. As crianças correram e as abraçaram bem forte.
_ Desculpa meu anjo! – disse Luna, enquanto beijava o topo da cabeça da filha.
_ Então vamos logo! – disse Rose.
Logo, eles estavam no jardim. Foi a primeira vez que todos na familia sorriram verdadeiramente em semanas.
_ Vamos até o lago! – disse Luca.
_ Tá bom! – disse Lilá, enquanto entregava Gabrielle a mãe.
_ Vamos! – disse Gina, pegando Alvo de cavalinho.
Eles chegaram a beira do lago e se sentaram, olhando o pôr do sol.
_ Mãe. – chamou Rose.
_ Fala!
_ O papai e os tios vão voltar? – perguntou Taylor.
_ A gente não sabe meu anjo! – disse Cho.
_ Eu espero que eles voltem lo... – disse Mel, olhando para o lado e parando assustada.
_ Mel, que aconteceu? – perguntou Luna, se virando.
E parou também, todos eles. Os mesmos malucos que haviam atacado os meninos vinham em direção a eles.
_ Crianças, corram! – disse Gina, sacando a varinha.
_ Mas... – disse Luca.
_ Corram! – berraram as seis e eles despararam em correr.
Quando eles chegaram até os avos, os avôs já estavam de varinhas sacadas, enquanto as avós acalmavam os bebês que estava assustados.
_ Cadê os nossos maridos? – disse Pansy.
_ Logo voces estarão com eles, fiquem tranquilas! – disse um deles, antes de desparar um raio.
Foi tudo em segundos. Antes que elas levantassem a varinha, o feitiço as atingiu no peito.
_ MMMMÃÃÃÃÃEEEEE!!! – berraram as crianças, enquanto elas pendiam para o lado.
Enquanto os tios as seguravam, seus avôs avançavam em direção aos atacantes, mas eles rapidamente as pegarão no colo.
Os bebês choravam audivelmente, enquanto os atacantes aparatavam, levando-as inconscientes.
_ MIONE/GINA/LUNA,PANSY/LILÁ/CHO! – os pais delas caíram no chão, chorando como só haviam chorado anos antes, na guerra, quando acharam que eles haviam morrido.
Teo e Lisa apanharam Alvo e Tiago, os abraçando e chorando como nunca, enquanto os outros cinco Weasley’s apanhavam Lilian e Hugo no colo de Molly e Jane, que choravam compulsivamente, e Jack e Andrew, abraçavam Rose.
As crianças estavam além de assustadas, desentendidas.
Aonde estavam seus pais? E pra onde aqueles malucos haviam levado a mãe deles?
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Fazia quase três semanas que elas havia sumido. Quase três semanas que aquele sofrimento havia aumentado.
O ministério da Magia havia colocado todos os seus homens atras dos doze. Os jornais passavam noticia atras de noticia e os fãs, estavam em semi-luto.
E foi naquela manhã maravilhosa de primaveira, que Cornelio Fudge entrou cabisbaixo na Toca.
_ Crianças subam! – disse Molly.
_ Mas vovó! – disseram eles.
_ Vão! Fred e George (os filhos de George e Fred), levem-nos pra cima!
Os outros (Teddy, Vicky, Carl, Kimmy, e C&A Ltda) estavam em Hogwarts.
Eles foram a contragosto.
_ Diga-nos o que trazes Fudge! – disse Tiago.
_ É com enorme pezar que lhes informamos que achamos os corpos de Harry e Ginevra Potter, Ronald e Hermione Weasley, Neville e Luna Longbotton, Draco e Pansy Malfoy, Simas e Lilá Finnigan, Dino e Cho Thomas. – disse Fudge, com os olhos marejados.
_ Não! – o grito da mãe dos doze, cortou o ar, enquanto elas choravam abraçadas aos maridos.
_ O-o-o-onde? – disse Sirius, a beira de lagrimas.
_ No fundo de um rio! – disse ele, e todos começaram a chorar mais.
_ Vocês tem certeza? – disse Gui.
_ Absoluta sr. Weasley. Seu irmão e irmã caçula estão mortos! – disse o ministro.
Todos desabaram no choro, todos mesmo, sem exceções.
_ B-b-b-bom, eu acho que isso deve ficar com vocês! – disse ele, estendendo uma caixa.
Cris pegou e abriu.
_ São os medalhões dele (Leia nota no fim do capitulo!).
Ele entregou as jóias aos pais de cada um, o que só fez a choradeira voltar.
_ Eu sinto muito! – disse Fudge – Amanhã de manhã teremos um funeral, com tudo o que eles tiverem direito.
_ E-e-e-está bem! – disse Jacob, abraçado a irã mais nova.
_ E de novo, meus pesames! – disse o ministro, saindo, deixando-os aos prantos.
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Nota 1: A Banda Edwiges (para mais informações, leia da fic Harry Potter e uma Aventura no Tempo) existia aqui também, e era sucesso internacional!
Nota 2: Os medalhões as iniciais deles, esculpidas em chifre de Unicornio!