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16. A Chegada de Morgana


Fic: Harry Potter e os Cavaleiros da Távola Redonda


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A viagem de volta de Harry e Gina foi bem mais rápida, Samantha estava impaciente para ver Lince e por isso eles resolveram ir mais rápido, ainda não se acostumaram em não poder aparatar de um lado para o outro, era muito irritante saber que poderiam estar no castelo a dias enquanto perdiam tempo cavalgando, não que não gostassem de seus cavalos, mas preferiam cavalgar neles apenas por lazer, no máximo usá-los em alguma batalha.

- Estamos quase chegando. – gritou Gina para Harry, já podiam avistar o castelo, galoparam mais rápido ainda com enormes sorrisos no rosto.

Harry era quem cavalgava com Samantha, pois Fire era mais alto e mais forte que Estrela, por causa de seu descendente unicórnio Fire podia carregar mais peso que um cavalo normal sem nem sentir a diferença de peso, para ele Samantha era tão leve como uma pluma.

Assim que se aproximaram do castelo podiam ver que estavam todos os esperando para lhes dar boas vindas, podiam ver o quanto às pessoas estavam ansiosas para saber qual era a decisão do Povo da Floresta, pois a ajuda deles era indispensável.

- Samantha! – exclamou Lince assim que viu a menina, a ajudou a desmontar e lhe deu um abraço apertado antes de descê-la até o chão. – E aí como foi à viagem?

- Foi maravilhosa mãe… - assim que pronunciou a palavra “mãe”, Samantha parou de falar e olhou assustada para Lince, com medo de que esta ficasse zangada com ela.

- Que bom que gostou da viagem filha. – falou Lince enfatizando a ultima palavra, arrancando um sorriso enorme de Samantha. – Depois você tem que me contar tudo que aconteceu, mas primeiro você vai ter que tomar banho e vestir uma outra roupa, enquanto eu vou participar de uma reunião, ok?

Samantha concordou e se dirigiu ao seu quarto, uma das damas de companhia de Guenevere a seguiu a pedido de Lince, Samantha ainda era uma criança e provavelmente não saberia se vestir sozinha.

Todos se encaminharam a enorme sala da Távola redonda para que Harry e Gina pudessem dar as notícias, Arthur desde que eles partiram bombardeava Merlin de perguntas, mas Merlin não as respondia, afinal ele tentava não interferir muito nas coisas, Merlin vivia sempre em uma corda bamba, tinha sempre que escolher entre interferir e entre ficar em silêncio, na maioria das vezes era fácil, mas às vezes era muito difícil, como quando ele previu que Pendragon iria morrer e não pôde avisá-lo, pois sabia que não deveria, muitas vezes Merlin pensava que tinha o dom de Lince, mas em escala menor, ele sabia que Arthur precisava crescer longe da corte e de todas aquelas pessoas falsas e bajuladoras para poder se tornar um governante de verdade, e também em todos os caminhos em que vira, não havia nenhum em que Pendragon permaneceria vivo.

- E então o que aconteceu? – perguntou Arthur ansioso.

- Malagaunt tinha mesmo mandado um mensageiro fingindo-se ser um mensageiro seu. Como eu e Gina tínhamos previsto. – respondeu Harry olhando diretamente para o Rei, que parecia furioso. – Este mensageiro era um bruxo e ele usou uma antiga maldição druida contra o líder deles: Lion, com isso o marido da filha de Lion se tornou o líder e temendo que outro falso mensageiro atacasse, Marcus resolveu não deixar ninguém se aproximar.

- Entendo. – murmurou Arthur. – E o que aconteceu depois que vocês chegaram lá?

- Como minha madrinha disse. – começou Harry sorrindo para Lince que estava concentrada em suas palavras. – Eles não nos atacaram imediatamente por causa de Samantha, nós demoramos um pouco para convencê-los a nos levar até a aldeia, quando chegamos lá ficamos sabendo de tudo que aconteceu e por sorte Jhoan, a filha de Lion, nos reconheceu e pudemos salvar Lion, depois disso Lion prometeu nos ajudar no que fosse preciso, dentro de umas duas semanas eles estarão chegando com alguns guerreiros, a maioria deles vai ficar na aldeia para que possam proteger a floresta e não tenhamos que nos preocupar com um ataque vindo daquela direção.

- Fico feliz pela ajuda e pelo líder deles. – falou Arthur satisfeito. – Pelo que vocês me disseram esse povo é muito bom com arcos e flechas, será bom ter arqueiros como eles do nosso lado.

Terminada a reunião, Harry e Gina se encaminharam até seus aposentos para tomar um banho e trocar de roupa, enquanto caminhavam até o quarto deles, eles passavam para os outros tudo que tinha acontecido, pois agora eles tinham um bruxo com conhecimentos druidas como inimigo, isso era mais sério do que deixaram transparecer, os druidas eram pessoas boas por excelência e eles já tinham abandonado este mundo a muito tempo, eles foram os primeiros a irem para Avalon, era muito preocupante o fato de um druida estar longe de Avalon e ainda estar ao lado de um bruxo das trevas, Harry e Gina mais do que ninguém sabiam que apenas um druida poderia saber aquele tipo de maldição e o pior era que só poderia ser um druida muito bem treinado.

- O que vamos fazer? – perguntou Rony preocupado.

- Ficar de olho. – respondeu Lince séria. – Existem muitos espiões nessa corte, temos que tomar cuidado com o que falamos e principalmente termos cuidado para não cometermos erros, qualquer um que for preso acusado de ser espião será morto imediatamente, não podemos acusar ninguém sem termos absoluta certeza.

- Infelizmente não podemos entrar na mente deles. – ponderou Rony, mesmo depois de passado o primeiro impacto da vinda deles, a maioria das mentes das pessoas da corte estava recheada de sonhos e imagens em que algum deles resolvia deixar seus parceiros e recomeçar ao lado da pessoa que estava sonhando.

- Nem me fale. – pediu Lince, ela era uma das principais vítimas desse tipo de pensamento e sonho, provavelmente porque ela não se vestia como todos da corte, as roupas dela estavam um pouco mais comportadas, mas eram escandalosas mesmo assim.

Lince vestia uma blusa que parecia uma malha metálica, a blusa tinha mangas compridas e possuía diversos feitiços de defesa, era mais segura que uma armadura, ela usava também uma calça preta bem colada ao corpo e por cima de tudo um vestido vermelho, que era mais uma túnica, com aberturas laterais que mostrava as calças que ela usava mesmo quando ela não estava andando.

Rindo de Lince, Harry e Gina foram descansar um pouco, Lince se encaminhou ao quarto de Samantha, esta ainda estava acordada e olhava sorridente para ela, Lince sorriu também e entrou no quarto indo se sentar aos pés da cama.

- Eu não consigo dormir, mas estou com sono. – reclamou Samantha fazendo bico, o que arrancou risos de Lince.

- Quer que eu conte uma história? – perguntou Lince se lembrando de alguns livros infantis que lera quando criança, não por escolha própria, mas quando estava aprendendo a ler só a deixavam ler aquele tipo de livro, o que não a impedia de ir escondida na biblioteca da casa e ler os diários de seus antepassados.

- Me conta sobre como é o futuro, como é sua vida lá. – pediu Samantha incerta, ela queria na verdade perguntar se ela seria parte desse futuro ou se Lince a deixaria ali no passado sozinha. Esse era o maior medo de Samantha, ser deixada para trás seria o fim para ela, afinal ela estava acostumada a não ter amor, mas agora que o tinha não queria perder não queria se afastar de Lince e nem de Sirius, de Harry e Gina, não conhecia bem Rony, Hermione e Anny, mas já os amava, pois eles amavam Lince e Sirius, que agora ela tinha como se fossem seus pais.

- Minha vida foi marcada por muitas perdas. – falou Lince sorrindo, mas Samantha pôde distinguir uma sombra de tristeza passar pelos olhos dela. – Não daria uma boa história para dormir, você ia acabar tendo pesadelos.

- Mãe. – Samantha fechou os olhos se repreendendo, era a segunda vez que chamava Lince assim, ela temia que Lince pudesse não gostar, mesmo esta não tendo se importado da primeira vez, era melhor não abusar.

- Sam? – chamou Lince como se perguntasse, em seus lábios existia um sorriso tão amoroso, que ali naquele momento, ficava difícil acreditar que ela era uma guerreira. Lince esperou até Samantha a olhar para continuar. – Desde o momento em que eu te conheci eu sabia que você seria importante para mim, quando eu te trouxe para esse quarto e cuidei de você eu não estava apenas cuidando de uma criança que precisava da minha ajuda, eu estava cuidando da criança que eu escolhi para ser minha filha, então sempre que você quiser me chamar de mãe estará me fazendo à mulher mais feliz do mundo, pois será como se você estivesse me aceitando como sua mãe, assim como eu te aceitei como filha.

- Eu tenho tanto medo. – falou Samantha chorando e se jogando nos braços de Lince que a amparou em total confusão.

- Medo de que? – perguntou Lince passando levemente as mãos pelos cabelos da menina em seus braços.

- De a senhora ir embora e me deixar. – sussurrou Samantha escondendo o rosto no pescoço de Lince.

- Eu nunca vou te abandonar. – falou Lince pausadamente, dando ênfase a cada palavra. – Quando eu voltar para o meu tempo eu te levo junto, não vou deixar você aqui.

Samantha se afastou um pouco e olhou nos olhos de Lince como que para buscar uma confirmação do que acabara de ouvir, não que achasse que Lince estava mentindo, mas é que tudo que estava acontecendo com ela parecia ser um sonho e ela temia que acordasse e tudo não passasse de ilusão, mas nos olhos de Lince ela conseguiu ver não só a confirmação de que não estaria mais sozinha como também percebeu que não era um sonho, que ela podia baixar à guarda e se deixar ser amada e amar de volta, e naquele momento ela se sentiu protegida como há muito tempo não sentia.

Lince pôde entender todos os pensamentos que passavam pela mente de Samantha apenas olhando bem fundo nos olhos desta, até parecia que ela conhecia Samantha a mais tempo do que aquele mês e pouco que estavam juntas. Ainda com a filha nos braços Lince se aconchegou na cama e se pôs a cantar uma antiga canção de ninar que um dia seu avô cantou para ela.



Alguns dias se passaram após a chegada de Harry e Gina, e Morgana finalmente chegara à corte, junto com ela vinham dez outras sacerdotisas, aquele era o maior contingente de Sacerdotisas da Lua que se deslocou de seus territórios para ajudar alguém, agora só faltava saber a quem Morgana era leal, pois as histórias sobre ela e Malagaunt terem um pacto estavam por toda parte.

As sacerdotisas chegaram de surpresa e não tiveram nenhuma recepção, para esperá-las na entrada do castelo apenas Arthur, Guenevere, Merlin, o Sexteto, Sirius e Samantha se prontificaram a ficar. Arthur se ressentia do tratamento frio e descortês que seus súditos lançavam a sua irmã, mas não podia obrigá-los a gostar de Morgana e muito menos de confiarem nela, ele mesmo tinha certo receio dela, mas ele creditava esse receio ao fato de saber que se quisesse sua irmã poderia matá-lo apenas com um olhar. Assim que chegou e avistou Arthur e os outros Morgana demonstrou certa surpresa, provavelmente esperava que apenas seu irmão a esperasse como era costume, com um raro sorriso no rosto Morgana se aproximou de Arthur e o abraçou, este mesmo surpreendido pelo repentino e pouco característico gesto de carinho por parte da irmã, Arthur retribuiu o abraço carinhosamente, mesmo tendo conhecido Morgana há tão pouco tempo, ele tinha um grande carinho por ela.

- As provações por que passará serão árduas meu irmão, mas não tema você vai superá-las. – murmurou Morgana no ouvido de Arthur, ela se afastou do irmão e cumprimentou os outros com uma leve reverência, sendo que para Lince ela lançou um olhar mais demorado e mais compenetrado.

Arthur ficou algum tempo sem se mover tentando entender se as palavras da irmã eram uma vontade dela ou uma profecia, sabendo que não receberia qualquer explicação de Morgana, Arthur balançou a cabeça e se dirigiu ao castelo junto com os outros, ao longe uma figura solitária observava a situação, de onde estava mesmo que as pessoas observadas olhassem atentamente para ele não podiam vê-lo (assim ele pensava), pois estava escondido pelas sombras de duas colunas de muros, olhando ao redor a figura misteriosa saiu do castelo por uma passagem secreta e com um aceno da varinha conjurou papel e uma pena, e escreveu rapidamente a seguinte mensagem:

“A Sra. Morgana acaba de chegar à corte, ela demonstrou estar feliz por ver o irmão, assim como combinado, mas não pareceu fingimento, me manterei em alerta”.

Olhando novamente ao redor ele convocou um corvo e lhe entregou o pergaminho devidamente enrolado, devagar e tomando cuidado para não ser visto ele entrou novamente no castelo e foi para o jantar de recepção para Morgana, no entanto, mesmo com todos os cuidados que ele tomou, não passou despercebido por dois olhos azuis, afinal se esconder nas sombras não era tão inteligente assim, só mostrava que tinha alguma coisa a esconder, e era fácil distinguir o vulto escuro contra a parede de pedra cinza do castelo.

- Diga-me como foi sua viagem Morgana. – pediu Arthur pensando qual seria a melhor forma de abordar o assunto Malagaunt sem ofendê-la.

- Calma como sempre, você sabe que os saqueadores não ousam tentar assaltar uma sacerdotisa. – as sacerdotisas viajavam em unicórnios, elas eram as únicas que conseguiam montar esses nobres animais, elas tinham um contato tão intimo com a natureza e com a magia que os unicórnios não se importavam de carregá-las sempre que elas pediam, assim que chegavam ao destino os unicórnios iam embora e só voltavam a aparecer quando eram chamados por elas.

- Malagaunt foi visitá-la logo após minha partida, pode nos dizer o que ele queria? – perguntou Lince direta, a maioria dos que estavam sentados a mesa prenderam a respiração temendo que pudesse haver alguma luta, já o sexteto apenas balançou a cabeça em descrença, sutileza com certeza não fazia parte de Lince, Merlin que desde o começo do jantar dava pequenas risadas fez um esforço enorme para conseguir conter a gargalhada que queria soltar, ele previa muitas coisas sobre a chegada dos bruxos, mas não acreditava que poderia se divertir tanto.

- Queria que eu me juntasse a ele ou pelo menos não tomasse partido de meu irmão. – falou Morgana calmamente, mas com um quê de diversão na voz, uma das coisas que mais odiava era a formalidade excessiva com que era tratada, todos temiam que ela pudesse se descontrolar e matar algum deles, como se ela pudesse fazer isso, bem… poder ela podia, mas não passou a vida inteira aprendendo a se controlar para perder a calma tão facilmente. – É claro que não aceitei nenhuma das propostas.

Lince apenas acenou com a cabeça em concordância e sem mais perguntas voltou ao seu prato, os outros também começaram a comer e poucas conversas paralelas podiam ser ouvidas, o silêncio era bastante incomodo, mas todos já estavam mais ou menos acostumados, pois desde que o Sexteto estava na corte que o silêncio durante as refeições era constante.

O que mais intrigava não só o Sexteto como também Merlin era o fato de Malagaunt se manter quieto, não houve nenhum ataque direto a corte, e até onde se sabe, houve apenas ataques aos aliados, como o que o pai adotivo de Arthur foi vitima e o ataque ao povo da floresta, também teve o ataque contra Bã e Bor, mas esse era apenas uma desconfiança, ninguém tinha certeza se Malagaunt realmente incitou os saxões.

Os pensamentos de Arthur se viravam para todos os lados, tentava entender sua irmã (sem muito sucesso), já tinha percebido a algum tempo que seu amigo Lancelot parecia cada vez mais infeliz, Guenevere estava um pouco distante, preocupada com alguma coisa, tentava perceber quem era o espião ou espiões entre seus homens, e também tinha que se preocupar com o comportamento estranho de algumas pessoas, Merlin parecia estar constantemente divertido com alguma coisa, sobre o que ele não fazia a mínima idéia, Arthur balançou a cabeça tentando deixar os pensamentos de lado por um momento, se continuasse assim, acabaria ficando louco, suspirando segurou a mão de Guenevere que o olhou sem entender, ele apenas deu de ombros como se não fosse nada e beijou a mão dela, Guenevere mesmo não entendendo nada apenas sorriu de volta e beijou a mão dele, que estava sobre a sua.



Gian: que bom que gostou e espero que continue gostando e comentando, beijo e obrigada por sempre estar comentando.

Matheus: eu sei que a maioria dos meus leitores (principalmente você), entendem quando eu atraso um capítulo, afinal todos sabem que eu odeio quando isso acontece, mas é que... antes de ser uma escritora eu sou uma leitora e sei como é ruim quando um autor faz a gente esperar demais, mas pelo menos esse novo capítulo está ok, no dia certo, espero que goste, beijo.

Laurenita: acho que você vai gostar da cena entre a Lince e a Samantha, apesar de ser bem pequena eu a achei bem legal, foi bom escrevê-la, como eu já disse uma vez, acho que a Lince precisa de um pouco mais de "humanidade", de deixar esse negócio de guerreira de lado um pouquinho e começar a demonstrar seu lado mais "meigo", espero seu comentário, beijo.

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