FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 



(Pesquisar fics e autores/leitores)



 




 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

5. Fazendo amor com Harry Potter!


Fic: Uma semana na cama de Harry Potter.HH NC 18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capitulo 5

Hermione foi abraçada assim que deitou na cama, sentindo a pele dele tocando seu corpo por inteiro. Foi uma das experiências mais incríveis em toda a sua vida, como se todas as suas células estivessem ocupadas em sentir as dele.
Talvez se pudesse culpar a falta de experiência dela nessa área mas todos os receptores sensoriais em seu corpo pareciam estar sobrecarregados com a intensidade dos estímulos. O contato corporal total parecia tão intimo que bastava a idéia de ser penetrada para que estremecesse de antecipação e ansiedade.
Seria o instante supremo.
Ele dissera para confiar nele, mas era difícil, quando não se sabia nada sobre o assunto. A verdade é que estava com medo, apesar de saber que o medo era natural na primeira vez.
― Hermione?
Ela abriu os olhos para o rosto dele, que a observava, correndo os olhos pelo corpo que seria seu dentro em pouco. Fitaram-se, com uma expressão intensa.
― Sim...
― Agora vou possuir você ― murmurou ele.
O que ela deveria responder àquilo? Provavelmente alguma coisa erótica e sofisticada, porém não conseguiu pensar em nada.
Harry afastou-se e inclinou-se na direção do criado-mudo, abrindo a gaveta. Ela observou enquanto ele apanhava o envelope de preservativos e escolhia um deles. Rasgou a embalagem e colocou o preservativo em volta do sexo, observando a atenção que ela prestava.
― Da próxima vez, você mesma pode colocar.
― Mas eu não sei como fazer isso.
― Se tiver boa vontade para aprender, não é difícil. Além do mais, me ofereço como voluntário para que demore quanto tempo quiser para aprender ― completou ele, com um sorriso malicioso.
― Será que ele quer que eu o toque? ― murmurou ela, só então reparando que externara seus pensamentos em voz alta.
― Claro.Quero que coloque as mãos em todos os lugares possíveis, e hoje mesmo, ao final da noite, garanto que elas terão conhecidos carias sensações novas.
― Também quero tocar você. Tenho muita vontade.
― Eu sei ― disse ele, com um sorriso.
Ela riu do ego dele, mas o humor sumiu quando ele voltou para a cama. Hermione não percebeu exatamente como e quando, mas o fato é que suas peças de roupa foram retiradas uma a uma, enquanto as caricias redobravam, de forma que a fizeram cerrar os olhos e aproveitar. Perdeu completamente o sentido de tempo, e quando se deu conta, as mãos de Harry passeavam pela pele de seu corpo inteiro, fazendo-a gemer de excitação.
Girou-a, e começou nova serie de carinhos, desta vez mais eróticos, que percorriam seu corpo desde o calcanhar até a nuca. A excitação aumentou cada vez mais, até que ela remexesse o corpo contra os lençóis e se retorcesse contra ele. Os sentidos de Hermione foram se apagando, um a um, até que restasse apenas a sensação dos pontos onde o corpo dele tocava o dela. Foi virada novamente e sua boca aprisionada num beijo invasivo, que prenunciava o que aconteceria na união dos corpos.
Hermione sentia as coxas dele roçando a parte interna das dela, e repentinamente a ponta da carne fremente que se apoiou contra sua virgindade úmida. Os lábios acariciavam os seus, e as mãos exploravam partes sensíveis e carentes. Todo o universo reduzia-se às sensações que aconteciam nas áreas de contato entre ambos, e que se condensavam tanto que davam a impressão de que ela explodiria a qualquer momento.
Porém não importava o quanto desejasse declarar seu amor juntamente com o prazer que sentia, algo mantinha as palavras trancadas na garganta. O melhor seria não misturar as coisas, ou acabaria ficando sem aproveitar nenhuma.
Harry queria sexo, não amor.
Naquele instante os quadris dele começaram a mover-se. Tão lentamente, a principio, que ela mal se deu conta... começara a penetração. Em pouco tempo, porém, não queria mais parar.
― Está doendo? ― perguntou ele, a voz alterada pelo esforço de se controlar.
Como responder? Não parecia nada que ela já tivesse sentido, mas ainda assim, havia uma certa dor, porém era parte de um redemoinho de sensações e não podia distinguir em separado. Com certeza não incomodava se era isso o que ele queria saber.
― Não... importa ― respondeu ela, com voz entrecortada.
Ergueu o corpo ao encontro do de Harry, pois não parecia ter o suficiente, queria mais, desejava a posse completa. O membro rígido ultrapassou de uma só vez a barreira física, provocando um grito agudo, que ela não conseguiu evitar.
Agora Hermione não tinha problema para discernir a dor das outras sensações. Tentou recuar.
― Agora está doendo... acho que não vai dar certo ― afirmou ela, tentando afastar os quadris dos dele.
Harry foi irredutível e seu membro tão rígido quanto uma pedra, porém parou de mover-se ritmadamente.
Os ombros dele estavam molhados de suor, os músculos dos braços estremecendo com o esforço de parar os movimentos, o corpo inteiro demonstrando tensão.
― Vai dar certo.
Não se tratou apenas de palavras otimistas, pois ele parecia sofrer tanto quanto ela, apresentando uma expressão de dor, e aquilo de alguma forma fez com que ela se sentisse melhor. Harry precisava dela. Não se tratava apenas de fazer sexo, mas ele ‘precisava dela’, e aquilo mudava as coisas. Fazia toda a diferença. Hermione parou de tentar fugir.
Ele se moveu apenas um pouco, e ela gemeu com apontada de dor que se renovou.
Ao olhar para o rosto dele, notou que a musculatura parecia esculpida em mármore, tão apertado estava o músculo maxilar.
― Você precisa relaxar.
― Não sei como ― respondeu ela, nervosa.
Não podia falhar. Queria que tudo funcionasse bem. Queria acomodá-lo, como suas outras amantes deveriam fazer.
Os lábios que pressionaram os seus não estavam famintos, sequiosos ou impacientes. Foram delicados e persuasivos, a ponto de conseguir, pouco a pouco, lidar com a tensão dos músculos.
― Isso... você está relaxando, percebe? ― incentivou ele, num murmúrio cheio de desejo.
Os corpos não se moviam, mas a paixão que havia nos lábios era contagiante. Em pouco tempo ele começou outro tipo de movimento, desta vez mais lento e intencional, que a cada pulso o levava mais para o interior dela, numa sensação inédita. O prazer crescente e indescritível que chegava estava muito distante da dor. Era como se a envolvesse aos poucos, até que desaparecesse totalmente.
Depois de alguns minutos deliciosamente ocupados, Hermione sentiu a virilha dele tocando a sua, num testemunho que todo o volume estava em seu interior. Não podia mover-se com o corpo dele por cima e dentro dela.
― Está pronta?
“Pronta para quê?” pensou ela. Mas não foi o que disse. Precisava de alguma coisa que ele parecia saber exatamente o que seria. Concordou.
Ele retirou quase tudo, a não ser a ponta de sua ereção, depois mergulhou outra vez, num movimento uniforme e decidido, mais amplo e seguro. Repetiu o movimento com a mesma lentidão, percebendo que a lubrificação aumentava a cada arremetida e facilitava a penetração. Novos gemidos se fizeram ouvir, dessa vez de puro prazer. Um crescendo começou a formar-se no interior dela, avassalador e arrebatador, que a cada penetração a fazia esquecer o restante do mundo para concentrar-se nas sensações novas que surgiam, intensas e poderosas.
Hermione estava envolvida numa escalada de sensações eróticas que jamais julgara capaz de sentir com tanta intensidade. Era a mesma escalada que fizera antes em direção ao prazer, numa velocidade alucinante, que mal lhe deixava tempo para mover-se sob ele, aumentando a fricção interna e externa, onde o clitóris era massageado a cada novo movimento.
Os quadris começaram a mover-se em círculos, com novos resultados e áreas de contato. As mãos fortes de Harry pousavam nos ombros dela, que lhe acariciava as costas com a ponta dos dedos.
Harry tirou os lábios da boca de Hermione. O olhar esgazeado procurou o dela.
― Agora, meu bem... venha comigo ― convidou ele, colocando a boca encostada ao ouvido dela. ― Vamos juntos...
Ela não precisou de mais convites. Simplesmente deixou-se levar de uma só vez pela vibração inebriante e poderosa que havia entre ambos.
O prazer explodiu dentro dela como uma bomba, enquanto o grito de Harry reverbou em seus ouvidos e o corpo teve um espasmo sobre o dela, que o abraçou com força, embora seus músculos parecessem feitos de gelatina.
Os rostos de ambos tocavam-se.
― Agora você é minha.
Hermione ficou contente pelo fato de que ele não podia ver seus olhos. Lágrimas de felicidade corriam por eles.
― Por uma semana.
As lágrimas se transformaram. Uma nova sensação brotava da garganta, porém ela se recusou a entregar-se a qualquer tipo de tristeza. Uma semana como mulher dele era melhor do que uma vida inteira de solidão.
― Por uma semana... ― repetiu Hermione.

Não deveria ter acontecido, mas o fato de ela ter concordado com o prazo estipulado de uma semana incomodou Harry.
Perguntou a si mesmo o que imaginara. Tratava-se de uma mulher com vinte e cinco anos de idade, procurando uma experiência sexual, não um compromisso para o resto da vida.
Ainda que ele tivesse amor para dar, o que não era o caso.
Tendo sido criado como um estorvo até os 17 anos na casa de tios maternos, que o tratavam como um escravo doméstico, lembrava-se que se não fosse pela bondade de seu padrinho, mulherengo e solteiro convicto, para pagar seus estudos em um bom colégio ele jamais teria tido como se preparar para tentar uma bolsa em Harvard, seu padrinho morreu de câncer pulmonar antes de ver Harry entrar na faculdade e foi com o dinheiro da pequena herança do padrinho que ele começou a construir seu império, ainda na faculdade. Harry fora ensinado pela vida a guarda seu coração e ter cuidado com qualquer emoção remotamente ligada a amor. Mesmo em seu namoro com Ginevra que começou quando eles ainda eram adolescentes, ele jamais se entregara de verdade, pensando bem hoje em dia, não a condenava por procurar amor nos braços de outro, só não gostava da maneira como as coisas aconteceram, traição, até a amizade se foi com a traição, a dele com ela e principalmente, a dele com Ronald, eles eram como irmãos, conheciam-se desde criança e o fato do amigo ter lhe escondido a traição e de ter ajudado Malfoy com aquele contrato, o fizeram não confiar mais nele, ele se quer lhe falou nada, só soube do contrato quando tudo já estava assinado. Mas aí veio Auren, tão linda cheia de vida, perder Auren e o bebê havia reduzido a tiras seu coração e sua capacidade de sentir emoções, deixando-o desconfiado e arredio, principalmente com tudo o que dizia respeito ao amor. Tratava-se de sentimentos que, mais cedo ou mais tarde, cobravam o seu preço. Todos os que ele amou, partiram.
Por muito tempo resistira até mesmo à amizade desinteressada de Hermione. Então Ronald avançara e ela, em principio feliz e despreocupada, não repara nos sentimentos de Harry. Em seguida fora abandonada por Ronald e ficara devastada. Precisara de apoio naqueles dias e Harry sentira-se responsável, de alguma forma, já que fora ele que os apresentara em um jantar beneficente da tia dela, Harry dedicara-se a amenizar o sofrimento dela por causa do repentino abandono de Ronald. Não fazia sentido, pois ela não havia sido nada para ele até então, além de um conhecido que se esbarrava em mesmo circulo de pessoas e eventos, mas ele suspeitava que sabia porque Ronald desistira do casamento. Harry se lembrava de o ter visto com uma mulher discutindo, ainda noivo de Hermione, na manhã que ele decidiu deixá-la. Ronald partiu sem muitas explicações, e deixou Hermione para enfrentar a humilhação que não merecia.
Harry, então, oferecera apoio e amizade e tentara protegê-la dos piores mexericos. Em troca, Hermione o recompensara com uma profunda lealdade, além de um carinho que na época ele se recusara a examinar mais de perto. não sabia dizer quando exatamente ela começara a desejá-lo ou quando ele começara a retribuir, porém ambos os sentimentos haviam crescido.
O fato de fazer amor tinha sido inevitável, não importa quanto ambos tivessem tentado, de todas as formas, contornar as situações, mentindo para si próprios e fazendo o possível para não se encontrarem a sós. Isso tudo ocorrera antes de começarem a tocar, naquele mesmo dia. O contato dera inicio a uma poderosa força, até então contida no interior de ambos. Não seria possível nem justo privar a ambos das sensações que o toque dos corpos prenunciava. Era como se tivessem sido criados para aquilo que acabavam de realizar. O resto do tempo passaria a ser apenas um intervalo para os encontros.
Harry, entretanto, acreditava não ter nada para oferecer a Hermione, além de sexo. Seu sentido de valores também dizia que ele merecia muito mais. Era bonita por dentro e por fora, tinha audácia e persistência. Ao mesmo tempo em que era como Auren nesse aspecto, em outros era até mais feminina. A verdade, contudo, era que ele não desejava arriscar outra vez seu coração, sua liberdade e sua paz de espírito.
O mínimo que podia fazer er com que ela tivesse o melhor sexo possível, em toda a sua vida. E essa era a tarefa mais agradável que poderia conceber na vida.


Mione mergulhou no banho herbal de imersão que Harry preparara para ela. Não tinha idéia de onde ele conseguira os sais de banho que tornaram a água macia e extremamente agradável e calmante para sua pele, mas estava grata pelas sensações relaxantes produzidas pela imersão miraculosa. Não sabia se a dor estava relacionada com o tamanho de Harry, se pela virgindade, ou pelo fato de que tivessem feito amor varias vezes antes que ele lhe permitisse dormir, exausta. Provavelmente, uma combinação dos três fatores.
Tudo o que ela sabia com certeza é que acordara com os lábios sensuais sobre os dela, totalmente convencida de que o restante da semana seria praticamente um celibato. Não seria possível fazer amor outra vez naquele estado.
Os beijos haviam sido castos e carinhosos, em seguida Harry levara seu café na cama. Depois de saborearem a refeição juntos, ela fora conduzida, para sua surpresa, até a banheira cheia de espuma sobre a água em tom de verde-esmeralda.
As bolhas aromáticas agitavam-se ao redor do corpo dela, enquanto as dores entre suas pernas diminuíam até uma leve sensação. Os músculos do corpo relaxaram pouco am pouco, produzindo uma sensação de alivio. Harry recusou-se a entrar, alegando que sua presença na água iria alterar todo o propósito de relaxar, pois ele não iria controlar-se.
Hermione sorriu ao pensamento de ser irresistível para ele. Talvez ele conseguisse a escritura da ilha em troca de passar a semana com ela na cama, mas não mentir quando afirmara que queria a ela. Apenas ela.
Era um pensamento estimulante, no qual valia a pena deter-se, mais do que recordar o limite de sete dias para o pseudo-relacionamento de ambos. De qualquer forma, fora ela mesma quem pensara nesse prazo, no calor de uma discussão inconseqüente. Provavelmente nunca mais falaria nada sem pensar se valia à pena. Ou sem olhar ao redor.
― Está melhor?
Ela abriu os olhos e sorriu devagar.
― Muito.
― Ótimo.
O sorriso revelou os dentes brancos e o olhar carinhoso do amante. Ela voltou a recostar a cabeça contra o travesseiro inflável, e passou a mão na água, agitando a espuma.
― Como você sabia sobre esse banho? É um verdadeiro milagre para relaxar e passar a dor. Me sinto nova em folha. Você usa sempre?
Harry não era o tipo de homem que fazia amor com virgens regularmente. Seus encontros habituais eram sofisticados demais para aquele cenário. Por outro lado, talvez outras mulheres também achassem seu tamanho um verdadeiro desafio.
Hermione definitivamente não queria pensar nele com outras mulheres, e involuntariamente fez uma careta e expulsou-as de sua imagem mental.
Harry sentou-se na borda da banheira e passou a esponja em bebida em água morna nos ombros dela.
― Liguei para meu médico, que me recomendou um colega da medicina antroposófica, que me receitou o banho.
― Você deve ter acordado cedo, e seu médico também ― observou ela.
― É, mas eu sabia que estava dolorida quando dormiu. Calculei que fosse piorar de manhã. Acordei mais cedo e dei dois telefonemas. Fiquei sabendo onde comprar o que precisava e fui até lá. Deixei um bilhete, caso acordasse, mas agora já joguei fora. Prefiro dizer o que tenho a dizer ao vivo. Não gosto de ter sido o causador do seu sofrimento.
Hermione percebeu que o assunto o incomodava.
― Eu era virgem. Era inevitável que doesse pelo menos um pouco. Mas pode ficar sossegado, porque já passou quase tudo. Sinto-me nova.
― Tentei ter todo o cuidado possível. Como se você fosse uma adolescente ― explicou ele.
Ela segurou a mão dele com a sua, cheia de espuma.
― Eu queria você o tempo inteiro. Queria muito, por isso não paramos.
― Sei disso. Mas ainda não gosto da idéia de que sinta dor.
― Estou bem, agora... obrigada, Harry.
O agradecimento se devera ao trabalho de providenciar tudo aquilo por causa dela, pois ela ficara sensibilizada.
Ele deu de ombros, sem jeito. Depois seu rosto assumiu uma expressão cínica.
― Foi puro interesse. Não queria passar a noite seguinte ao lado de um corpo belo como o seu e incapaz porque sente dor. Quero me aproveitar de você outra vez.
― Mesmo assim, ainda acho que você foi muito atencioso e simpático por ter feito isso.
― Não leve muito a sério. Acho que simplesmente sou bom em conseguir o que quero.
Naquele instante ele a desejava, e Hermione não estava se queixando.


Algumas horas mais tarde, tomaram o vôo para a Carolina do Norte, ao final da manhã. O tempo ajudou bastante, e o vôo foi agradável, repleto de panoramas naturais, já que a visibilidade parecia total. Os dois conversaram sobre todos os tipos de assuntos, como se fossem pena amigos, mas sentiam que alguma coisa mudara. Havia muito menos insegurança no relacionamento deles. Tanto no aeroporto quanto na chegada ao hotel, todos os trataram como recém-casados, apesar da falta de alianças. Registraram-se no mesmo quarto, tendo preparado durante o trajeto de táxi do aeroporto até o hotel, o sobrenome falso que iriam usar, decidiram-se por Sr. e Sra. Luna, numa alusão à ilha mexicana que recebera de herança, e que indiretamente os aproximara.
Harry passou a tarde em reuniões comerciais enquanto Hermione resistiu à idéia de tomar outro banho de imersão na grande banheira com hidromassagem, e foi fazer compras no maior shopping center de Raleigh. Estava na seção de lingerie de sua loja favorita quando a idéia de um novo visual lhe atravessou a cabeça.
O vendedor estava mostrando um vestido do outro lado da seção feminina de roupas intimas. Tratava-se de uma peça que não teria chamado sua atenção habitualmente, principalmente por ser curto demais, revelador demais. Entretanto, algo parecia ter mudado em seu interior depois da noite ao lado de Harry. Era como se tivesse descoberto um poder em seu corpo que nunca imaginara, e através do olhar alheio, o que vem a ser ainda mais significativo. Muitas vezes era preciso nos olharmos ao espelho de longe, ou escutarmos a opinião de outra pessoa, que também nos vê de longe. Só assim podemos superar as imagens negativas que temos de nós mesmos. Só assim podemos nos enxergar como somos.
Geralmente a idéia e chamar atenção sobre sua figura a teria enviado imediatamente pra a direção oposta. Principalmente sobre os seios pequenos porém Harry gostara deles. Passara horas tocando-os, beijando-os e acariciando-os. Agora, porém, vistas como estimulo para o seu parceiro, todas as roupas ganhavam outra conotação em sua cabeça, como se passasse a idéia da lingerie para o lado de fora também, assumindo seu lado sensual.
A lembrança a excitou, e a idéia de vestir algo provocante para estimular ainda mais o erotismo de Harry era tentadora demais para deixar passar.
Não pretendia vestir-se como uma perua, mas algumas saias curtas que deixassem os joelhos de fora, ou blusas que acentuassem as curvas femininas não iriam fazer mal algum. Dedicou aquele tempo no interior da loja à identificação de suas fantasias e adaptação às roupas escolhidas, numa experiência de revelação a provocação ao invés de ocultamento.
Três horas mais tarde, ela saía do shopping com vários pacotes. Muitos deles estavam cheios de roupas novas e provocantes, enquanto outros atestavam sua paixão por roupas de baixo rendadas.
Usava uma das novas aquisições quando Harry chegou de volta ao quarto de luxuoso hotel onde se encontravam. Sentia-se mais sexy do que nunca, num vestido curto em tom de bronze, que ressaltava a parte superior da curva dos seus seios. A saia caía sobre os quadris de uma forma que nenhuma das que antes possuía era capaz.
Ronald dissera que ela possuía belas pernas.
Esperava que Harry concordasse. Com certeza ele apreciara a visão delas com o corpete, e mais tarde, quanto fizeram amor pela primeira vez, passara um bocado de tempo olhando para sua figura nua sobre a cama.
Queria estar bonita para ele. Queria vestir-se como uma mulher que passaria uma semana na cama com ele, não em sua personalidade habitual. Sabia exatamente o que ele poderia ver, porque experimentara as roupas antes, admirando-se ao espelho. O modelo erguia os seios, projetando-os contra o tecido fino, que revelaria qualquer excitação ao olhar experiente de Harry.
― Boa noite!
― Olá ― respondeu ele, atirando a valise e o molho de chaves sobre o sofá. ― Fez algum plano para esta noite?
― Não. Pedi comida para mais tarde ao serviço de quarto. Mas podemos cancelar se você quiser sair ou algo parecido.
Os olhos de Harry perceberam o balde com o champanhe próximo a ela. Então pousaram sobre Hermione. As pupilas se dilataram, quase imperceptivelmente.
― Gostei do vestido.
― Que bom.
― É novo.
― Fui fazer compras de tarde ― contou ela.
― Comprou mais roupa de baixo sexy?
Tornava-se cada vez mais difícil respirar sob o olhar fixo dele. Hermione percebeu que ele se excitava cada vez mais.
―Comprei.
― Está usando?
― Não.
Ele atirou a gravata por sobre a valise, seguida do paletó. Depois abriu os punhos e enrolou a camisa, com ar pensativo. Caminhou na direção dela.
― Quer dizer então, que está usando calcinha de algodão do tipo larga e sem atrativos?
― Bem, para dizer a verdade... não ― respondeu Hermione sorrindo.
Parou em frente a ela, sem deixar de fitá-la com intensidade.
― Fiquei pensando em você... o tempo inteiro.
Ele não parecia especialmente feliz com aquela confissão. Foi mais como uma acusação ou um lamento, como se coubesse a ela alguma culpa pelo ocorrido. Porém o mal revelou-se comum.
― Talvez ajude alguma coisa se souber que foi mutuo. Também não consegui parar de pensar em você.
― É mesmo?
Harry estendeu a mão e tocou a barra da saia dela, deixando que o tecido deslizasse sobre o polegar, a palma tocando de leve a pele da coxa. Hermione cerrou os olhos, sentindo uma onda de calor que espalhou desde o local onde a mão dele tocava até seu interior.De lá brotou uma umidade que a estimulava.
― É... ― ela começou a responder quando a mão de Harry se moveu. ― O dia inteiro eu queria estar ao seu lado... como agora.
Os movimentos dele pela parte interna da coxa aceleraram a respiração de Hermione, que se tornou rápida e irregular. Uma leve sensação de tontura sobreveio, e a voz de Harry veio como que no interior de uma nevoa agradável.
― Bem, se não está usando nada que comprou, nem de algodão, imagino que está usando algo sexy que tenha trazido de casa.
Os dedos agora atingiram os limites da carne mais sensível e úmida, que ansiava pelo toque dele. Não a tocavam, mas sentiam o calor febril.
― Não... ― foi tudo o que ela conseguiu balbuciar.
O mero roçar dos dedos na carne macia provocou um gemido de ansiedade. A outra mão deslizou para a nuca de Hermione, trazendo-a para ser beijada.
― Existe uma coisa em que posso pensar, mais erótica do que imaginar você com lingerie sexy.
― Existe mesmo?
Hermione respondera sem prestar atenção às palavras, pois estava concentrada em outro lugar de seu corpo. E nos lábios que não se tocavam, mas afloravam um no outro, num verdadeiro suplico erótico.
O beijo foi lento e de acordo com o ritmo do movimento na parte inferior, deliberado e sensual.
― É imaginar você sem usar nada embaixo desse vestido.
Ele a tocou novamente quando os lábios reclamaram os dela, e a mão cobriu toda a área possível, elevando a temperatura e a umidade. Ela se projetou contra ele num movimento convulsivo, e Harry pressionou o dedo contra a parte mais úmida e sensível, enquanto ela abria as pernas, num convite escandaloso.
Com um grunhido de satisfação ele acolheu a sensação de penetrá-la com movimentos lentos do dedo e perceber que ela retribuía com movimentos de quadril. Não foi possível permanecer assim por muito tempo, pois Harry já se encontrava muito excitado.
Pouco depois ela foi erguida nos braços dele de forma que sua virilha se apoiasse sobre o membro rígido, onde se encaixou sem tanto desconforto quanto na noite anterior, embora fossem necessários movimentos cautelosos para a penetração completa.
Ele a pressionou contra si apoiando as palmas no traseiro empinado.
― Monte em cima de mim, Hermione. Passe as pernas em volta da minha cintura e me faça sentir prazer... ― pediu ele.
Sem ao menos pensar em questionar, ela obedeceu.
Poderia ter conseguido sem o apoio das mãos, porém a vantagem do contato foi ajudar a estabelecer um ritmo sempre agradável para os dois. Num crescendo cada vê mais frenético, ambos chegaram ao prazer rapidamente e ao mesmo tempo. O orgasmo foi devastador para Hermione, sem o incomodo da dor. Ambos permaneceram fortemente abraçados até recuperar o fôlego.
― Acho que gostou da saia mais curta.
Harry riu.
― É acho que se pode dizer que sim ― concordou ele, acariciando as costas dela com a mão livre. ― Foi sorte ter um preservativo no bolso da calça. Não sei se teria dado tempo de ir até o quarto para buscar um.
― Acho que um homem como você sta sempre preparado para uma eventualidade, não é? ― perguntou ela, com voz fria. ― Dificilmente se poderia chamar de sorte.
― O que você quer dizer com ‘ um homem como você’? ― quis saber Harry.
― É que você sai com muitas mulheres.
― E você imagina que eu leve todas elas para a cama?
― Não?
― Não. Pensa que sou um barba azul, um tarado, ou algo no gênero?
Separaram-se um pouco, para poder olhar um para o outro. Hermione percebeu sinceridade nele.
― Mas todo mundo fala... quer dizer, eu pensei que...
― Os mexericos dificilmente são verdadeiros, e mesmo quando existe um fundo de verdade, os detalhes são exagerados. ― declarou Harry.
― Mas você sempre sai com mulheres lindas e sofisticadas ― objetou ela.
― Não vou dizer que não dormi com algumas delas quando precisei satisfazer apetites físicos, mas não estou nem um pouco interessado em cometer suicídio sexual. em primeiro lugar, hoje em dia as regras mudaram, e não se pode mais descuidar. Procuro mês restringir, porque sei que não é bom para mim. Às vezes basta a companhia feminina. Em outras vezes a conversa e os assuntos da mulher com quem saio são tão fúteis que perco o interesse na hora.
Por algum motivo estranho, aquilo pareceu acalmar Hermione.
Na verdade, acreditava que não deveria interessar. Afinal, não se tratava de um relacionamento permanente. Mesmo assim ficava contente por ele não ser um glutão sexual, nem tivesse experiência incontáveis, que desvalorizavam umas às outras pela quantidade.
― Acho que se você usa o sexo para aliviar a tensão, devo ter chegado no momento exato ― comentou Hermione, remexendo os quadris.
Harry tirou os sapatos e começou a caminhar para o banheiro, ainda com as pernas dela em volta da cintura. Os dois formavam um estranho ser de quatro braços e duas pernas.
No interior começou novo aprendizado, pois apesar de não ter trazido preservativos para o banheiro, mostrou a ela varias formas de se obter prazer sem correr risco de gravidez. Ao final, Hermione estava saciada como jamais imaginara ser possível, até o ponto da exaustão física.
Mais tarde, jantaram no sofá, em frente à televisão, bebericando o champanhe que ela providenciara.

Próximo capítulo: O pé de uma ex-virgem!

Capítulo duplo para tentar compensar a falta de de comentario e agradecimento a cada um.

Beijos e obrigada por me aturarem...

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 12) - Copyright 2002-2014
Contato: clique aqui

Moderadores:


Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.